EDIÇÃO ESPECIAL – Eleições no Clube de Regatas do Flamengo

EDIÇÃO ESPECIAL
DAS VERDADES VERDADEIRAS
Que o associado gostaria de conhecer.
A NAÇÃO RUBRO-NEGRA É VERMELHA E PRETA; ELA NÃO É AZUL
Senhores Associados do Clube de Regatas do Flamengo:
ACEITAR O TAL FLAZUL, NAS COISAS DO CRF, É QUERER ACHICALHAR O MANTO SAGRADO QUE É RUBRO NEGRO.
O CRF é uma associação desportiva, constituída por todos nós associados do CRF.
As cores do CRF são, por definição estatutária, Vermelha e Preta; razão pela qual se evitada usar estas duas cores nos pleitos eleitorais.
Nas coisas do CRF, só são toleradas usar as demais cores, diferentes das Vermelha e Preta, em períodos eleitorais, e apenas para identificar interesses eleitorais grupais, pontuais e temporários; portanto,
PELAS LETRAS MAIORES DO CRF, NÃO TEM COMO EXISTIR O TAL FLAZUL.
NÃO HÁ RESPALDO PARA SE AGREGAR A COR AZUL A INSTITUIÇÃO CRF.
Doutra feita, é pelo CRF que se faz propiciar as alegrias e as esperanças desta imensa, vibrante e irreverente torcida, forjada com Raça, Amor e Paixão, que hoje constitui a invejável e magnifica Nação Rubro-Negra; a qual, por definição genética, também é Vermelha e Preta.
A NAÇÃO RUBRO-NEGRA É VERMELHA E PRETA.
AS CORES DO MANTO SAGRADO SÃO VERMELHA E PRETA.
Adotar, nas coisas do CRF, cores diferentes das Vermelha e Preta, só é tolerado, e de forma pontual, apenas em períodos eleitorais. Ignorar esta máxima é buscar causar desobediência estatutária; é tentar burlar princípios; é buscar cometer infração estatutária; é tentar provocar desigualdade grupal; e,
“Onde não há igualdade, a amizade não perdura” (Platão).
Doutra feita, por força de lei maior, o CCB determina, no seu Art. 55, que, todos “os associados devem ter iguais direitos”.
Como, estatutariamente, as cores do CRF são Vermelha e Preta; há que se banir a cor azul das coisas do CRF; outras cores, sejam elas quais forem que, no CRF, servem apenas para identificar interesses eleitorais grupais, pontuais e temporários, as quais devem se esgotar, por si só, tão logo acabe cada pleito eleitoral.
Como Somos Todos Flamengo, precisamos, gerir com equilíbrio, fidelidade estatutária e igualdade as coisas do nosso CRF; precisamos garantir que a partir deste triênio 2016/2018tenhamos, no CRF, apenas as cores Vermelho e Preto, como referencias, conforme definido estatutariamente.
Associado do CRF e membro integrante desta imensa Nação Rubro-Negra.
A NAÇÃO RUBRO-NEGRA É VERMELHA E PRETA; ELA NÃO É AZUL.
O MANTO SAGRADO É VERMELHO E PRETO; NÃOPERMITAM QUE O MANTO SAGRADO SEJA MANCHADO COM A COR AZUL.
NÃO EXISTE O TAL DO FLAZUL; NÃO TEM COMO EXISTIR, NO CRF, UM FLAZUL.
Isto é segregação; É apelação sectária. É tentar mudar a existência de uma história de glorias, que é centenária; É querer mudar a historia da Nação Rubro-Negra.
Senhores Associados do CRF:
Contamos com sua participação no dia 07 de dezembro, para ajudar a banir do CRF o FLAZUL e evitar que O MANTO SAGRADO SEJA MANCHADO DE AZUL.
Por favor, compareçam para votar, nesta aula de democracia, que ocorre a cada triênio na Gávea, que são as eleições do CRF, onde todos os associados do CRF são atores igualmente importantes; tanto aqueles que lá irão comparecer para votar no próximo dia 07 de dezembro, assim como aqueles outros, que por algum motivo não puderem lá estar, para ajudar a eleger, pelo voto direto e facultativo, os associados que irão ser escolhidos para conduzir os destinos do CRF para o triênio 2016/2018.
Contamos com você, caro associado, para ajudar-nos, nesta eleição do dia 07 de dezembro, a banir a cor azul das coisas do CRF; precisamos devolver ao CRF a cores Vermelha e Preta, que são as únicas cores definidas pela letra estatutária.
Saudações Rubro-Negra.
O ALERTA apenas apresenta os fatos; contra fatos não há argumentos!
Com a palavra o associado eleitor.
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Aprés Moi, Le Déluge

Episódio 25
Aprés Moi, Le Déluge
 
Esta expressão, que significa “Depois de mim o Dilúvio”, foi usada pelo rei Luiz XV quando percebeu que a monarquia estava preste a ruir.
 Atualmente esta frase é comumente usada para descrever aquelas pessoas que pouco se importam com a instituição; visto que, para elas, que eles não conhecem bem, nem dominam, o passado da instituição, o futuro, que há de vir, só existe a partir deles, e que os malefícios para a instituição só acontecerá após sua partida.
O que configura, não só uma traição à instituição, como também uma traição a memória daqueles que estiveram ligados a historia do CRF.
Não muito distante dessa realidade, neste mundo moderno e competitivo como o atual, onde histórias de traição fazem parte da vida cotidiana; principalmente no momento que vivemos no nosso país.
Neste momento o CRF também vive este mesmo drama de traição; onde a “Criatura”, que exerce o cargo de mandatário maior da “Nação Rubro-Negra”, e que para lá foi “pinçada”, na vigésima quinta hora, pelas mãos do seu “Criador”, resolveu agora trair sua origem, e ainda está tentando, em plena luz solar, nas barbas de todos, manter o mesmo discurso falacioso original do seu “Criador”, para tentar continuar a iludir a “Nação Rubro-Negra”; inclusive agora adicionando “pedaladas fiscais”; ainda está se dando ao desplante de esfregar em nossas faces suas ideias e arroubos de prepotência, em busca do necessário apoio a ele, e aos seus “súditos dissidentes”, para poder continuar a manter-se como mandatário maior, e assim tentar conseguir aniquilar o que se construiu, ao longo de mais de um centenário de existência do CRF, por onde se concebeu criar esta invejável “Nação Rubro-Negra”.
Estamos presenciando a distorção de uma disputa pela hegemonia na gestão do CRF, entre a “Criatura” e seu “Criador”, ambos com o mesmo discurso de haver um “Apocalipse Institucional”, que ambos conseguiram introduzir no CRF, através de atos ilegítimos, que é o que rouba a credibilidade de uma gestão, como, dentre outras, de:
– aparelhar os “Poderes” do CRF, com os “amigos” destes mesmos “Poderes”, de forma a permitir banir quem se lhe afronta;
– aderir as “Pedaladas Fiscais” nos balancetes e balanços financeiros do CRF, escondendo descaradamente a verdade dos números;
– empregar, inchando a folha de pessoal e as despesas, apaniguados nos altos escalões com salários nunca dantes praticados no CRF, e fora da realidade do mercado;
– gerenciar mal o patrimônio, a ponto de perder divisas e valores nos ativo;
– unir-se àqueles que já viviam a depauperar o patrimônio da Nação; aqueles mesmos a quem acusavam de inépcia;
– iludir associados e torcedores, através de uma mídia incauta, blogs, vlogs e afins, como se na gestão estivesse tudo bem;
– gerar uma dívida externa que só faz aumentar, inclusive trocando dívida pública por dívida privada, e ocultando informações básicas vitais, para depois transformar a Nação em terra arrasada,
Há que se considerar ainda, que isto não foi apenas uma “Traição” entre a “Criatura” e o seu “Criador”; foi uma “Traição” a toda uma nação – a “Nação Rubro-Negra” – onde, inclusive, houve o uso de “pedaladas fiscais”. Tudo feito com uma extrema precisão cirúrgica.
Não cabe mais tarde que se diga que houve inépcia; não houver; pois tudo tem sido revelado e avisado a todos os associados, pelos que, de alguma maneira, tiveram acesso a realidade dos parcos números contábeis, que deixaram “vazar”, deste sistema fechado, sem transparência, ilegítimo, em que ambos, a “Criatura” e o seu “Criador”, houveram por bem criar, com seus apaniguados…
Inclusive as várias revelações que já foram feitas por este periódico; o ALERTA.
Há tempos estamos alertando sobre isto ao Clube de Regatas Flamengo e a sua imbatível “Nação Rubro-Negra”, através da nossa pagina eletrônica:
Como na vida, que imita a arte; onde a história se repete; o mundo gira… e a lusitana roda!
A Bala de Prata da Oposição
Pois bem, hoje sabemos que se o nosso país chegou aonde chegou – e sabemos bem como chegou -, com quebradeiras e um futuro não distante e incerto; tudo causado por ter havido, tanto “Falta de Transparência”, como “Falta de Legitimidade”, em atos administrativos praticados (rasgam até a letra estatutária, para alcançarem os seus objetivos); e também de ter permitido se adotar as tais “Pedaladas Fiscais”, nos números divulgados, para iludir incautos.
Não se pode admitir que isso continue a acontecer no CRF! O dilúvio já se anuncia!
A “Nação Rubro-Negra” está sem pai, sem mãe, sem alguém para posicionar acima de seus “anseios particulares e pontuais”; alguém que possa permitir que o CRF retome o prumo da sua história glórias, feita pela “impessoalidade” de seus dedicados gestores; alguém que consiga devolver a alegria e a pungência a todos associados, admiradores, atletas, enfim, a toda a “Nação Rubro-Negra”, pela retomada ao caminho de sua história vitoriosa de glórias e conquistas desportivas.
Uma verdadeira história de democracia, de participação coletiva, de amor; historia esta que o tempo jamais apagará!
Como em todo casamento que tem seus dias festas de bodas, mas também tem seus dias amargos; Mas, para que um casamento possa evoluir e dar certo, não se pode permitir que nele se crie um clã dominador!
Então unir-se é a resposta para suplantar os dias difíceis para poder se evoluir como parceiros!
No caso do Brasil atual, só poderemos fazer algo para mudar este status quo melancólico daqui a três anos, quando pudermos voltar às urnas daqui a três anos; mas no CRF de hoje, não precisaríamos ter que esperar estes tais três anos, para tomar alguma atitude de mudança, através do voto, deste status quo de “Apocalipse Institucional”; as coisas ainda podem ser resolvidas até dezembro, quando teremos novas eleições; onde poderemos evitar o pior.
Esta chance, no Flamengo, ainda existe; e existe AGORA; ela está nas mãos da Verdadeira Oposição Unida, que é quem poderá nos livrar de um futuro tão devastador que se anuncia.
Jorge Rodrigues e Cacau Cotta, duas figuras que frequentam a Gávea, que conhecem bem o ambiente que os espera, busquem o entendimento; juntem-se e procurem encontrar o bom rumo para oCRF; sigam juntos através de um caminho comum a ser traçado por vocês.
Pois, como a vida imita a arte, ou vice-versa, estes dois associados, sozinhos, jamais farão frente ao “status quo” já estabelecido tanto pelo autoritarismo como por atos administrativos ilegítimos.
Só os grupos da Verdadeira Oposição Unida, sob a liderança de cada um deles, que estão andando desunidos, sem saber o que fazer, é que podem evitar haver o “Dilúvio”; se a Verdadeira Oposição Unida for capitaneada por estes líderes que, com visão, já estão a antever o “Dilúvio” que se anuncia; a terra arrasada que nos devolverão.
Ainda temos um alento derradeiro: o de haver o entendimento, a união, entre os postulantes Jorge Rodrigues e Cacau Cotta; esta será, realmente, a derradeira “Bala de Prata” da Verdadeira Oposição Unida.
Hoje, como bem disse nosso desembargador, o Emérito Siro Darlan, estes dois associados são qualificados para tomarem estas rédeas dos que representam a Verdadeira Oposição Unida contra tudo de artificial que há no CRF; conforme ele fez publicar, numa segunda feira, numa manifestação muito feliz, no Jornal do Brasil, numa crônica crítica sobre o momento eleitoral que passamos no CRF, onde faz uma alusão ao boneco de madeira da estória infantil – Pinóquio – e ao seu “Criador” – chamado Gepeto. Só que, no caso da Gávea, ao contrário do famoso conto, a “Criatura” acaba por trair o seu próprio “Criador”.
No caso do nosso clube amado – o CRF -, a continuarem optando por adotarem a “Falta de Transparência” e a “Falta de Legitimidade”, em atos administrativos praticados; insistirem em continuar a adotar as tais “Pedaladas Fiscais”, para iludir o associado incauto, em breve estarmos diante de uma situação de terra arrasada; pré “Diluviana”.
Esperamos que isto não venha a acontecer. Temos que evitar a continuidade deste quadro de terra for arrasada; que é uma situação pré “Diluviana”.
Posto que, as dívidas estão continuando a aumentar – mais ainda, agora com estes juros extorsivos de mercado -, fazendo com que o clube fique extremamente endividado e fragilizado. Como saldaremos este montante fabuloso que continua a crescer e quando o superávit não dá nem para pagar o custo da dívida?
Como o maior potencial do CRF está diretamente ligado ao amor e paixão da maior torcida do Brasil: OFUTEBOL é Claro!
Caso o CRF chegasse a ter suas dívidas no Mercado “zeradas” por alguém que queira “comprá-las”, o patrimônio potencial do CRF passaria, imediatamente, a valer algo perto de UM BILHÃO, junto ao mercado, por causa da sua grife.
Vejam bem, senhores associados, se estamos ou não enganados; há dois anos, um brasileiro de visão, Flavio Augusto da Silva comprou um clube médio de futebol, em Orlando, por 100 milhões de dólares! Vejam o que aconteceu com o clube após uma boa gestão administrativa.
Lembrem-se: as visões do futuro são, por vezes, perversas demais para crermos que possam virar realidade. Mas não estamos falando de nenhuma realidade que não possa acontecer.
Essa visão não é turva e pode ser muito lógica! São as leis do mercado, e o mercado não é uma mãe. É feroz e não perde tempo!
Este mesmo tempo que estamos perdendo, ao não conseguirmos entender que estamos à beira de uma nova era; e que por isto precisamos nos unir; pois depois, querer voltar atrás será tarde. Esperamos, neste mesmo tempo que urge, que nossos dois líderes – Jorge Rodrigues e Cacau Cotta -, ora eleitos pela história para buscar a retomada do prumo da “Nação Rubro-Negra”, se unam, e se pronunciem, em conjunto, para evitar que um dia, ou a “Criatura”, ou o “Criador”, possa ter que anunciar aquela famosa frase de Luís XV, quando viu seu reino sendo destruído e em vias de ir à bancarrota.
Cacau Cotta! Jorge Rodrigues! O chamado está sendo feito em grandes trombetas!
Urge que os senhores se unam pelo bem do CRF! Que este passo inicial seja dado já.
Seria interessante, ver o futebol de nosso clube em boas mãos, retornando aos seus tempos de glórias e criando riquezas; pois é duro, para todos nós associados, ficarmos assistindo contarem os caraminguás para um dia podermos encher a linda piscina olímpica de água, ou colocar um telhado num ginásio destruído pelo uso e que já foi até indenizado pelo segurador. Essa não é uma visão agradável de nosso clube…
O tempo urge! É necessário a tão propalada UNIÃO!
Até porque, como disse um poeta da música, num rasgo de sabedoria inusitado:
Depois do primeiro passo, você já não está no mesmo lugar!
Aproveitando então o refrão de outro músico consagrado,
Vejam se entendem nosso GRITO DE ALERTANÃO DÁ MAIS PRA SEGURAR!
Vamos pois caminharmos juntos, conforme propõe o texto do Emérito Siro Darlan, que se mostrou como sendo a verdadeira “Bala de Pratada Verdadeira Oposição Unida.
É pela Verdadeira Oposição Unida, que Somos Todos Flamengo!
O Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!
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Do Erga Omnes no CRF

Episódio 23
Do Erga Omnes no CRF
Erga Omnes é uma expressão latina, usada em jargão jurídico, para indicar que os efeitos de uma lei ou de um ato praticado,tem que valer para todos.
O Direito Brasileiro é “Direito Objetivo”; ou seja, “Vale o que está escrito”. 

 
Isto quer dizer que, por gêneses, vale o que é definido pela “Regra Maior”, e tem que ser sempre igual para todos, enquanto um valor maior não se alevantar para mudá-la. 
 
 
 
Que bom seria se fosse sempre assim; Seria o melhor dos mundos!!! Mas não o é. 
 
Porque estamos clamando por esta máxima jurídica, do “Erga Omnes”, para os senhores associados do CRF? 
 
Por que, no CRF, além de nem sempre se cumprir, igualmente para todos, o que determina a “Regra Maior”, ela também nem sempre vale igualmente para todos. 
 
No CRF a “Regra Maior” é usada segundo a conveniência de alguns mandatários.
 
Dentre alguns dos atos praticados, no CRF, que caracterizam esta afirmativa acima, de violação da “Regra Maior”, destacamos um deles, que fere a lei nº 10.406 de 10 de janeiro de 2002, que instituiu o Código Civil Brasileiro vigente. 
O de que, quando desde 2002, se aprova “alterações estatutárias” no pleno do Conselho Deliberativo, e depois se efetiva estas “alterações estatutárias”, sem haver a competente deliberação de uma Assembleia Geral Específica para tal, o CRF vem praticando constantes e sucessivas agressões ao Art. 59, do Código Civil Brasileiro, quando, de forma mandatória, impõe que: “Compete Privativamente à Assembleia Geral, Alterar o Estatuto”; in verbis: 
 
Art. 59. Compete privativamente a assembleia geral:
I – destituir os administradores;
II – alterar o estatuto.
Parágrafo único. Para as deliberações a que se referem os incisos I e II deste artigo é exigido deliberação da assembleia especialmente convocada para este fim, cujo quórum será o estabelecido no estatuto, bem como os critérios de eleição dos administradores.
 
Como este dito Art. 59, por interpretação dúbia de alguns “doutos”, não vem sendo observado no seu pleno valor, isto está provocando uma desobediência cívica pelo CRF. Não se pode continuar “empurrando com a barriga” esta incerteza sobre o que determina de forma mandatória, o Art. 59, do Código Civil Brasileiro (CCB), que foi provocada por interpretação dúbia de alguns “doutos”; pois, além de estar provocando a desobediência cívica, ainda poderá vir a causar futuros descaminhos às coisas do CRF. 
Isto porque, todos têm, de forma igual, que observar e obedecer, o que é mandatório, pelo dito Art. 59. 
 
Isto precisa, definitivamente, ficar clareado e pacificado, com urgente urgentíssima, pelos “Maiorais”; pois é crucial, para que não aconteça de ser ter no CRF, uma “verdade de cabeça para baixo” provocada pelas várias alterações estatutárias que já ocorreram, e ainda continuarão ocorrendo, tanto na vida do CRF, como de muitos outros clubes brasileiro; alterações estatutárias estas que, por estarem “alterando o estatuto social” sem o exigido aval da Assembleia Geral, em frontal desobediência cívica a um mandamento fundamentalista (o Art. 59 do CCB), que depois poderão vir a ser irreversíveis, e causar danos irreparáveis ao CRF. 
O que é mais estarrecedor ainda, é que o CRF, está conseguindo registrar alterações dúbias deste quilate, que podem vir a ser danosas ao CRF, até mesmo nos livros de registros do Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas. 
 
Será que estão ignorando, de forma apelativa, o que é mandatório pelo Art. 59, do CCB, e com isto estão rasgando o Código Civil Brasileiro (CCB), em plena Luz Solar, com a conivência dos “Guardiões do Estatuto”, que deveriam ser os que teriam que primar pela mantença da “Regra Maior”, e até evitar que possa acontecer haver leniência no Cartório do Registro de Pessoas Jurídicas? 
 
Que não se diga agora que, se alguns “doutos” estão interpretando e/ou palpitando, e até “pedalando”, para permitir que se rasgue o Art. 59, do CCB, apenas com base no disposto na alínea “I” do Art. 217, da Constituição da Republica Federativa do Brasil (CRFB), quando determina, sobre “a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento,in verbis:
 
Art. 217. É dever do Estado fomentar práticas desportivas, formais e não formais, como direito de cada um, observados:
I – a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento;
II – a destinação de recursos públicos para… etc.
 
E que, também, pelo simples fato de haver algum tipo de recurso jurídico apelativo e protelatório, surgido por interpretação individual, e com “Juízo de Valor”, da citada alínea “I” do Art. 217, que ainda está sob a análise do Supremo Tribunal Federal (STF), desde 2004, por não ter sido, ainda, clareado e/ou saneado pelos “Maiorais”, que isto possa permitir se violentar o Art. 59 do diploma legal maior (o CCB) vigente.
Não pode se permitir que esta interpretação parcial, tente sobrestar e/ou ignorar o que é mandatório pelo Código Civil Brasileiro – CCB vigente, que já sofreu até várias alterações desde o seu texto inicial, inclusive, em 2005, quando pela lei nº 11.127, o próprio Art. 59, mesmo sofrendo alterações fortes, ainda manteve, no seu contexto, a afirmativa original de que: “Compete Privativamente à Assembleia Geral, Alterar o Estatuto”.
 
A Lei, por definição, ou ela é vigente e tem validade, ou é revogada e não vale mais.
Como a lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, que instituiu o atual Código Civil Brasileiro, ainda está vigente, ela também está em sua plenitude constitucional.
Agora, se ela “não vale mais”, revoque-a; suspenda-a pelos legítimos meios lícitos e legais; o que não pode é infringi-la por interpretação unilateral recursal, ainda que esteja sob judice, o que poderá, inclusive, gerar toda uma disfunção interpretativa em todas as associações, que poderá causar danos irreparáveis as associações.
Por princípio, por gêneses, tem que se fazer valer o que reza na “Regra Maior” (o CCB); até mesmo de se dar a garantia de que, a Lei tem que valer para todos igualmente.
Ou seja, há que se garantir o Erga Omnes.
 
Urge, portanto, que a “Associação” (todo clube é uma instituição constituída como sendo uma Associação – Art. 53 do CCB) faça “provocar” os “Maiorais”, para que eles decidam o mais rapidamente possível sobre este ditame do Art. 59 do Código Civil Brasileiro (CCB), que é a “Regra Maior”; é o diploma legal, que de forma sistemática e obrigatória, define as competencias concernentes a toda Assembleia Geral de toda e qualquer “Associação”; esta matéria, por estar gerando divergências interpretativas, já foi questionada aos “Maiorais”. Porem, enquanto os “Maiorais” não se clareiam esta dúvida sui generis, “VALE O QUE ESTÁ ESCRITO”; que “Alterar o Estatuto Social compete, Privativamente, à Assembleia Geral do CRF”.
 
Portanto, por ser mandatório pelo Art. 59, do Código Civil Brasileiro (CCB), de que, “Alterar o Estatuto Social compete, Privativamente, à Assembleia Geral do CRF”; qualquer ato diferente deste, definido no Art. 59, é “Ato Nulo”. Não tem validade legal.
Portanto, não há como, no CRF, tentar se legitimar o que é ilegítimo. Que não se Durma com um barulho deste.
 
Em sendo verdadeiro, e válido, o jargão jurídico Erga Omnes, é de fácil dedução que todos os atos praticados pelo CRF (e por mais outras instituições, porem de só menos importância para o CRF) que estejam relacionados com reformas estatutárias pós2002, se não tiverem a competente chancela da deliberação praticada por uma Assembleia Geral Especial do CRF, todos os atos que foram praticados relacionados com reformas estatutárias, serão “Atos Nulos”; sãoLetra Nula”; (That is the Law!).
 
Doutra feita há que se registrar que o CRF já está, desde pós 2002, por “leniência de seus gestores”, carecendo de promover sua competente reforma estatutária, imposta para atender o que é mandatório após a promulgação da lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, que instituiu o Código Civil Brasileiro vigente.
 
Até porque, quando na alínea “I” do Art. 217, da Constituição da Republica Federativa do Brasil (CRFB), determina que sejam observadas as “autonomias das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento”, não há necessidade de se afirmar que tudo “tem que ser dentro do ordenamento e do balizamento legal” (não se insere isto em lei, pois isto é o próprio “obvio ululante”); ou seja, este questionamento utópico, e apelativo, sobre o que dispõe a dita alínea “I” do Art. 217, é apenas puro objeto protelatório; pois não se pode conceder haver “autonomias das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento”, acima do balizamento da lei maior vigente; Se tem liberdade de “autonomias”, mas não se tem “licenciosidade” para fazer o que se quer, acima da lei. Isto é fundamentalismo; é isto que dá a origem de existir o Código Civil Brasileiro – CCB; posto que, é ele, o CCB, quem dita todos os “balizamentos” e as “ordenações” permissíveis, entre as coisas e as pessoas das “entidades desportivas” que vierem a se constituir como sendo associações”.
 
Lei é Lei. Transgredir a lei é crime!!! Cumpra-se então a lei maior, até que valor maior se alevante, para mudá-la ou para revogar o que está disposto; portanto, segundo o Art. 59 do valor maior,
Compete Privativamente à Assembleia Geral, Alterar o Estatuto”,
Em sendo assim, na atual conjuntura de legalidade, qualquer ato praticado em relação a “Alterar o Estatuto” do CRF, diferente do que reza no Art. 59 do CCB, onde se impõe de se ter a competente aprovação da Assembleia Geral Especial, será “Ato Nulo”; Não terá nenhuma validade legal. Será Barbárie; pois,
 
A lei é a origem espiritual, o princípio necessário de toda obediência: não pode haver absurdo mais absurdo que reclamar a obediência, desobedecendo à lei” – Rui Barbosa.
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A Eminência Parda da Gávea – Alerta Flamengo

Episódio 22
Este quadro de desconforto, gerado sob o olhar apático e silencioso daqueles associados incautos e “indiferentes”, é que, de repente, se permitiu fazer surgir nesta atual Gestão da Gávea, a figura obscura e refratária da Eminência Parda a qual, desde a formação original do atual grupo – e que domina esta atual gestão do CRF – lançou-se, a si mesmo, como sendo ele o atual epicentro das decisões do CRF e que – neste regime que se intitula ser democrático -, buscou transformar o atual Presidente do CRF numa verdadeira Rainha da Inglaterra onde ele reina, mas não governa.
Hoje, a existência na Gávea desta tal “Eminência Parda” é inconteste.

Isto pode ser constatado com esta recente e repentina divergência, surgida com este Bate Bocaocorrido entre os “iluminados”, que protagonizaram esta radicalização nociva, que foi provocada com aFFERJ, em relação à conduta adotada pelo atual Presidente do CRF, e a posição contrária daEminência Parda, o que, inclusive, foi o gerou seu afastamento do Corpo Diretor. 
E isto também é inconteste.
Muitos dos desmandos que aqui serão citados, e outros mais que não o serão, mas que merecem ser conhecidos, estão bem detalhados pelo Benemérito Wiliam Santos, no seu Livro “Por trás dos Muros da Gávea”.
Livro este que, todo Rubro Negro autêntico deveria lê-lo, diante das minucias, ali contidas, do passado e da atual “gestão” CRF.
A íntegra da entrevista com o autor do livro, que contem alguns tópicos interessantes, pode ser vista e ouvida no endereço:
Há tempos que várias gestões do CRF se divorciaram da transparência e da obediência à letra estatutária, para buscarem se amasiar com o arcaico e cartorial “modus faciendi”, adotado na república velha, o qual ainda hoje se preserva na Gávea, pelo clientelismo de “coroados”, para permitir favorecimentos grupal, próprio do nepotismo brasileiro, para alguns de seus “consortes” que, como se cartel fosse, seguem agindo e marginalizando a letra estatutária, e com isto fizeram criar este caldo de incertezas, propício a permitir fazer surgir na Gávea, esta execrável figura da Eminência Parda.
Tudo isto só aconteceu por ter o CRF, sob o olhar apático e silencioso, de associados “indiferentes”, que durante várias gestões, ignoraram existir este nefasto modelo cartorial da república velha, onde, dentre outros deslizes, se destacam:
– a criação dos tais sócios OFF RIO, sem a devida e exigida cobertura estatutária mandatória, a qual foi imposta de forma monocrática e unilateralmente, na gestão do Mico Preto”;
– a criação nos valores financeiros do CRF, a partir dos anos de 1970, deste famigerado, fictício, escandaloso e desvirtuado “Caixa 2” do CRF;
– o súbito surgimento do nada, desta dívida astronômica e apelativa, com o Consórcio Plaza, que, como filha de chocadeira, não teve pai e tampouco mãe e, como sempre afirmou o ex-presidente que a gerou que ela era inexistente, e hoje é uma dívida real, impositiva e causada por leniência de todas as gestões, pós a gestão do “Mico Preto”;
– esta quase impagável dívida fiscal, gerada por várias gestões, e que agora é motivação de especulação política eleitoreira, abusando da boa fé dos associados;
– as diversas (quase) convocações do CODE/CRF, onde os conselheiros são chamados para apenashomologar o que já foi decidido pelos “coroados” em seus escaninhos gestores, com a subserviência de muitos dublês;
– os não julgamentos conclusivos das várias prestações de contas, de diversos exercícios fiscais, que ainda pendentes (pois ainda estão camuflados, como esqueletos, pelas tais das “Ressalvas” nos seus balanços) e que nunca foram apurados, mas já tiveram suas “prestações de contas” aprovadas pelo plenário, mas com ressalvas, por força de interesses prejudiciais ao CRF. Destaque para o crime de ”Apropriação Indébita”, apontado em relatório próprio, e aprovada pelo pleno do CODE/CRF, e até hoje sem punição aos bravateiros gestores do CRF;
– a Mansão de São Conrado, que foi doada por um dirigente dedicado, mas que agora, por motivos de especulação imobiliária está sendo usada para se vender e fazer liquidez de caixa para tapar os buracos da incompetência de gestões fanfarronas;
– a troca da dívida pública pela dívida privada, feita com instituição financeira que praticam altos custos financeiros;
– a tática de inchar o CODE, com novos conselheiros eleitos, alguns até alheios ao Corpo Transitório, no meio e durante um período de uma gestão – que no CRF, ele é sempre de 03 anos -, que além de agredir e ferir mortalmente qualquer conceito e princípio básico de período de gestão, ele foi violentando ao estender estes direitos a outros associados proprietários não pertencentes ao seu Corpo Transitório;
– enfim, aconteceram e ainda continua a acontecer nesta atual gestão azul, um festival de lambanças, feitas com este nefasto modelo cartorial da república velha.
Entretanto, aqueles associados que quiserem observar com mais atenção e tomar como aprendizado este sui generis, relevante e importantíssimo Bate Boca, protagonizado entre o atual Presidente do CRF, e a “Eminência Parda” da Gávea, este Alerta, que ora está sendo oferecido aos associados, para poderem aperfeiçoar as gestões futuras em relação a DIREÇÃO MAIOR DAS COISAS DA GÁVEA, e para acabar com este modelo cartorial de república velha, que já deveria ter sido extinguido há tempos, caso tivéssemos feito nosso trabalho de casa em relação a uma nova letra estatutária e que, como via de consequência, nunca teria se permitido surgir no CRF esta figura nociva e execrável da Eminência Parda. Se, esta nova letra estatutária tivesse sido efetivada hoje todos poderíamos estar a se ufanar de que no clube de maior torcida do mundo, existiria um Estatuto Social proativo, novo, dinâmico e moderno, com:
-Transparência nos atos administrativos;
– Transparência e responsabilidades nas convocações do CODE/CRF;
–  Transparência na equação das dívidas;
–  Transparência nos compromissos futuros;
–  Respeito aos ditames da letra estatutária;
–  Ampla Harmonia e Confiança dentre a maioria dos seus associados.
Dentre outras tantas, dignas de um CRF como o que já existiu em um passado que o encheu de glórias e títulos.
Mas as vaidades pessoais e os interesses grupais de “coroados”, sempre boicotaram a aprovação de haver um Estatuto Social proativo, novo, dinâmico e moderno.
Este é bom exercício de observação, que deixamos para o associado eleitor do CRF fazer o seu próprio juízo de valor, na hora de decidir, sobre a sua escolha dos novos mandatários do CRF, que já está a se desenhar para o final deste ano de 2015.
Esta eminente e execrável figura “parda” da gávea consegue, por mais absurdo que seja, utilizar seus poderes de persuasão para, mesmo a distância, fazer com que muitos venham a venerá-lo, e cumprir as suas infundadas instruções, que lançadas são, pelos seus tentáculos, desde lá da “terra da garoa” até os salões da Gávea…
Esperamos que surja na Gávea UM RUBRO NEGRO AUTÊNTICO, lúcido, desprovido de vaidades, e de outras intenções inadequadas, e, principalmente, com propostas de reformas adequadas e autênticas, em que se permitirá construir uma nova letra estatutaria em consenso com a maioria ordeira e obediente as normas maiores, para que se permita administrar este nosso CRF harmonicamente, o qual é o Maior Clube do Mundo, e com a grandiosidade de ter mais de 40 milhões de torcedores.
Tudo o que se deseja é que não mais haja na Gávea uma Eminência Parda!!!
 
Apenas como ilustrativo informamos que, em política, Eminência Parda é o nome que se dá quando determinado sujeito, que não é o governante supremo, mas é o verdadeiro e mais poderoso governante, que agindo muitas vezes por detrás do soberano legítimo, o transforma em uma marionete.
Porque se chama Eminência Parda?
Na era medieval dizia-se que ela (a Eminência Parda) ficava por detrás do trono do rei, de onde emanava todo o seu despotismo dominante do poder. (par ici, poder por trás do trono).
Desde priscas eras, existem personagens obscuras que, oficialmente, não aparecem de frente (se resguardando de suas mazelas) nas esferas das decisões políticas; porém exercem uma fortíssima influência nas decisões do governante maior. Essa figura dominante é denominada de a Eminência Parda do poder.
O seu domínio político, e influência sobre os demais, em determinadas circunstâncias, é tamanho que, aquele que responde pelo poder, não dá nenhum passo sem consultá-lo, pedindo a sua benção (muitas vezes a extrema-unção); e, quando o governante maior não segue rigorosamente as suas orientações, pode ser substituído, e até deposto.
Esta expressão Eminência Parda (do francês “éminence grise”) teve sua origem na França, do século 17.
O Cardeal Richelieu (1585-1642), que era o primeiro-ministro, todo poderoso do rei da França Luís XIII (1601-1643), usava vestimentas vermelhas (hábito), e tinha uma espécie de “braço direito” seu, um frei capuchinho, conhecido por padre Joseph, (seu nome verdadeiro era, François Lecrerc du Tremblay (1577-1638), e que usava vestimentas, na cor parda (hábito).
A Dupla (Richelieu e Joseph), embora muito unida, era temida e odiada por seus críticos, de quem ganharam os apelidos de “eminência vermelha” e “eminência cinza”, respectivamente, em referência às cores de seus hábitos.
Mas por que alguém, que exerce um grande poder a partir dos bastidores, é conhecido comoEminência Parda e não cinza – que seria a tradução mais óbvia do francês grise?
Embora Leclerc nunca tivesse alcançado o posto de cardeal, aqueles ao seu redor se dirigiam a ele como tal, em deferência à influência considerável deste frade “pardo“, sobre a “Sua Eminência”, oCardeal Richelieu.
Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!
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Eleições no Clube de Regatas do Flamengo 2015 : DUAS ARTIMANHAS ADOTADAS NESTE AGOSTO DE 2015

Episódio 21

DUAS ARTIMANHAS ADOTADAS NESTE AGOSTO DE 2015

Dentre as Artimanhas, adotadas por esta atual gestão azul neste agosto de 2015, duas se destacam por serem de suma importância para a sobrevivência daquele CRF que herdamos dos antepassados que ajudaram a construir esta Nação Rubro-Negra; agora cobiçada pelos “noviços” que adentraram no CRF, rasgam a letra estatutária, e se auto intitulam como sendo os “Donos das Verdades do CRF”, as quais não conheciam, e ainda não conhecem, por não saberem que: “Verdade é um valor relativo e de ponta”.

A Primeira das Artimanhas diz respeito aos “Associados Eleitores”

Considerando que esta última semana de agosto é, estatutariamente, a Derradeira Semana para todo e qualquer “Associado Eleitor do CRF”, que pretenda poder Votar na próxima Eleição Geral de 2015, possa regularizar sua situação pecuniária (leia-se, estar em dia com o pagamento das suas mensalidades) junto a Secretaria Geral do CRF; isto porque, aquele “Associado Eleitor” que até o final de agosto de 2015, não tiver regularizado esta pendência, estará, irremediavelmente, excluído da “Relação de Eleitores da Assembleia Geral” para 2015, que, estatutariamente, é o documento oficial que habilita todo e qualquer “Associado Eleitor do CRF”, a poder Votar nesta Assembleia Geral do CRF, que ocorrerá em dezembro de 2015.

Em qualquer gestão, que queira preservar o “Equilíbrio Social” e/ou a “Transparência nos Atos Administrativos” e/ou para evitar futuros “Descontentamentos”, os “Poderes” do CRF poderiam adotar a “Boa Conduta” de, preliminarmente, alertar e, até quem sabe, proclamar aos quatro ventos, como costumam fazer com seus eventos promocionais, de que aqueles “Associados Eleitores do CRF” que, até o final do mês de agosto de 2015, não estiverem em dia com suas obrigações pecuniárias para com o CRF (estar com o pagamento das suas mensalidades regularizadas), ficarão, automaticamente, excluídos da “Relação de Eleitores da Assembleia Geral” e, como via de consequência, todos os associados inadimplentes serão

impedidos de votarem na próxima Eleição Geral de Dezembro de 2015.

Senhores associados do CRF:

Consideremos que os atuais gestores de “Boa Fé” já deveriam ter dado este Alerta a todos os associados, até por “fé de ofício”; mas como eles ainda não o fizeram, e para evitar haver surpresas e decepção, na vigésima quinta hora, quando nada mais poderá ser feito para sanear este deslize que possa vir a ocorrer, é que estamos fazendo este Alerta sobre a necessidade de cada associado honrar, em tempo hábil, a sua exigida obrigação pecuniária com o CRF, para poder Votar em 2015, pois:

O CRF espera que, em 2015, cada um cumpra com o seu dever cívico.

Importante também, que o Quadro de Associado, como um todo, pelo bem das boas práticas do clube, possa fazer saber a todos e a qualquer conhecido próximo, também associado, sobre esta obrigação, que se encerra impreterivelmente no dia 30 de agosto!

A Segunda das Artimanhas diz Respeito às Renúncias de Vice-Presidentes

Rodrigo Tostes, vice-presidente Financeiro do CRF, foi mais um vice-presidente “nomeado” a renunciar abruptamente, por politicagem oportunista e interesseira, e sem nenhum escrúpulo ao cargo para o qual fora “nomeado” pelo EBM; este ato só fez tumultuar, mais ainda, este momento crítico e nevrálgico, porque passa o nosso CRF, nesta gestão azul.

Esta foi mais uma renúncia abrupta de uma série, já previamente anunciada, e em andamento, que teve seu inicio com a renúncia do Bap, e cuja origem foi à ruptura entre ele – Bap – e o EBM, por consequência do EBMnão aceitar haver a submissão do Presidente do CRF”, em manter o poder total sob a égide de uma Eminência Parda.

http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2015/08/vice-de-financas-do-fla-tostes-deixa-cargo-e-vai-compor-chapa-de-wallim.html

O pessoal do grupo do Bap, por instrução e orientação pessoalmente dele (Bap), já começou a entrega dos seus cargos, um a um, feitos sempre em momentos oportunos, para asfixiar a candidatura para a reeleição do EBM. Ás favas os interesses do CRF!

Outras renúncias mais, de outros vice-presidentes “nomeados”, que são intensamente ligados, dependentes e de total fidelidade para com a Eminência Parda, ainda virão.

Esta tática de esvaziamento gradual, por asfixia, e com “fogo amigo”, contra a reeleição do EBM – presidente eleito do CRF, já era previsível; posto que, esta tática é acadêmica, milenar, rastaquera, consta de qualquer “Almanaque de Capivarol” e sempre é muito danosa para qualquer instituição que a adota.

É o tal princípio maquiavélico de: “Dividir para Conquistar”.

Considerando que a Eminência Parda da Gávea (o Bap), é uma exímia conhecedora da arte maquiavélica de saber fazer iludir com “Mentiras Verdadeiras”; e que detêm uma técnica, que é de fazer inveja as melhores escolas sofistas; e como ela também é sabedora de como jogar o jogo sujo, quando lhe interessa; tal qual faz o PT; pode-se observar, por esta ótica, que não haverá nenhuma chance de o EBM vir a vencer este pleito de 2015, pois os fiéis seguidores do Bap – outrora seus aliados – irão sempre procurar desidratá-lo em permanentes doses homeopáticas graduais.

Isto porque, esta Eminência Parda sabe tudo sobre os azuis (tanto os originais, como os desbotados), que ela mesma o criou e geriu. Tenham certeza de que, mais outras renúncias ainda virão; pois para esta Eminência Parda da Gávea (Bap), vale tudo para continuar na mantença do poder no CRF; até pela própria natureza da gênesis, de se ter, na Gávea, a existência de uma Eminência Parda.

Pelo Amor àquele tradicional CRF, que herdamos de antepassados, espera-se de cada Rubro-Negro Autêntico, que se dê uma trégua às vaidades pessoais e ajudem a salvar o que resta do CRF que herdamos antes de surgir, na Gávea, a existência desta Eminência Parda, que gere as coisas do CRF de seus escritórios em São Paulo.

Para tal, urge aos associados que dizem ser de “Oposição” a esta gestão azul, que façam todos os esforços para ajudar a agregar, no entorno de um nome de consenso, que tenha recursos técnicos e financeiros para poder sustentar as necessárias mudanças nesta campanha de 2015.

Que ninguém duvide que, a permanecer neste atual quadro politico, o vencedor desta eleição de 2015, já está identificado, pelo grau de informação que hoje ele tem de CRF. Não há o que se argumentar no sentido contrário; insistir neste atual diapasão politico, será travar uma luta inglória; será querer jogar dinheiro fora, para apenas assistir este atual CRF se transmutar num enorme e crescente “balcão de negócios”, que serão direcionados a terceirizações feitas “entre amigos” e com salários astronômicos para os “escolhidos” por alguns poucos.

Este é o Alerta que deixamos para aqueles que ainda se preocupam, e sonham, em ter na Gávea, aquele outro CRF, que herdamos dos antepassados; pois ALIA JACTA EST.

O Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!

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Clube de Regatas do Flamengo – PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FLORES

Episódio 19
PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FLORES
ou: Quem Sabe Faz A Hora, Não Espera Acontecer.
De repente, não mais que de repente, surgiram, no início do período eleitoral de 2012 do CRF, capitaneado pela Eminência Parda, alguns neófitos em CRF se intitulando como sendo os “Donos da Verdade” e, através do “Óbvio Ululante”, criticavam as “mazelas dos últimos maus gestores”; como se ninguém soubesse de nada e, através de um discurso utópico, conseguiram vender aos associados o seu “Ouro de Tolo”, ao afirmar que apenas eles seriam os imáculos e que com eles também estariam os “Salvadores da Pátria”. Ledo engano!!!
A primeira grave distorção desta falácia, se fez manifestar logo nos primeiros minutos daquela disputa eleitoral de 2012, quando estes falsos “Messias”, que seriam os tais “Salvadores da Pátria”, sem conhecerem os parâmetros básicos maiores do CRF, apresentaram um pseudo Candidato à Presidência do CRF que, por mais de 10 anos estava inadimplente com o CRF(SIM, ISSO MESMO! NÃO PAGAVA O CLUBE QUE DESEJA(VA) SER PRESIDENTE), mas que agora tentava, de forma fraudulenta, retornar ao Quadro Associativo do CRF para alçar o primeiro voo como “Bom Gestor”; o que, tal qual como Ícaro, com suas “Asas de Cera” artificiais, fracassou logo na decolagem, pois não resistiu ao inicial calor da disputa.
Ato contínuo, os tais “Messias”, que seriam os tais “Salvadores da Pátria”, buscaram encontrar “novos aliados” junto aos últimos maus gestores, aos quais “criticavam pelas mazelas”, para que eles lhes pudessem dar a sustentação e os conhecimentos sobre o CRF, necessários para poder alcançar o seu “primeiro objetivo”, que era o de “conquistar os poderes” no CRF.
Sem quaisquer “escrúpulos de consciência” fizeram, de imediato, alianças sutis, com alguns daqueles últimos maus gestores– os mesmos que foram o mote de sua campanha – e neles buscaram nomes para suprirem seus quadros de futuros gestores do CRF.
Pregaram retidão e obediência às normas maiores do CRF; mas o primeiro ato administrativo desta agora gestão azul foi nomear, com desobediência cívica e desvio da letra estatutária, vários associados como vice-presidentes que não atendiam as exigidas condições temporais básicas para tal; tudo feito de forma monocrática e autoritária, rasgando a letra estatutária doCRF em plena luz solar, e logo no primeiro ato administrativo desta gestão azul. Não têm a menor noção de que “O que faz andar o barco não é a vela enfunada, mas o vento que não se vê” (Platão – 387 a.c.). Urge que todos os gestores do CRF honrem a sua letra estatutária, no seu lato sensu; mas, como neófitos em CRF, eles não conheciam, e ainda não conhecem, as normas maiores do CRF; por isso fizeram, de forma simplista, seu “Juízo de Valor” individual sobre elas; com isto, o primeiro ato administrativo desta agora gestão azul foi praticar uma “Infração Disciplinar” gravíssima que, sob a ótica deles, parecia ser apenas um detalhe simples e inútil; mas tudo foi abafado; ficou o dito, pelo não dito.
Ocorreu que, quando o atual “candidato substituto que foi eleito”, o qual não era “persona” do “Núcleo Duro” “capitaneado” pela Eminência Parda, não permaneceu obediente e subserviente à vontade do “maioral”, eis que surge uma “surda rebelião interna azulada”, de vários semitons e degradés, que provocou uma forte cisão dentre os tais “Messias”, que seriam os “Salvadores da Pátria”, e que motivou a saída de alguns vice-presidentes nomeados do Corpo Diretor, dentre alguns que são “personas” do “Núcleo Duro”; tudo feito bem no estilo de “às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência”, que só fez provocar desequilíbrio nesta atual gestão azul do CRF, já tão desbotada.
Ou seja, para a “Eminência Parda”, a norma maior é: Primeiro Eu; depois as coisas e os interesses ao CRF.
Esta forte cisão, causada pela “surda rebelião interna azulada” do grupo rebelde, que mais uma vez se fez “travestir de oposição”, agora a atual gestão azul, aquela que eles mesmos inventaram; ou seja, seria um “azul desbotado”, do tipo “Lobo em Pele de Cordeiro”. Este grupo “azul desbotado” passou então a gerar um novo “discurso utópico de oposicionista” para poderem, outra vez, voltar a tentar, aos associados, vender o seu “Ouro de Tolo”; tal qual fizeram em 2012. Estes rebeldes dissidentes, os “azuis desbotados” para chegarem outra vez ao poder, estão voltando nesta próxima eleição de 2015, com a ajuda da sua boa, e competente, “Engenharia Social” (muito usada para manipular as ambições, os pecados e as fraquezas das pessoas), por outra porta, sempre “travestido de oposição”, para capitanearem uma nova disputa contra a “POSIÇÃO”; só que agora contra a mesma gestão azul, que eles mesmos criaram, para tentarem, também outra vez, vender aos associados o mesmo “Ouro de Tolo” de 2012.
Se eles, “azul desbotado” (seguidores da “Eminência Parda”), conseguirem o intento de, outra vez, capitanearem a oposição – o que só ocorrerá se houver incompreensão e vaidades dosautênticos grupos de OPOSIÇÃO, os quais eles tentaram aniquilar -, certamente que poderão alcançar os “seus objetivos”; pois eles conhecem, e bem o DNA de todas as táticas eleitoreiras daqueles azuis da POSIÇÃO”; e, fora de qualquer dúvida, estes “azuis desbotados” irão levar de barbada este próximo pleito eleitoral caso os verdadeiros e autênticos grupos de OPOSIÇÃO prossigam com esta insana disputa de se autoflagelar e praticar este canibalismo grupal com autofagia.
Éh!!!!… Como já afirmara Platão: – “Os homens não desejam aquilo que fazem, mas os objetivos que os levam a fazer aquilo que fazem”.
E quais são estes tais “objetivos que os levam a fazer aquilo que fazem”?
Seriam 03 (três) os objetivos destes “azuis desbotados”, seguidores da “Eminência Parda”:
– O Primeiro destes objetivos, seria de ter a hegemonia dentro dos poderes do CRF. Este objetivo já estava com meio caminho andado, se não fossem algumas “dificuldades” e descaminhos provocados por alguns dos tais “novos aliados”, aqueles “últimos maus gestores” a quem “criticavam pelas mazelas”, e que até já poderia estar sendo considerado por eles como estando consagrado;
– O Segundo dos objetivos seria provocar a ruptura abrupta com a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (FFERJ); o que também já está iniciada e com meio do caminho andado; para depois então aplicarem a mesma tática que foi adotada no CRF, que é a de criticarem as “mazelas dos últimos gestores”, como se ninguém soubesse fazer nada direito, e propalar isto como se eles fossem os “Donos da Verdade” e se apresentariam como sendo os “Messias” que também seriam os “Salvadores do Futebol do Rio de Janeiro”; como fizeram no CRF. Este caminho eles já começaram a trilhar, mas, como aconteceu de o Bandeira ter esmorecido um pouco e no que a “Eminência Parda” não concordou e nem aceitou ele ter esmorecido. Esta divergência, entre titãs, foi à pedra angular que provocou a ruptura dentre os gestores desta gestão azul.
Ou seja, a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (FFERJ) agora que se cuide, pois caso estes “azuis desbotados”, seguidores da “Eminência Parda”, venham a vencer esta próxima eleição no CRF, eles, com certeza, irão avançar para lá (na FFERJ); e olha que eles têm parciais chances de vitória, caso os verdadeiros e autênticos grupos de OPOSIÇÃO do CRF, prossigam nesta insana disputa de se autoflagelar e praticar este canibalismo grupal com autofagia.
– O Terceiro, principal e derradeiro objetivo dos “capitaneados” pela “Eminência Parda” do CRF, será o de, após conseguirem se infiltrar na FFERJ, partirem para disputar o mando naCBF; o que, além de dar projeção nacional e mundial à “Eminência Parda” iria, também, projetar as “personas” do seu “Núcleo Duro”.
Isto porque, a grandiosidade do CRF é o trampolim ideal para este magistral e bem estruturado voo de longo curso da ”Eminência Parda do CRF,
Como, o Tempo é o Senhor da Razão, quem viver verá; e como,
Quem Sabe Faz A Hora, Não Espera Acontecer,
é que estamos fazendo este ALERTA aos associados do CRF, apenas,
PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FLORES
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AFINAL O CRF TEM OU NÃO TEM SÓCIO OFF RIO?

Episódio 18
AFINAL O CRF TEM OU NÃO TEM SÓCIO OFF RIO?
Não pode é o CRF ser uma Arca de Noé, onde sempre cabe mais um!
 
 
    No Estatuto Social do CRF, e/ou no seu Regimento Interno, bem como nas alterações cabíveis, aprovadas pelo plenário do Conselho Deliberativo (que é o poder maior, onde se define as normas maiores e as coisas do nosso CRF) não existe uma só linha sequer que sinalize como poder sustentar, e reconhecer a existência, desta fajuta e “marginal” categoria de associado, denominada de “OFF-RIO”; nem tão pouco sinaliza se eles teriam “Diretos e Deveres” estatutários e/ou em que circunstâncias seria permitida sua participação como associado do CRF.
Que não se venha agora apelar, como derradeira justificativa subjetiva, que baseado em apenas um puro e simples atestado, baseado num “parecer”, feito com “Juízo de Valor” de um associado, de que estes “tais associados” “OFF-RIO” possam ser legitimados, pela singela analogia, de poder se assemelhar com qualquer uma outra categoria de associados, que já estejam definidas e consagradas, na norma estatutária, mesmo que seja de forma diferenciada, possam ter legitimidade para ser validada; isto é bem típico de exemplos cartoriais desvirtuado, usados na velha república tupiniquim, que tem sido adotado como “modus facienti” há várias gestões no CRF, e que foi o que fez permitir, em 1995, na gestão Kleber Leite, que se pudesse “inventar” a criação dos tais Sócios OFF RIO, de forma “marginal” à letra estatutária, posto que não veio revestido da legítima, competente e necessária cobertura estatutária exigida; que, inclusive, com isto, vem ferir o “mens legis” estatutário.
Tudo isto vem acontecendo, no CRF, durante várias gestões, sob o olhar apático, silencioso e indiferente, dos incautos e daqueles “que não se comovem com estes desmandos”, de permitir que “alguns” venham a se amasiar, com este nefasto modelo cartorial da república velha, que ainda temos.
Ou seja, os “OFF-RIO”, que já existem há tempos, de forma ilícita, nas hostes do CRF, vem sobrevivendo (como o tal do “Jogo de Bicho”) à margem das normas estatutárias vigentes, por haver tenebrosas transações de grupos apegados aos seus interesses de próprios, e que estão induzindo o CRF pelo caminho de um suicídio politico, causado por um desarranjo institucional.
Há várias gestões, o CRF vem se divorciando da transparência e da obediência à letra estatutária, para se amasiar com este vetusto modelo cartorial da república velha, e único no mundo, que hoje temos, onde pelo clientelismo de “coroados”, permitiu que houvesse favorecimento grupal, próprio do nepotismo brasileiro, para alguns de seus “consortes” que, agindo como se cartel fosse, marginalizaram a nossa letra estatutária, criando um caldo de incertezas, que propícia e permite fazer surgir na Gávea, esta figura de imaginaria e “marginal” dos tais OFF-RIO.
Hoje, a existência “dos tais OFF-RIO” como associado, é tão esdrúxula, cabotina e surrealista, que eles até podem votar e pertencer como membro integrante e ativo do Corpo Transitório do Conselho Deliberativo do CRF, mesmo com a limitação tácita burocrática de só poderem frequentar as dependências da Gávea por apenas 60 dias por ano; razão pela qual a maioria deles (OFF-RIO) são eliminados por falta, logo na quarta reunião do Conselho Deliberativo.
Portanto, pelo Bom Direito, ao se forçar legitimar esta “tal” categoria “OFF-RIO” nas coisas do CRF, está se caracterizando haver uma contravenção; visto que este assunto nunca foi, sequer, apresentado para deliberação pelo fórum legítimo, que é este Conselho Deliberativo.
Há de surgir na Gávea, UM RUBRO NEGRO AUTÊNTICO, lúcido, desprovido de vaidades e de outras intenções inadequadas e, principalmente, com propostas de reformas adequadas e autênticas, que permitam haver um “Choque Da Realidade”, que permita se construir uma nova letra estatutária em consenso, e com a maioria ordeira e obediente aos ditames do CCB, que nos permita administrar, harmonicamente, este nosso CRF, que é o Maior Clube do Mundo, e com a grandiosidade de ter mais de 40 milhões de torcedores.
Embora “alguns” não queiram aceitar esta discusão de forma pacífica, e que tem que ser politizada, o CRF vai ter que escolher entre: ou se faz esta emperrada “Reforma Estatutária” de forma sadia e ordeira; ou se vai continuar neste caminho do suicídio político, causado por este desarranjo institucional, que já vivemos há décadas que, inclusive, permitiu que se “inventasse” estes “tais associados” “OFF-RIO”.
Mas então como eles (OFF-RIO) surgiram e porque ainda existem, e em que circunstâncias seria permitido sua participação como associado do CRF, e quais seriam os “Diretos e Deveres” estatutários desta pseudo categoria “marginal” destes “tais associados” “OFF-RIO”, já que eles não existem na estrutura estatutária do CRF?
Vamos aos fatos:
A criação dos “tais associados” “OFF-RIO”, teve sua origem em 1995 quando, por ocasião do centenário do CRF, o então presidente Kleber Leite, teve a pretensão de conseguir alcançar a meta de o CRFter 100.000 associados naquele ano de 1995.
Para tal, o presidente Kleber Leite, baseado num “parecer”, feito com “Juízo de Valor” de um associado próximo a ele, onde afirmava que no CRF os “tais sócios” “OFF-RIO” (naquela época, o CCB da época, ainda não diferenciava entre ser “sócio” e ser “associado”) poderiam ser criados com valores monetários diferenciados para menos, e com limitações no uso das dependências do Gávea (de ser apenas por 60 dias), mas com “direitos e deveres estatutários” idênticos aos dos “sócios contribuintes” (o que já era uma aberração), e sob a alegação que os tais “sócios” “OFF-RIO”, era “apenas” uma “variante” do “sócio contribuinte” (este “parecer” nunca teve o aval do plenário do Conselho Deliberativo!).
Diante deste “parecer”, com “Juízo de Valor” de um associado, o então presidente Kleber Leite, passando por cima da autoridade, da competência e do exigido aval do plenário do Conselho Deliberativo, e afrontando e rasgando os ditames da letra estatutária, fez surgir, de forma aleatoriamente, autoritária e por vontade unilateral da autoridade mandatária, “oficializou” com uma “canetada”, e pelo ”Poder de Príncipe”, no ano do centenário do CRF (em 1995), a existência burocrática e marginal à letra estatutária, dos tais “sócios” “OFF-RIO”, que, por gêneses, já “veio malhada” com a mácula da marginalidade estatutária.
Que “Presente de Grego” em pleno ano do Centenário do CRF!
Como o princípio adotado no Direito Brasileiro é o do “Direito Positivo” e não o do “Direito Pressuposto”, não há, portanto, nenhuma sustentação estatutária aceitável para se continuar tolerando a existência destes “tais associados” “OFF-RIO” (que é marginal em relação ao que dispõe a nossa letra estatutária), nem tampouco como permitir que continuem interagindo na vida política do CRF e, quiçá, no Corpo Transitório do Conselho Deliberativo.
Será que um simples ato administrativo monocrático e marginal, pode dar sustentação para permitir haver uma contravenção perigosa como esta nas hostes do CRF?
Será que, em sendo estes relatos verdadeiros, a sobrevivência destes tais, agora, “associados” “OFF-RIO”, resistiria a uma vista ao Judiciário? Pois,
fazer Justiça em um lugar qualquer é sempre uma ameaça em qualquer lugar”!
Diante destas evidências patentes, aqui expostas, urge que esta Presidência do Conselho Deliberativo, não permita continuar a existir esta contravenção dentro do Conselho Deliberativo, que é a participação, destes “tais associados” “OFF-RIO” nas coisas do CRF, introduzido que foi, de forma autoritária e marginal, por vontade unilateral de uma autoridade mandatária, sem ter acontecido a necessária e competente deliberação, pelo fórum legitimo (que é o plenário do Conselho Deliberativo do CRF), que é exigida para legitimar a sua existência.
Em sendo assim, como nos ensina a máxima jurídica de que, no Direito Brasileiro, o princípio adotado é sempre o do “Direito Positivo”, estes atuais mandatários têm, por dever de oficio, e por compromisso de campanha, a obrigação de interromper imediatamente a participação nas coisas do CRF destes “tais associados”, “OFF-RIO”, marginais à letra estatutária, pois não atendem aos pré-requisitos necessários, e que são explicitamente impostos pela letra estatutária, e exigidos, para que possam pertencer ao “Quadro Associativo do CRF” e, por via de consequência ao “Corpo Transitóriodo Conselho Deliberativo”.
Que os mandatários deixem que os reais Conselheiros do CRF sejam apenas aqueles explicitamente definidos no corpo do “Quadro de Associados” pela letra estatutária, e não se ermita haver qualquer “interpretação”, por “Juízo de Valor” e/ou tutela, baseado apenas na vontade individual, monocrática e despótica de mandatário sobre a letra estatutária, como o desta contravenção que foi a criação dos “tais” “OFF-RIO”.
Até que se resolva, estatutariamente, esta questão desta contravenção estatutária, provocada pela permissibilidade da existência dos “tais” “OFF-RIO” nas coisas do CRF,
URGE QUE OS MANDATÁRIOS SUSPENDAM, IMEDIATAMENTE, A PARTICIPAÇÃO DOS OFF-RIONA ESTRUTURA DO CRF,
Insistir os mandatários do CRF, em manter, por este desvio estatutário, que é a permanência dos “OFF-RIO” nas coisas do CRF; inclusive como membros do Corpo Transitório do Conselho Deliberativo, que está, desde há muito, comprometendo a legitimidade de todos os atos e decisões praticados pelo Conselho Deliberativo.
O CRF não pode ser a Arca de Noé, onde sempre cabe mais um!
Este é um exercício de observação que o ALERTA oferece àqueles associados, eleitores do CRF, interessados em fazerem seu próprio “Juízo de Valor” sobre esta desobediência cívica à letra estatutária, praticada por desmando e condescendência dos maiorais e que, há muito tempo, é violentado pela tolerância de muitas gestões.
Urge que se faça o CRF, retornar para a legitimidade e a legalidade!
O Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!
O Alerta busca dar transparência aos fatos.
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