DE OLHO NAS FALÁCIAS AZUIS

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Episódio 15

DE OLHO NAS FALÁCIAS AZUIS

O PASSADO REDIVIVO

Olho

Gostamos sempre de traçar paralelos com a política, seja ela local ou internacional e, principalmente, com determinadas “gestões”, que muito se assemelham como a que, hoje, está na “direção” do nosso Flamengo.

Ao longo da semana passada e, nesta em curso, com os fatos divulgados pelos desacertos econômicos e financeiros entre a Grécia e a União Europeia, verificamos que, no discurso, somos uma coisa, mas na prática somos outros. É assim o que ocorre por lá, ao falar e não cumprir, com a propalada austeridade. Igualmente, quando se fala de Flamengo!

Ademais às questões europeias, verificamos que em nosso solo Tupiniquim, a dissonância financeira é a mesma, ou seja: pregamos a AUSTERIDADE, na fala e na mídia, mas, como figura de retórica, praticamos la même chose!

Durante a campanha eleitoral, da chapa Azul, se apropriando do jargão “Flamengo Campeão do Mundo” – e tomaram para si essa expressão, sem nenhum pudor, advento do qual nunca fizeram parte ou, ao menos, estiveram presentes como Associados do Clube; muito embora, na inicial campanha, o candidato Wallin Vasconcellos tenha sido titular da citada chapa, no que fora rejeitado pelo o Comitê Eleitoral do CRF, devido à sua inadimplência com o CRF, por 15 ANOS. No que fora impugnado!, além de adotarem um discurso de “austeros”.

Como o Alerta busca demonstrar as verdades dos fatos, esse passado eleitoral poderá ser verificado através do link: https://www.youtube.com/watch?v=RdbA3LppeDs , quando foram prometidas várias falácias/fanfarras arrogantes, todas esquecidas e/ou não tornadas verdadeiras, ao longo desses quase três anos do que eles chamam de “gestão”, sobretudo “austera”.

É conveniente o efeito comparativo. Durante a campanha eletiva última, criticaram duramente as gestões anteriores (entretanto, todos se tornaram seus aliados…), quando, além das falácias expostas no link acima, prometeram gastar adequadamente, sem grandes contratações e enxugamento da folha do futebol. Todavia, ao longo desse período “gestivo”, contrataram 07 (sete) técnicos (somaram-se dívidas contratuais, por rescisões de contratos, com todos…); contrataram 40 (quarenta) jogadores – grande parte deles inexpressivos, mas servindo aos interesses de seus Agentes -, com elevados salários e de pouca utilidade: p.ex., citamos, apenas, o de Carlos Eduardo, com salário de R$ 500 mil.

A “competência gestiva”, desses azuis, ficou bem clara no início da mesma. Em 17 de junho de 2013, o Flamengo, via site oficial, comunicou que o contrato com o jogador Renato Abreu havia sido rescindido, sem comunicação de sua dispensa, no que virou uma briga judicial. O primeiro “CARTÃO DE VISITAS”, de cor blue!

Nesta semana, tomamos conhecimento que um acordo foi feito, e o jogador, que cobrava atraso de salários, verba de rescisão e fundo de garantia, receberá cerca de R$ 2,5 milhões à vista, na próxima quarta-feira (08/07/15). O pagamento será feito via Ato Trabalhista, conta judicial que centraliza todos os credores trabalhistas.

No curso do histórico dessa “gestão”, iniciada em janeiro de 2013, o Flamengo teve sete treinadores diferentes: Dorival Júnior vinha da gestão anterior, de Patrícia Amorim, e foi o treinador por 37 partidas. Jorginho ficou no comando por 14 jogos, Mano Menezes dirigiu 22 jogos e pediu demissão, Jayme de Almeida permaneceu por 54 partidas, Ney Franco por sete, Vanderlei Luxemburgo ficou por 63 jogos e Cristóvão Borges, que, ainda, está no comando há oito rodadas do Brasileirão. Ademais, contrataram 40 jogadores (igual número de funcionários de serviços gerais demitidos), inúmeros botinudos de elevados salários. Sem falarmos na admissão de vários dirigentes de área ou CEO/Aspones, que, igualmente, em função de amizades ou proximidade de intere$$e$, percebem polpudos salários…

Fica a pergunta: AONDE ESTÁ A AUSTERIDADE?

Sabemos que a função da mente é controlar o corpo. Mas, no nosso caso, estamos acéfalos, pois inventaram um tal de “comitê gestor”, que, até agora, nada demonstrou ao que se propõe de real “governança ou gestão”, nada controlando ou assumindo os seus erros. Estamos indo, em largas passadas, para o abismo do rebaixamento, onde fica mais fácil não imputar ao verdadeiro nome do titular do CRF, por essas mazelas, mas sim ao sujeito oculto. Puro eufemismo de “gestão”!

A propósito, em se falando de ACEFALIA, todos os comunicados do Clube aos associados também assim se configuram; são apócrifos, não se sabe quem está o divulgando; de qual a referida “pasta” é o informativo! No máximo, como o do último dia 03/07/15 –que informa a necessidade de estar de posse da carteirinha, para ingresso no CRF- termina com uma saudação “SRN”, sem sabermos quem “assina” pela pasta.

Praticamente e felizmente, estamos ao final dessa atual “gestão”: graças! E o que vimos? O que foi obtido em título de expressão, ao longo desse tempo? NADA!

O que vem acontecendo hoje no Flamengo (sobretudo em seu futebol) demonstra a dimensão da gravidade de que não possuímos gestão, tamanha a irresponsabilidade e incompetência efetivadas em suas ações.

Marcados pela a arrogância pessoal e “gestiva”, onde se fecharam e tomaram de assalto todos os Conselhos do Clube (inclusive o Fiscal, onde deveria ser formado por pessoas não vinculadas nas amizades e interesses pouco ortodoxo$), nada é transparente e divulgado aos Associados CRF.

O desafio que se impõe se encontrará estabelecido em dezembro próximo, quando teremos eleições para o Conselho Diretor. Urge retomar o crescimento nosso histórico de grandezas, em todas as atividades esportivas, sobretudo no Futebol, o nosso Carro-Chefe de glórias. Garantir aos associados a vontade de frequentar o Clube, que, hoje, se encontra abandonado (onde sua piscina olímpica se encontra fechada, há 3 anos), entregue às empresas de seus amiguinhos, no que terceirizaram as atividades de limpeza (demitiram 40 funcionários, que já procuram os seus direitos na Justiça do Trabalho), além da cessão do nosso solo à empresa de parqueamento (outra dos amigos, atual Diretor CRF e ex-sócio do BTG/PACTUAL (https://www.youtube.com/watch?v=i8NE5QxswVY), garantindo 80% desta receita à ESTAPAR/PACTUAL, obrigando aos associados o pagamento de uma taxa para estacionar seus veículos.

Cederam a nossa Sede para uma boate (outro amiguinho), sem autorização do Corpo de Bombeiros, em local sem “habite-se!”, no que se encontra velada essa transação, bem como não possuímos conhecimento dos ajuste$ financeiro$ de uma possível receita ao Clube.

Estamos mergulhados (sem trocadilhos, pois a piscina está seca) na pior equação econômica de todos os tempos em sucessivos e vultosos empréstimos bancários, em bancos de segunda linha e financeiras de igual “potencial”, que cobram juros extorsivos, cuja a soma, nesses últimos 07 (sete) meses, chegaram ao valor de R$ 42 MM, que só fará aumentar o endividamento do Clube, apenas para enfrentar despesas correntes operacionais do exercício de 2015 (ou seja, não será para investimento).

Dessa forma, só nesta metade do exercício financeiro de 2015, a dívida nominal do CRF perfaz um total de mais de R$ 182.617.018, que será paga pelas próximas gestões, contrariando todas as regras de governança e a atual MP dos Esportes – ProFut-, não se levando em conta o elevado custo deste dinheiro.

Finalizando, deixamos a pergunta que não fora identificada, nesses quase três anos de “GESTÃO!”:

AONDE SE ENCONTRA A TAL DA AUSTERIDADE???

O Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!

O Alerta busca dar transparência aos fatos.

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Administração de R$1,99 – Sonar da Gávea – A Voz do associado do CRF.

Se é verdade que a nova “joia alvinegra”, o jogador Luís Henrique,  foi dispensado do FLAMENGO pelos “profissionais” da Chapa Azul, deveríamos olhar com outros olhos o que essa turma anda fazendo de verdade nas entranhas do Clube. Se uma “joia rara” é tratada como bijuteria, se o elenco do outrora  glorioso FLAMENGO, vis a vis o atual que veste o manto sagrado e, que parece, foi adquirido na 25 de Março, mostra que não será surpresa que a administração “profissional”, a mesma que afirma que “está pagando as dívidas ainda que contraindo novos astronômicos empréstimos” e, que está consumindo os milhões gerados no programa ST, na realidade, não deve valer mais que R$1,99.

SRN

FCGularte

Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.

Envie o seu texto para sonar@sonardagavea.com , aqui a sua opinião importa.

Fantasiosa Administração Chapa Azul!

A administração Chapa Azul quer se firmar à frente do FLAMENGO como sendo um primor de gestão. Recebendo o Clube com mais de R$100 Milhões no caixa, gastou esses recursos com enormes e vultuosos “investimentos” no aparelhamento da gestão, onde dá emprego a uma turma jovem que tem menos de 3 anos de associação, garantindo a maioria de conveniência que a sustenta e, a cada jogo, o FLAMENGO vem escancarando a verdadeira face desta gestão: a administração Chapa Azul é uma frase onde o sujeito é indeterminado.

O FLAMENGO outrora administrado num regime Presidencialista, agora prima por ser gerido “nem quem sabe por quem”.  Tem um CEO, contratado a peso de ouro mas, é gerido por um Conselho Gestor. Tem um Supervisor de Futebol, homem experiente, um “sabe tudo do mercado bola” mas, quem manda no futebol é um Conselho Gestor. O FLAMENGO tem um Presidente, eleito por uma maioria de associados mas, afinal, o que faz e qual a verdadeira extensão do poder deste Presidente, olhando para seus feitos em 3 anos de sua gestão?

Pior, afinal quem é o responsável sucateamento do Clube, pelos empréstimos e antecipações de quase R$300 Milhões que tirarão os recursos de 2016 até 2018? Quem é o responsável pelas contratações de tantos pernas de pau, que correspondem à quarta maior folha do Futebol Brasileiro mas, que ocupa a quarta colocação na zona do rebaixamento? Quem vai ser o responsável pela perda das receitas em função de uma performance indigna do FLAMENGO no futebol, carro chefe das receitas, atividade fim do Clube? Não adianta procurar, porque o responsável por tudo isso é o tal do “Conselho Gestor”. E, afinal quem é ou quem faz parte deste Conselho Gestor que manda em tudo e em todos no FLAMENGO?

Esta seria uma ótima pergunta, não fosse esse tal de Conselho Gestor a cortina de fumaça que esconde os interesses e os desmandos que levaram o FLAMENGO ao buraco em que está se metendo e, que ainda não chegou ao fundo, simplesmente porque não acabaram ainda as escavações. O Conselho Gestor do FLAMENGO é “sujeito indeterminado”, é “cabeça de bacalhau”, todos sabem que existe mas, ninguém nunca viu. De concreto, a gestão Chapa Azul está deixando como legado, um universo fantasioso em que o FLAMENGO seria “campeão do mundo”, teria suas dívidas equacionadas e, seria o maior time do planeta. O Conselho Gestor, escondido atrás do “sujeito indeterminado”, através de seu rosário de mentiras e enganações digitais, está deixando o FLAMENGO continuar seu rumo à segunda divisão do futebol Brasileiro, virar chacota nacional, perder torcida, sucatear seu patrimônio e, enriquecer os parceiros.

3 anos de gestão Chapa Azul, um Clube devastado, vida social nula, 9 técnicos e 40 jogadores depois, o tal “Conselho Gestor” não conseguiu montar um time digno de vestir o manto sagrado ou, que honre as tradições Rubro Negras. No jogo em que o FLAMENGO deveria ter homenageado um de seus maiores ídolos, Carlinhos – o violino, deu vexame! Mais uma vez o time mostrou ser um bando e, dizer que desafinou, é pouco para o que se viu ontem. De onde estava, Carlinhos, o violino, deve estar convencido de que este é tudo menos o “Nosso FLAMENGO”.   O espetáculo horroroso que comprova o resultado deste gestão em 3 anos de administração do futebol do FLAMENGO, não envergonhou só o homenageado mas, a todo Rubro Negro de verdade. O FLAMENGO da Chapa Azul é ridículo e, nem se quer pode lembrar o outrora Maior Clube de Futebol do Mundo. E o tal de “Conselho Gestor”, como ficou diante do que assistiu ontem? Não deve ter reação alguma, afinal esta “entidade” ninguém sabe quem é, nem o que faz e, só se presta a deixar no anonimato TODOS os incompetentes que administram o Clube nesta gestão . Afinal se existisse um “sujeito” atrás dessa entidade, alguém seria “chamado à responsabilidade” e, provavelmente seria demitido, porque não é crível aceitar que exista o mínimo de gerenciamento também no futebol do FLAMENGO.

SRN

FCGularte

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SONAR DA GÁVEA  –  A Voz do Associado do CRF. 

Envie seu texto para sonar@sonardagavea.com.br
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Quem ficará com o “Mico Preto” na próxima Eleição do Flamengo?

Episódio 13
Quem ficará com o “Mico Preto” na próxima Eleição do CRF?
Mico Preto” é um jogo de cartas infantil, de origem desconhecida, onde as cartas não têm valor. Perde o jogo aquele que ficar com o “Mico Preto”.
Foi dada a largada para a próxima eleição à presidência no CRF.
O atual presidente, Eduardo Bandeira de Melo, e seu criador, Luiz Eduardo Baptista, (o Bap), parceiros nos áureos tempos, declararam recentemente que estarão agora em posições opostas na próxima eleição para a presidência no CRF.
 
Embora ambos os lados possuam seus Vice-presidentes nomeados, que são da inteira confiança de cada um deles, que continuam atuando neste Conselho Diretor vigente.
Entretanto, foi o ex-presidente Marcio Braga, quem veio jogar combustível para acirrar esta disputa presidencial e precipitar esta corrida para o próximo período eleitoral, a qual já está batendo as portas dos associados, quando, recentemente, em uma reunião no restaurante Garden, em Ipanema, no mês de junho, surpreendeu a todos os lá presentes, ao lançar à candidatura do seu ex-vice-presidente jurídico, o associado Benemérito Adalberto Ribeiro, que atualmente ocupa uma cadeira num tal Conselho Gestor do presidente Eduardo Bandeira de Melo, em cujo regime ainda é o regime presidencialista.
Por tanto, para esta disputa a presidência do CRF, para o período de 2016/2018 (embora, estatutariamente, o período eleitoral, só venha a começar a partir do próximo dia 31 de agosto), já estão lançadas três candidaturas sob a mesma chancela azul, a saber: Bandeira de Mello (atual gestor); Wallim Vasconcelos (candidato do Bap) e Adalberto Ribeiro (candidato do Marcio Braga).
Ou seja, está plenamente caracterizada a intenção de haver a predominância da tal “Hegemonia Azul” nas próximas gestões do atual CRF.
Como esta atual gestão azul, para vencer as últimas eleições, aceitou fazer alianças sui generis, com aqueles antigos gestores (os que fizeram esta imensa dívida que o CRF tem hoje) a quem eles tanto criticaram no último pleito; inclusive adotando como jargão de campanha, de que iriam apurar todas as suas (deles) mazelas, e dar transparência nos seus atos e ações gerenciais; o que ocorreu é que, até agora, as vésperas eleitorais, não o fizeram; não honraram o compromisso de campanha; ao contrário, ainda estão negando aos conselheiros interessados, os acessos a estas informações, quer seja junto ao atual Conselho Fiscal, como junto ao cadastro da Secretaria Geral. O resultado prático disto, é que, até hoje, nada de concreto ainda foi apurado com consistência sólida; há apenas denúncias evasivas sobre falhas dos antigos gestores, a quem, eles, durante a campanha eleitoral criticaram tanto; e que ainda continuam criticando e os acusando de terem deixado uma dívida surrealista de R$ 700.000.000,00 (setecentos milhões); montante este que nunca foi comprovado oficialmente. Não há um documento oficial comprobatório.
Como já era previsto, desde o seu nascedouro, esta aliança azul sui generis, feita por conveniência eleitoreira, entre os azuis originais e os antigos gestores, aqueles que fizeram esta dívida imensa, e com os quais se tornaram aliados na vigésima quinta hora; aliança esta que agora está dando mostras de haver uma profunda cisão entre os tais “parceiros azuis”, por conta da busca do poder.
O registro desta foto abaixo não deixa dúvidas.
 
Entretanto, o que está causando espécie, e até surpreendeu, foi uma declaração, que o ex-presidente Kleber Leite fez em seu blog (http://kleberleite.com/author/kleber/), de que: “vão aparecer alguns oportunistas de plantão, tentando com candidaturas nanicas, visando composições para futuros cargos. Se depender da minha torcida, Eduardo já está eleito, nem tanto por morrer de amores por ele como presidente e, sim, pelo fato de independentemente de qualquer coisa, em se tratando de Flamengo, eu só saiba torcer a favor. Muito mais importante do que qualquer nome está a glória do Flamengo e, tão importante quanto, a alegria da galera. Mais uma vez, e tomara que nunca mude, o futebol vai decidir uma eleição no clube mais querido do Brasil”.
Segundo ele (KL), somente os seus “parceiros azuis”, tanto os iniciais, com aqueles que azularam na vigésima quinta hora, e que ele a todos está elogiado, por motivos óbvios, além de estar, inclusive, afirmando que “apenas os seus parceiros azuis seriam os únicos “competentes” para gerir o CRF”.
Eles se consideram os “Donos do CRF”; sempre pensaram e agiram assim; foi assim, com falácias, que iludiram os conselheiros, e criaram esta imensa dívida que o CRF tem hoje; e que, dentre elas, uma das maiores é a que permitiu que se empenhasse o Edifício do Morro da Viúva; cujo seu responsável direto tem nome e sobrenome.
Esta atual gestão azul, que já foi contaminada por este DNA autoritário de antigos gestores, agora seus parceiros, também já se consideram como “Donos do CRF”; tanto que está agora adotando o método de fazer limpeza étnica, através de prática de enaltecer a “Hegemonia Azul”.
Assim sendo, quando aparecer “alguns oportunistas de plantão, tentando com candidaturas nanicas” a presidência do CRF, pela ótica destes “Donos do CRF”, este candidato nunca será meritório de gerir o CRF!
Caramba!!! Será que, pela ótica destes “Donos do CRF”, a Moderna Democracia presidencialista no CRF, seria do tipo, “L’Etat, C’Est Moi”.
Ou será que, segundo o ponto de vista exposto, por estes “Dono do CRF”, se “algum oportunista de plantão tentando com candidatura nanica”, vier a se lançar para gerir o CRF, ele não poderá ser alguém que:
 não tenha se envolvido com esta imensa dívida que hoje o CRF tem? ou;
não seja abençoado pelos tradicionais “coroados”, que fizeram esta imensa dívida do CRF e/ou os neófitos azuis, que herdaram a prática de iludir, e já avançaram e comprometeram os recebíveis de 2016 e 2017 e, quiçá em outros recebíveis, quer seja ele azul original, ou daqueles que aderiram na vigésima quinta hora? ou;
não reze na cartilha dos azuis e/ou dos seus seguidores? ou:
não esteja envolvido em negócios com outrem, como os que tenham sido comtemplados pelo caso FIFA/FBI? ou; ou, ou, ou…
etc., etc., etc.
O que precisa ficar bem esclarecido para todos os associados, por estes três candidatos azuis, que já estão manifestados e declarados, é:
Quem ficará com o “Mico Preto” na próxima Eleição do CRF?
 
Posto que, certamente, o tal “Mico Pretonão ficará com alguém que vier a se lançar para gerir o CRF, através de “umacandidatura nanica
Ps: na conjuntura eleitoral do CRF, o Mico Preto” é um cabo eleitoral, sempre muito ativo no futebol profissional do CRF, e que poderá, através de algum ex-parceiro seu, também estar sob a suspeita de envolvimento, nas questões com a FIFA/FBI.
Como o tempo é o senhor da razão, quem viver verá!
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Alerta Flamengo !

O “ALERTAFLAMENGO!” ficou perplexo, diante da mídia que tomou os noticiários esportivos, em geral, e que foi matéria oficial publicada no site CRF, sobre a votação do Conselho Deliberativo do Clube – CODE/CRF (07/04/15), que deliberou sobre a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal, Rubro-Negra, vinculada à uma Medida Provisória, Nº 671, que trata do mesmo tema, para ser inserida em seu Estatuto Social, mas que ainda falta passar pela Câmara dos Deputados, onde outras emendas serão colocadas e o texto final ainda deve sofrer diversas alterações; tudo feito com um falso alarde das trombetas, enaltecendo um resultado, ainda inócuo, posto que está pendente da competente e exigida aprovação legal necessária (como é imposta pelo atual Código Civil Brasileiro CCB), para que esta deliberação venha revestida dos necessários procedimentos legais, em sua legitimidade.

O “ALERTAFLAMENGO!” esclarece:

Embora o atual e desrespeitado ultrapassado Estatuto Social do CRF, datado de 1992, tenha definido, naquela época (1992), através da alínea XI, do seu Art. 88, que seja competência do Conselho Deliberativoreformar em todo ou em parte o Estatuto…”, há que se observar que o atual Código Civil Brasileiro (CCB), promulgado em Janeiro do ano de 2002, através de nova redação, definiu e passou a exigir, mandatoriamente, no escopo do seu Art. 59 que, in verbis: “compete privativamente à Assembleia Geral: II alterar  o estatuto”.

Portanto, qualquer alteração estatutária, de qualquer Associação, prevista no “Livro I”, do atual CCB, para ser ungida pelo competente diploma legal, tem que ser validada, obrigatoriamente, por uma decisão da Assembleia Geral da Associação. É imposição mandatória exigida pelo atual CCB. É a lei. Portanto, cumpra-se!

Que não se diga, como recurso apelatório, que por força do Art. 217 da nossa Carta Maior (a Constituição da Republica Federativa do Brasil – CRFB), as associações têm autonomia para cuidar da instituição de suas normas maiores. Pois embora as associações tenham autonomia quanto a sua organização e funcionamento (alínea I do Art. 217) na sua formação e na dos parâmetros das suas normas estatutárias, elas, por força hierárquica, têm que observar a disciplina que reza no Art. 53 e seguintes, do Código CivilBrasileiroCCB– que é onde legitima se “constituir as associações pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos”; desde que estas associações se balizem dentro dos ordenamentos exigidos pelas Leis Ordinárias (o CCB é uma delas) e pelas demais normas, maiores que as das “associações”. Isto é principio da hermenêutica jurídica.

Portanto, para evitar que o CRF seja surpreendido, mais uma vez, com uma compulsória visita ao Judiciário e/ou ao Ministério Público, para ser obrigado, por força maior, a retomar ao caminho da legalidade, causado por sua desobediência cívica ao CCB, urge que o CRF cumpra o que é determinado e mandatório pelo Art. 59 do CCB, onde reza que:

compete privativamente a Assembleia Geral: … II alterar o estatuto”.

O “ALERTAFLAMENGO!” esclarece, mais ainda:

Não obstante a existência em nosso desrespeitado e arcaico Estatuto CRF, datado de 1992, seus dispositivos legais já cuidavam de punições aos dirigentes, que desrespeitarem a boa ordem associativa e de seus gravames legais, todos abaixo conceituados:

– art. 24, inciso V – “zelar pelo o patrimônio do Flamengo”;

– art. 25, inciso III – DAS PENALIDADES – “Indenização”;

– art. 25, parágrafo 2º – “a indenização corresponderá ao valor do prejuízo”;

– art. 37 – “atentar, o membro do poder do Flamengo, contra a existência do Clube, …, as Leis, …, improbidade administrativa, …, ao orçamento, …; “;

– art. 51 – “praticar ato delituoso”;

– art. 51, parágrafo 1º – “praticar ato de improbidade em prejuízo do Flamengo”;

– art. 99 – Do Conselho de Administração – em seu inciso X – “decidir sobre responsabilidade financeira, que gravem ou onerem o patrimônio do Flamengo”.

Ou seja, a mencionada proposta, deliberada e aprovada em 07/04/15, mas que ainda depende de autorização da Assembleia Geral para ter validade legal, nada mais fez do que apenas dar novos tons a aquilo que já havia sido postulado, em 1992, agora com uma nova roupagem do eufemismo da “responsabilidade fiscal”, por ser mais em moda essa justa e atual denominação técnica.

A propósito, voltando um pouco ao tempo, em episódio ocorrido em 2010, o Presidente do Conselho Deliberativo do Clube de Regatas do Flamengo, por meio dos Atos nos 09 e 10, do citado ano, criou uma Comissão de Inquérito para apurar possíveis irregularidades/infrações disciplinares referentes à conta contábil 2112.02 – IRRF e Contribuições Previdenciárias a Recolher (impugnadas no Balanço de 2008-4), em face do Grande-Benemérito Márcio Baroukel de Souza Braga e do Benemérito José Carlos Dias e, respectivamente, à conta contábil 2111.01 – IRRF (saldo R$ 8.821.630,47) e Contribuições Previdenciárias a Recolher (saldo R$ 19.626.111,66), e também as referentes ao Balancete do mês de dezembro de 2009, em face do Grande-Benemérito Márcio Baroukel de Souza Braga e do Benemérito Sebastião Pedrazzi, denunciadas pelo então Presidente do Conselho Fiscal da época, contra àqueles associados anteriormente elencados, em suas respectivas gestões. Todos dos Anos-Bases 2008 e 2009, que indicavam o descumprimento ao Estatuto CRF, por inadimplência ao Tesouro Nacional.

Destacamos que, hoje, estes associados são aliados da atual gestão!

Cabe ressaltar que a respectiva Comissão de Inquérito apurava o “Crime de Apropriação Indébita”, que, no popular, trata-se de se apropriar de Impostos e de Contribuições, devidas ao Estado/Governo/SRF, descontados dos pagamentos/funcionários e não repassadas ao Estado.

Cabe informar, que a referida Comissão de Inquérito – formada por 5 associados, onde 4 dos membros não admitiam haver a referida capitulação legal punitiva, no citado arcaico Estatuto; entretanto, um de seus membros (que foi o Relator do Inquérito) levou o seu voto em separado ao plenário do CODE-CRF, que, por maioria (mais de 260 votos), concordou com o Relator, que apontava o delito tributário e convenceu o Pleno da devida imputação legal. Resultado: mais de 260 favoráveis contra 4 votos contrários!

Não obstante os dispositivos legais apontados (internamente) do Estatuto CRF, acima citados, extramuros o delito possui previsão legal no artigo 95, alínea “D”, da Lei 8.212/1991, revogado com o advento da Lei 9.983/2000, que tipificou a mesma conduta no artigo 168-A, do Código Penal, que consuma-se com o simples não recolhimento das contribuições previdenciárias descontadas dos empregados, bem como do IRRF não repassados ao Tesouro Nacional.

Esse retorno à história do Clube é mencionado, exclusivamente, para demonstrar o quanto de Leis, Normas, Resoluções…, são existentes e não devidamente acatadas/apreciadas ou exercidas, em função, unicamente, da vontade política dos fatos em levá-las adiante, cumprindo-as ao pé da letra –tecnicamente-, não deixando os matizes políticos influenciarem em sua imposição legal.

A propósito, cabe aqui questionar que, não se tem notícia –até hoje- das sanções impostas aos infratores, bem como das decisões administrativas tomadas pelo Clube aos infratores…

Fica claro que não é pela falta de arcabouços jurídicos legais: tais como o eufemismo da “Responsabilidade Fiscal”, que irá mudar a imputação de pena pela prática do delito, mas sim a vontade política de uma administração transparente em exercer a conduta legal e se impor, diante do rigor da Lei.

Por fim, como foi anteriormente exposto, destacamos que não se trata da falta de Leis, mas sim a vontade de cumpri-las, já que, segundo entende o “ALERTAFLAMENGO!”, uma gestão financeira, para ser eficaz precisa ser transparente e estar sustentada e orientada por um planejamento de suas disponibilidades de caixa e ao fiel cumprimento da letra do seu Estatuto Social.

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A MULHER DE CESAR NÃO BASTA SER SÉRIA.

DAS VERDADES VERDADEIRAS
Que todos os associados gostariam de conhecer
Episódio 1
A MULHER DE CESAR NÃO BASTA SER SÉRIA.
Neste último mês de abril o CRF e o Fluminense divulgaram os seus balanços de 2014.
Na última terça feira, do mês de abril, o CRF teve seu o seu Balanço Patrimonial de 2014, aprovado, sem ressalvas e com aclamação.
O Fluminense publicou, no seu Balanço Patrimonial de 2014, o percentual que o clube o detinha sobre cada atleta profissional, conforme preconiza as boas técnicas contábeis, bem como oferece, aos seus associados, a informação da parcela significativa do seu Ativo Financeiro.
Contudo, nessa importante rubrica, o CRF a omitiu deixando, de forma proposital, essa informação sem o conhecimento das autoridades tributárias: seria por conta das (des)valorizações de cada um de seus atletas profissionais?
Em ato contínuo, o CRF e o Fluminense, em ação conjunta, foram harmonicamente, à FERJ para auditarem as contas do Balanço Patrimonial da referida entidade, de 2014, e votaram, como litisconsorte, contra a aprovação do Balanço Patrimonial daquela entidade maior.
O CRF, para justificar o porquê do voto contrário, fez publicar em seu sítio informativo oficial os motivos pelo qual votou contra a aprovação do Balanço Patrimonial de 2014, da FERJ:
HAVER FALTA DE TRANSPARÊNCIA NOS NÚMEROS CONTIDOS NO BALANÇO PATRIMONIAL DA ENTIDADE.
Considerando que o “pau que dá em Chico, também bate em Francisco”, seria de boa prática contábil e de coerência, que o CRF, em nome da tal transparência apregoada, como o fez em relação ao Balanço Patrimonial de 2014, da FERJ, que agora também viesse esclarecer aos seus associados, como o fez o Fluminense, os seguintes tópicos:
·        Por que o CRF, não divulgou no seu Balanço Patrimonial de 2014 os percentuais de participação do CRF sobre os direitos de seus atletas profissionais, como fez o seu coirmão, que o acompanhou na votação da FERJ?
·        Que exponha aos seus associados, quem tem maior participação nos atletas profissionais do CRF: O Flamengo ou os seus Agentes? Quais são os Agentes privilegiados e qual o percentual de comissões pagas ou devidas aos seus privilegiados?
·        Por que não se divulgou, para os associados, os números da conta “Sócio Torcedor”, com os seus respectivos valores arrecadados, bem como quanto coube ao CRF, e quais os destinos financeiros oriundos desses valores que foram contabilizados? A boa técnica contábil preconiza essa informação na rubrica: “Origem e Aplicação dos Recursos”.
·        Por que a conta do grupo intangível, do CRF, que registra os direitos sobre os atletas profissionais, sofreu, no seu Balanço Patrimonial de 2014, uma redução de R$ 53 milhões em relação ao Balanço Patrimonial de 2012?
·        Por qual motivo essa devida informação não nos fora apresentada?
Com a palavra o Conselho Diretor.
“Contra fatos não há argumentos”
#somostodosflamengo

POR QUE TROCAR DÍVIDA PÚBLICA POR PRIVADA?

DAS VERDADES VERDADEIRAS

Que o associado gostaria de conhecer

Episódio 03

POR QUE TROCAR DÍVIDA PÚBLICA POR PRIVADA?

Será que valeu a pena o CRF trocar a sua Dívida Pública por Dívida Privada, onde o custo do dinheiro é mais agressivo (e o mercado é sabedor que somos contumazes devedores)?

Doutra feita, partindo da informação amplamente divulgada de que a Dívida do Clube era de R$ 750 milhões; valor este que nunca foi contabilmente comprovado, nem se quer auditado. Há que se esclarecer como se chegou a este valor (de R$ 750 milhões), para que não se possa vir a ser insinuado de ter havido as tais “pedaladas fiscais”. Isto porque, em 31/12/2012, o total da dívida do Flamengo, com impostos e contribuições sociais, registrava o montante deR$ 400.234.513, segundo os apontamentos contábeis oficiais da Gávea, e a Rubrica “Empréstimos” registrava, em 31/12/2012, o montante total de R$ 85.197.617. Entretanto, agora, no Balanço Patrimonial de 31/12/2014, esta mesma rubrica “Empréstimos”, registra o montante de R$ 140.617018; ou seja, houve um acréscimo da dívida do CRF de R$ 55.419.401 (65,05%, de acréscimos).

Seria de boa conduta gerencial, se também pudesse ser esclarecido, pela a atual diretoria, por que demitiu cerca de 200 funcionários sob a alegação de redução de despesas (explícita no Balanço Patrimonial de 2014) e, em contrapartida, houve um aumento monetário de 17% no total do item: “Despesa com Pessoal”. Será que houve acréscimos, dos atuais “super gerentes”, com os seus elevados salários?

Considerando, também, que no Balanço Patrimonial de 2014 do CRF:

  • ·        não foram incluídos, na rubrica “RECEITAS”, os valores referentes à venda do jogador Hernane, que todos sabem que ainda não foi recebida, e pelo andar da carruagem está a caminho das calendas gregas, onde os jogadores profissionais do CRF são vendidos, mas não há a contrapartida em sonante. Manobras já bem conhecidas, pelos casos Ibson, a Pentland, o Renato Augusto, etc…;
  • ·        não colocaram provisão para contingenciamento, relacionada com a multa do Banco Central, que constava no balanço de 2012; valor este que beirava os R$100 milhões; talvez motivado pela argumentação de “doutos técnicos” que “acham”, e “estimam”, como “POSSÍVEL”, haver probabilidade de êxito nestas ações; mas que isto só fez mascarar o Balanço Patrimonial de 2014, de forma artificial.
  •    Já vimos estes mesmos argumentos, como no caso Edmundo e o empréstimo para construção do tal Shopping na Gávea, e cujo custo da mazela está, até hoje, pendurado nas pendências das contas das dívidas do CRF.

Diante de tantas incertezas, como as que aqui foram expostas, há que se esclarecer aos associados, como derradeiro, como é que o Clube conseguiu encontrar um enorme superávit em janeiro de 2015, mesmo sem possuir um único centavo em caixa e, do porquê, e por conta disso, o CRF -para começar o ano de 2015- já precisou tomar com o mercado, empréstimo novo, de quase R$ 37 milhões.

Foi a análise do Balanço Patrimonial de 2014 que escancarou estas distorções, que não querem calar, e que precisam ser esclarecidas; como esclarecidas também precisam ser quais as medidas tomadas para salvaguardar e preservar o patrimônio do CRF, a sua Sede Social e a retomada da frequência dos associados ao Clube.

A dura realidade é que estes valores, pouco transparentes, e que não foram explicitamente declarados, contribuíram, em muito, para o tal propagado superavit, divulgados por estas contas “virtuais” apresentadas, e que nos dão sinais de estarem “mascarando” as reais rubricas do Balanço Patrimonial do CRF.

Há que se clarear estas pendências e esclarecer essas inverdades.

Com a palavra, o Conselho Diretor.

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