Substitutivo da CPE: Patrimônio Histórico

SUBSTITUTIVO:

“Art. 2º – O FLAMENGO tem como objetivos promover, incentivar
e desenvolver:
I – a prática do remo e do futebol, com prioridade;
II – o exercício da educação física e dos demais desportos, de
prática formal ou não, na conformidade da legislação vigente;
III – a formação de atletas olímpicos e paralímpicos, em
instalações adequadas para tanto;
IV – oportunidades de ensino e apoio psicológico, médico e
odontológico que permitam o desenvolvimento pessoal e
acadêmico dos atletas de base, de modo a viabilizar sustento
digno aos que não atingirem a condição de atletas profissionais;
V – reuniões de caráter desportivo, social, cívico, recreativo,
assistencial, educacional e filantrópico;
VI – atividades culturais e de promoção à cultura, através de
projetos, programas e medidas que fomentem os conhecimentos
históricos e as tradições do FLAMENGO, por meio de
espetáculos, cursos, simpósios, artes audiovisuais, exposições,
concursos e quaisquer manifestações culturais vinculadas aos
objetivos do clube.

CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO
Fundado em 15 de novembro de 1895
4
UMA VEZ FLAMENGO, SEMPRE FLAMENGO
VII – atividades de fabricação, mediante licenciamento, de
produtos de perfumaria, cosméticos e toucador, limpeza, óleos
lubrificantes, vitaminas, aparelhos eletro-eletrônicos, relógios,
óculos, jóias, embarcações, revistas, barracas, bijuterias,
impressos em geral, móveis, alimentos em geral, alimentos para
animais, roupas de cama, mesa e banho, vestuário, calçados,
artigos esportivos, brinquedos, bebidas, tabaco, artigos de couro,
artigos de viagem (bolsas, mochilas, carteiras, malas e etc),
artigos de ginástica, artigos de medicina esportiva, equipamentos
de ginástica, bicicletas e bicicletas ergométricas, utensílios
domésticos, e, ainda atividades de prestação de serviços
atinentes a esses produtos, serviços de cartão de crédito,
serviços de comunicação, publicidade e propaganda, serviços
auxiliares ao comércio de mercadorias, serviços de ensino e
educação, serviços de estética pessoal, serviços de diversão,
entretenimento e auxiliares, bem como serviços de caráter
recreativo, desportivo e social, sem fins lucrativos.
§ 1º Para realização dos objetivos do clube, sua administração
observará os princípios da legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade, economicidade, eficiência,
responsabilidade social, gestão democrática e profissionalismo.
§ 2º A administração do clube adotará práticas de gestão
necessárias e suficientes para coibir a obtenção, pelos
administradores, individual ou coletivamente, de benefícios ou
vantagens pessoais, em decorrência da participação no
respectivo processo decisório.”

“CAPITULO X
DAS VICE-PRESIDÊNCIAS
Art. 131- Compete aos vice-presidentes de departamentos:
(…)
XVI – de PATRIMÔNIO HISTÓRICO: – organizar, controlar,
guardar e conservar os valores históricos do FLAMENGO;
incrementar o acervo através de pesquisas e captação de bens e
dados; fornecer informações e dar suporte, interna e
externamente, com a finalidade de divulgar e preservar a história,
CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO
Fundado em 15 de novembro de 1895
5
UMA VEZ FLAMENGO, SEMPRE FLAMENGO
as tradições e os símbolos do FLAMENGO; gerir o Museu do
FLAMENGO; e coordenar a execução de projetos, programas e
medidas de incentivo à cultura, nos termos do inciso VI do art. 2º
deste Estatuto.”

Rio de Janeiro, 03 de agosto de 2015.

Rodrigo Dunshee de Abranches
Presidente
Gilberto de Freitas Magalhães Júnior
Relator
Bernardo Amaral do Amaral             Marcos Aurélio Cardoso Asseff
Membro                              Membro
Moysés Saul Akerman                        Pedro da Fonseca Corrêa
Membro                                                  Membro
Pedro James Frias Hemsley               Theophilo Antonio Miguel Filho
Membro                                                   Membro

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Do Erga Omnes no CRF

Episódio 23
Do Erga Omnes no CRF
Erga Omnes é uma expressão latina, usada em jargão jurídico, para indicar que os efeitos de uma lei ou de um ato praticado,tem que valer para todos.
O Direito Brasileiro é “Direito Objetivo”; ou seja, “Vale o que está escrito”. 

 
Isto quer dizer que, por gêneses, vale o que é definido pela “Regra Maior”, e tem que ser sempre igual para todos, enquanto um valor maior não se alevantar para mudá-la. 
 
 
 
Que bom seria se fosse sempre assim; Seria o melhor dos mundos!!! Mas não o é. 
 
Porque estamos clamando por esta máxima jurídica, do “Erga Omnes”, para os senhores associados do CRF? 
 
Por que, no CRF, além de nem sempre se cumprir, igualmente para todos, o que determina a “Regra Maior”, ela também nem sempre vale igualmente para todos. 
 
No CRF a “Regra Maior” é usada segundo a conveniência de alguns mandatários.
 
Dentre alguns dos atos praticados, no CRF, que caracterizam esta afirmativa acima, de violação da “Regra Maior”, destacamos um deles, que fere a lei nº 10.406 de 10 de janeiro de 2002, que instituiu o Código Civil Brasileiro vigente. 
O de que, quando desde 2002, se aprova “alterações estatutárias” no pleno do Conselho Deliberativo, e depois se efetiva estas “alterações estatutárias”, sem haver a competente deliberação de uma Assembleia Geral Específica para tal, o CRF vem praticando constantes e sucessivas agressões ao Art. 59, do Código Civil Brasileiro, quando, de forma mandatória, impõe que: “Compete Privativamente à Assembleia Geral, Alterar o Estatuto”; in verbis: 
 
Art. 59. Compete privativamente a assembleia geral:
I – destituir os administradores;
II – alterar o estatuto.
Parágrafo único. Para as deliberações a que se referem os incisos I e II deste artigo é exigido deliberação da assembleia especialmente convocada para este fim, cujo quórum será o estabelecido no estatuto, bem como os critérios de eleição dos administradores.
 
Como este dito Art. 59, por interpretação dúbia de alguns “doutos”, não vem sendo observado no seu pleno valor, isto está provocando uma desobediência cívica pelo CRF. Não se pode continuar “empurrando com a barriga” esta incerteza sobre o que determina de forma mandatória, o Art. 59, do Código Civil Brasileiro (CCB), que foi provocada por interpretação dúbia de alguns “doutos”; pois, além de estar provocando a desobediência cívica, ainda poderá vir a causar futuros descaminhos às coisas do CRF. 
Isto porque, todos têm, de forma igual, que observar e obedecer, o que é mandatório, pelo dito Art. 59. 
 
Isto precisa, definitivamente, ficar clareado e pacificado, com urgente urgentíssima, pelos “Maiorais”; pois é crucial, para que não aconteça de ser ter no CRF, uma “verdade de cabeça para baixo” provocada pelas várias alterações estatutárias que já ocorreram, e ainda continuarão ocorrendo, tanto na vida do CRF, como de muitos outros clubes brasileiro; alterações estatutárias estas que, por estarem “alterando o estatuto social” sem o exigido aval da Assembleia Geral, em frontal desobediência cívica a um mandamento fundamentalista (o Art. 59 do CCB), que depois poderão vir a ser irreversíveis, e causar danos irreparáveis ao CRF. 
O que é mais estarrecedor ainda, é que o CRF, está conseguindo registrar alterações dúbias deste quilate, que podem vir a ser danosas ao CRF, até mesmo nos livros de registros do Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas. 
 
Será que estão ignorando, de forma apelativa, o que é mandatório pelo Art. 59, do CCB, e com isto estão rasgando o Código Civil Brasileiro (CCB), em plena Luz Solar, com a conivência dos “Guardiões do Estatuto”, que deveriam ser os que teriam que primar pela mantença da “Regra Maior”, e até evitar que possa acontecer haver leniência no Cartório do Registro de Pessoas Jurídicas? 
 
Que não se diga agora que, se alguns “doutos” estão interpretando e/ou palpitando, e até “pedalando”, para permitir que se rasgue o Art. 59, do CCB, apenas com base no disposto na alínea “I” do Art. 217, da Constituição da Republica Federativa do Brasil (CRFB), quando determina, sobre “a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento,in verbis:
 
Art. 217. É dever do Estado fomentar práticas desportivas, formais e não formais, como direito de cada um, observados:
I – a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento;
II – a destinação de recursos públicos para… etc.
 
E que, também, pelo simples fato de haver algum tipo de recurso jurídico apelativo e protelatório, surgido por interpretação individual, e com “Juízo de Valor”, da citada alínea “I” do Art. 217, que ainda está sob a análise do Supremo Tribunal Federal (STF), desde 2004, por não ter sido, ainda, clareado e/ou saneado pelos “Maiorais”, que isto possa permitir se violentar o Art. 59 do diploma legal maior (o CCB) vigente.
Não pode se permitir que esta interpretação parcial, tente sobrestar e/ou ignorar o que é mandatório pelo Código Civil Brasileiro – CCB vigente, que já sofreu até várias alterações desde o seu texto inicial, inclusive, em 2005, quando pela lei nº 11.127, o próprio Art. 59, mesmo sofrendo alterações fortes, ainda manteve, no seu contexto, a afirmativa original de que: “Compete Privativamente à Assembleia Geral, Alterar o Estatuto”.
 
A Lei, por definição, ou ela é vigente e tem validade, ou é revogada e não vale mais.
Como a lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, que instituiu o atual Código Civil Brasileiro, ainda está vigente, ela também está em sua plenitude constitucional.
Agora, se ela “não vale mais”, revoque-a; suspenda-a pelos legítimos meios lícitos e legais; o que não pode é infringi-la por interpretação unilateral recursal, ainda que esteja sob judice, o que poderá, inclusive, gerar toda uma disfunção interpretativa em todas as associações, que poderá causar danos irreparáveis as associações.
Por princípio, por gêneses, tem que se fazer valer o que reza na “Regra Maior” (o CCB); até mesmo de se dar a garantia de que, a Lei tem que valer para todos igualmente.
Ou seja, há que se garantir o Erga Omnes.
 
Urge, portanto, que a “Associação” (todo clube é uma instituição constituída como sendo uma Associação – Art. 53 do CCB) faça “provocar” os “Maiorais”, para que eles decidam o mais rapidamente possível sobre este ditame do Art. 59 do Código Civil Brasileiro (CCB), que é a “Regra Maior”; é o diploma legal, que de forma sistemática e obrigatória, define as competencias concernentes a toda Assembleia Geral de toda e qualquer “Associação”; esta matéria, por estar gerando divergências interpretativas, já foi questionada aos “Maiorais”. Porem, enquanto os “Maiorais” não se clareiam esta dúvida sui generis, “VALE O QUE ESTÁ ESCRITO”; que “Alterar o Estatuto Social compete, Privativamente, à Assembleia Geral do CRF”.
 
Portanto, por ser mandatório pelo Art. 59, do Código Civil Brasileiro (CCB), de que, “Alterar o Estatuto Social compete, Privativamente, à Assembleia Geral do CRF”; qualquer ato diferente deste, definido no Art. 59, é “Ato Nulo”. Não tem validade legal.
Portanto, não há como, no CRF, tentar se legitimar o que é ilegítimo. Que não se Durma com um barulho deste.
 
Em sendo verdadeiro, e válido, o jargão jurídico Erga Omnes, é de fácil dedução que todos os atos praticados pelo CRF (e por mais outras instituições, porem de só menos importância para o CRF) que estejam relacionados com reformas estatutárias pós2002, se não tiverem a competente chancela da deliberação praticada por uma Assembleia Geral Especial do CRF, todos os atos que foram praticados relacionados com reformas estatutárias, serão “Atos Nulos”; sãoLetra Nula”; (That is the Law!).
 
Doutra feita há que se registrar que o CRF já está, desde pós 2002, por “leniência de seus gestores”, carecendo de promover sua competente reforma estatutária, imposta para atender o que é mandatório após a promulgação da lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, que instituiu o Código Civil Brasileiro vigente.
 
Até porque, quando na alínea “I” do Art. 217, da Constituição da Republica Federativa do Brasil (CRFB), determina que sejam observadas as “autonomias das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento”, não há necessidade de se afirmar que tudo “tem que ser dentro do ordenamento e do balizamento legal” (não se insere isto em lei, pois isto é o próprio “obvio ululante”); ou seja, este questionamento utópico, e apelativo, sobre o que dispõe a dita alínea “I” do Art. 217, é apenas puro objeto protelatório; pois não se pode conceder haver “autonomias das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento”, acima do balizamento da lei maior vigente; Se tem liberdade de “autonomias”, mas não se tem “licenciosidade” para fazer o que se quer, acima da lei. Isto é fundamentalismo; é isto que dá a origem de existir o Código Civil Brasileiro – CCB; posto que, é ele, o CCB, quem dita todos os “balizamentos” e as “ordenações” permissíveis, entre as coisas e as pessoas das “entidades desportivas” que vierem a se constituir como sendo associações”.
 
Lei é Lei. Transgredir a lei é crime!!! Cumpra-se então a lei maior, até que valor maior se alevante, para mudá-la ou para revogar o que está disposto; portanto, segundo o Art. 59 do valor maior,
Compete Privativamente à Assembleia Geral, Alterar o Estatuto”,
Em sendo assim, na atual conjuntura de legalidade, qualquer ato praticado em relação a “Alterar o Estatuto” do CRF, diferente do que reza no Art. 59 do CCB, onde se impõe de se ter a competente aprovação da Assembleia Geral Especial, será “Ato Nulo”; Não terá nenhuma validade legal. Será Barbárie; pois,
 
A lei é a origem espiritual, o princípio necessário de toda obediência: não pode haver absurdo mais absurdo que reclamar a obediência, desobedecendo à lei” – Rui Barbosa.
O Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!
O Alerta busca dar transparência aos fatos.
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A Eminência Parda da Gávea – Alerta Flamengo

Episódio 22
Este quadro de desconforto, gerado sob o olhar apático e silencioso daqueles associados incautos e “indiferentes”, é que, de repente, se permitiu fazer surgir nesta atual Gestão da Gávea, a figura obscura e refratária da Eminência Parda a qual, desde a formação original do atual grupo – e que domina esta atual gestão do CRF – lançou-se, a si mesmo, como sendo ele o atual epicentro das decisões do CRF e que – neste regime que se intitula ser democrático -, buscou transformar o atual Presidente do CRF numa verdadeira Rainha da Inglaterra onde ele reina, mas não governa.
Hoje, a existência na Gávea desta tal “Eminência Parda” é inconteste.

Isto pode ser constatado com esta recente e repentina divergência, surgida com este Bate Bocaocorrido entre os “iluminados”, que protagonizaram esta radicalização nociva, que foi provocada com aFFERJ, em relação à conduta adotada pelo atual Presidente do CRF, e a posição contrária daEminência Parda, o que, inclusive, foi o gerou seu afastamento do Corpo Diretor. 
E isto também é inconteste.
Muitos dos desmandos que aqui serão citados, e outros mais que não o serão, mas que merecem ser conhecidos, estão bem detalhados pelo Benemérito Wiliam Santos, no seu Livro “Por trás dos Muros da Gávea”.
Livro este que, todo Rubro Negro autêntico deveria lê-lo, diante das minucias, ali contidas, do passado e da atual “gestão” CRF.
A íntegra da entrevista com o autor do livro, que contem alguns tópicos interessantes, pode ser vista e ouvida no endereço:
Há tempos que várias gestões do CRF se divorciaram da transparência e da obediência à letra estatutária, para buscarem se amasiar com o arcaico e cartorial “modus faciendi”, adotado na república velha, o qual ainda hoje se preserva na Gávea, pelo clientelismo de “coroados”, para permitir favorecimentos grupal, próprio do nepotismo brasileiro, para alguns de seus “consortes” que, como se cartel fosse, seguem agindo e marginalizando a letra estatutária, e com isto fizeram criar este caldo de incertezas, propício a permitir fazer surgir na Gávea, esta execrável figura da Eminência Parda.
Tudo isto só aconteceu por ter o CRF, sob o olhar apático e silencioso, de associados “indiferentes”, que durante várias gestões, ignoraram existir este nefasto modelo cartorial da república velha, onde, dentre outros deslizes, se destacam:
– a criação dos tais sócios OFF RIO, sem a devida e exigida cobertura estatutária mandatória, a qual foi imposta de forma monocrática e unilateralmente, na gestão do Mico Preto”;
– a criação nos valores financeiros do CRF, a partir dos anos de 1970, deste famigerado, fictício, escandaloso e desvirtuado “Caixa 2” do CRF;
– o súbito surgimento do nada, desta dívida astronômica e apelativa, com o Consórcio Plaza, que, como filha de chocadeira, não teve pai e tampouco mãe e, como sempre afirmou o ex-presidente que a gerou que ela era inexistente, e hoje é uma dívida real, impositiva e causada por leniência de todas as gestões, pós a gestão do “Mico Preto”;
– esta quase impagável dívida fiscal, gerada por várias gestões, e que agora é motivação de especulação política eleitoreira, abusando da boa fé dos associados;
– as diversas (quase) convocações do CODE/CRF, onde os conselheiros são chamados para apenashomologar o que já foi decidido pelos “coroados” em seus escaninhos gestores, com a subserviência de muitos dublês;
– os não julgamentos conclusivos das várias prestações de contas, de diversos exercícios fiscais, que ainda pendentes (pois ainda estão camuflados, como esqueletos, pelas tais das “Ressalvas” nos seus balanços) e que nunca foram apurados, mas já tiveram suas “prestações de contas” aprovadas pelo plenário, mas com ressalvas, por força de interesses prejudiciais ao CRF. Destaque para o crime de ”Apropriação Indébita”, apontado em relatório próprio, e aprovada pelo pleno do CODE/CRF, e até hoje sem punição aos bravateiros gestores do CRF;
– a Mansão de São Conrado, que foi doada por um dirigente dedicado, mas que agora, por motivos de especulação imobiliária está sendo usada para se vender e fazer liquidez de caixa para tapar os buracos da incompetência de gestões fanfarronas;
– a troca da dívida pública pela dívida privada, feita com instituição financeira que praticam altos custos financeiros;
– a tática de inchar o CODE, com novos conselheiros eleitos, alguns até alheios ao Corpo Transitório, no meio e durante um período de uma gestão – que no CRF, ele é sempre de 03 anos -, que além de agredir e ferir mortalmente qualquer conceito e princípio básico de período de gestão, ele foi violentando ao estender estes direitos a outros associados proprietários não pertencentes ao seu Corpo Transitório;
– enfim, aconteceram e ainda continua a acontecer nesta atual gestão azul, um festival de lambanças, feitas com este nefasto modelo cartorial da república velha.
Entretanto, aqueles associados que quiserem observar com mais atenção e tomar como aprendizado este sui generis, relevante e importantíssimo Bate Boca, protagonizado entre o atual Presidente do CRF, e a “Eminência Parda” da Gávea, este Alerta, que ora está sendo oferecido aos associados, para poderem aperfeiçoar as gestões futuras em relação a DIREÇÃO MAIOR DAS COISAS DA GÁVEA, e para acabar com este modelo cartorial de república velha, que já deveria ter sido extinguido há tempos, caso tivéssemos feito nosso trabalho de casa em relação a uma nova letra estatutária e que, como via de consequência, nunca teria se permitido surgir no CRF esta figura nociva e execrável da Eminência Parda. Se, esta nova letra estatutária tivesse sido efetivada hoje todos poderíamos estar a se ufanar de que no clube de maior torcida do mundo, existiria um Estatuto Social proativo, novo, dinâmico e moderno, com:
-Transparência nos atos administrativos;
– Transparência e responsabilidades nas convocações do CODE/CRF;
–  Transparência na equação das dívidas;
–  Transparência nos compromissos futuros;
–  Respeito aos ditames da letra estatutária;
–  Ampla Harmonia e Confiança dentre a maioria dos seus associados.
Dentre outras tantas, dignas de um CRF como o que já existiu em um passado que o encheu de glórias e títulos.
Mas as vaidades pessoais e os interesses grupais de “coroados”, sempre boicotaram a aprovação de haver um Estatuto Social proativo, novo, dinâmico e moderno.
Este é bom exercício de observação, que deixamos para o associado eleitor do CRF fazer o seu próprio juízo de valor, na hora de decidir, sobre a sua escolha dos novos mandatários do CRF, que já está a se desenhar para o final deste ano de 2015.
Esta eminente e execrável figura “parda” da gávea consegue, por mais absurdo que seja, utilizar seus poderes de persuasão para, mesmo a distância, fazer com que muitos venham a venerá-lo, e cumprir as suas infundadas instruções, que lançadas são, pelos seus tentáculos, desde lá da “terra da garoa” até os salões da Gávea…
Esperamos que surja na Gávea UM RUBRO NEGRO AUTÊNTICO, lúcido, desprovido de vaidades, e de outras intenções inadequadas, e, principalmente, com propostas de reformas adequadas e autênticas, em que se permitirá construir uma nova letra estatutaria em consenso com a maioria ordeira e obediente as normas maiores, para que se permita administrar este nosso CRF harmonicamente, o qual é o Maior Clube do Mundo, e com a grandiosidade de ter mais de 40 milhões de torcedores.
Tudo o que se deseja é que não mais haja na Gávea uma Eminência Parda!!!
 
Apenas como ilustrativo informamos que, em política, Eminência Parda é o nome que se dá quando determinado sujeito, que não é o governante supremo, mas é o verdadeiro e mais poderoso governante, que agindo muitas vezes por detrás do soberano legítimo, o transforma em uma marionete.
Porque se chama Eminência Parda?
Na era medieval dizia-se que ela (a Eminência Parda) ficava por detrás do trono do rei, de onde emanava todo o seu despotismo dominante do poder. (par ici, poder por trás do trono).
Desde priscas eras, existem personagens obscuras que, oficialmente, não aparecem de frente (se resguardando de suas mazelas) nas esferas das decisões políticas; porém exercem uma fortíssima influência nas decisões do governante maior. Essa figura dominante é denominada de a Eminência Parda do poder.
O seu domínio político, e influência sobre os demais, em determinadas circunstâncias, é tamanho que, aquele que responde pelo poder, não dá nenhum passo sem consultá-lo, pedindo a sua benção (muitas vezes a extrema-unção); e, quando o governante maior não segue rigorosamente as suas orientações, pode ser substituído, e até deposto.
Esta expressão Eminência Parda (do francês “éminence grise”) teve sua origem na França, do século 17.
O Cardeal Richelieu (1585-1642), que era o primeiro-ministro, todo poderoso do rei da França Luís XIII (1601-1643), usava vestimentas vermelhas (hábito), e tinha uma espécie de “braço direito” seu, um frei capuchinho, conhecido por padre Joseph, (seu nome verdadeiro era, François Lecrerc du Tremblay (1577-1638), e que usava vestimentas, na cor parda (hábito).
A Dupla (Richelieu e Joseph), embora muito unida, era temida e odiada por seus críticos, de quem ganharam os apelidos de “eminência vermelha” e “eminência cinza”, respectivamente, em referência às cores de seus hábitos.
Mas por que alguém, que exerce um grande poder a partir dos bastidores, é conhecido comoEminência Parda e não cinza – que seria a tradução mais óbvia do francês grise?
Embora Leclerc nunca tivesse alcançado o posto de cardeal, aqueles ao seu redor se dirigiam a ele como tal, em deferência à influência considerável deste frade “pardo“, sobre a “Sua Eminência”, oCardeal Richelieu.
Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!
Alerta busca dar transparência aos fatos.
 
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A Mentira é Azul – A Voz do Associado do CRF

A Mentira é Azul

Os Atuais dirigentes do Flamengo estão divulgando um resultado de balanço, que segundo os azuis, o Clube terá um lucro de 89 Milhões de reais EBITDA. Trata-se do lucro antes das deduções de juros, impostos, depreciações e amortizações. É uma sigla em inglês de Earnings Before Amortization. Se contabilizadas corretamente, estas despesas ultrapassaram 100 Milhões. Ou seja, o resultado será NEGATIVO.
Os Azuis apostam na falta de conhecimento do associado e da mídia e usam tática de campanha da Dilma. MENTIRAS E MAIS MENTIRAS. A MENTIRA É AZUL.
Willian Santos
Sócio Benemérito

Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.

Envie o seu texto para sonar@sonardagavea.com , aqui a sua opinião importa.

AFINAL O CRF TEM OU NÃO TEM SÓCIO OFF RIO?

Episódio 18
AFINAL O CRF TEM OU NÃO TEM SÓCIO OFF RIO?
Não pode é o CRF ser uma Arca de Noé, onde sempre cabe mais um!
 
 
    No Estatuto Social do CRF, e/ou no seu Regimento Interno, bem como nas alterações cabíveis, aprovadas pelo plenário do Conselho Deliberativo (que é o poder maior, onde se define as normas maiores e as coisas do nosso CRF) não existe uma só linha sequer que sinalize como poder sustentar, e reconhecer a existência, desta fajuta e “marginal” categoria de associado, denominada de “OFF-RIO”; nem tão pouco sinaliza se eles teriam “Diretos e Deveres” estatutários e/ou em que circunstâncias seria permitida sua participação como associado do CRF.
Que não se venha agora apelar, como derradeira justificativa subjetiva, que baseado em apenas um puro e simples atestado, baseado num “parecer”, feito com “Juízo de Valor” de um associado, de que estes “tais associados” “OFF-RIO” possam ser legitimados, pela singela analogia, de poder se assemelhar com qualquer uma outra categoria de associados, que já estejam definidas e consagradas, na norma estatutária, mesmo que seja de forma diferenciada, possam ter legitimidade para ser validada; isto é bem típico de exemplos cartoriais desvirtuado, usados na velha república tupiniquim, que tem sido adotado como “modus facienti” há várias gestões no CRF, e que foi o que fez permitir, em 1995, na gestão Kleber Leite, que se pudesse “inventar” a criação dos tais Sócios OFF RIO, de forma “marginal” à letra estatutária, posto que não veio revestido da legítima, competente e necessária cobertura estatutária exigida; que, inclusive, com isto, vem ferir o “mens legis” estatutário.
Tudo isto vem acontecendo, no CRF, durante várias gestões, sob o olhar apático, silencioso e indiferente, dos incautos e daqueles “que não se comovem com estes desmandos”, de permitir que “alguns” venham a se amasiar, com este nefasto modelo cartorial da república velha, que ainda temos.
Ou seja, os “OFF-RIO”, que já existem há tempos, de forma ilícita, nas hostes do CRF, vem sobrevivendo (como o tal do “Jogo de Bicho”) à margem das normas estatutárias vigentes, por haver tenebrosas transações de grupos apegados aos seus interesses de próprios, e que estão induzindo o CRF pelo caminho de um suicídio politico, causado por um desarranjo institucional.
Há várias gestões, o CRF vem se divorciando da transparência e da obediência à letra estatutária, para se amasiar com este vetusto modelo cartorial da república velha, e único no mundo, que hoje temos, onde pelo clientelismo de “coroados”, permitiu que houvesse favorecimento grupal, próprio do nepotismo brasileiro, para alguns de seus “consortes” que, agindo como se cartel fosse, marginalizaram a nossa letra estatutária, criando um caldo de incertezas, que propícia e permite fazer surgir na Gávea, esta figura de imaginaria e “marginal” dos tais OFF-RIO.
Hoje, a existência “dos tais OFF-RIO” como associado, é tão esdrúxula, cabotina e surrealista, que eles até podem votar e pertencer como membro integrante e ativo do Corpo Transitório do Conselho Deliberativo do CRF, mesmo com a limitação tácita burocrática de só poderem frequentar as dependências da Gávea por apenas 60 dias por ano; razão pela qual a maioria deles (OFF-RIO) são eliminados por falta, logo na quarta reunião do Conselho Deliberativo.
Portanto, pelo Bom Direito, ao se forçar legitimar esta “tal” categoria “OFF-RIO” nas coisas do CRF, está se caracterizando haver uma contravenção; visto que este assunto nunca foi, sequer, apresentado para deliberação pelo fórum legítimo, que é este Conselho Deliberativo.
Há de surgir na Gávea, UM RUBRO NEGRO AUTÊNTICO, lúcido, desprovido de vaidades e de outras intenções inadequadas e, principalmente, com propostas de reformas adequadas e autênticas, que permitam haver um “Choque Da Realidade”, que permita se construir uma nova letra estatutária em consenso, e com a maioria ordeira e obediente aos ditames do CCB, que nos permita administrar, harmonicamente, este nosso CRF, que é o Maior Clube do Mundo, e com a grandiosidade de ter mais de 40 milhões de torcedores.
Embora “alguns” não queiram aceitar esta discusão de forma pacífica, e que tem que ser politizada, o CRF vai ter que escolher entre: ou se faz esta emperrada “Reforma Estatutária” de forma sadia e ordeira; ou se vai continuar neste caminho do suicídio político, causado por este desarranjo institucional, que já vivemos há décadas que, inclusive, permitiu que se “inventasse” estes “tais associados” “OFF-RIO”.
Mas então como eles (OFF-RIO) surgiram e porque ainda existem, e em que circunstâncias seria permitido sua participação como associado do CRF, e quais seriam os “Diretos e Deveres” estatutários desta pseudo categoria “marginal” destes “tais associados” “OFF-RIO”, já que eles não existem na estrutura estatutária do CRF?
Vamos aos fatos:
A criação dos “tais associados” “OFF-RIO”, teve sua origem em 1995 quando, por ocasião do centenário do CRF, o então presidente Kleber Leite, teve a pretensão de conseguir alcançar a meta de o CRFter 100.000 associados naquele ano de 1995.
Para tal, o presidente Kleber Leite, baseado num “parecer”, feito com “Juízo de Valor” de um associado próximo a ele, onde afirmava que no CRF os “tais sócios” “OFF-RIO” (naquela época, o CCB da época, ainda não diferenciava entre ser “sócio” e ser “associado”) poderiam ser criados com valores monetários diferenciados para menos, e com limitações no uso das dependências do Gávea (de ser apenas por 60 dias), mas com “direitos e deveres estatutários” idênticos aos dos “sócios contribuintes” (o que já era uma aberração), e sob a alegação que os tais “sócios” “OFF-RIO”, era “apenas” uma “variante” do “sócio contribuinte” (este “parecer” nunca teve o aval do plenário do Conselho Deliberativo!).
Diante deste “parecer”, com “Juízo de Valor” de um associado, o então presidente Kleber Leite, passando por cima da autoridade, da competência e do exigido aval do plenário do Conselho Deliberativo, e afrontando e rasgando os ditames da letra estatutária, fez surgir, de forma aleatoriamente, autoritária e por vontade unilateral da autoridade mandatária, “oficializou” com uma “canetada”, e pelo ”Poder de Príncipe”, no ano do centenário do CRF (em 1995), a existência burocrática e marginal à letra estatutária, dos tais “sócios” “OFF-RIO”, que, por gêneses, já “veio malhada” com a mácula da marginalidade estatutária.
Que “Presente de Grego” em pleno ano do Centenário do CRF!
Como o princípio adotado no Direito Brasileiro é o do “Direito Positivo” e não o do “Direito Pressuposto”, não há, portanto, nenhuma sustentação estatutária aceitável para se continuar tolerando a existência destes “tais associados” “OFF-RIO” (que é marginal em relação ao que dispõe a nossa letra estatutária), nem tampouco como permitir que continuem interagindo na vida política do CRF e, quiçá, no Corpo Transitório do Conselho Deliberativo.
Será que um simples ato administrativo monocrático e marginal, pode dar sustentação para permitir haver uma contravenção perigosa como esta nas hostes do CRF?
Será que, em sendo estes relatos verdadeiros, a sobrevivência destes tais, agora, “associados” “OFF-RIO”, resistiria a uma vista ao Judiciário? Pois,
fazer Justiça em um lugar qualquer é sempre uma ameaça em qualquer lugar”!
Diante destas evidências patentes, aqui expostas, urge que esta Presidência do Conselho Deliberativo, não permita continuar a existir esta contravenção dentro do Conselho Deliberativo, que é a participação, destes “tais associados” “OFF-RIO” nas coisas do CRF, introduzido que foi, de forma autoritária e marginal, por vontade unilateral de uma autoridade mandatária, sem ter acontecido a necessária e competente deliberação, pelo fórum legitimo (que é o plenário do Conselho Deliberativo do CRF), que é exigida para legitimar a sua existência.
Em sendo assim, como nos ensina a máxima jurídica de que, no Direito Brasileiro, o princípio adotado é sempre o do “Direito Positivo”, estes atuais mandatários têm, por dever de oficio, e por compromisso de campanha, a obrigação de interromper imediatamente a participação nas coisas do CRF destes “tais associados”, “OFF-RIO”, marginais à letra estatutária, pois não atendem aos pré-requisitos necessários, e que são explicitamente impostos pela letra estatutária, e exigidos, para que possam pertencer ao “Quadro Associativo do CRF” e, por via de consequência ao “Corpo Transitóriodo Conselho Deliberativo”.
Que os mandatários deixem que os reais Conselheiros do CRF sejam apenas aqueles explicitamente definidos no corpo do “Quadro de Associados” pela letra estatutária, e não se ermita haver qualquer “interpretação”, por “Juízo de Valor” e/ou tutela, baseado apenas na vontade individual, monocrática e despótica de mandatário sobre a letra estatutária, como o desta contravenção que foi a criação dos “tais” “OFF-RIO”.
Até que se resolva, estatutariamente, esta questão desta contravenção estatutária, provocada pela permissibilidade da existência dos “tais” “OFF-RIO” nas coisas do CRF,
URGE QUE OS MANDATÁRIOS SUSPENDAM, IMEDIATAMENTE, A PARTICIPAÇÃO DOS OFF-RIONA ESTRUTURA DO CRF,
Insistir os mandatários do CRF, em manter, por este desvio estatutário, que é a permanência dos “OFF-RIO” nas coisas do CRF; inclusive como membros do Corpo Transitório do Conselho Deliberativo, que está, desde há muito, comprometendo a legitimidade de todos os atos e decisões praticados pelo Conselho Deliberativo.
O CRF não pode ser a Arca de Noé, onde sempre cabe mais um!
Este é um exercício de observação que o ALERTA oferece àqueles associados, eleitores do CRF, interessados em fazerem seu próprio “Juízo de Valor” sobre esta desobediência cívica à letra estatutária, praticada por desmando e condescendência dos maiorais e que, há muito tempo, é violentado pela tolerância de muitas gestões.
Urge que se faça o CRF, retornar para a legitimidade e a legalidade!
O Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!
O Alerta busca dar transparência aos fatos.
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SOMOS TODOS FLAMENGO! – Sonar da Gávea – A Voz do associado do CRF.

Quando estamos nos unindo para tentar trazer soluções para o nosso clube, pensamos sempre no ideal de Flamengo que queremos viver.
Somos por vezes “egoístas” e “orgulhosos” num sentido sadio de fazer as coisas da melhor maneira possível. E nessa energia, nesse foco, acabamos nos vendo com ânimos acirrados, sem entender por vezes porque, ante outros associados que também desejam o mesmo!!!
Eu entendo quando alguém se “preocupa” quando colocamos no grupo de debate coisas a mais do que os fatos que acontecem na Gávea, assuntos talvez nem pertinentes. É para que não percamos o foco, como grupo, que se une em prol de encontrar soluções para as mazelas que têm acontecido em nosso clube a vários anos. Que têm nos afastado como associados, atletas, e até torcedores!
Esse foco serve para chegarmos, brevemente,  a um tempo em que possamos ver um Flamengo livre de grande parte dos que se dizem Flamengo, mas apenas estão ali para explorar o clube em benefício próprio, deixando para os associados a pior parte, a derrota de ver um espaço sub utilizado, destruído, e sem história!
Então, falemos de Flamengo! Vamos as ideias, soluções, atividades que mostrem como vamos ter de volta as nossas tradições!
Tenho visto muitas pessoas que amam o clube, estupefatos com a facilidade com que os “homens do poder” descumprem ritos e normas do estatuto. Isso é um crime de lesa à nação rubro negra!!! O estatuto tem que ser cumprido!
E eu penso que o estatuto, se cumprido a risca, vai fazer com que muitos que aviltaram as normas e boas práticas sejam banidos! É um pensamento radical.
Mas as coisas têm que começar grandes para depois se ajeitar na conversa. O medo de ferir a regra, deve ser algo sempre constante numa sociedade. Logo depois, a educação completa o resto.
É uma coisa que fico matutando aqui, depois de tantas discussões sobre o clube pela vida afora, e que o nome do grupo me traz a mente…
SOMOS TODOS FLAMENGO!
Mas será que uns seriam mais Flamengo que os outros?
Quem se permite rasgar a carta magna do clube, aceitando praticas que aviltam o estatuto que rege e dá vida ao clube como associação, ferindo de morte a existência do Flamengo… Seria essa pessoa Flamengo?!?
Quem compactua com isso, dando respaldo, seria mais Flamengo do que aquele que pega um ônibus lotado para ver seu time jogar, gastando os caraminguás que poderiam ser do leite de  seu filho?
Penso aqui. Não lutamos apenas pelos associados. Lutamos por todos aqueles que merecem um Flamengo forte, unido, transformador, exemplo de clube e de associação. Vencedores nos esportes e na vida cotidiana! Penso assim.
Aos que se unem em torno desse ideal, agradeço, como rubro negro, e sei que esse é o sentimento comum a todos que amam o clube, fazem parte de sua história de alguma forma, todos aqui já pisaram na Gávea, e sabem o que significa o orgulho de pertencer, como associado, a esta instituição.
Os que nos aviltam, eu penso, não se lhes passa pela mente o tamanho da torpeza de seus atos? Como um facínora solto em meio a sociedade, que sabe que matou, estuprou, roubou, ou algum mal fez a alguém, mas passeia solene e lépido a frente dos homens de bem, como se nada houvesse feito! Estes que nos aviltam, deveriam temer a mão pesada da justiça. E esta justiça é o que clamam todos aqueles que são Flamengo!
Assim como o Brasil clama por justiça, assim clamam os verdadeiros rubro negros. O Flamengo só será verdadeiramente grande, quando andar de mãos dadas com a justiça! E a nossa justiça começa no amor que temos pelo nosso pavilhão, que é protegido pelo nosso ESTATUTO!!!
Não lutaremos com armas, com violência, com injurias, apenas com a verdade.
Pois a grande e pesada força que temos é o amor que nos une pelas nossas cores! Está dito. SRNs!!!
Chico Mauro



Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.

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A Chamada “Engenharia Financeira” deste atual CRF

Episódio 17
A Chamada “Engenharia Financeira” deste atual CRF
Em tempos de crise financeira e da falta de recursos – antes abundantes – no Mercado, causa espanto essa oferta do abandonado patrimônio CRF (de partida, avaliado em 3,5 MM), de excelente liquidez, localização e de relevância imobiliária, em nobre bairro da Zona Oeste.
Com a estratégia de estimular a ideia, dizendo que o dinheiro será revertido em obras no CT-dando eco de “benefício” ao Clube-, já que o imóvel encontra-se abandonado e com dívidas tributárias; a adequação de “oferta” ao associado do CRF soa como “canto da sereia“, tendo em vista que busca amparo no atual Estatuto CRF, por ser um bem do nosso patrimônio.
A “intenção de alienação” ao associado -hoje, em época de vacas magras-, faz apontar, no rito regular, a identificação de, apenas, a alguns poucos associados, com REAL poder aquisitivo dessa compra, em um processo legal!
Como visto na propaganda/anúncio oficial, a referida iniciativa de “oferta” está partindo do atual vice de patrimônio CRF: Wallim Vasconcellos, homem ligado ao sistema financeiro (onde figura como sócio de uma financeira), em uma oferta pública aos associados, através de manifestação em “envelope lacrado”, que apresenta sentido de não haver um jogo de “cartas marcadas“, já que, provavelmente, se apresentarão alguns poucos participantes e, necessariamente, deverá ser a mencionada proposta vencedora levada à aprovação do CODE-CRF.
Todavia, fazendo o papel do advogado do diabo, e se dentre esses eventuais participantes (com potencial financeiro) despontar algum “desconhecido” associado do CRF, sem aparente e/ou declarados recursos, mas que, com um pequeno determinado valor, sobrepusesse o inicial valor de partida da “oferta“?
Como sabido, a Lei que rege as licitações (nº 8.666/93) é, de forma contumaz, fraudada em benefício de outrem, em operações casadas/associadas, dentre terceiros interessados, em jogo de “ofertas“, também de envelopes lacrados…
Digamos que um associado -como acima citado- sem o aparente recurso, mas ligado, ou figura interposta, com o sistema financeiro ou imobiliário, seja o vencedor?
Quem no CRF, dentre esse processo interna corporis, identificará que a operação fora simulada, já que o “pseudo vencedor” não possuía o equivalente montante financeiro, em seu patrimônio declarado àRFB?
Para apimentar, ainda mais, a operação, o tal “pseudo vencedor” poderia receber esse montante de uma offshore (podendo ser a mesma ligada ao mercado financeiro e/ou imobiliário), situada nas Ilhas Virgens Britânicas ou de uma ilhota no Caribe, como as Ilhas Turks e Caicos, p.ex. -reconhecidos Paraísos Fiscais-, que não estabelecem nenhum Acordo de Cooperação Bilateral, em processo de Lavagem de Dinheiro, com o Brasil e o mundo…
Nem precisaria desta remessa ser realizada em nosso solo, mas se aproveitando de um dinheiro já existente naquelas plagas…, em autêntico processo de integração (termo utilizado na linguagem da Lei nº 12.683/12) no branqueamento de recursos…
Mais adiante, esse “pseudo vencedor“, já diante da posse legal do mencionado patrimônio, se revelaria estar “desinteressado” do bem e repassaria à própria offshore, através de venda (podendo até sobrevalorar a operação, trazendo mais recursos pelas vias legais, de uma operação, com o Brasil), camuflando toda a operação aos olhos dos associados do Clube de Regatas do Flamengo, que entenderiam que tudo não passou de um simples processo de compra e venda, no “mercado imobiliário” com um desconhecido, mas determinado associado RN…
É, aguardemos os próximos capítulos ou à prorrogação desse processo, até o seu final; intramuros ou junto à RFB, quando tudo será desvendado à bem do CRF e de seus associados…
Flamengo põe antiga concentração à venda para associados e diz que usará dinheiro no CT
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