O Porquê de ter surgido o “Somos Todos Flamengo”

 O Porquê de ter surgido o “Somos Todos Flamengo”.
De que vale uma instituição quando seu Estatuto é rasgado em plena Luz Solar?
Em uma instituição, onde se pressupõe que todos os associados tenham direitos iguais (segundo o Art. 55 do CCB), mas que existem “alguns” que são mais iguais que os outros, bem como onde se mantém um arcabouço administrativo com a falta de transparência, em troca de apoio eleitoreiro, feita através de perversas alianças pela subserviência e cumplicidade entre esses “alguns” -os mesmos atores de sempre-, como é que se pode clamar por Dignidade e Justiça e tentar ignorar que este tipo de “clientelismo” irá sempre predominar?
Nós estamos discutindo estas mesmas atitudes perversas desde o início dos anos 2000; mas, agora, acrescido de atores neófitos (que se intitulam “Salvadores da Nação”), mas onde ninguém se acha responsável por esta “Instituição da Insegurança”, que só “fica andando para trás”; e onde, ninguém mais, fica indignado com as péssimas condições de invisibilidade da letra estatutária, a qual só é visível e aplicável, quando interessa aos maiorais, como se fosse uma “Revolução na Evolução”.
Fazer a Política (com “P” maiúsculo) com Dignidade, Verdade Transparente e Retidão, tem o seu maior desafio em conseguir trocar o arcaico conservadorismo oportunista, bem típico Brazuca, pela nova opção social de se efetivar uma concreta reforma estatutária evolutiva e obediente aos ditames maiores.
Estas mudanças só não aconteceram, até agora, pela falta de não se ter encontrado uma nova liderança política, sem “Canto da Sereia”, que se imponha sem interesses pessoais próprios, que seja temente e respeitador das leis e das normas maiores do CRF, que possa dar total transparência nas coisas e nas gestões do CRF.
Enquanto não surgir, no CRF, uma liderança política que se imponha, parece que nas atuais hostes doCRF
Nem a vaca reconhecerá o seu bezerro.
Este Vácuo Político (com “P” maiúsculo) de Dignidade, Verdade Transparente e Retidão só vêm acontecendo no CRF porque os associados eleitores permanecem meio sonâmbulos durante quase todo o triênio de cada gestão, e só são despertados pelo “Canto da Sereia”, que sempre surge de forma meteórica nas proximidades de cada período eleitoral revestidas com propostas mirabolantes, do tipo “Ouro de Tolo”.
Estes frágeis desequilíbrios, causados por estas tais propostas eleitoreiras mirabolantes, têm consequências gravíssimas quando os eleitos, ao chegarem ao poder, permanecem naquela máxima da “Instituição da Insegurança”, de se “ficar andando para trás”, por adotarem condições de invisibilidade da letra estatutária, mas que, só se torna visível e aplicável, quando for por interesses dos maiorais”.
No CRF não se tem um projeto futuro de evolução, apenas mentiras pseudo-históricas e promessas futuras mirabolantes, quase sempre falsas, qualquer que seja a bandeira, de qualquer grupo político. O objetivo dos diversos grupos políticos no CRF é apenas de ter acesso às tetas, e delas usufruírem de suas benesses, onde os diversos conceitos básicos são apagados, para mamar nas mesmas. Não existe discussão, em nenhum grupo político, sobre propostas concretas em longo prazo, sobre o que é o melhor para o CRF, apenas ambições pessoais, com promessas típicas, de que farão o melhor, quando lá chegarem. Buscam apenas “ser amigo do Rei” para progredirem e/ou manterem as suas posições nas estruturas carcomidas dos poderes do CRF; não temos perspectivas de futuro, posto que, no CRF, não se sabe quase nada sobre o seu velado grau de endividamento, visto que, as verdades sobre os números contábeis, são ocultadas dos conselheiros, através de recursos tipo “pedaladas” gerenciais, “arranjadas” sempre de forma corporativa, em uma teoria conspiratória de péssima qualidade.
Sem falarmos da maquiagem, em determinadas contas/rubricas, p.ex.: empréstimos bancários e de financeiros, de elevados juros, não revelados nas Demonstrações Financeiras de seu Balanço Anual.
Ademais, ninguém se preocupa em buscar resposta para algumas daquelas questões, já peticionadas por vários associados junto aos “poderes”, as quais ainda “dormem” em suas gavetas, trancadas a sete chaves, ou que já foram “despachadas” para as calendas gregas; com isto ferindo, de forma mortal, oArt. 59, do Estatuto Social, onde impõe que o prazo máximo para sua apuração, tem que ser de até 60 (sessenta) dias; ou seja, isto só vem comprovar que o nosso Estatuto Social vem sendo rasgado em plena luz solar, sob as vistas de todos associados. Tais como, recentemente:
– na última campanha (de 2012) prometeram retidão, transparência e combate aos desmandos praticados no passado, mas que, já no primeiro ato administrativo praticado, ele veio revestido por uma “Infração Disciplinar grave“, quando nomearam vários vice-presidentes, que ainda não tinha cinco anos de vida associativa, em frontal desobediência cívica à letra estatutária;
– não honraram os tópicos comprometidos por seus compromissos de governo, que foram estabelecidos no seu “Plano de Metas” (alínea “f”, do item “I”, do Art. 154), que é condição sine qua non para haver oRegistro de Candidatura;
– não punem os seus pares quando comentem “Infração Disciplinar Grave“, mas excluem do Quadro Social, por “Crime de Opinião”, àqueles outros associados que lhes são contrários;
– os OFF-RIO, que não existem na estrutura estatutária, mas são cantados em prosa e verso, quando há interesse eleitoreiro, já que, burlando o atual Estatuto CRF, deram-lhes até direito ao voto, sobretudo em pertencerem ao Conselho Deliberativo, embora esteja condicionado que só podem frequentar as instalações da Gávea por, no máximo, sessenta dias no ano;
Sócio Torcedor, que é gerido por uma empresa terceirizada (que abocanha grande parte dessa receita), tem mais vantagens pecuniárias que qualquer associado legítimo do CRF, com prejuízo até para as receitas de bilheteria do CRF;
– terceirizaram os espaços da Gávea para instalarem no seu interior em prédio sede do CRF uma boate aberta ao público, e cujo prédio nem “habite-se” tem ainda (vide o caso da Boate Kiss, no RGS). Cabendo aqui lembrar a doação de seu solo à empresa ESTAPAR, que cobra de todos os associados pelo o estacionamento, repassando, apenas, 10% (dez por cento) desta receita ao CRF;
– “inventaram” uma dívida surrealista de R$ 740.000.000,00 (setecentos e quarenta milhões de reais) que nunca foi contabilizada, em nenhum balanço financeiro do CRF, que serve, apenas, como noticioso especulativo promocional (factoide);
– por conveniência eleitoreira, apenas para vencer a eleição (de 2012), criticaram fortemente as gestões anteriores, entretanto, na vigésima quinta hora, se alinharam, sem nenhum pudor, com quase todos os que criticavam; agora, como via de consequência, estão se confrontando e se acusando entre si, ignorando os valores estabelecidos pelos ditames maiores do CRF;
– fizeram aprovar alterações significativas nas normas maiores do CRF com frontal desobediência cívica, tanto aos princípios e ditames legais mandatórios, como aos determinados pelas próprias normas maiores do CRF;
– o nível das equipes desportivas caiu; os atletas olímpicos foram “banidos” da Gávea; a vida social na Sede é inaceitável; a piscina olímpica há três anos, já não existe mais;
– o padrão de fraternidade que deveria pautar os conselheiros, foi substituído por uma disputa grupal bélica e acirrada, às vezes até passando por cima de princípios e das normas regimentais, pela vontade do príncipe;
– além de vários outros fatos mais. Ou seja, na prática a realidade é outra; enquanto isto, três grupos geridos por diferentes “maiorais” dentre os atuais gestores, que estão a caminho de disputar as próximas eleições, ficam a adotar a tática dos taxistas, que tudo é “passageiro”; ou seja, continuam nos iludindo, com o “Canto da Sereia”, através do artificial e clássico jogo de palavras.
Diante deste quadro de incertezas, causados por:
– falsas promessas que não foram honradas pelo grupo que hoje gere as coisas do CRF;
– haver disputas internas pelos cargos majoritários, priorizando as vaidades pessoais de “alguns” membros deste mesmo grupo desta atual gestão, inclusive onde alguns deles não preenchem nem os requisitos temporais estatutários, mínimos que são exigidos;
– haver falta de transparência, tanto nos números contábeis, como nos atos e atitudes desta atual gestão, relacionada com princípios e ditames das normas maiores;
– descontentamentos generalizados entre os Associados de Boa Fé do CRF, gerado por fatos, como estes aqui expostos;
É que estamos convidando e apelando, a todos os Associados de Boa Fé do CRF, para nos unirmos e juntos ajudarmos a formar um grupo aberto e proativo, para que se possa:
– ajudar a elaborar um “Plano de Metas”, (alínea “f”, do item “I”, do Art. 154), que é condição sine qua non para poder haver o Registro da Candidatura; o qual virá a ser feito com propostas evolutivas e dinâmicas para se gerir o futuro do CRF;
– poder agregar aqueles interessados em participar do Corpo Transitório do Conselho Deliberativo;
– caminhar juntos na busca de encontrar os candidatos às presidências dos poderes do CRF, que se comprometam em, realmente, devolver a Dignidade, a Verdade Transparente e a Retidão Política aoCRF, acompanhados por uma nova letra estatutária, moderna e proativa.
Se você concorda com estes princípios básicos aqui expostos, venha nos ajudar, enviando o seu e-mail, com nome, categoria e número de matrícula no CRF, para o seguinte endereço eletrônico:contato@somostodosflamengo.com, pois este é um grupo suprapartidário, em consolidação com a sua ajuda, sem qualquer predominância e/ou preferência individual e que, ainda está sem definição sobre aos candidatos aos cargos majoritários estatutários, pois não somos, nem posição, nem oposição, apenas
 
 “Somos Todos Flamengo”, de Graça, e Até Morrer.
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Eu teria um desgosto profundo, se faltasse o Flamengo no Mundo”
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