Sonar da Gávea – A Voz do Associado do CRF – Sobre a reunião extraordinária de HOJE

                                                                                   
   Hoje será um dia sui generis para o CODE e para a “Retidão” dos associados com as coisas do CRF.Estaremos hoje decidindo se continuaremos com a prática de homologar os “enlatados” que, “ALGUNS” gestores do CRF colocam para o plenário decidir, com a corda no pescoço, sobre suas meias decisões, tomadas nos escaninhos do poder, ou se vale a pena exigir que TODOS os gestores sejam honestos e sinceros, quando trazem estas meias verdades para o CODE homologar.Isto porque, já há a  informação de que tudo que está sendo trazido para ser homologado já vem revestido de um aditamento a ser oferecido por uma “side letter”, que já foi até ajustada entre as partes interessadas.Que bom seria se todos colocássemos nossos conhecimentos a serviço do CRF é não de alguns interesses pessoais de sede e ambição de poder.Já passou da hora de se dar um basta nesta tática de se homologar sem apurar as consequências danosas aos cofres do CRF, como foram os casos de: a) desta mesma pendenga que ora propõem, do caso Renato Augusto, do caso Ibson, do caso da Improbidade Administrativas que foi relatado, deliberado e está engavetado até hoje, e outros mais.Há que se restabelecer nas coisas do CRF, aquele “Princípio da Moralidade”, de que vale a pena ser honesto e sincero. Precisamos dar um fim, também no CRF, da existência da “República da Jararaca”, onde, quando se descobre o ilícito, ninguém sabe quem é você dono do triplex e/ou do sítio.Há que se sobrestar esta convocação de conteúdo nebuloso, até que se esclareçam todos os senões.E, qdo todos os senões forem esclarecidos, se o CRF tiver que assumir, por força do judiciário, o ônus das mazelas gerenciais, que o faça em conjunto com o banimento do seu quadro, de TODOS, MAS TODOS MESMO, que prevaricaram em relação a este ato de ” SAQUE AOS COFRES DO CRF”.ISTO É O MÍNIMO QUE SE EXIGE DE GESTORES QUE QUERIAM SER HONESTO E SINCERO COM OS ASSOCIADOS QUE LHES ENTREGARAM A FESTA DAS COUSAS DO CRF.O CRF espera que cada um cumpra com o seu dever.É vamos ao plenário com a mão na nossa consciência rubronegra.
Abaixo a “República da Jararaca”.
Não se trata de ter ou não aprovação, mas sim de permitir que saibamos na íntegra as cláusulas definitivas e as salvaguardas futuras destes recebíveis, para que não se permita haver antecipações contratuais que iriam contemplar as gestões que hão de vir.
Ou seja, que o filé não seja comido agora é os mocotós,  fiquem com as gestões futuras.
Portanto, se formos usar os recebíveis agora para pagar mazelas pretéritas, em prol do bem do CRF, e o CRF fará isto, urge façamos isto, em nome da probidade administrativa, condicionada a que, aqueles que causaram os deslizes em pauta, ou indenizem o CRF, ou sejam banidos dos quadros do CRF.
Não pode é deixar passar ileso.
 O Gestor é serviçal, se ele não atua como prometido para o cargo eletivo, ele é cúmplice do ato ilícito, do deslize.
Jorge Braga – Conselheiro – Emérito
Vamos esclarecer o que motivou essa reunião extraordinaria urgentíssima….
1 – O CRF, por mazelas de alguns notáveis gestores, que passaram ileso por várias gestões, acumulou uma dívida de 96.000.000,00 (noventa e seis milhões de reais) com o consórcio por conta da má gestão na compra do Edmundo.
2- Foi acordado com o consórcio para pagamento da dívida em sessenta e um milhões. Nada apuraram e nem salvaguardaram o Direito de regresso contra os que causaram estes danos.
3 – Já existem penhorados do CRF 42 milhões de receitas já obtidas.
4 – Ainda restam a pagar dezenove milhões para se levantar a penhora feita contra os cofres do CRF.
5 – A Globo vai antecipar ao CRF, por conta deste contrato 70.000.000,00 (setenta milhões de reais).
6 – O CRF usará dez milhões para pagar ao consórcio e já negociou para pagar os nove milhões restantes em doze prestações mensais a fim de levantar a penhora.
7 – Os sessenta milhões restantes (70-10), serão usados para:
a) Pagar dezessete milhões ao Ronaldinho;
b) Acoes e dividas judiciais (Trabalhista e INSS) num total de vinte e um milhões;
c) que juntos somam um total de trinta e oito milhões.
d) sobram para o CRF 22.000.000,00 (vinte e dois milhões) em caixa para os gestores gastarem de forma como sempre fizeram conforme disposto neste vetusto estatuto.
OBS: Consta que o Grêmio conseguiu descolar  CR$ 100.000.00,00
 
Fabio Vinelli – Sócio Proprietário
Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.
Envie seu texto para Sonardagavea1@gmail.com e participe !
*o sonar da gávea  permite a livre expressão de todo e qualquer associado, participe.
                                                                                
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DA REFORMA DO ESTATUTO E DO REGIMENTO INTERNO

Capítulo II

DA REFORMA DO ESTATUTO E DO REGIMENTO INTERNO

Capítulo II

DA REFORMA DO ESTATUTO E DO REGIMENTO INTERNO (págs. 38/39/40)

APROVADO EM REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO DELIBERATIVO REALIZADA NO DIA 26 DE SETEMBRO DE 2005.

 

Art. 1º. O artigo 50 e seus incisos do Regimento Interno do Conselho Deliberativo passam a vigorar com a seguinte redação:

Art. 50: O procedimento relativo à reforma do Regimento Interno do Conselho Deliberativo e do Estatuto do Clube de Regatas do Flamengo obedecerá aos seguintes conceitos e ritos regimentais.

  • : Serão matérias de exames pela Comissão Permanente de Estatuto:
  1. Propostas ou emendas, efetuadas por qualquer sócio que preencher as condições enumeradas no Artigo 153, exceto a do inciso V;
  • Projetos apresentados por, qualquer Presidente de Poder ou por no mínimo 50 (cinqüenta) Conselheiros.
  • : O Presidente do Conselho ao receber qualquer matéria relativa ao parágrafo anterior despachará, em até 15 (quinze) dias, para a Comissão Permanente de Estatuto e, após esse prazo, mandará publicar por edital seu inteiro teor, em até 5 (cinco) dias, na sede do Clube, com cópias para os demais Poderes, abrindo prazo para emendas nas seguintes condições:
  1. Para propostas que envolvam apenas alterações em um só Capítulo, excetuados os elencados no inciso II e III, e sem reflexos nos demais, o prazo será de até 30 (trinta) dias;
  2. Para os Projetos prazo será de, até 45 (quarenta e cinco) dias, podendo ser renovado no máximo, por igual período quando os seus reflexos influírem em matéria que versar sobre os seguintes itens do Estatuto;
    1. Patrimônio (Título III, cap. único);
    2. Infração disciplinar e penalidade (Título IV, cap. VI);
    3. Responsabilidade Administrativa dos Presidentes de Poder (Título IV, cap. VII);
    4. Orçamento (Título V, cap. XIV);
    5. Eleições (Título V, cap. XV).
  • Para qualquer matéria que verse sobre o Título I, capítulo único, do Regimento Interno do Conselho Deliberativo, o prazo será de, 90 (noventa) dias, podendo ser renovado, no máximo por igual período.
  • : A Comissão Permanente de Estatuto, ao receber as matérias relativas ao parágrafo , iniciará os seus trabalhos emitindo um parecer prévio em, no máximo, 15 (quinze) dias, sobre os possíveis reflexos e remeterá ao presidente do Conselho para as providências elencadas no inciso II ou a devolvera ao sócio, no caso daqueles referidos no inciso I, para que este, caso entenda ser ainda assim necessário à ida ao Plenário, solicite destaque, cumprindo a exigência de apresentação de 50 (cinqüenta) Conselheiros;
  • : Ao emitir o parecer prévio, havendo vários requerimentos de matéria relativa ao parágrafo 1º, o Presidente da Comissão Permanente de Estatuto deverá solicitar prazo, que poderá ser de até 30 (trinta) dias, para organizar os procedimentos previstos neste regimento, ficando sobrestados os demais prazos;
  • : A Comissão Permanente de Estatuto, durante o período previsto no parágrafo anterior, poderá solicitar a presença dos proponentes das matérias, objeto do exame previsto no parágrafo § 1º, e, em comum acordo, adaptarem seus termos em forma de destaque, antes da publicação para emendas.
  • : Depois de normalizadas e adaptadas às matérias, e esgotados os prazos previstos no § 2º, a Comissão Permanente de Estatuto receberá as emendas para análise e estudo de viabilidade jurídica, sempre deliberando por maioria de votos.
  • : A Comissão Permanente de Estatuto terá um prazo igual ao previsto no parágrafo 2º para terminar os seus trabalhos, devendo adotar, quando versar sobre várias matérias, o prazo maior;
  • : Terminado os trabalhos, a Comissão Permanente de Estatuto emitirá um parecer final sobre as matérias examinadas, podendo elaborar um substitutivo para encaminhamento a plenário;
  • : O Presidente do Conselho, após receber o parecer final, convocará em até 15 (quinze) dias à Reunião Extraordinária do Conselho para deliberação e votação em bloco das matérias, na seguinte ordem:
  1. a) Emendas rejeitadas pela Comissão;
  2. b) Projetos de autoria de Presidente de poder, ou subscritos por no mínimo 50 (cinqüenta) Conselheiros;
  3. c) Substitutivos da Comissão Permanente de Estatuto.
  • 10: Durante o encaminhamento, o Presidente do Conselho dará a palavra aos sócios ou seu representante por 10 (dez) minutos para defender suas propostas ou emendas, e outros 10 (dez) minutos para o representante da Comissão Permanente de Estatuto. Logo em seguida colocará em votação.
  • 11: No encaminhamento dos Projetos ou Destaques, será observado o expediente do parágrafo anterior, podendo ser acrescido no máximo por mais 10 minutos para a apresentação da matéria pelos proponentes, além de ser aberto o plenário para oradores, limitado este número a 10 (dez), pelo período máximo individual de 5 (cinco) minutos, sempre observando o equilíbrio ideológico dos oradores;
  • 12: No encaminhamento dos substitutivos será concedida a palavra ao representante da Comissão Permanente de Estatuto pelo tempo de 20 minutos, para leitura do parecer final e apresentação do substitutivo, podendo ser prorrogado por no máximo mais 10 (dez) minutos, além de ser aberto o plenário para oradores, limitado este número a 10 (dez), pelo período máximo individual de 5 (cinco) minutos, sempre observando o equilíbrio ideológico dos oradores;
  • 13: Terminadas as votações, serão incorporadas ao Estatuto Social de imediato todas as matérias aprovadas pelo plenário.

A Eminência Parda da Gávea – Alerta Flamengo

Episódio 22
Este quadro de desconforto, gerado sob o olhar apático e silencioso daqueles associados incautos e “indiferentes”, é que, de repente, se permitiu fazer surgir nesta atual Gestão da Gávea, a figura obscura e refratária da Eminência Parda a qual, desde a formação original do atual grupo – e que domina esta atual gestão do CRF – lançou-se, a si mesmo, como sendo ele o atual epicentro das decisões do CRF e que – neste regime que se intitula ser democrático -, buscou transformar o atual Presidente do CRF numa verdadeira Rainha da Inglaterra onde ele reina, mas não governa.
Hoje, a existência na Gávea desta tal “Eminência Parda” é inconteste.

Isto pode ser constatado com esta recente e repentina divergência, surgida com este Bate Bocaocorrido entre os “iluminados”, que protagonizaram esta radicalização nociva, que foi provocada com aFFERJ, em relação à conduta adotada pelo atual Presidente do CRF, e a posição contrária daEminência Parda, o que, inclusive, foi o gerou seu afastamento do Corpo Diretor. 
E isto também é inconteste.
Muitos dos desmandos que aqui serão citados, e outros mais que não o serão, mas que merecem ser conhecidos, estão bem detalhados pelo Benemérito Wiliam Santos, no seu Livro “Por trás dos Muros da Gávea”.
Livro este que, todo Rubro Negro autêntico deveria lê-lo, diante das minucias, ali contidas, do passado e da atual “gestão” CRF.
A íntegra da entrevista com o autor do livro, que contem alguns tópicos interessantes, pode ser vista e ouvida no endereço:
Há tempos que várias gestões do CRF se divorciaram da transparência e da obediência à letra estatutária, para buscarem se amasiar com o arcaico e cartorial “modus faciendi”, adotado na república velha, o qual ainda hoje se preserva na Gávea, pelo clientelismo de “coroados”, para permitir favorecimentos grupal, próprio do nepotismo brasileiro, para alguns de seus “consortes” que, como se cartel fosse, seguem agindo e marginalizando a letra estatutária, e com isto fizeram criar este caldo de incertezas, propício a permitir fazer surgir na Gávea, esta execrável figura da Eminência Parda.
Tudo isto só aconteceu por ter o CRF, sob o olhar apático e silencioso, de associados “indiferentes”, que durante várias gestões, ignoraram existir este nefasto modelo cartorial da república velha, onde, dentre outros deslizes, se destacam:
– a criação dos tais sócios OFF RIO, sem a devida e exigida cobertura estatutária mandatória, a qual foi imposta de forma monocrática e unilateralmente, na gestão do Mico Preto”;
– a criação nos valores financeiros do CRF, a partir dos anos de 1970, deste famigerado, fictício, escandaloso e desvirtuado “Caixa 2” do CRF;
– o súbito surgimento do nada, desta dívida astronômica e apelativa, com o Consórcio Plaza, que, como filha de chocadeira, não teve pai e tampouco mãe e, como sempre afirmou o ex-presidente que a gerou que ela era inexistente, e hoje é uma dívida real, impositiva e causada por leniência de todas as gestões, pós a gestão do “Mico Preto”;
– esta quase impagável dívida fiscal, gerada por várias gestões, e que agora é motivação de especulação política eleitoreira, abusando da boa fé dos associados;
– as diversas (quase) convocações do CODE/CRF, onde os conselheiros são chamados para apenashomologar o que já foi decidido pelos “coroados” em seus escaninhos gestores, com a subserviência de muitos dublês;
– os não julgamentos conclusivos das várias prestações de contas, de diversos exercícios fiscais, que ainda pendentes (pois ainda estão camuflados, como esqueletos, pelas tais das “Ressalvas” nos seus balanços) e que nunca foram apurados, mas já tiveram suas “prestações de contas” aprovadas pelo plenário, mas com ressalvas, por força de interesses prejudiciais ao CRF. Destaque para o crime de ”Apropriação Indébita”, apontado em relatório próprio, e aprovada pelo pleno do CODE/CRF, e até hoje sem punição aos bravateiros gestores do CRF;
– a Mansão de São Conrado, que foi doada por um dirigente dedicado, mas que agora, por motivos de especulação imobiliária está sendo usada para se vender e fazer liquidez de caixa para tapar os buracos da incompetência de gestões fanfarronas;
– a troca da dívida pública pela dívida privada, feita com instituição financeira que praticam altos custos financeiros;
– a tática de inchar o CODE, com novos conselheiros eleitos, alguns até alheios ao Corpo Transitório, no meio e durante um período de uma gestão – que no CRF, ele é sempre de 03 anos -, que além de agredir e ferir mortalmente qualquer conceito e princípio básico de período de gestão, ele foi violentando ao estender estes direitos a outros associados proprietários não pertencentes ao seu Corpo Transitório;
– enfim, aconteceram e ainda continua a acontecer nesta atual gestão azul, um festival de lambanças, feitas com este nefasto modelo cartorial da república velha.
Entretanto, aqueles associados que quiserem observar com mais atenção e tomar como aprendizado este sui generis, relevante e importantíssimo Bate Boca, protagonizado entre o atual Presidente do CRF, e a “Eminência Parda” da Gávea, este Alerta, que ora está sendo oferecido aos associados, para poderem aperfeiçoar as gestões futuras em relação a DIREÇÃO MAIOR DAS COISAS DA GÁVEA, e para acabar com este modelo cartorial de república velha, que já deveria ter sido extinguido há tempos, caso tivéssemos feito nosso trabalho de casa em relação a uma nova letra estatutária e que, como via de consequência, nunca teria se permitido surgir no CRF esta figura nociva e execrável da Eminência Parda. Se, esta nova letra estatutária tivesse sido efetivada hoje todos poderíamos estar a se ufanar de que no clube de maior torcida do mundo, existiria um Estatuto Social proativo, novo, dinâmico e moderno, com:
-Transparência nos atos administrativos;
– Transparência e responsabilidades nas convocações do CODE/CRF;
–  Transparência na equação das dívidas;
–  Transparência nos compromissos futuros;
–  Respeito aos ditames da letra estatutária;
–  Ampla Harmonia e Confiança dentre a maioria dos seus associados.
Dentre outras tantas, dignas de um CRF como o que já existiu em um passado que o encheu de glórias e títulos.
Mas as vaidades pessoais e os interesses grupais de “coroados”, sempre boicotaram a aprovação de haver um Estatuto Social proativo, novo, dinâmico e moderno.
Este é bom exercício de observação, que deixamos para o associado eleitor do CRF fazer o seu próprio juízo de valor, na hora de decidir, sobre a sua escolha dos novos mandatários do CRF, que já está a se desenhar para o final deste ano de 2015.
Esta eminente e execrável figura “parda” da gávea consegue, por mais absurdo que seja, utilizar seus poderes de persuasão para, mesmo a distância, fazer com que muitos venham a venerá-lo, e cumprir as suas infundadas instruções, que lançadas são, pelos seus tentáculos, desde lá da “terra da garoa” até os salões da Gávea…
Esperamos que surja na Gávea UM RUBRO NEGRO AUTÊNTICO, lúcido, desprovido de vaidades, e de outras intenções inadequadas, e, principalmente, com propostas de reformas adequadas e autênticas, em que se permitirá construir uma nova letra estatutaria em consenso com a maioria ordeira e obediente as normas maiores, para que se permita administrar este nosso CRF harmonicamente, o qual é o Maior Clube do Mundo, e com a grandiosidade de ter mais de 40 milhões de torcedores.
Tudo o que se deseja é que não mais haja na Gávea uma Eminência Parda!!!
 
Apenas como ilustrativo informamos que, em política, Eminência Parda é o nome que se dá quando determinado sujeito, que não é o governante supremo, mas é o verdadeiro e mais poderoso governante, que agindo muitas vezes por detrás do soberano legítimo, o transforma em uma marionete.
Porque se chama Eminência Parda?
Na era medieval dizia-se que ela (a Eminência Parda) ficava por detrás do trono do rei, de onde emanava todo o seu despotismo dominante do poder. (par ici, poder por trás do trono).
Desde priscas eras, existem personagens obscuras que, oficialmente, não aparecem de frente (se resguardando de suas mazelas) nas esferas das decisões políticas; porém exercem uma fortíssima influência nas decisões do governante maior. Essa figura dominante é denominada de a Eminência Parda do poder.
O seu domínio político, e influência sobre os demais, em determinadas circunstâncias, é tamanho que, aquele que responde pelo poder, não dá nenhum passo sem consultá-lo, pedindo a sua benção (muitas vezes a extrema-unção); e, quando o governante maior não segue rigorosamente as suas orientações, pode ser substituído, e até deposto.
Esta expressão Eminência Parda (do francês “éminence grise”) teve sua origem na França, do século 17.
O Cardeal Richelieu (1585-1642), que era o primeiro-ministro, todo poderoso do rei da França Luís XIII (1601-1643), usava vestimentas vermelhas (hábito), e tinha uma espécie de “braço direito” seu, um frei capuchinho, conhecido por padre Joseph, (seu nome verdadeiro era, François Lecrerc du Tremblay (1577-1638), e que usava vestimentas, na cor parda (hábito).
A Dupla (Richelieu e Joseph), embora muito unida, era temida e odiada por seus críticos, de quem ganharam os apelidos de “eminência vermelha” e “eminência cinza”, respectivamente, em referência às cores de seus hábitos.
Mas por que alguém, que exerce um grande poder a partir dos bastidores, é conhecido comoEminência Parda e não cinza – que seria a tradução mais óbvia do francês grise?
Embora Leclerc nunca tivesse alcançado o posto de cardeal, aqueles ao seu redor se dirigiam a ele como tal, em deferência à influência considerável deste frade “pardo“, sobre a “Sua Eminência”, oCardeal Richelieu.
Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!
Alerta busca dar transparência aos fatos.
 
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A Mentira é Azul – A Voz do Associado do CRF

A Mentira é Azul

Os Atuais dirigentes do Flamengo estão divulgando um resultado de balanço, que segundo os azuis, o Clube terá um lucro de 89 Milhões de reais EBITDA. Trata-se do lucro antes das deduções de juros, impostos, depreciações e amortizações. É uma sigla em inglês de Earnings Before Amortization. Se contabilizadas corretamente, estas despesas ultrapassaram 100 Milhões. Ou seja, o resultado será NEGATIVO.
Os Azuis apostam na falta de conhecimento do associado e da mídia e usam tática de campanha da Dilma. MENTIRAS E MAIS MENTIRAS. A MENTIRA É AZUL.
Willian Santos
Sócio Benemérito

Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.

Envie o seu texto para sonar@sonardagavea.com , aqui a sua opinião importa.

AFINAL O CRF TEM OU NÃO TEM SÓCIO OFF RIO?

Episódio 18
AFINAL O CRF TEM OU NÃO TEM SÓCIO OFF RIO?
Não pode é o CRF ser uma Arca de Noé, onde sempre cabe mais um!
 
 
    No Estatuto Social do CRF, e/ou no seu Regimento Interno, bem como nas alterações cabíveis, aprovadas pelo plenário do Conselho Deliberativo (que é o poder maior, onde se define as normas maiores e as coisas do nosso CRF) não existe uma só linha sequer que sinalize como poder sustentar, e reconhecer a existência, desta fajuta e “marginal” categoria de associado, denominada de “OFF-RIO”; nem tão pouco sinaliza se eles teriam “Diretos e Deveres” estatutários e/ou em que circunstâncias seria permitida sua participação como associado do CRF.
Que não se venha agora apelar, como derradeira justificativa subjetiva, que baseado em apenas um puro e simples atestado, baseado num “parecer”, feito com “Juízo de Valor” de um associado, de que estes “tais associados” “OFF-RIO” possam ser legitimados, pela singela analogia, de poder se assemelhar com qualquer uma outra categoria de associados, que já estejam definidas e consagradas, na norma estatutária, mesmo que seja de forma diferenciada, possam ter legitimidade para ser validada; isto é bem típico de exemplos cartoriais desvirtuado, usados na velha república tupiniquim, que tem sido adotado como “modus facienti” há várias gestões no CRF, e que foi o que fez permitir, em 1995, na gestão Kleber Leite, que se pudesse “inventar” a criação dos tais Sócios OFF RIO, de forma “marginal” à letra estatutária, posto que não veio revestido da legítima, competente e necessária cobertura estatutária exigida; que, inclusive, com isto, vem ferir o “mens legis” estatutário.
Tudo isto vem acontecendo, no CRF, durante várias gestões, sob o olhar apático, silencioso e indiferente, dos incautos e daqueles “que não se comovem com estes desmandos”, de permitir que “alguns” venham a se amasiar, com este nefasto modelo cartorial da república velha, que ainda temos.
Ou seja, os “OFF-RIO”, que já existem há tempos, de forma ilícita, nas hostes do CRF, vem sobrevivendo (como o tal do “Jogo de Bicho”) à margem das normas estatutárias vigentes, por haver tenebrosas transações de grupos apegados aos seus interesses de próprios, e que estão induzindo o CRF pelo caminho de um suicídio politico, causado por um desarranjo institucional.
Há várias gestões, o CRF vem se divorciando da transparência e da obediência à letra estatutária, para se amasiar com este vetusto modelo cartorial da república velha, e único no mundo, que hoje temos, onde pelo clientelismo de “coroados”, permitiu que houvesse favorecimento grupal, próprio do nepotismo brasileiro, para alguns de seus “consortes” que, agindo como se cartel fosse, marginalizaram a nossa letra estatutária, criando um caldo de incertezas, que propícia e permite fazer surgir na Gávea, esta figura de imaginaria e “marginal” dos tais OFF-RIO.
Hoje, a existência “dos tais OFF-RIO” como associado, é tão esdrúxula, cabotina e surrealista, que eles até podem votar e pertencer como membro integrante e ativo do Corpo Transitório do Conselho Deliberativo do CRF, mesmo com a limitação tácita burocrática de só poderem frequentar as dependências da Gávea por apenas 60 dias por ano; razão pela qual a maioria deles (OFF-RIO) são eliminados por falta, logo na quarta reunião do Conselho Deliberativo.
Portanto, pelo Bom Direito, ao se forçar legitimar esta “tal” categoria “OFF-RIO” nas coisas do CRF, está se caracterizando haver uma contravenção; visto que este assunto nunca foi, sequer, apresentado para deliberação pelo fórum legítimo, que é este Conselho Deliberativo.
Há de surgir na Gávea, UM RUBRO NEGRO AUTÊNTICO, lúcido, desprovido de vaidades e de outras intenções inadequadas e, principalmente, com propostas de reformas adequadas e autênticas, que permitam haver um “Choque Da Realidade”, que permita se construir uma nova letra estatutária em consenso, e com a maioria ordeira e obediente aos ditames do CCB, que nos permita administrar, harmonicamente, este nosso CRF, que é o Maior Clube do Mundo, e com a grandiosidade de ter mais de 40 milhões de torcedores.
Embora “alguns” não queiram aceitar esta discusão de forma pacífica, e que tem que ser politizada, o CRF vai ter que escolher entre: ou se faz esta emperrada “Reforma Estatutária” de forma sadia e ordeira; ou se vai continuar neste caminho do suicídio político, causado por este desarranjo institucional, que já vivemos há décadas que, inclusive, permitiu que se “inventasse” estes “tais associados” “OFF-RIO”.
Mas então como eles (OFF-RIO) surgiram e porque ainda existem, e em que circunstâncias seria permitido sua participação como associado do CRF, e quais seriam os “Diretos e Deveres” estatutários desta pseudo categoria “marginal” destes “tais associados” “OFF-RIO”, já que eles não existem na estrutura estatutária do CRF?
Vamos aos fatos:
A criação dos “tais associados” “OFF-RIO”, teve sua origem em 1995 quando, por ocasião do centenário do CRF, o então presidente Kleber Leite, teve a pretensão de conseguir alcançar a meta de o CRFter 100.000 associados naquele ano de 1995.
Para tal, o presidente Kleber Leite, baseado num “parecer”, feito com “Juízo de Valor” de um associado próximo a ele, onde afirmava que no CRF os “tais sócios” “OFF-RIO” (naquela época, o CCB da época, ainda não diferenciava entre ser “sócio” e ser “associado”) poderiam ser criados com valores monetários diferenciados para menos, e com limitações no uso das dependências do Gávea (de ser apenas por 60 dias), mas com “direitos e deveres estatutários” idênticos aos dos “sócios contribuintes” (o que já era uma aberração), e sob a alegação que os tais “sócios” “OFF-RIO”, era “apenas” uma “variante” do “sócio contribuinte” (este “parecer” nunca teve o aval do plenário do Conselho Deliberativo!).
Diante deste “parecer”, com “Juízo de Valor” de um associado, o então presidente Kleber Leite, passando por cima da autoridade, da competência e do exigido aval do plenário do Conselho Deliberativo, e afrontando e rasgando os ditames da letra estatutária, fez surgir, de forma aleatoriamente, autoritária e por vontade unilateral da autoridade mandatária, “oficializou” com uma “canetada”, e pelo ”Poder de Príncipe”, no ano do centenário do CRF (em 1995), a existência burocrática e marginal à letra estatutária, dos tais “sócios” “OFF-RIO”, que, por gêneses, já “veio malhada” com a mácula da marginalidade estatutária.
Que “Presente de Grego” em pleno ano do Centenário do CRF!
Como o princípio adotado no Direito Brasileiro é o do “Direito Positivo” e não o do “Direito Pressuposto”, não há, portanto, nenhuma sustentação estatutária aceitável para se continuar tolerando a existência destes “tais associados” “OFF-RIO” (que é marginal em relação ao que dispõe a nossa letra estatutária), nem tampouco como permitir que continuem interagindo na vida política do CRF e, quiçá, no Corpo Transitório do Conselho Deliberativo.
Será que um simples ato administrativo monocrático e marginal, pode dar sustentação para permitir haver uma contravenção perigosa como esta nas hostes do CRF?
Será que, em sendo estes relatos verdadeiros, a sobrevivência destes tais, agora, “associados” “OFF-RIO”, resistiria a uma vista ao Judiciário? Pois,
fazer Justiça em um lugar qualquer é sempre uma ameaça em qualquer lugar”!
Diante destas evidências patentes, aqui expostas, urge que esta Presidência do Conselho Deliberativo, não permita continuar a existir esta contravenção dentro do Conselho Deliberativo, que é a participação, destes “tais associados” “OFF-RIO” nas coisas do CRF, introduzido que foi, de forma autoritária e marginal, por vontade unilateral de uma autoridade mandatária, sem ter acontecido a necessária e competente deliberação, pelo fórum legitimo (que é o plenário do Conselho Deliberativo do CRF), que é exigida para legitimar a sua existência.
Em sendo assim, como nos ensina a máxima jurídica de que, no Direito Brasileiro, o princípio adotado é sempre o do “Direito Positivo”, estes atuais mandatários têm, por dever de oficio, e por compromisso de campanha, a obrigação de interromper imediatamente a participação nas coisas do CRF destes “tais associados”, “OFF-RIO”, marginais à letra estatutária, pois não atendem aos pré-requisitos necessários, e que são explicitamente impostos pela letra estatutária, e exigidos, para que possam pertencer ao “Quadro Associativo do CRF” e, por via de consequência ao “Corpo Transitóriodo Conselho Deliberativo”.
Que os mandatários deixem que os reais Conselheiros do CRF sejam apenas aqueles explicitamente definidos no corpo do “Quadro de Associados” pela letra estatutária, e não se ermita haver qualquer “interpretação”, por “Juízo de Valor” e/ou tutela, baseado apenas na vontade individual, monocrática e despótica de mandatário sobre a letra estatutária, como o desta contravenção que foi a criação dos “tais” “OFF-RIO”.
Até que se resolva, estatutariamente, esta questão desta contravenção estatutária, provocada pela permissibilidade da existência dos “tais” “OFF-RIO” nas coisas do CRF,
URGE QUE OS MANDATÁRIOS SUSPENDAM, IMEDIATAMENTE, A PARTICIPAÇÃO DOS OFF-RIONA ESTRUTURA DO CRF,
Insistir os mandatários do CRF, em manter, por este desvio estatutário, que é a permanência dos “OFF-RIO” nas coisas do CRF; inclusive como membros do Corpo Transitório do Conselho Deliberativo, que está, desde há muito, comprometendo a legitimidade de todos os atos e decisões praticados pelo Conselho Deliberativo.
O CRF não pode ser a Arca de Noé, onde sempre cabe mais um!
Este é um exercício de observação que o ALERTA oferece àqueles associados, eleitores do CRF, interessados em fazerem seu próprio “Juízo de Valor” sobre esta desobediência cívica à letra estatutária, praticada por desmando e condescendência dos maiorais e que, há muito tempo, é violentado pela tolerância de muitas gestões.
Urge que se faça o CRF, retornar para a legitimidade e a legalidade!
O Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!
O Alerta busca dar transparência aos fatos.
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A Chamada “Engenharia Financeira” deste atual CRF

Episódio 17
A Chamada “Engenharia Financeira” deste atual CRF
Em tempos de crise financeira e da falta de recursos – antes abundantes – no Mercado, causa espanto essa oferta do abandonado patrimônio CRF (de partida, avaliado em 3,5 MM), de excelente liquidez, localização e de relevância imobiliária, em nobre bairro da Zona Oeste.
Com a estratégia de estimular a ideia, dizendo que o dinheiro será revertido em obras no CT-dando eco de “benefício” ao Clube-, já que o imóvel encontra-se abandonado e com dívidas tributárias; a adequação de “oferta” ao associado do CRF soa como “canto da sereia“, tendo em vista que busca amparo no atual Estatuto CRF, por ser um bem do nosso patrimônio.
A “intenção de alienação” ao associado -hoje, em época de vacas magras-, faz apontar, no rito regular, a identificação de, apenas, a alguns poucos associados, com REAL poder aquisitivo dessa compra, em um processo legal!
Como visto na propaganda/anúncio oficial, a referida iniciativa de “oferta” está partindo do atual vice de patrimônio CRF: Wallim Vasconcellos, homem ligado ao sistema financeiro (onde figura como sócio de uma financeira), em uma oferta pública aos associados, através de manifestação em “envelope lacrado”, que apresenta sentido de não haver um jogo de “cartas marcadas“, já que, provavelmente, se apresentarão alguns poucos participantes e, necessariamente, deverá ser a mencionada proposta vencedora levada à aprovação do CODE-CRF.
Todavia, fazendo o papel do advogado do diabo, e se dentre esses eventuais participantes (com potencial financeiro) despontar algum “desconhecido” associado do CRF, sem aparente e/ou declarados recursos, mas que, com um pequeno determinado valor, sobrepusesse o inicial valor de partida da “oferta“?
Como sabido, a Lei que rege as licitações (nº 8.666/93) é, de forma contumaz, fraudada em benefício de outrem, em operações casadas/associadas, dentre terceiros interessados, em jogo de “ofertas“, também de envelopes lacrados…
Digamos que um associado -como acima citado- sem o aparente recurso, mas ligado, ou figura interposta, com o sistema financeiro ou imobiliário, seja o vencedor?
Quem no CRF, dentre esse processo interna corporis, identificará que a operação fora simulada, já que o “pseudo vencedor” não possuía o equivalente montante financeiro, em seu patrimônio declarado àRFB?
Para apimentar, ainda mais, a operação, o tal “pseudo vencedor” poderia receber esse montante de uma offshore (podendo ser a mesma ligada ao mercado financeiro e/ou imobiliário), situada nas Ilhas Virgens Britânicas ou de uma ilhota no Caribe, como as Ilhas Turks e Caicos, p.ex. -reconhecidos Paraísos Fiscais-, que não estabelecem nenhum Acordo de Cooperação Bilateral, em processo de Lavagem de Dinheiro, com o Brasil e o mundo…
Nem precisaria desta remessa ser realizada em nosso solo, mas se aproveitando de um dinheiro já existente naquelas plagas…, em autêntico processo de integração (termo utilizado na linguagem da Lei nº 12.683/12) no branqueamento de recursos…
Mais adiante, esse “pseudo vencedor“, já diante da posse legal do mencionado patrimônio, se revelaria estar “desinteressado” do bem e repassaria à própria offshore, através de venda (podendo até sobrevalorar a operação, trazendo mais recursos pelas vias legais, de uma operação, com o Brasil), camuflando toda a operação aos olhos dos associados do Clube de Regatas do Flamengo, que entenderiam que tudo não passou de um simples processo de compra e venda, no “mercado imobiliário” com um desconhecido, mas determinado associado RN…
É, aguardemos os próximos capítulos ou à prorrogação desse processo, até o seu final; intramuros ou junto à RFB, quando tudo será desvendado à bem do CRF e de seus associados…
Flamengo põe antiga concentração à venda para associados e diz que usará dinheiro no CT
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Por trás dos muros da Gávea – Sonar da Gávea – A Voz do Associado do Clube de Regatas do Flamengo.

Manchete do Globo Esporte: “Após decepção em casa, Cristóvão volta a descer na gangorra do Fla”

“Treinador segue prestigiado pelo presidente do clube, mas não é unanimidade no conselho gestor que administra o futebol. Time não consegue mostrar consistência”

Este pessoal que chegou para administrar o FLAMENGO, tendo menos de dois anos de associação e, que diziam que iriam fazer tudo diferente das administrações passadas, desde que assumiram estão se escondendo atrás dos slogans que criaram. A verdade nua e crua é que estão fazendo bem pior que as administrações que criticaram. Primeiro, talvez pelo pouco tempo de Clube, se esqueceram que o regime do FLAMENGO é PRESIDENCIALISTA. Mas, por desconhecimento, talvez por falta de experiência e, pior, quem sabe por incompetência ou conveniência, criam um tal de “Conselho Gestor”, inventam um tal de CEO, tudo sem o mínimo amparo nas normas vigentes do Clube. Ao que parece, esta balburdia administrativa, desconectada das normas da instituição, parece ser proposital, assim, ninguém “liga o nome à pessoa” ou, mais precisamente, não se consegue conectar o mal feito ao sujeito que o praticou. A verdade é que, no FLAMENGO desses “executivos”, quem mostra a cara é para afirmar que tudo vai bem nas finanças, embora ninguém tenha conseguido comprovar isso. A verdade é que, no FLAMENGO desses executivos, tudo que vai mal ou quando o resultado das ações é aquele costuma cheirar mal, aparece o sujeito oculto: o tal Conselho Gestor. Quando se trata de apurar responsabilidades no FLAMENGO, ou, quem gerencia o caos e a desordem na atividade fim da instituição, não adianta puxar a corda porque não vem nem a coleira: não se consegue encontrar qualquer responsável. Enquanto, nas administrações passadas e tão criticadas, se podia responsabilizar alguém, nesta só existe sujeito oculto. O grupo de executivos, se elegeu com o discurso de que veio para mudar “tudo o que estava errado” e “fazer diferente das administrações passadas”.

Não fosse esse mesmo Globo Esporte, continuaríamos sem saber que o tal “Conselho Gestor” é composto dos seguintes “administradores”:http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2015/07/reunioes-whatsapp-e-poder-no-futebol-o-conselho-gestor-do-fla.html

Mas, aonde estão as ações que conectam o discurso à pratica? Pergunto: como anda a gestão do patrimônio do FLAMENGO? Como os executivos estão tratando os bens do FLAMENGO? Afinal, executivos que recebem R$170 mil mensais, devem estar zelando de forma proba pelos ativos que pertencem ao FLAMENGO. O fato é que, se continuarem a gerir os bens do FLAMENGO como estão fazendo, vai ficar difícil continuar se escondendo atrás do mantra que apregoa “boa gestão e boas praticas”. A verdade é que estão usufruindo dos bens do FLAMENGO sem pudor, estão vendendo seu patrimônio para fazer caixa, dilapidando tudo o que o Clube levou 117 anos para construir.

Como falam e apregoam que existe “transparência” nesta gestão, manda a boa norma, informar se esses executivos tem clausula de “golden parachute” em seus contratos. Ou, quem sabe de golden handshake? Seria bom informar também qual é a situação desses executivos, todos recebendo por RPA mas que, pelo tempo decorrido de serviço dentro do FLAMENGO, já podem ser considerados “empregados” e, portanto, fazem jus aos direitos previstos na CLT e, ao FLAMENGO, cabe começar a recolher os tributos trabalhistas. Não esquecendo que, caso existam as clausulas de Golden Parachute e Golden Handshake em seus contratos, os benefícios previstos deverão ser incorporados ao que valor dos RPA´s.

O discurso da boa gestão financeira e de boas praticas, esconde a troca da dívida pública por dívida privada e, desta forma, colocam o FLAMENGO no caminho que leva à venda da marca. Antecipando as receitas de 2016 até 2018, com manobras que burlam a Lei de Responsabilidade Fiscal, esses executivos estão levando o Clube à insolvência. Como é possível sanear as finanças do Clube quando seguem tomando cada vez mais empréstimos, agora junto à factorings e bancos de segunda linha, que emprestam com juros altíssimos e, ainda levam em garantias reais, o patrimônio do Clube? O balanço de 2012 apresentava saldo de obrigações da ordem de R$90 Milhões e, em 2015 vamos chegar perto do R$280 Milhões, quase 4 vezes mais. A excelência em gestão está condenando o FLAMENGO à falência. As boas praticas vão dilapidar o patrimônio do Clube.

O que dizer então do que estão fazendo com o maior patrimônio do Clube: a torcida do FLAMENGO. A Chapa Azul, formada pela elite da Zona Sul, por executivos de salários milionários, que desprezam o pessoal do R$1,99 e, por isso, seleciona o público dos jogos do FLAMENGO, este que já foi, em outros tempos, um clube popular. Enquanto sobem os preços para a turma do R$1,99, o grupo Chapa Azul distribui crachás e ingressos para os camarotes para a elite que o administra. É assim que tratam as coisas do FLAMENGO? Os executivos, esses profissionais de altos salários, em 3 anos de gestão não aprenderam a montar um time de futebol, nem a contratar um técnico, que se escondem atrás da austeridade e da falta de recursos mas, que de fato, tinham muitos recursos mas que foram muito mal aplicados. Gastaram muito e aplicaram ainda  pior. Com uma arrogância ímpar, são detentores de todos os recordes de performance pífia e, o resultado desta gestão no futebol, é traduzido no decréscimo de torcedores, o que deve colocar o FLAMENGO, em breve, como segunda torcida nacional. Querem mais? É só observar o fiasco do programa ST. O FLAMENGO é o Brasil mas, isso também deixará de ser verdade. Este será mais um legado desse grupo.

Com a maioria de conveniência, toda instalada nas comissões e nos conselhos importantes do Clube, a Chapa Azul instalou a “ditadura da maioria” e, manobra o FLAMENGO, expulsando associados, suspendendo outros, mudando estatuto e, sem respeitar qualquer norma, segue sua rota de destruição. Até quando os incautos, continuaram acreditando que não existe conexão entre a caótica performance no futebol e a administração pelas mãos deste pessoal, esta que se diz diferente das outras e profissional mas, se caracteriza por: falta de planejamento, destruição dos jogadores da base, perda de direitos federativos de atletas, privilégios a certos empresários, contratações desastrosas, indisciplina generalizada no elenco e, principalmente, por gastos exorbitantes e mal feitos, tudo isso “escorado na desculpa da política de austeridade. Pior, é que toda esta farra é bancada com recursos do Programa ST . E, por isso, o FLAMENGO não consegue contratar um único jogador. A política de austeridade não é compatível com contratação de executivos para usufruírem dos bens do FLAMENGO e, ainda serem remunerados com salários estratosféricos. Principalmente, diante dos resultados.   Diante da iminente aparição das verdades, já vão debandar do “Titanic”, em que transformaram o FLAMENGO e, abandonar o “capitão”, como se esse fosse, agora, o único culpado. Em 2,5 anos de gestão anônima, de decisões de um tal conselho gestor que ninguém sabe quem é, agora que as verdades estão deixando de ser secretas, o regime voltou ao Presidencialismo. Depois de flertar por 3 anos com o rebaixamento, a Chapa Flamengo Campeão do Mundo, vai prometer fazer em 2016 o que não fez desde 2013.

Afinal, quem foi o “executivo de R$170 mil mensais” responsável pela contratação de um atleta de R$40 Milhões que faz um acordo de cavalheiros para ele não entrar em campo pelo Clube que desembolsou vultuosa quantia por ele? Como tudo que cheira mal nesta gestão, não se tem um sujeito para responsabilizar, iriam dizer que tais lambanças foram fruto de acordo feito pelo “Conselho Gestor” mas, agora que resolveram abandonar o “Titanic” a culpa do fiasco de 3 anos no futebol do FLAMENGO tem nome: o Sr. Bandeira de Melo, conforme já atesta o ex-VP em sua entrevista a ESPN, num espanto digno de criador diante de sua criatura, após esta ter rompido, justamente, um acordo de cavalheiros entre eles:

http://espn.uol.com.br/video/527879_se-o-bandeira-entender-que-deve-ser-candidato-contrariando-o-combinado-vamos-nos-enfrentar-avisa-bap

SRN / FCGularte

Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.

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