FUTEBOL, UM NEGOCIO DA CHINA.

chinasoccerflagJan 15, 2016

A três mil anos a.C, na China antiga militares praticavam um jogo com as cabeças de seus inimigos, o objetivo era passar a cabeça entre balizas de madeira, com o tempo as cabeças foram substituídas por bolas de couro. Esses foram os primeiros registros de um esporte que deu origem ao futebol moderno.

5 mil anos se passaram e a China volta a chamar a atenção do futebol mundial. Após a formação da primeira liga de futebol no país a A.C.F em 1994, porém  não conseguiu emplacar, por esse motivo passou por muitas alterações 10 anos depois,  só a partir de 2011 com investimento de gigantes empresas e com subsídios do Governo o futebol chinês vem tomando forma e chamando a atenção do mundo inteiro.

Diferente de outros países asiáticos e do Oriente Médio que gastaram muito com  contratações de grandes atletas para trazer maior visibilidade para o campeonato, mas não conseguiram aumentar o numero de praticantes e simpatizantes, principalmente por nao investirem nas categorias de base. O esporte é o preferido do primeiro ministro Xi Jinping e que não vem medindo esforços para popularizar ainda mais o esporte e tornar a China uma grande potencia do Futebol.

 

Na China o futebol começou uma nova era com um plano de reforma ousado e com metas pré-estabelecidas:                                                              1- Voltar a disputar uma Copa.                                                                              2- Sediar a Copa do Mundo.                                                                                  3- Ganhar uma Copa.

No ano de 2015 o número de crianças praticando futebol chegou a quase 80 mil , mas a meta para 2020 é muito mais ousada, os chineses pretendem chegar ao número de 8 milhões de crianças jogando futebol. Para alcançar essa meta o governo Chinês tornou o futebol matéria obrigatória nos colégios e clubes nas aulas de educação física, com materiais didáticos e kits futebol distribuídos para esses alunos, também já estão sendo construídos mais de 20 mil campos de futebol para alavancar a pratica nas cidades chinesa, 3 centros futebolísticos serão construídos em Pequim e com isso formar técnicos, preparadores e outros profissionais para gerenciaram o futebol no país.

O campeonato que vai começar em março de 2016 terá números maiores do que campeonatos tradicionais no mundo do futebol, todos os 16 clubes que disputam a primeira divisão que são mantidos e gerenciados por empresas gigantes de diversos setores na China. Com direitos de transmissão que ultrapassam o valor de 4,5 bilhões de reais e com media superior a 22 mil torcedores por jogo, na frente de campeonatos como Espanhol, Italiano, Holandês e Francês. Argentino e o nosso Brasileiro. O valor da Super League já ultrapassa a casa dos R$840 milhões e espera se tornar o maior campeonato asiático e um dos maiores do mundo. Para se ter uma ideia a maior audiência de um país na final da Copa do Mundo de 2015 foi chinesa, mais de 87 milhões de pessoas acompanharam o jogo e a apresentação de um jogador Chines na Alemanha passou dos 40 milhões de telespectadores em uma tarde comum.

Empresas e empresários chineses investem cada vez mais no futebol mundial, principalmente em clubes europeus e já possuem participações em grandes clubes como Manchester City, Espanhol, S. Praga, Atlético de Madrid  que receberam aportes desses fundos, claro que esses empresários visam o lucro através dos investimentos, mas também visam a bagagem para gerenciar o futebol em sua terra natal. Outra tática utilizada pelos chineses é a formação de clubes em outros países com incentivo e intercambio de atletas e profissionais do futebol Chines, o Taboão da Serra no Brasil é mantido por um time Chines e serve como base para o desenvolvimento no país.

A China fez um verdadeiro estrago nos últimos clubes campeões do campeonato brasileiro com a contratação de grandes jogadores, revelações e treinadores, além de outros profissionais que nem tomamos conhecimento, os chineses sempre tiveram grande admiração pelo nosso futebol, por esse motivo estão investindo pesado nos nossos principais jogadores, diferente com o que aconteceu em outras ligas que se destacaram fora da Europa, os chineses estão conseguindo contratar jogadores novos, com potencial de atuação em grandes ligas e que preferiram atuar na Ásia, agora também estão buscando jogadores em clubes europeus, a grande diferença é que esses jogadores nao estão no final de suas carreiras e a tendencia é esse numero aumentar.

 

A grande diferença desses atletas que estão indo atuar na China é que muitos cumprem todo o contrato, os clubes pagam os salários e premiações em dia e diferente de outros lugares do mundo a China é muito receptiva e segura, motivo pelo qual muitos atletas estão optando por atuar no país.

Estão atrelando a recente onda de contratações de brasileiros pelo futebol chinês com a atual situação financeira do nosso futebol e também do país, mas esse é um grande erro, o jogador Conca recebe um dos 10 maiores salários do mundo e os principais atletas da liga recebem salários comparados somente com os jogadores dos gigantes europeus. Os clubes chineses já estão preparando para os próximos anos a contratação de jogadores destacados no cenário mundial e que estão atuando em grande nível.

Uma longa viagem começa com um passo.

Vejo muito potencial o projeto Chinês, o governo tem  no futebol uma forma de entretenimento e lazer para toda a população, são mais de um bilhão de habitantes e o país tem a segunda maior economia do mundo.                                   Outro fator muito importante é que a China já demonstrou que pode realizar grandes projetos esportivos em pouco tempo, basta lembrar que nas olimpíadas de 1992 ficou apenas em 12° no quadro geral de medalhas, 16 anos depois o país sediou uma grande olimpíada e terminou em primeiro lugar, na frente das grandes potencias mundiais.                                                                                                O projeto Chinês já começa com muitos investimentos, clareza e metas pré-estabelecidas, o governo está supervisionando a federação e os clubes e mais importante que isso está investindo cada vez mais na formação de novos atletas, profissionais e torcedores do grande esporte do mundo.

Os Chineses não sabem explicar por que até o hoje o futebol não emplacou no país,  mas tenho certeza que eles sabem o que deve ser feito para alterar essa realidade!

EULER VICTOR.

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POR QUE SE ONEROU O CRF SE HAVIA SUPERAVIT?

DAS VERDADES VERDADEIRAS
Que o associado gostaria de conhecer
Episódio 2
 
POR QUE SE ONEROU O CRF SE HAVIA SUPERAVIT?
 
Há que se esclarecer e dar transparência na relação entre o Fluxo de Caixa e o Resultado Obtido em relação ao Balanço Patrimonial de 2014 do CRF; posto que, se verdadeiro um “superávit” de R$ 64 milhões no Balanço Patrimonial de 2014 do CRF, por que, em contrapartida, ocorreu a necessidade de se ter apelado para um empréstimo de R$ 55 milhões, com custos de dinheiro caro, que só fez agravar, ainda mais, a conta Empréstimos?
E mais ainda:
Ao compararmos a dívida a terceiros feita através de empréstimos, de elevados custos no mercado, observamos que, entre os períodos de dezembros de 2012 e 2014, esta dívida contraída com terceiros, que tem como garantia real o patrimônio do Clube, seus jogadores profissionais e sua marca, a Dívida Privada do CRF cresceu 65%.
 
Por que neste mesmo período, a Dívida Fiscal do CRF que decresceu em apenas 11%, enquanto a Dívida Privada, que é feita através de custo do dinheiro mais agressivo, aumentou significativamente em 65%?
Será que foi para poder obter a tal da CND, para receber o patrocínio da Caixa Econômica e, com isto, estarmos apenas trocando a Dívida Pública (mais barata) por Dívida Privada (altamente agressiva)?
Isto sem considerar que, por cima da Lei de Responsabilidade Fiscal, vários desses empréstimos com terceiros foram concretizados com receitas que virão nos exercícios de 2016, 2017 e, até, de 2018, muito além da atual gestão. Comprometendo, assim, seriamente as futuras gestões.
Será que estamos pecando com:
  • o patrimônio do FLAMENGO, construído e amealhado em mais de 108 anos, que pode estar sendo ALIENADO?
  • a marca valiosa do Clube que poderá estar sendo transferida para as mãos de terceiros, e vir a não mais pertencer aos associados? Penhoras?
  • esta troca da Dívida Pública por Dívida Privada, sinaliza como uma estratégia de VENDA do FLAMENGO; ou seja, será que o FLAMENGO pode estar sendo VENDIDO?
  • a possibilidade da transferência para os associados proprietários por essas Dívidas Fiscais e outras futuras dívidas?
    São respostas que precisam estar transparentes e esclarecidas.
Com a palavra o Conselho Diretor.
“O Alerta apresenta os Fatos e contra Fatos não há Argumentos´´

DO DESVIO DE FINALIDADE AOS INTERESSE$ AFIN$

  
Episódio 09
DO DESVIO DE FINALIDADE AOS INTERESSE$ AFIN$
O ALERTA, FLAMENGO!, sempre atento aos fatos do interesse do torcedor Rubro Negro e dos associados do CRF, impactado com a cena de contusão do goleiro Paulo Victor, desfalcando o elenco para o próximo jogo contra o Atlético Mineiro, ficou mais abalado com a forma em que o atleta fora conduzido para fora do campo: UM CARRINHO DE MÃO! 
 A foto abaixo não deixa dúvidas!

A foto é chocante, pois em meio aos escombros de obras (inacabadas) e de uma carcaça de ferro ao fundo, mostra como o atual Centro de Treinamento – CT Jorge Helal se encontra.
Uma outra foto comparativa (2012) nos mostra como ao longo do tempo, este local, que deveria ser um lugar compatível com a grandeza do Clube e de sua torcida (vide que os CT´s de outros Clubes, de menor expressão, há muito despontam no cenário esportivo) se deteriorou ao longo desses últimos anos da “administração azul”.
Nos faltam R$ 10 MM para a conclusão das obras –paradas ao longo dessa “gestão”-, mas os interesses (como nos reporta o título de nosso texto) são outros.
Verificamos que nesse período “administrativo” nossa Sede Social –que possui como objeto, em seu inicial artigo estatutário, ser “uma sociedade civil, sem fins lucrativos, de utilidade pública…” (segundo redação legislativa da época), consagrando os seus objetivos, em seu artigo segundo, todos de caráter desportivos, cultural, cívico, social e recreativo; atualmente, vem sendo MARCADO PELA DEFORMAÇÃO DE REGRAS, para favorecer empresas de amigos e de outras questões menos ortodoxas. Vejamos!
Assinada pela Geometry Global, de Sérgio Brandão (presidente da G2 Brasil, membro da Chapa Azul http://anacaorubronegra.blogspot.com.br/2012_08_01_archive.html ) a campanha “Sócio Torcedor – ST”, que não decolou e encontra-se em franco declínio, ao longo de 2,5 anos, com apenas 55 mil participantes (já comentado em outro “ALERTA”), em contraponto ao Palmeiras, com 102 mil participantes (criado nesse ano). O programa ST-FLA possui a sua administração pela a empresa GOLDEN GOAL, que detém 50% de sua receita, repassando ao FLAMENGO, apenas, 20% e abatendo os outros 30% como despesas administrativas.
Inicialmente, no ano passado, passamos a ser taxados em uma cobrança abusiva, como associados proprietários que somos, ao estacionar nossos veículos no solo da Sede Social, em benefício da empresa ESTAPAR –controlada pelo banco BTG Pactual, onde antigo funcionário é hoje um dos gestores do Flamengo-. Não bastasse os anteriores vínculos funcionais, de tudo o que se arrecada do estacionamento, apenas, 10% (DEZ PORCENTO) o Flamengo recebe de retorno dessa receita. Fica a pergunta: não seria mais viável o próprio Flamengo ser o administrador do seu solo e de sua receita, diante da simplicidade dessa operação?
Em outra verificação, de mesmo sentido de “concessão”, no início deste ano o Flamengo demitiu todo o seu quadro de funcionários, qualificados como de “serviços gerais”, de cerca de 40 (muitos antigos no Clube, ocasionando despesas da ordem trabalhista e de contribuição social, além de muitos estarem recorrendo em ações judiciais), transferindo essas atividades para uma empresa terceirizada, sem nenhum processo transparente de sua escolha:
Na semana passada, como publicamos anteriormente, nossa Sede Social, em seu terraço e com utilização do elevador panorâmico (custos) é palco de uma boate “POP UP”: http://diariodorio.com/boate-pop-up-abre-na-lagoa/, com acesso restrito, não oferecido aos associados Rubro Negros, da qual não possuímos nenhum conhecimento de sua aprovação pelas autoridades de segurança e do Corpo de Bombeiros, bem como da devida licença de funcionamento, exigido pelos os referidos organismos institucionais.
Agora, nesta semana, tomamos conhecimento que mais um espaço do nosso solo será tomado por uma rede de lanchonete americana, que irá, em seu projeto, abocanhar quase ¼ do nosso terreno, alcançando o parquinho infantil, as quadras de tênis e, até parte do ginásio, deixando os associados sem mais esses espaços de utilização e de convívio familiar, de suas atividades recreativas, em prol de “concessões” de fins comerciais e de interesses econômicos, em pleno confronto com o disposto com o objeto do nosso Estatuto.
Para uma visão mais atenta dessa amplitude de localização, vejam o vídeo divulgado no YouTube:
Um projeto orçado como Arena Multiuso McDONALD´S, com capacidade para cerca de 3.000 pessoas, que custará ao Clube cerca de R$ 25 milhões, delegando, MAIS UMA VEZ, a exploração do ponto comercial e privilegiando uma lanchonete em todos os eventos, em contrapartida oposta ao convívio familiar dos seus associados e dos usuários/associados dos espaços que não mais existirão.
Afinal, o que seria mais importante: a finalização do CT-FLA (de menor custo: 10 MM, dentro do escopo estatutário), privilegiando o carro-chefe de nossa marca, o FUTEBOL, ou a cessão de uso (de maior custo: 25 MM) à uma lanchonete americana?
Atentem, senhores associados Rubro Negros! Estamos cedendo nossa valiosa marca e o seu solo aos interesses não ortodoxos, em favor de alguns, em detrimento do corpo de seus associados.
O ALERTA apenas apresenta os fatos; contra fatos não há argumentos!
Com a palavra o Conselho Diretor.
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Que Flamengo é esse?

QUE FLAMENGO É ESSE?
  
O conceito de “sustentável” apareceu pela primeira vez em 1987 e, tem dentro de si embutida a ideia de que a “geração presente” pode satisfazer suas necessidades atuais sem comprometer a “geração futura”. Como é possível um Clube de Futebol idolatrar uma administração por seus supostos resultados financeiros não comprovados e uma performance futebolística, como mostra a tabela do Brasileiro, abaixo do “volume morto”? Como é possível “continuar aceitando” que a Chapa Azul está “colocando o FLAMENGO nos trilhos da boa administração”, que a Chapa Azul implantou um modelo sustentável no Clube, quando o Flamengo já antecipou todas as receitas dos anos de 2016-2017 e de 2018, o que colide frontalmente com o conceito de “sustentabilidade”? Como a mídia futebolística confirma este estrondoso sucesso se desconhece a essência dos números publicados no balanço e, confronta um performance pífia da atividade fim do Clube? Afinal aonde está essa verdade? Afinal qual é o FLAMENGO que vai surgir ao final da gestão da Chapa Azul?  É preciso desmistificar toda essa história para que não se fique repetindo inverdades e, que não se diga depois: “fui enganado”, porque, quando isto acontecer já será tarde demais.
A tese de um novo FLAMENGO, de um Clube gerido por gente descompromissada com o passado de desmandos e inconsequências, segundo afirma membro do alto escalão da Chapa Azul, começa a cair por terra quando todos sabem que “esta fantasia” foi criada por dois ex-Presidentes do Clube, responsáveis pelas maiores dívidas tributárias e cíveis e, que tanto prejudicam o lado econômico da instituição. Veja a foto e verifique o link:
Mais ainda, a Chapa Azul foi montada por empresários, todos com interesses nos negócios que o FLAMENGO poderia proporcionar, como exploração de sua privilegiada localização, necessidade de capital com garantia de receitas de patrocínio, compra e venda de jogadores, negociação de praça para realização de jogos, administração do programa ST, contratação de escritórios para defesa do contencioso, cargos a serem preenchidos na administração da instituição. Veja o link:
A sustentabilidade do FLAMENGO deveria se concentrar em gastar aquilo que recebe, em não gastar as receitas futuras, em não gerar mais endividamento e, investir fortemente na sua atividade fim para poder conseguir receitas novas. Não é isso que se comprova olhando os números do FLAMENGO. É fato que um Clube de Futebol tem como pilares de suas receitas:
1.     A bilheteria do jogos;
2.     As cotas de televisionamento;
3.     Os contratos de patrocínio;
4.     As receitas do programa ST
Não é por acaso que o FLAMENGO colocou uma clausula de obtenção de empréstimos no contrato de locação do Maracanã e, já pegou R$30 MILHÕES em adiantamentos por conta de bilheterias futuras, o que significa que NÃO existe o pilar 1 de sua sustentabilidade. O FLAMENGO da Chapa Azul, ADIANTOU toda a receita futura de bilheteria e, terá que jogar de graça no Maracanã para pagar esses adiantamentos, sem contar as despesas com juros. Isso significa que, o contrato do Maracanã que foi apresentado no Conselho do Clube como o melhor contrato que poderia ter sido feito para que o FLAMENGO mandasse seus jogos para aquele estádio, hoje é criticado e considerado leviano, portanto, não era tão bom assim. Com um prazo de 3 anos, conforme foi colocado para o Conselho para ser aprovado, o contrato será estendido por 20 anos, de modo a permitir que o FLAMENGO consiga pagar o que pegou emprestado junto ao Consórcio. O FLAMENGO chegará ao final de 2015 com mais de R$300 MILHÕES em dívidas novas contraídas em factorings, bancos de segunda linha e fundos de investimento, contra R$89 Milhões de 2012.
As cotas de televisionamento foram antecipadas dos anos de 2016, 2017 e 2018, portanto, o FLAMENGO já recebeu para viver em 2015 TODO o recurso que entraria no futuro e, portanto, NÃO terá absolutamente NADA a receber nos anos vindouros. Toda esta operação foi disfarçada de “empréstimos com garantia de receitas” para burlar a Lei de Responsabilidade Fiscal Rubro Negra e, assim, fazer parecer que esta administração faz diferente de seus antecessores e, diferente de seus mentores. Com esta manobra, a “brilhante” administração Chapa Azul quebrou o segundo pilar de sustentabilidade do Clube. Gastou em 2015 as receitas que garantiriam o futuro do FLAMENGO.
Os contratos da patrocínio tiveram o mesmo destino das cotas de televisionamento e, também foram antecipados seguindo a mesma“pedalada” que esconde a antecipação das cotas de receita da televisão, TODAS as receitas oriundas dos contratos da ADIDAS e da Caixa, até 2017, já foram antecipadas e gastas em 2015. Quebraram assim o terceiro pilar de sustentabilidade que garantiria o futuro da instituição. É importante destacar que a Caixa tende a não renovar com o Clube, o que provocará uma diminuição significativa das receitas de patrocínio no futuro próximo.
O que sobrou para sustentar o FLAMENGO nos anos vindouros? Todas as fichas da Chapa Azul estão concentradas na receita potencial do Programa Sócio Torcedor. Apostaram o futuro do FLAMENGO no sucesso deste programa, assim como o Governo Brasileiro fez, gastando ontem as receitas de amanhã oriundas do petróleo do Pré Sal. Investindo no futebol apenas 27% do que arrecadou com ele, o FLAMENGO não conseguiu revelar qualquer jogador para seu time principal, privilegiando as relações com empresários. O FLAMENGO não conseguiu em 3 anos de gestão montar um time digno de vestir o manto sagrado. O cabide de emprego montado no centro de custo “futebol” para conseguir a maioria de conveniência, que garante o quórum majoritário nas votações e aprovação dos projetos da gestão Chapa Azul, consome os recursos que deveriam ser utilizados para colocar em campo jogadores dignos das tradições do Clube e, por isso, não é obra do acaso o flerte com a segunda divisão desde que a Chapa Azulassumiu a gestão do Clube. Ora, como é possível acreditar que as receitas do programa ST possam crescer e vir a salvar o futuro do Clube se a performance do FLAMENGO, por conta dos desmandos e desvios de finalidade está abaixo do “volume morto”? Para entender isso, basta olhar a tabela e conferir o que aconteceu no futebol do Clube nos últimos 2 anos. Os investimentos desesperados do FLAMENGO neste ano de eleição mostram o despreparo e o pouco profissionalismo da gestão Chapa Azul. O FLAMENGO continua a gastar o que não tem, continua sem o mínimo de planejamento em sua atividade fim e, além do risco de cair para a segunda divisão, a instituição caminha para chegar de verdade ao colapso financeiro, ao trocar a dívida pública por dívida privada, ao gastar suas receitas antecipadamente e, sem recursos, não vai conseguir cumprir com os pagamentos mensais que garantem a manutenção da CND. Apostar na receita do programa ST é puro desespero e completa falta de alternativa. O último pilar de sustentação do futuro do FLAMENGO é frágil e não se materializará por culpa exclusiva dos executivos que ganham mais R$150 mil por mês mas, que não entram em campo. Brigas com a Federação e com a CBF são espasmos e desvios de atenção para jogar a culpa em terceiros da incompetência e da gestão temerária com que se administra o Maior Clube de Futebol do Mundo.
Se informe. Procure saber dos números reais escondidos sob as pedaladas do balanço do FLAMENGO.
” O Alerta busca dar transparência aos Fatos “
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