FUTEBOL, UM NEGOCIO DA CHINA.

chinasoccerflagJan 15, 2016

A três mil anos a.C, na China antiga militares praticavam um jogo com as cabeças de seus inimigos, o objetivo era passar a cabeça entre balizas de madeira, com o tempo as cabeças foram substituídas por bolas de couro. Esses foram os primeiros registros de um esporte que deu origem ao futebol moderno.

5 mil anos se passaram e a China volta a chamar a atenção do futebol mundial. Após a formação da primeira liga de futebol no país a A.C.F em 1994, porém  não conseguiu emplacar, por esse motivo passou por muitas alterações 10 anos depois,  só a partir de 2011 com investimento de gigantes empresas e com subsídios do Governo o futebol chinês vem tomando forma e chamando a atenção do mundo inteiro.

Diferente de outros países asiáticos e do Oriente Médio que gastaram muito com  contratações de grandes atletas para trazer maior visibilidade para o campeonato, mas não conseguiram aumentar o numero de praticantes e simpatizantes, principalmente por nao investirem nas categorias de base. O esporte é o preferido do primeiro ministro Xi Jinping e que não vem medindo esforços para popularizar ainda mais o esporte e tornar a China uma grande potencia do Futebol.

 

Na China o futebol começou uma nova era com um plano de reforma ousado e com metas pré-estabelecidas:                                                              1- Voltar a disputar uma Copa.                                                                              2- Sediar a Copa do Mundo.                                                                                  3- Ganhar uma Copa.

No ano de 2015 o número de crianças praticando futebol chegou a quase 80 mil , mas a meta para 2020 é muito mais ousada, os chineses pretendem chegar ao número de 8 milhões de crianças jogando futebol. Para alcançar essa meta o governo Chinês tornou o futebol matéria obrigatória nos colégios e clubes nas aulas de educação física, com materiais didáticos e kits futebol distribuídos para esses alunos, também já estão sendo construídos mais de 20 mil campos de futebol para alavancar a pratica nas cidades chinesa, 3 centros futebolísticos serão construídos em Pequim e com isso formar técnicos, preparadores e outros profissionais para gerenciaram o futebol no país.

O campeonato que vai começar em março de 2016 terá números maiores do que campeonatos tradicionais no mundo do futebol, todos os 16 clubes que disputam a primeira divisão que são mantidos e gerenciados por empresas gigantes de diversos setores na China. Com direitos de transmissão que ultrapassam o valor de 4,5 bilhões de reais e com media superior a 22 mil torcedores por jogo, na frente de campeonatos como Espanhol, Italiano, Holandês e Francês. Argentino e o nosso Brasileiro. O valor da Super League já ultrapassa a casa dos R$840 milhões e espera se tornar o maior campeonato asiático e um dos maiores do mundo. Para se ter uma ideia a maior audiência de um país na final da Copa do Mundo de 2015 foi chinesa, mais de 87 milhões de pessoas acompanharam o jogo e a apresentação de um jogador Chines na Alemanha passou dos 40 milhões de telespectadores em uma tarde comum.

Empresas e empresários chineses investem cada vez mais no futebol mundial, principalmente em clubes europeus e já possuem participações em grandes clubes como Manchester City, Espanhol, S. Praga, Atlético de Madrid  que receberam aportes desses fundos, claro que esses empresários visam o lucro através dos investimentos, mas também visam a bagagem para gerenciar o futebol em sua terra natal. Outra tática utilizada pelos chineses é a formação de clubes em outros países com incentivo e intercambio de atletas e profissionais do futebol Chines, o Taboão da Serra no Brasil é mantido por um time Chines e serve como base para o desenvolvimento no país.

A China fez um verdadeiro estrago nos últimos clubes campeões do campeonato brasileiro com a contratação de grandes jogadores, revelações e treinadores, além de outros profissionais que nem tomamos conhecimento, os chineses sempre tiveram grande admiração pelo nosso futebol, por esse motivo estão investindo pesado nos nossos principais jogadores, diferente com o que aconteceu em outras ligas que se destacaram fora da Europa, os chineses estão conseguindo contratar jogadores novos, com potencial de atuação em grandes ligas e que preferiram atuar na Ásia, agora também estão buscando jogadores em clubes europeus, a grande diferença é que esses jogadores nao estão no final de suas carreiras e a tendencia é esse numero aumentar.

 

A grande diferença desses atletas que estão indo atuar na China é que muitos cumprem todo o contrato, os clubes pagam os salários e premiações em dia e diferente de outros lugares do mundo a China é muito receptiva e segura, motivo pelo qual muitos atletas estão optando por atuar no país.

Estão atrelando a recente onda de contratações de brasileiros pelo futebol chinês com a atual situação financeira do nosso futebol e também do país, mas esse é um grande erro, o jogador Conca recebe um dos 10 maiores salários do mundo e os principais atletas da liga recebem salários comparados somente com os jogadores dos gigantes europeus. Os clubes chineses já estão preparando para os próximos anos a contratação de jogadores destacados no cenário mundial e que estão atuando em grande nível.

Uma longa viagem começa com um passo.

Vejo muito potencial o projeto Chinês, o governo tem  no futebol uma forma de entretenimento e lazer para toda a população, são mais de um bilhão de habitantes e o país tem a segunda maior economia do mundo.                                   Outro fator muito importante é que a China já demonstrou que pode realizar grandes projetos esportivos em pouco tempo, basta lembrar que nas olimpíadas de 1992 ficou apenas em 12° no quadro geral de medalhas, 16 anos depois o país sediou uma grande olimpíada e terminou em primeiro lugar, na frente das grandes potencias mundiais.                                                                                                O projeto Chinês já começa com muitos investimentos, clareza e metas pré-estabelecidas, o governo está supervisionando a federação e os clubes e mais importante que isso está investindo cada vez mais na formação de novos atletas, profissionais e torcedores do grande esporte do mundo.

Os Chineses não sabem explicar por que até o hoje o futebol não emplacou no país,  mas tenho certeza que eles sabem o que deve ser feito para alterar essa realidade!

EULER VICTOR.

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Do Erga Omnes no CRF

Episódio 23
Do Erga Omnes no CRF
Erga Omnes é uma expressão latina, usada em jargão jurídico, para indicar que os efeitos de uma lei ou de um ato praticado,tem que valer para todos.
O Direito Brasileiro é “Direito Objetivo”; ou seja, “Vale o que está escrito”. 

 
Isto quer dizer que, por gêneses, vale o que é definido pela “Regra Maior”, e tem que ser sempre igual para todos, enquanto um valor maior não se alevantar para mudá-la. 
 
 
 
Que bom seria se fosse sempre assim; Seria o melhor dos mundos!!! Mas não o é. 
 
Porque estamos clamando por esta máxima jurídica, do “Erga Omnes”, para os senhores associados do CRF? 
 
Por que, no CRF, além de nem sempre se cumprir, igualmente para todos, o que determina a “Regra Maior”, ela também nem sempre vale igualmente para todos. 
 
No CRF a “Regra Maior” é usada segundo a conveniência de alguns mandatários.
 
Dentre alguns dos atos praticados, no CRF, que caracterizam esta afirmativa acima, de violação da “Regra Maior”, destacamos um deles, que fere a lei nº 10.406 de 10 de janeiro de 2002, que instituiu o Código Civil Brasileiro vigente. 
O de que, quando desde 2002, se aprova “alterações estatutárias” no pleno do Conselho Deliberativo, e depois se efetiva estas “alterações estatutárias”, sem haver a competente deliberação de uma Assembleia Geral Específica para tal, o CRF vem praticando constantes e sucessivas agressões ao Art. 59, do Código Civil Brasileiro, quando, de forma mandatória, impõe que: “Compete Privativamente à Assembleia Geral, Alterar o Estatuto”; in verbis: 
 
Art. 59. Compete privativamente a assembleia geral:
I – destituir os administradores;
II – alterar o estatuto.
Parágrafo único. Para as deliberações a que se referem os incisos I e II deste artigo é exigido deliberação da assembleia especialmente convocada para este fim, cujo quórum será o estabelecido no estatuto, bem como os critérios de eleição dos administradores.
 
Como este dito Art. 59, por interpretação dúbia de alguns “doutos”, não vem sendo observado no seu pleno valor, isto está provocando uma desobediência cívica pelo CRF. Não se pode continuar “empurrando com a barriga” esta incerteza sobre o que determina de forma mandatória, o Art. 59, do Código Civil Brasileiro (CCB), que foi provocada por interpretação dúbia de alguns “doutos”; pois, além de estar provocando a desobediência cívica, ainda poderá vir a causar futuros descaminhos às coisas do CRF. 
Isto porque, todos têm, de forma igual, que observar e obedecer, o que é mandatório, pelo dito Art. 59. 
 
Isto precisa, definitivamente, ficar clareado e pacificado, com urgente urgentíssima, pelos “Maiorais”; pois é crucial, para que não aconteça de ser ter no CRF, uma “verdade de cabeça para baixo” provocada pelas várias alterações estatutárias que já ocorreram, e ainda continuarão ocorrendo, tanto na vida do CRF, como de muitos outros clubes brasileiro; alterações estatutárias estas que, por estarem “alterando o estatuto social” sem o exigido aval da Assembleia Geral, em frontal desobediência cívica a um mandamento fundamentalista (o Art. 59 do CCB), que depois poderão vir a ser irreversíveis, e causar danos irreparáveis ao CRF. 
O que é mais estarrecedor ainda, é que o CRF, está conseguindo registrar alterações dúbias deste quilate, que podem vir a ser danosas ao CRF, até mesmo nos livros de registros do Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas. 
 
Será que estão ignorando, de forma apelativa, o que é mandatório pelo Art. 59, do CCB, e com isto estão rasgando o Código Civil Brasileiro (CCB), em plena Luz Solar, com a conivência dos “Guardiões do Estatuto”, que deveriam ser os que teriam que primar pela mantença da “Regra Maior”, e até evitar que possa acontecer haver leniência no Cartório do Registro de Pessoas Jurídicas? 
 
Que não se diga agora que, se alguns “doutos” estão interpretando e/ou palpitando, e até “pedalando”, para permitir que se rasgue o Art. 59, do CCB, apenas com base no disposto na alínea “I” do Art. 217, da Constituição da Republica Federativa do Brasil (CRFB), quando determina, sobre “a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento,in verbis:
 
Art. 217. É dever do Estado fomentar práticas desportivas, formais e não formais, como direito de cada um, observados:
I – a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento;
II – a destinação de recursos públicos para… etc.
 
E que, também, pelo simples fato de haver algum tipo de recurso jurídico apelativo e protelatório, surgido por interpretação individual, e com “Juízo de Valor”, da citada alínea “I” do Art. 217, que ainda está sob a análise do Supremo Tribunal Federal (STF), desde 2004, por não ter sido, ainda, clareado e/ou saneado pelos “Maiorais”, que isto possa permitir se violentar o Art. 59 do diploma legal maior (o CCB) vigente.
Não pode se permitir que esta interpretação parcial, tente sobrestar e/ou ignorar o que é mandatório pelo Código Civil Brasileiro – CCB vigente, que já sofreu até várias alterações desde o seu texto inicial, inclusive, em 2005, quando pela lei nº 11.127, o próprio Art. 59, mesmo sofrendo alterações fortes, ainda manteve, no seu contexto, a afirmativa original de que: “Compete Privativamente à Assembleia Geral, Alterar o Estatuto”.
 
A Lei, por definição, ou ela é vigente e tem validade, ou é revogada e não vale mais.
Como a lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, que instituiu o atual Código Civil Brasileiro, ainda está vigente, ela também está em sua plenitude constitucional.
Agora, se ela “não vale mais”, revoque-a; suspenda-a pelos legítimos meios lícitos e legais; o que não pode é infringi-la por interpretação unilateral recursal, ainda que esteja sob judice, o que poderá, inclusive, gerar toda uma disfunção interpretativa em todas as associações, que poderá causar danos irreparáveis as associações.
Por princípio, por gêneses, tem que se fazer valer o que reza na “Regra Maior” (o CCB); até mesmo de se dar a garantia de que, a Lei tem que valer para todos igualmente.
Ou seja, há que se garantir o Erga Omnes.
 
Urge, portanto, que a “Associação” (todo clube é uma instituição constituída como sendo uma Associação – Art. 53 do CCB) faça “provocar” os “Maiorais”, para que eles decidam o mais rapidamente possível sobre este ditame do Art. 59 do Código Civil Brasileiro (CCB), que é a “Regra Maior”; é o diploma legal, que de forma sistemática e obrigatória, define as competencias concernentes a toda Assembleia Geral de toda e qualquer “Associação”; esta matéria, por estar gerando divergências interpretativas, já foi questionada aos “Maiorais”. Porem, enquanto os “Maiorais” não se clareiam esta dúvida sui generis, “VALE O QUE ESTÁ ESCRITO”; que “Alterar o Estatuto Social compete, Privativamente, à Assembleia Geral do CRF”.
 
Portanto, por ser mandatório pelo Art. 59, do Código Civil Brasileiro (CCB), de que, “Alterar o Estatuto Social compete, Privativamente, à Assembleia Geral do CRF”; qualquer ato diferente deste, definido no Art. 59, é “Ato Nulo”. Não tem validade legal.
Portanto, não há como, no CRF, tentar se legitimar o que é ilegítimo. Que não se Durma com um barulho deste.
 
Em sendo verdadeiro, e válido, o jargão jurídico Erga Omnes, é de fácil dedução que todos os atos praticados pelo CRF (e por mais outras instituições, porem de só menos importância para o CRF) que estejam relacionados com reformas estatutárias pós2002, se não tiverem a competente chancela da deliberação praticada por uma Assembleia Geral Especial do CRF, todos os atos que foram praticados relacionados com reformas estatutárias, serão “Atos Nulos”; sãoLetra Nula”; (That is the Law!).
 
Doutra feita há que se registrar que o CRF já está, desde pós 2002, por “leniência de seus gestores”, carecendo de promover sua competente reforma estatutária, imposta para atender o que é mandatório após a promulgação da lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, que instituiu o Código Civil Brasileiro vigente.
 
Até porque, quando na alínea “I” do Art. 217, da Constituição da Republica Federativa do Brasil (CRFB), determina que sejam observadas as “autonomias das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento”, não há necessidade de se afirmar que tudo “tem que ser dentro do ordenamento e do balizamento legal” (não se insere isto em lei, pois isto é o próprio “obvio ululante”); ou seja, este questionamento utópico, e apelativo, sobre o que dispõe a dita alínea “I” do Art. 217, é apenas puro objeto protelatório; pois não se pode conceder haver “autonomias das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento”, acima do balizamento da lei maior vigente; Se tem liberdade de “autonomias”, mas não se tem “licenciosidade” para fazer o que se quer, acima da lei. Isto é fundamentalismo; é isto que dá a origem de existir o Código Civil Brasileiro – CCB; posto que, é ele, o CCB, quem dita todos os “balizamentos” e as “ordenações” permissíveis, entre as coisas e as pessoas das “entidades desportivas” que vierem a se constituir como sendo associações”.
 
Lei é Lei. Transgredir a lei é crime!!! Cumpra-se então a lei maior, até que valor maior se alevante, para mudá-la ou para revogar o que está disposto; portanto, segundo o Art. 59 do valor maior,
Compete Privativamente à Assembleia Geral, Alterar o Estatuto”,
Em sendo assim, na atual conjuntura de legalidade, qualquer ato praticado em relação a “Alterar o Estatuto” do CRF, diferente do que reza no Art. 59 do CCB, onde se impõe de se ter a competente aprovação da Assembleia Geral Especial, será “Ato Nulo”; Não terá nenhuma validade legal. Será Barbárie; pois,
 
A lei é a origem espiritual, o princípio necessário de toda obediência: não pode haver absurdo mais absurdo que reclamar a obediência, desobedecendo à lei” – Rui Barbosa.
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SOMOS TODOS FLAMENGO! – Sonar da Gávea – A Voz do associado do CRF.

Quando estamos nos unindo para tentar trazer soluções para o nosso clube, pensamos sempre no ideal de Flamengo que queremos viver.
Somos por vezes “egoístas” e “orgulhosos” num sentido sadio de fazer as coisas da melhor maneira possível. E nessa energia, nesse foco, acabamos nos vendo com ânimos acirrados, sem entender por vezes porque, ante outros associados que também desejam o mesmo!!!
Eu entendo quando alguém se “preocupa” quando colocamos no grupo de debate coisas a mais do que os fatos que acontecem na Gávea, assuntos talvez nem pertinentes. É para que não percamos o foco, como grupo, que se une em prol de encontrar soluções para as mazelas que têm acontecido em nosso clube a vários anos. Que têm nos afastado como associados, atletas, e até torcedores!
Esse foco serve para chegarmos, brevemente,  a um tempo em que possamos ver um Flamengo livre de grande parte dos que se dizem Flamengo, mas apenas estão ali para explorar o clube em benefício próprio, deixando para os associados a pior parte, a derrota de ver um espaço sub utilizado, destruído, e sem história!
Então, falemos de Flamengo! Vamos as ideias, soluções, atividades que mostrem como vamos ter de volta as nossas tradições!
Tenho visto muitas pessoas que amam o clube, estupefatos com a facilidade com que os “homens do poder” descumprem ritos e normas do estatuto. Isso é um crime de lesa à nação rubro negra!!! O estatuto tem que ser cumprido!
E eu penso que o estatuto, se cumprido a risca, vai fazer com que muitos que aviltaram as normas e boas práticas sejam banidos! É um pensamento radical.
Mas as coisas têm que começar grandes para depois se ajeitar na conversa. O medo de ferir a regra, deve ser algo sempre constante numa sociedade. Logo depois, a educação completa o resto.
É uma coisa que fico matutando aqui, depois de tantas discussões sobre o clube pela vida afora, e que o nome do grupo me traz a mente…
SOMOS TODOS FLAMENGO!
Mas será que uns seriam mais Flamengo que os outros?
Quem se permite rasgar a carta magna do clube, aceitando praticas que aviltam o estatuto que rege e dá vida ao clube como associação, ferindo de morte a existência do Flamengo… Seria essa pessoa Flamengo?!?
Quem compactua com isso, dando respaldo, seria mais Flamengo do que aquele que pega um ônibus lotado para ver seu time jogar, gastando os caraminguás que poderiam ser do leite de  seu filho?
Penso aqui. Não lutamos apenas pelos associados. Lutamos por todos aqueles que merecem um Flamengo forte, unido, transformador, exemplo de clube e de associação. Vencedores nos esportes e na vida cotidiana! Penso assim.
Aos que se unem em torno desse ideal, agradeço, como rubro negro, e sei que esse é o sentimento comum a todos que amam o clube, fazem parte de sua história de alguma forma, todos aqui já pisaram na Gávea, e sabem o que significa o orgulho de pertencer, como associado, a esta instituição.
Os que nos aviltam, eu penso, não se lhes passa pela mente o tamanho da torpeza de seus atos? Como um facínora solto em meio a sociedade, que sabe que matou, estuprou, roubou, ou algum mal fez a alguém, mas passeia solene e lépido a frente dos homens de bem, como se nada houvesse feito! Estes que nos aviltam, deveriam temer a mão pesada da justiça. E esta justiça é o que clamam todos aqueles que são Flamengo!
Assim como o Brasil clama por justiça, assim clamam os verdadeiros rubro negros. O Flamengo só será verdadeiramente grande, quando andar de mãos dadas com a justiça! E a nossa justiça começa no amor que temos pelo nosso pavilhão, que é protegido pelo nosso ESTATUTO!!!
Não lutaremos com armas, com violência, com injurias, apenas com a verdade.
Pois a grande e pesada força que temos é o amor que nos une pelas nossas cores! Está dito. SRNs!!!
Chico Mauro



Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.

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A Chamada “Engenharia Financeira” deste atual CRF

Episódio 17
A Chamada “Engenharia Financeira” deste atual CRF
Em tempos de crise financeira e da falta de recursos – antes abundantes – no Mercado, causa espanto essa oferta do abandonado patrimônio CRF (de partida, avaliado em 3,5 MM), de excelente liquidez, localização e de relevância imobiliária, em nobre bairro da Zona Oeste.
Com a estratégia de estimular a ideia, dizendo que o dinheiro será revertido em obras no CT-dando eco de “benefício” ao Clube-, já que o imóvel encontra-se abandonado e com dívidas tributárias; a adequação de “oferta” ao associado do CRF soa como “canto da sereia“, tendo em vista que busca amparo no atual Estatuto CRF, por ser um bem do nosso patrimônio.
A “intenção de alienação” ao associado -hoje, em época de vacas magras-, faz apontar, no rito regular, a identificação de, apenas, a alguns poucos associados, com REAL poder aquisitivo dessa compra, em um processo legal!
Como visto na propaganda/anúncio oficial, a referida iniciativa de “oferta” está partindo do atual vice de patrimônio CRF: Wallim Vasconcellos, homem ligado ao sistema financeiro (onde figura como sócio de uma financeira), em uma oferta pública aos associados, através de manifestação em “envelope lacrado”, que apresenta sentido de não haver um jogo de “cartas marcadas“, já que, provavelmente, se apresentarão alguns poucos participantes e, necessariamente, deverá ser a mencionada proposta vencedora levada à aprovação do CODE-CRF.
Todavia, fazendo o papel do advogado do diabo, e se dentre esses eventuais participantes (com potencial financeiro) despontar algum “desconhecido” associado do CRF, sem aparente e/ou declarados recursos, mas que, com um pequeno determinado valor, sobrepusesse o inicial valor de partida da “oferta“?
Como sabido, a Lei que rege as licitações (nº 8.666/93) é, de forma contumaz, fraudada em benefício de outrem, em operações casadas/associadas, dentre terceiros interessados, em jogo de “ofertas“, também de envelopes lacrados…
Digamos que um associado -como acima citado- sem o aparente recurso, mas ligado, ou figura interposta, com o sistema financeiro ou imobiliário, seja o vencedor?
Quem no CRF, dentre esse processo interna corporis, identificará que a operação fora simulada, já que o “pseudo vencedor” não possuía o equivalente montante financeiro, em seu patrimônio declarado àRFB?
Para apimentar, ainda mais, a operação, o tal “pseudo vencedor” poderia receber esse montante de uma offshore (podendo ser a mesma ligada ao mercado financeiro e/ou imobiliário), situada nas Ilhas Virgens Britânicas ou de uma ilhota no Caribe, como as Ilhas Turks e Caicos, p.ex. -reconhecidos Paraísos Fiscais-, que não estabelecem nenhum Acordo de Cooperação Bilateral, em processo de Lavagem de Dinheiro, com o Brasil e o mundo…
Nem precisaria desta remessa ser realizada em nosso solo, mas se aproveitando de um dinheiro já existente naquelas plagas…, em autêntico processo de integração (termo utilizado na linguagem da Lei nº 12.683/12) no branqueamento de recursos…
Mais adiante, esse “pseudo vencedor“, já diante da posse legal do mencionado patrimônio, se revelaria estar “desinteressado” do bem e repassaria à própria offshore, através de venda (podendo até sobrevalorar a operação, trazendo mais recursos pelas vias legais, de uma operação, com o Brasil), camuflando toda a operação aos olhos dos associados do Clube de Regatas do Flamengo, que entenderiam que tudo não passou de um simples processo de compra e venda, no “mercado imobiliário” com um desconhecido, mas determinado associado RN…
É, aguardemos os próximos capítulos ou à prorrogação desse processo, até o seu final; intramuros ou junto à RFB, quando tudo será desvendado à bem do CRF e de seus associados…
Flamengo põe antiga concentração à venda para associados e diz que usará dinheiro no CT
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Por trás dos muros da Gávea – Sonar da Gávea – A Voz do Associado do Clube de Regatas do Flamengo.

Manchete do Globo Esporte: “Após decepção em casa, Cristóvão volta a descer na gangorra do Fla”

“Treinador segue prestigiado pelo presidente do clube, mas não é unanimidade no conselho gestor que administra o futebol. Time não consegue mostrar consistência”

Este pessoal que chegou para administrar o FLAMENGO, tendo menos de dois anos de associação e, que diziam que iriam fazer tudo diferente das administrações passadas, desde que assumiram estão se escondendo atrás dos slogans que criaram. A verdade nua e crua é que estão fazendo bem pior que as administrações que criticaram. Primeiro, talvez pelo pouco tempo de Clube, se esqueceram que o regime do FLAMENGO é PRESIDENCIALISTA. Mas, por desconhecimento, talvez por falta de experiência e, pior, quem sabe por incompetência ou conveniência, criam um tal de “Conselho Gestor”, inventam um tal de CEO, tudo sem o mínimo amparo nas normas vigentes do Clube. Ao que parece, esta balburdia administrativa, desconectada das normas da instituição, parece ser proposital, assim, ninguém “liga o nome à pessoa” ou, mais precisamente, não se consegue conectar o mal feito ao sujeito que o praticou. A verdade é que, no FLAMENGO desses “executivos”, quem mostra a cara é para afirmar que tudo vai bem nas finanças, embora ninguém tenha conseguido comprovar isso. A verdade é que, no FLAMENGO desses executivos, tudo que vai mal ou quando o resultado das ações é aquele costuma cheirar mal, aparece o sujeito oculto: o tal Conselho Gestor. Quando se trata de apurar responsabilidades no FLAMENGO, ou, quem gerencia o caos e a desordem na atividade fim da instituição, não adianta puxar a corda porque não vem nem a coleira: não se consegue encontrar qualquer responsável. Enquanto, nas administrações passadas e tão criticadas, se podia responsabilizar alguém, nesta só existe sujeito oculto. O grupo de executivos, se elegeu com o discurso de que veio para mudar “tudo o que estava errado” e “fazer diferente das administrações passadas”.

Não fosse esse mesmo Globo Esporte, continuaríamos sem saber que o tal “Conselho Gestor” é composto dos seguintes “administradores”:http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2015/07/reunioes-whatsapp-e-poder-no-futebol-o-conselho-gestor-do-fla.html

Mas, aonde estão as ações que conectam o discurso à pratica? Pergunto: como anda a gestão do patrimônio do FLAMENGO? Como os executivos estão tratando os bens do FLAMENGO? Afinal, executivos que recebem R$170 mil mensais, devem estar zelando de forma proba pelos ativos que pertencem ao FLAMENGO. O fato é que, se continuarem a gerir os bens do FLAMENGO como estão fazendo, vai ficar difícil continuar se escondendo atrás do mantra que apregoa “boa gestão e boas praticas”. A verdade é que estão usufruindo dos bens do FLAMENGO sem pudor, estão vendendo seu patrimônio para fazer caixa, dilapidando tudo o que o Clube levou 117 anos para construir.

Como falam e apregoam que existe “transparência” nesta gestão, manda a boa norma, informar se esses executivos tem clausula de “golden parachute” em seus contratos. Ou, quem sabe de golden handshake? Seria bom informar também qual é a situação desses executivos, todos recebendo por RPA mas que, pelo tempo decorrido de serviço dentro do FLAMENGO, já podem ser considerados “empregados” e, portanto, fazem jus aos direitos previstos na CLT e, ao FLAMENGO, cabe começar a recolher os tributos trabalhistas. Não esquecendo que, caso existam as clausulas de Golden Parachute e Golden Handshake em seus contratos, os benefícios previstos deverão ser incorporados ao que valor dos RPA´s.

O discurso da boa gestão financeira e de boas praticas, esconde a troca da dívida pública por dívida privada e, desta forma, colocam o FLAMENGO no caminho que leva à venda da marca. Antecipando as receitas de 2016 até 2018, com manobras que burlam a Lei de Responsabilidade Fiscal, esses executivos estão levando o Clube à insolvência. Como é possível sanear as finanças do Clube quando seguem tomando cada vez mais empréstimos, agora junto à factorings e bancos de segunda linha, que emprestam com juros altíssimos e, ainda levam em garantias reais, o patrimônio do Clube? O balanço de 2012 apresentava saldo de obrigações da ordem de R$90 Milhões e, em 2015 vamos chegar perto do R$280 Milhões, quase 4 vezes mais. A excelência em gestão está condenando o FLAMENGO à falência. As boas praticas vão dilapidar o patrimônio do Clube.

O que dizer então do que estão fazendo com o maior patrimônio do Clube: a torcida do FLAMENGO. A Chapa Azul, formada pela elite da Zona Sul, por executivos de salários milionários, que desprezam o pessoal do R$1,99 e, por isso, seleciona o público dos jogos do FLAMENGO, este que já foi, em outros tempos, um clube popular. Enquanto sobem os preços para a turma do R$1,99, o grupo Chapa Azul distribui crachás e ingressos para os camarotes para a elite que o administra. É assim que tratam as coisas do FLAMENGO? Os executivos, esses profissionais de altos salários, em 3 anos de gestão não aprenderam a montar um time de futebol, nem a contratar um técnico, que se escondem atrás da austeridade e da falta de recursos mas, que de fato, tinham muitos recursos mas que foram muito mal aplicados. Gastaram muito e aplicaram ainda  pior. Com uma arrogância ímpar, são detentores de todos os recordes de performance pífia e, o resultado desta gestão no futebol, é traduzido no decréscimo de torcedores, o que deve colocar o FLAMENGO, em breve, como segunda torcida nacional. Querem mais? É só observar o fiasco do programa ST. O FLAMENGO é o Brasil mas, isso também deixará de ser verdade. Este será mais um legado desse grupo.

Com a maioria de conveniência, toda instalada nas comissões e nos conselhos importantes do Clube, a Chapa Azul instalou a “ditadura da maioria” e, manobra o FLAMENGO, expulsando associados, suspendendo outros, mudando estatuto e, sem respeitar qualquer norma, segue sua rota de destruição. Até quando os incautos, continuaram acreditando que não existe conexão entre a caótica performance no futebol e a administração pelas mãos deste pessoal, esta que se diz diferente das outras e profissional mas, se caracteriza por: falta de planejamento, destruição dos jogadores da base, perda de direitos federativos de atletas, privilégios a certos empresários, contratações desastrosas, indisciplina generalizada no elenco e, principalmente, por gastos exorbitantes e mal feitos, tudo isso “escorado na desculpa da política de austeridade. Pior, é que toda esta farra é bancada com recursos do Programa ST . E, por isso, o FLAMENGO não consegue contratar um único jogador. A política de austeridade não é compatível com contratação de executivos para usufruírem dos bens do FLAMENGO e, ainda serem remunerados com salários estratosféricos. Principalmente, diante dos resultados.   Diante da iminente aparição das verdades, já vão debandar do “Titanic”, em que transformaram o FLAMENGO e, abandonar o “capitão”, como se esse fosse, agora, o único culpado. Em 2,5 anos de gestão anônima, de decisões de um tal conselho gestor que ninguém sabe quem é, agora que as verdades estão deixando de ser secretas, o regime voltou ao Presidencialismo. Depois de flertar por 3 anos com o rebaixamento, a Chapa Flamengo Campeão do Mundo, vai prometer fazer em 2016 o que não fez desde 2013.

Afinal, quem foi o “executivo de R$170 mil mensais” responsável pela contratação de um atleta de R$40 Milhões que faz um acordo de cavalheiros para ele não entrar em campo pelo Clube que desembolsou vultuosa quantia por ele? Como tudo que cheira mal nesta gestão, não se tem um sujeito para responsabilizar, iriam dizer que tais lambanças foram fruto de acordo feito pelo “Conselho Gestor” mas, agora que resolveram abandonar o “Titanic” a culpa do fiasco de 3 anos no futebol do FLAMENGO tem nome: o Sr. Bandeira de Melo, conforme já atesta o ex-VP em sua entrevista a ESPN, num espanto digno de criador diante de sua criatura, após esta ter rompido, justamente, um acordo de cavalheiros entre eles:

http://espn.uol.com.br/video/527879_se-o-bandeira-entender-que-deve-ser-candidato-contrariando-o-combinado-vamos-nos-enfrentar-avisa-bap

SRN / FCGularte

Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.

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A MENTIRA E O AUTORITARISMO TEM COR DEFINIDA

Episódio 16

A MENTIRA E O AUTORITARISMO TEM COR DEFINIDA

Assim como o Brasil, que fechou 2014 com a REELEIÇÃO de um Presidente que muito prometia, como: energia mais barata; mais salários; mais empregos; crescimento de 5% ao ano; teto da inflação de 4,5%; atender ao social, mesmo que a vaca tossisse; etc.; tudo sustentado pela cor VERMELHA, e que, agora, após o passar o período eleitoral, com o fato já consumado, estamos confrontando aquele discurso eleitoreiro fácil, com a realidade dos fatos e números expostos, que “bota na real”, o que fora ilusoriamente prometido na campanha de cor VERMELHA, que só fez trazer revoltar e desconforto ao eleitor mais otimista; Diante disto, os eleitores do CRF, também deveriam adotar um olhar atento e cuidadoso sobre os fatos, as promessas não cumpridas, bem como sobre as bravatas e coligações “sui generis” feitas durante a última campanha, sustentadas pela cor AZUL bem como sobre a verdadeira realidade dos números desta atual gestão AZUL do CRF, e as novas bravatas que irão pautar o próximo pleito deste ano de 2015.

Ao final do ano de 2012, quando o CRF elegeu este novo Presidente AZUL, com um discurso de: renovação; abandono das velhas práticas de gestão; que iriam resolver a dívida do Clube; colocar o CRF no patamar das melhores equipes de futebol do mundo; fazer da Gávea um modelo de clube social; etc.; tudo isto simbolizado por um slogan, “Flamengo Campeão do Mundo”, do qual eles, AZUL, se apropriaram, como se os méritos fossem deles, que nem na Gávea estavam naquela época. Este grupo, que se dizia “apolítico”, e que foi apoiado por um grupo de novatos, agora tentam se infiltrar em todos os poderes do Clube, mesmo que para isto tenham que rasgar as normas maiores e alterar datas de admissão de associados, para poder ocupar as cadeiras mais importantes nas “Comissões” dos Conselhos, embora muitos deles, nunca dantes tivessem pisado na Gávea nem como associado e nem mesmo como Conselheiros, até o dia em que se elegeram, quando, nesta atual gestão lá ingressaram sem tempo estatutário hábil; inclusive muitos dos atuais vice-presidentes nomeados, nem tempo estatutário hábil tinham para poderem exercer os cargos que ainda ocupam até hoje.

Isto é infração disciplinar grave, já denunciada, e prevista estatutariamente.

Tudo isto feito através de uma campanha eleitoreira abusivamente dispendiosa, onde: utilizaram maciçamente das Redes Sociais, provocaram segregação e confronto entre associados; usaram o discurso perverso, numa campanha agressiva, em que apregoava ser uma disputa dos “bons contra os maus”; na vigésima quinta hora, não tiveram nenhum escrúpulo de aceitarem a adesão e de se alinharem com “antigos dirigentes”, aqueles que fizeram esta imensa dívida que hoje temos, e a quem os AZUIS tanto combateram, e por isto propunham a renovação dos gestores, usando, inclusive, este tema nos seus “discursos apelativos”, como sendo seu mote de campanha, etc..

Como pode uma administração, que se diz profissional, e que teve como um dos seus pilares de campanha o tema de se ter a colocação das “pessoas certas no lugar certo para atuar com profissionalismo”, mas que só estão fazendo “sugar” os recursos do Programa ST, que seria para suportar a vinda de bons atletas profissionais para o CRF, mas que está sendo usado para pagar aos seus tais “executivos”, valores muito acima do mercado; “executivos” estes que, nestes últimos dois anos e meio, têm levando o futebol do CRF a lutar para não ser rebaixando para a segunda divisão?

Basta olhar um pouco para alguns sintomas manifestados pelo CRF para saber que, na verdade, “fomos enganados”, à semelhança do que aconteceu no Brasil VERMELHO, por estes dirigentes AZUIS; só que, no Brasil, a verdade está sendo desnudada, e os Brasileiros passaram a conhecer sobre a origem dos recursos que sustentaram a última campanhaVERMELHA; quanto ao CRF, tudo ainda está muito nebuloso, pois todas as informações sobre números e fatos estão bloqueadas aos conselheiros e são guardadas a sete chaves por “alguns” dirigentes; o que se percebe é esta política de entrega do patrimônio do CRF segue firme; vide o último, e requentado, “edital de venda, por qualquer preço”, da sede de São Conrado, no que já fora rejeitado pelo Plenário deste mesmo CODE, nesta mesma gestão AZUL.

Como explicar, que estes mesmos tais “executivos”, os “profissionais” com salários de R$ 150 mil/mês:

– permitiram a escalação irregular do atleta André Santos que quase resultou no rebaixamento do CRF para a “Segundona” no final de 2013?

– tomam decisão, apoiados numa interpretação amadora do RGC (Regulamento Geral das Competições), do qual o CRF é signatário? Até aonde se sabe, não aconteceram demissões, nem mesmo punições, para um fato gravíssimo como este, ações que seriam tomadas contra os irresponsáveis que estivessem envolvidos no caso?

– demitir um atleta profissional, por conta de um episódio com a torcida em Porto Alegre, sem antes verificar as condições rescisórias de seu contrato, e logo depois, o “recontrataram” porque deram conta de que o contrato do atleta possuía uma multa rescisória milionária?

– de uma administração que veio para mudar as coisas; uma administração, que coloca “as pessoas certas no lugar certo” gastar, com estes mesmos “executivos”, mais do que se gasta com a atividade fim do negócio que administra?

Esta situação é o mais clássico exemplo das aventuras do passado, que fora tão combatidas durante as campanhas, o famoso “mais do mesmo”, mas agora requentado por esta atual gestão AZUL, com caras novas de bons moços de um partido de apoio afinado com os “antigos dirigentes”, a quem tanto combateram, e que agora, na busca a sua própria sobrevivência, adota práticas administrativas fétidas e contumazes de diretorias passadas, pela da sucção de recursos das tetas Rubro Negras, que tanto combateram, e que, depois de mais de 02 anos, pregando a austeridade financeira, ocasião que ficaram flertando com o rebaixamento, causado pelos incompetentes “executivos” de R$ 150 mil/mês, continuam a praticar o requentado e manjado, apelativo, de trazer um único jogador, para ver se salvam o CRF da degola, e para tal gastaram mais de R$ 40 MILHÕES com ele, o qual, para entrar em campo na última quarta feira, ainda exigiu um pagamento antecipado de R$ 5 MILHÕES, que foi obtido através de empréstimo, feito por associados anônimos, sem informar aos conselheiros, nem as garantias que foram dadas; nem o custo deste dinheiro; nem a fonte de origem dos recursos.

Quanta Austeridade!!! Quanta falta de Transparência!!!

No início de 2014, esta mesma gestão AZUL, que tanto combateu, criticou e levantou suspeição sobre a gestão anterior, inclusive “inventando” existir uma pseudo dívida, de R$ 750 Milhões, o que nunca foi comprovado pelos balanços financeiros oficiais do CRF, mas que foi usada como um dos pilares centrais do discurso de redução de endividamento por esta mesma gestão AZUL. Esta mesma gestão AZUL, ainda ajudou a aprovar, sem ressalvas, as contas dos exercícios fiscais de 2013, 2012 e 2011, que tanto combateram, mesmo com comprovação documental de ter havido irregularidades em dois destes exercícios fiscais.

As perguntas básicas que não querem calar são, até onde:

– esta gestão AZUL de fato renovou e abandonou as velhas praticas?

– a atual Diretoria se comporta de forma isenta no saneamento das velhas artimanhas e dos malabarismos políticos, que tanto afirmaram que repudiariam?

– esta gestão AZUL, adota um modelo de gestão diferente de seus antecessores, e em que ponto é diferente daquelas táticas anteriores que combatiam?

De diferente nada fizeram, visto que, que como faziam anteriormente:

– atropelaram o estatuto do Clube seguidas vezes, inclusive inovando quando nomearam como vice-presidentes, associados que não preenchiam pré-requisitos necessários à posição que iriam ocupar;

– contribuíram para mudar o quórum do CODE e criarem uma maioria da tirania, com um descaramento nunca dantes verificado na história do Clube;

– o Presidente Eduardo Bandeira de Melo, conforme reconhecido em matéria do Jornal O Lance, afastou vários vice-presidentes nomeados do Conselho Diretor, dentre alguns, Rodolpho Landin e Cláudio Pracownik, apenas para torna-los aptos a votar naquela assembleia do CODE, que puniu, por crime de opinião, o associado Paulo Cezar Ferreira, por denunciar a alienação de patrimônio do Clube sem obedecer aos trâmites estatutários, como estão voltando a fazer agora, em relação a este “último edital de venda, por qualquer preço”, da sede de São Conrado;

A própria Diretoria reconheceu a manobra na entrevista supracitada.

Para explicar melhor o porquê desta manobra indecente, isto aconteceu porque, quando a Assembleia do Conselho de Administração, por ocasião do julgamento do recurso do Associado Paulo Cezar Ferreira, que fora punido com suspensão pelo Conselho Diretor, não alcançou o número suficiente de votos para vencer o recurso do referido associado Paulo Cezar Ferreira; o Conselho Diretor, como forma de rebeldia e revanchismo, levou a questão ao CODE e lá forçou a barra para haver a punição; no que fora acatado pelo presidente da época.

Este é o CRF AZUL, onde, para se reeleger e se perpetuar no poder, providencia a devida exclusão do seu quadro de associados daquele “fulano” que deles discordar e/ou não concordar com todos os seus atos e deslizes.

Agora, se algum dos parceiros AZUIS, os tais “executivos de R$150 mil/mês”, fizer lambança, como a de se esquecer de colocar uma cláusula no contrato do atleta Hernane que impediria sua transferência enquanto não fosse recebido o efetivo pagamento do valor por conta da sua venda; nada acontecerá a eles; além do que, este lançamento do atleta Hernane, também não constar no balanço do CRF; será que seria apenas para ajudar a mascarar o tal “superávit emblemático” e apresentar a mágica da “redução de dívidas”, enganando e iludindo os mais incautos; posto que, apresenta números referentes ao que é pago mas, não apresenta os valores que já foram tomados como empréstimos, como as antecipações de receitas de exercícios futuros das gestões que virão? Inclusive o que já se antecipou junto a Odebrecht e, com isto se engessando o CRF com o Maracanã para as próximas gestões que hão de vir.

Nada disto é dado ao conhecimento dos conselheiros!

Este é o CRF AZUL, que custa mensalmente R$ 9 MILHÕES aos cofres da Gávea, mas que atua com padrão R$ 1,99. Bem que esta gestão azul poderia nos explicar como é que se identifica este quadro bucólico prometido, e para se julgar diferente das outras anteriores, as quais combatiam???

AONDE SE ENCONTRA ESSA TAL DE AUSTERIDADE AZUL,

O Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!

O Alerta busca dar transparência aos fatos.

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Nosso Clube Social – Sonar da Gávea – A Voz do Associado do CRF

Nosso clube parece que esta numa redoma negra… Onde antes eu via centenas de meninos, crianças e jovens correndo, praticado esportes, aprendendo nas escolinhas, onde antes eu via varias pessoas se confraternizando nas piscinas, praticando esportes, nas academias… Lutas. Hoje apenas uma imagem triste do que poderíamos ser. Muitos espaços vazios, uma área social pouco utilizada, sem vida. Ainda existem os heróis que teimam em estar ali, por amor, por zelo, por fidelidade ao clube que tantas alegrias nos deu. Mas alegria, hoje, não é mais o que se vê no clube como antigamente! Parece que estamos ali por obrigação. Obrigação de não deixar, não abandonar o clube nas mãos de quem não sabemos o interesse real com as coisas do clube. Existe uma névoa. E ela só será dissipada com o sopro de vida que os associados possuem! Frequentando e participando, procurando saber as verdades, a história do clube. E colaborar para que, enquanto existir um Rubro Negro, não importa onde estiver, o Flamengo tenha sua história e grandeza jamais apagada dos livros dos esportes e luta diária do nosso povo! Eu creio que mudanças estarão vindo. Dessa vez, mudanças de verdade. Sem falácias!

SRN!!!

Chico Mauro
Conselheiro CRF


Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.

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