Sonar da Gávea – A Voz do Associado do CRF – Sobre a reunião extraordinária de HOJE

                                                                                   
   Hoje será um dia sui generis para o CODE e para a “Retidão” dos associados com as coisas do CRF.Estaremos hoje decidindo se continuaremos com a prática de homologar os “enlatados” que, “ALGUNS” gestores do CRF colocam para o plenário decidir, com a corda no pescoço, sobre suas meias decisões, tomadas nos escaninhos do poder, ou se vale a pena exigir que TODOS os gestores sejam honestos e sinceros, quando trazem estas meias verdades para o CODE homologar.Isto porque, já há a  informação de que tudo que está sendo trazido para ser homologado já vem revestido de um aditamento a ser oferecido por uma “side letter”, que já foi até ajustada entre as partes interessadas.Que bom seria se todos colocássemos nossos conhecimentos a serviço do CRF é não de alguns interesses pessoais de sede e ambição de poder.Já passou da hora de se dar um basta nesta tática de se homologar sem apurar as consequências danosas aos cofres do CRF, como foram os casos de: a) desta mesma pendenga que ora propõem, do caso Renato Augusto, do caso Ibson, do caso da Improbidade Administrativas que foi relatado, deliberado e está engavetado até hoje, e outros mais.Há que se restabelecer nas coisas do CRF, aquele “Princípio da Moralidade”, de que vale a pena ser honesto e sincero. Precisamos dar um fim, também no CRF, da existência da “República da Jararaca”, onde, quando se descobre o ilícito, ninguém sabe quem é você dono do triplex e/ou do sítio.Há que se sobrestar esta convocação de conteúdo nebuloso, até que se esclareçam todos os senões.E, qdo todos os senões forem esclarecidos, se o CRF tiver que assumir, por força do judiciário, o ônus das mazelas gerenciais, que o faça em conjunto com o banimento do seu quadro, de TODOS, MAS TODOS MESMO, que prevaricaram em relação a este ato de ” SAQUE AOS COFRES DO CRF”.ISTO É O MÍNIMO QUE SE EXIGE DE GESTORES QUE QUERIAM SER HONESTO E SINCERO COM OS ASSOCIADOS QUE LHES ENTREGARAM A FESTA DAS COUSAS DO CRF.O CRF espera que cada um cumpra com o seu dever.É vamos ao plenário com a mão na nossa consciência rubronegra.
Abaixo a “República da Jararaca”.
Não se trata de ter ou não aprovação, mas sim de permitir que saibamos na íntegra as cláusulas definitivas e as salvaguardas futuras destes recebíveis, para que não se permita haver antecipações contratuais que iriam contemplar as gestões que hão de vir.
Ou seja, que o filé não seja comido agora é os mocotós,  fiquem com as gestões futuras.
Portanto, se formos usar os recebíveis agora para pagar mazelas pretéritas, em prol do bem do CRF, e o CRF fará isto, urge façamos isto, em nome da probidade administrativa, condicionada a que, aqueles que causaram os deslizes em pauta, ou indenizem o CRF, ou sejam banidos dos quadros do CRF.
Não pode é deixar passar ileso.
 O Gestor é serviçal, se ele não atua como prometido para o cargo eletivo, ele é cúmplice do ato ilícito, do deslize.
Jorge Braga – Conselheiro – Emérito
Vamos esclarecer o que motivou essa reunião extraordinaria urgentíssima….
1 – O CRF, por mazelas de alguns notáveis gestores, que passaram ileso por várias gestões, acumulou uma dívida de 96.000.000,00 (noventa e seis milhões de reais) com o consórcio por conta da má gestão na compra do Edmundo.
2- Foi acordado com o consórcio para pagamento da dívida em sessenta e um milhões. Nada apuraram e nem salvaguardaram o Direito de regresso contra os que causaram estes danos.
3 – Já existem penhorados do CRF 42 milhões de receitas já obtidas.
4 – Ainda restam a pagar dezenove milhões para se levantar a penhora feita contra os cofres do CRF.
5 – A Globo vai antecipar ao CRF, por conta deste contrato 70.000.000,00 (setenta milhões de reais).
6 – O CRF usará dez milhões para pagar ao consórcio e já negociou para pagar os nove milhões restantes em doze prestações mensais a fim de levantar a penhora.
7 – Os sessenta milhões restantes (70-10), serão usados para:
a) Pagar dezessete milhões ao Ronaldinho;
b) Acoes e dividas judiciais (Trabalhista e INSS) num total de vinte e um milhões;
c) que juntos somam um total de trinta e oito milhões.
d) sobram para o CRF 22.000.000,00 (vinte e dois milhões) em caixa para os gestores gastarem de forma como sempre fizeram conforme disposto neste vetusto estatuto.
OBS: Consta que o Grêmio conseguiu descolar  CR$ 100.000.00,00
 
Fabio Vinelli – Sócio Proprietário
Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.
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Do Erga Omnes no CRF

Episódio 23
Do Erga Omnes no CRF
Erga Omnes é uma expressão latina, usada em jargão jurídico, para indicar que os efeitos de uma lei ou de um ato praticado,tem que valer para todos.
O Direito Brasileiro é “Direito Objetivo”; ou seja, “Vale o que está escrito”. 

 
Isto quer dizer que, por gêneses, vale o que é definido pela “Regra Maior”, e tem que ser sempre igual para todos, enquanto um valor maior não se alevantar para mudá-la. 
 
 
 
Que bom seria se fosse sempre assim; Seria o melhor dos mundos!!! Mas não o é. 
 
Porque estamos clamando por esta máxima jurídica, do “Erga Omnes”, para os senhores associados do CRF? 
 
Por que, no CRF, além de nem sempre se cumprir, igualmente para todos, o que determina a “Regra Maior”, ela também nem sempre vale igualmente para todos. 
 
No CRF a “Regra Maior” é usada segundo a conveniência de alguns mandatários.
 
Dentre alguns dos atos praticados, no CRF, que caracterizam esta afirmativa acima, de violação da “Regra Maior”, destacamos um deles, que fere a lei nº 10.406 de 10 de janeiro de 2002, que instituiu o Código Civil Brasileiro vigente. 
O de que, quando desde 2002, se aprova “alterações estatutárias” no pleno do Conselho Deliberativo, e depois se efetiva estas “alterações estatutárias”, sem haver a competente deliberação de uma Assembleia Geral Específica para tal, o CRF vem praticando constantes e sucessivas agressões ao Art. 59, do Código Civil Brasileiro, quando, de forma mandatória, impõe que: “Compete Privativamente à Assembleia Geral, Alterar o Estatuto”; in verbis: 
 
Art. 59. Compete privativamente a assembleia geral:
I – destituir os administradores;
II – alterar o estatuto.
Parágrafo único. Para as deliberações a que se referem os incisos I e II deste artigo é exigido deliberação da assembleia especialmente convocada para este fim, cujo quórum será o estabelecido no estatuto, bem como os critérios de eleição dos administradores.
 
Como este dito Art. 59, por interpretação dúbia de alguns “doutos”, não vem sendo observado no seu pleno valor, isto está provocando uma desobediência cívica pelo CRF. Não se pode continuar “empurrando com a barriga” esta incerteza sobre o que determina de forma mandatória, o Art. 59, do Código Civil Brasileiro (CCB), que foi provocada por interpretação dúbia de alguns “doutos”; pois, além de estar provocando a desobediência cívica, ainda poderá vir a causar futuros descaminhos às coisas do CRF. 
Isto porque, todos têm, de forma igual, que observar e obedecer, o que é mandatório, pelo dito Art. 59. 
 
Isto precisa, definitivamente, ficar clareado e pacificado, com urgente urgentíssima, pelos “Maiorais”; pois é crucial, para que não aconteça de ser ter no CRF, uma “verdade de cabeça para baixo” provocada pelas várias alterações estatutárias que já ocorreram, e ainda continuarão ocorrendo, tanto na vida do CRF, como de muitos outros clubes brasileiro; alterações estatutárias estas que, por estarem “alterando o estatuto social” sem o exigido aval da Assembleia Geral, em frontal desobediência cívica a um mandamento fundamentalista (o Art. 59 do CCB), que depois poderão vir a ser irreversíveis, e causar danos irreparáveis ao CRF. 
O que é mais estarrecedor ainda, é que o CRF, está conseguindo registrar alterações dúbias deste quilate, que podem vir a ser danosas ao CRF, até mesmo nos livros de registros do Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas. 
 
Será que estão ignorando, de forma apelativa, o que é mandatório pelo Art. 59, do CCB, e com isto estão rasgando o Código Civil Brasileiro (CCB), em plena Luz Solar, com a conivência dos “Guardiões do Estatuto”, que deveriam ser os que teriam que primar pela mantença da “Regra Maior”, e até evitar que possa acontecer haver leniência no Cartório do Registro de Pessoas Jurídicas? 
 
Que não se diga agora que, se alguns “doutos” estão interpretando e/ou palpitando, e até “pedalando”, para permitir que se rasgue o Art. 59, do CCB, apenas com base no disposto na alínea “I” do Art. 217, da Constituição da Republica Federativa do Brasil (CRFB), quando determina, sobre “a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento,in verbis:
 
Art. 217. É dever do Estado fomentar práticas desportivas, formais e não formais, como direito de cada um, observados:
I – a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento;
II – a destinação de recursos públicos para… etc.
 
E que, também, pelo simples fato de haver algum tipo de recurso jurídico apelativo e protelatório, surgido por interpretação individual, e com “Juízo de Valor”, da citada alínea “I” do Art. 217, que ainda está sob a análise do Supremo Tribunal Federal (STF), desde 2004, por não ter sido, ainda, clareado e/ou saneado pelos “Maiorais”, que isto possa permitir se violentar o Art. 59 do diploma legal maior (o CCB) vigente.
Não pode se permitir que esta interpretação parcial, tente sobrestar e/ou ignorar o que é mandatório pelo Código Civil Brasileiro – CCB vigente, que já sofreu até várias alterações desde o seu texto inicial, inclusive, em 2005, quando pela lei nº 11.127, o próprio Art. 59, mesmo sofrendo alterações fortes, ainda manteve, no seu contexto, a afirmativa original de que: “Compete Privativamente à Assembleia Geral, Alterar o Estatuto”.
 
A Lei, por definição, ou ela é vigente e tem validade, ou é revogada e não vale mais.
Como a lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, que instituiu o atual Código Civil Brasileiro, ainda está vigente, ela também está em sua plenitude constitucional.
Agora, se ela “não vale mais”, revoque-a; suspenda-a pelos legítimos meios lícitos e legais; o que não pode é infringi-la por interpretação unilateral recursal, ainda que esteja sob judice, o que poderá, inclusive, gerar toda uma disfunção interpretativa em todas as associações, que poderá causar danos irreparáveis as associações.
Por princípio, por gêneses, tem que se fazer valer o que reza na “Regra Maior” (o CCB); até mesmo de se dar a garantia de que, a Lei tem que valer para todos igualmente.
Ou seja, há que se garantir o Erga Omnes.
 
Urge, portanto, que a “Associação” (todo clube é uma instituição constituída como sendo uma Associação – Art. 53 do CCB) faça “provocar” os “Maiorais”, para que eles decidam o mais rapidamente possível sobre este ditame do Art. 59 do Código Civil Brasileiro (CCB), que é a “Regra Maior”; é o diploma legal, que de forma sistemática e obrigatória, define as competencias concernentes a toda Assembleia Geral de toda e qualquer “Associação”; esta matéria, por estar gerando divergências interpretativas, já foi questionada aos “Maiorais”. Porem, enquanto os “Maiorais” não se clareiam esta dúvida sui generis, “VALE O QUE ESTÁ ESCRITO”; que “Alterar o Estatuto Social compete, Privativamente, à Assembleia Geral do CRF”.
 
Portanto, por ser mandatório pelo Art. 59, do Código Civil Brasileiro (CCB), de que, “Alterar o Estatuto Social compete, Privativamente, à Assembleia Geral do CRF”; qualquer ato diferente deste, definido no Art. 59, é “Ato Nulo”. Não tem validade legal.
Portanto, não há como, no CRF, tentar se legitimar o que é ilegítimo. Que não se Durma com um barulho deste.
 
Em sendo verdadeiro, e válido, o jargão jurídico Erga Omnes, é de fácil dedução que todos os atos praticados pelo CRF (e por mais outras instituições, porem de só menos importância para o CRF) que estejam relacionados com reformas estatutárias pós2002, se não tiverem a competente chancela da deliberação praticada por uma Assembleia Geral Especial do CRF, todos os atos que foram praticados relacionados com reformas estatutárias, serão “Atos Nulos”; sãoLetra Nula”; (That is the Law!).
 
Doutra feita há que se registrar que o CRF já está, desde pós 2002, por “leniência de seus gestores”, carecendo de promover sua competente reforma estatutária, imposta para atender o que é mandatório após a promulgação da lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, que instituiu o Código Civil Brasileiro vigente.
 
Até porque, quando na alínea “I” do Art. 217, da Constituição da Republica Federativa do Brasil (CRFB), determina que sejam observadas as “autonomias das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento”, não há necessidade de se afirmar que tudo “tem que ser dentro do ordenamento e do balizamento legal” (não se insere isto em lei, pois isto é o próprio “obvio ululante”); ou seja, este questionamento utópico, e apelativo, sobre o que dispõe a dita alínea “I” do Art. 217, é apenas puro objeto protelatório; pois não se pode conceder haver “autonomias das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento”, acima do balizamento da lei maior vigente; Se tem liberdade de “autonomias”, mas não se tem “licenciosidade” para fazer o que se quer, acima da lei. Isto é fundamentalismo; é isto que dá a origem de existir o Código Civil Brasileiro – CCB; posto que, é ele, o CCB, quem dita todos os “balizamentos” e as “ordenações” permissíveis, entre as coisas e as pessoas das “entidades desportivas” que vierem a se constituir como sendo associações”.
 
Lei é Lei. Transgredir a lei é crime!!! Cumpra-se então a lei maior, até que valor maior se alevante, para mudá-la ou para revogar o que está disposto; portanto, segundo o Art. 59 do valor maior,
Compete Privativamente à Assembleia Geral, Alterar o Estatuto”,
Em sendo assim, na atual conjuntura de legalidade, qualquer ato praticado em relação a “Alterar o Estatuto” do CRF, diferente do que reza no Art. 59 do CCB, onde se impõe de se ter a competente aprovação da Assembleia Geral Especial, será “Ato Nulo”; Não terá nenhuma validade legal. Será Barbárie; pois,
 
A lei é a origem espiritual, o princípio necessário de toda obediência: não pode haver absurdo mais absurdo que reclamar a obediência, desobedecendo à lei” – Rui Barbosa.
O Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!
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A Mentira é Azul – A Voz do Associado do CRF

A Mentira é Azul

Os Atuais dirigentes do Flamengo estão divulgando um resultado de balanço, que segundo os azuis, o Clube terá um lucro de 89 Milhões de reais EBITDA. Trata-se do lucro antes das deduções de juros, impostos, depreciações e amortizações. É uma sigla em inglês de Earnings Before Amortization. Se contabilizadas corretamente, estas despesas ultrapassaram 100 Milhões. Ou seja, o resultado será NEGATIVO.
Os Azuis apostam na falta de conhecimento do associado e da mídia e usam tática de campanha da Dilma. MENTIRAS E MAIS MENTIRAS. A MENTIRA É AZUL.
Willian Santos
Sócio Benemérito

Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.

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AFINAL O CRF TEM OU NÃO TEM SÓCIO OFF RIO?

Episódio 18
AFINAL O CRF TEM OU NÃO TEM SÓCIO OFF RIO?
Não pode é o CRF ser uma Arca de Noé, onde sempre cabe mais um!
 
 
    No Estatuto Social do CRF, e/ou no seu Regimento Interno, bem como nas alterações cabíveis, aprovadas pelo plenário do Conselho Deliberativo (que é o poder maior, onde se define as normas maiores e as coisas do nosso CRF) não existe uma só linha sequer que sinalize como poder sustentar, e reconhecer a existência, desta fajuta e “marginal” categoria de associado, denominada de “OFF-RIO”; nem tão pouco sinaliza se eles teriam “Diretos e Deveres” estatutários e/ou em que circunstâncias seria permitida sua participação como associado do CRF.
Que não se venha agora apelar, como derradeira justificativa subjetiva, que baseado em apenas um puro e simples atestado, baseado num “parecer”, feito com “Juízo de Valor” de um associado, de que estes “tais associados” “OFF-RIO” possam ser legitimados, pela singela analogia, de poder se assemelhar com qualquer uma outra categoria de associados, que já estejam definidas e consagradas, na norma estatutária, mesmo que seja de forma diferenciada, possam ter legitimidade para ser validada; isto é bem típico de exemplos cartoriais desvirtuado, usados na velha república tupiniquim, que tem sido adotado como “modus facienti” há várias gestões no CRF, e que foi o que fez permitir, em 1995, na gestão Kleber Leite, que se pudesse “inventar” a criação dos tais Sócios OFF RIO, de forma “marginal” à letra estatutária, posto que não veio revestido da legítima, competente e necessária cobertura estatutária exigida; que, inclusive, com isto, vem ferir o “mens legis” estatutário.
Tudo isto vem acontecendo, no CRF, durante várias gestões, sob o olhar apático, silencioso e indiferente, dos incautos e daqueles “que não se comovem com estes desmandos”, de permitir que “alguns” venham a se amasiar, com este nefasto modelo cartorial da república velha, que ainda temos.
Ou seja, os “OFF-RIO”, que já existem há tempos, de forma ilícita, nas hostes do CRF, vem sobrevivendo (como o tal do “Jogo de Bicho”) à margem das normas estatutárias vigentes, por haver tenebrosas transações de grupos apegados aos seus interesses de próprios, e que estão induzindo o CRF pelo caminho de um suicídio politico, causado por um desarranjo institucional.
Há várias gestões, o CRF vem se divorciando da transparência e da obediência à letra estatutária, para se amasiar com este vetusto modelo cartorial da república velha, e único no mundo, que hoje temos, onde pelo clientelismo de “coroados”, permitiu que houvesse favorecimento grupal, próprio do nepotismo brasileiro, para alguns de seus “consortes” que, agindo como se cartel fosse, marginalizaram a nossa letra estatutária, criando um caldo de incertezas, que propícia e permite fazer surgir na Gávea, esta figura de imaginaria e “marginal” dos tais OFF-RIO.
Hoje, a existência “dos tais OFF-RIO” como associado, é tão esdrúxula, cabotina e surrealista, que eles até podem votar e pertencer como membro integrante e ativo do Corpo Transitório do Conselho Deliberativo do CRF, mesmo com a limitação tácita burocrática de só poderem frequentar as dependências da Gávea por apenas 60 dias por ano; razão pela qual a maioria deles (OFF-RIO) são eliminados por falta, logo na quarta reunião do Conselho Deliberativo.
Portanto, pelo Bom Direito, ao se forçar legitimar esta “tal” categoria “OFF-RIO” nas coisas do CRF, está se caracterizando haver uma contravenção; visto que este assunto nunca foi, sequer, apresentado para deliberação pelo fórum legítimo, que é este Conselho Deliberativo.
Há de surgir na Gávea, UM RUBRO NEGRO AUTÊNTICO, lúcido, desprovido de vaidades e de outras intenções inadequadas e, principalmente, com propostas de reformas adequadas e autênticas, que permitam haver um “Choque Da Realidade”, que permita se construir uma nova letra estatutária em consenso, e com a maioria ordeira e obediente aos ditames do CCB, que nos permita administrar, harmonicamente, este nosso CRF, que é o Maior Clube do Mundo, e com a grandiosidade de ter mais de 40 milhões de torcedores.
Embora “alguns” não queiram aceitar esta discusão de forma pacífica, e que tem que ser politizada, o CRF vai ter que escolher entre: ou se faz esta emperrada “Reforma Estatutária” de forma sadia e ordeira; ou se vai continuar neste caminho do suicídio político, causado por este desarranjo institucional, que já vivemos há décadas que, inclusive, permitiu que se “inventasse” estes “tais associados” “OFF-RIO”.
Mas então como eles (OFF-RIO) surgiram e porque ainda existem, e em que circunstâncias seria permitido sua participação como associado do CRF, e quais seriam os “Diretos e Deveres” estatutários desta pseudo categoria “marginal” destes “tais associados” “OFF-RIO”, já que eles não existem na estrutura estatutária do CRF?
Vamos aos fatos:
A criação dos “tais associados” “OFF-RIO”, teve sua origem em 1995 quando, por ocasião do centenário do CRF, o então presidente Kleber Leite, teve a pretensão de conseguir alcançar a meta de o CRFter 100.000 associados naquele ano de 1995.
Para tal, o presidente Kleber Leite, baseado num “parecer”, feito com “Juízo de Valor” de um associado próximo a ele, onde afirmava que no CRF os “tais sócios” “OFF-RIO” (naquela época, o CCB da época, ainda não diferenciava entre ser “sócio” e ser “associado”) poderiam ser criados com valores monetários diferenciados para menos, e com limitações no uso das dependências do Gávea (de ser apenas por 60 dias), mas com “direitos e deveres estatutários” idênticos aos dos “sócios contribuintes” (o que já era uma aberração), e sob a alegação que os tais “sócios” “OFF-RIO”, era “apenas” uma “variante” do “sócio contribuinte” (este “parecer” nunca teve o aval do plenário do Conselho Deliberativo!).
Diante deste “parecer”, com “Juízo de Valor” de um associado, o então presidente Kleber Leite, passando por cima da autoridade, da competência e do exigido aval do plenário do Conselho Deliberativo, e afrontando e rasgando os ditames da letra estatutária, fez surgir, de forma aleatoriamente, autoritária e por vontade unilateral da autoridade mandatária, “oficializou” com uma “canetada”, e pelo ”Poder de Príncipe”, no ano do centenário do CRF (em 1995), a existência burocrática e marginal à letra estatutária, dos tais “sócios” “OFF-RIO”, que, por gêneses, já “veio malhada” com a mácula da marginalidade estatutária.
Que “Presente de Grego” em pleno ano do Centenário do CRF!
Como o princípio adotado no Direito Brasileiro é o do “Direito Positivo” e não o do “Direito Pressuposto”, não há, portanto, nenhuma sustentação estatutária aceitável para se continuar tolerando a existência destes “tais associados” “OFF-RIO” (que é marginal em relação ao que dispõe a nossa letra estatutária), nem tampouco como permitir que continuem interagindo na vida política do CRF e, quiçá, no Corpo Transitório do Conselho Deliberativo.
Será que um simples ato administrativo monocrático e marginal, pode dar sustentação para permitir haver uma contravenção perigosa como esta nas hostes do CRF?
Será que, em sendo estes relatos verdadeiros, a sobrevivência destes tais, agora, “associados” “OFF-RIO”, resistiria a uma vista ao Judiciário? Pois,
fazer Justiça em um lugar qualquer é sempre uma ameaça em qualquer lugar”!
Diante destas evidências patentes, aqui expostas, urge que esta Presidência do Conselho Deliberativo, não permita continuar a existir esta contravenção dentro do Conselho Deliberativo, que é a participação, destes “tais associados” “OFF-RIO” nas coisas do CRF, introduzido que foi, de forma autoritária e marginal, por vontade unilateral de uma autoridade mandatária, sem ter acontecido a necessária e competente deliberação, pelo fórum legitimo (que é o plenário do Conselho Deliberativo do CRF), que é exigida para legitimar a sua existência.
Em sendo assim, como nos ensina a máxima jurídica de que, no Direito Brasileiro, o princípio adotado é sempre o do “Direito Positivo”, estes atuais mandatários têm, por dever de oficio, e por compromisso de campanha, a obrigação de interromper imediatamente a participação nas coisas do CRF destes “tais associados”, “OFF-RIO”, marginais à letra estatutária, pois não atendem aos pré-requisitos necessários, e que são explicitamente impostos pela letra estatutária, e exigidos, para que possam pertencer ao “Quadro Associativo do CRF” e, por via de consequência ao “Corpo Transitóriodo Conselho Deliberativo”.
Que os mandatários deixem que os reais Conselheiros do CRF sejam apenas aqueles explicitamente definidos no corpo do “Quadro de Associados” pela letra estatutária, e não se ermita haver qualquer “interpretação”, por “Juízo de Valor” e/ou tutela, baseado apenas na vontade individual, monocrática e despótica de mandatário sobre a letra estatutária, como o desta contravenção que foi a criação dos “tais” “OFF-RIO”.
Até que se resolva, estatutariamente, esta questão desta contravenção estatutária, provocada pela permissibilidade da existência dos “tais” “OFF-RIO” nas coisas do CRF,
URGE QUE OS MANDATÁRIOS SUSPENDAM, IMEDIATAMENTE, A PARTICIPAÇÃO DOS OFF-RIONA ESTRUTURA DO CRF,
Insistir os mandatários do CRF, em manter, por este desvio estatutário, que é a permanência dos “OFF-RIO” nas coisas do CRF; inclusive como membros do Corpo Transitório do Conselho Deliberativo, que está, desde há muito, comprometendo a legitimidade de todos os atos e decisões praticados pelo Conselho Deliberativo.
O CRF não pode ser a Arca de Noé, onde sempre cabe mais um!
Este é um exercício de observação que o ALERTA oferece àqueles associados, eleitores do CRF, interessados em fazerem seu próprio “Juízo de Valor” sobre esta desobediência cívica à letra estatutária, praticada por desmando e condescendência dos maiorais e que, há muito tempo, é violentado pela tolerância de muitas gestões.
Urge que se faça o CRF, retornar para a legitimidade e a legalidade!
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A Chamada “Engenharia Financeira” deste atual CRF

Episódio 17
A Chamada “Engenharia Financeira” deste atual CRF
Em tempos de crise financeira e da falta de recursos – antes abundantes – no Mercado, causa espanto essa oferta do abandonado patrimônio CRF (de partida, avaliado em 3,5 MM), de excelente liquidez, localização e de relevância imobiliária, em nobre bairro da Zona Oeste.
Com a estratégia de estimular a ideia, dizendo que o dinheiro será revertido em obras no CT-dando eco de “benefício” ao Clube-, já que o imóvel encontra-se abandonado e com dívidas tributárias; a adequação de “oferta” ao associado do CRF soa como “canto da sereia“, tendo em vista que busca amparo no atual Estatuto CRF, por ser um bem do nosso patrimônio.
A “intenção de alienação” ao associado -hoje, em época de vacas magras-, faz apontar, no rito regular, a identificação de, apenas, a alguns poucos associados, com REAL poder aquisitivo dessa compra, em um processo legal!
Como visto na propaganda/anúncio oficial, a referida iniciativa de “oferta” está partindo do atual vice de patrimônio CRF: Wallim Vasconcellos, homem ligado ao sistema financeiro (onde figura como sócio de uma financeira), em uma oferta pública aos associados, através de manifestação em “envelope lacrado”, que apresenta sentido de não haver um jogo de “cartas marcadas“, já que, provavelmente, se apresentarão alguns poucos participantes e, necessariamente, deverá ser a mencionada proposta vencedora levada à aprovação do CODE-CRF.
Todavia, fazendo o papel do advogado do diabo, e se dentre esses eventuais participantes (com potencial financeiro) despontar algum “desconhecido” associado do CRF, sem aparente e/ou declarados recursos, mas que, com um pequeno determinado valor, sobrepusesse o inicial valor de partida da “oferta“?
Como sabido, a Lei que rege as licitações (nº 8.666/93) é, de forma contumaz, fraudada em benefício de outrem, em operações casadas/associadas, dentre terceiros interessados, em jogo de “ofertas“, também de envelopes lacrados…
Digamos que um associado -como acima citado- sem o aparente recurso, mas ligado, ou figura interposta, com o sistema financeiro ou imobiliário, seja o vencedor?
Quem no CRF, dentre esse processo interna corporis, identificará que a operação fora simulada, já que o “pseudo vencedor” não possuía o equivalente montante financeiro, em seu patrimônio declarado àRFB?
Para apimentar, ainda mais, a operação, o tal “pseudo vencedor” poderia receber esse montante de uma offshore (podendo ser a mesma ligada ao mercado financeiro e/ou imobiliário), situada nas Ilhas Virgens Britânicas ou de uma ilhota no Caribe, como as Ilhas Turks e Caicos, p.ex. -reconhecidos Paraísos Fiscais-, que não estabelecem nenhum Acordo de Cooperação Bilateral, em processo de Lavagem de Dinheiro, com o Brasil e o mundo…
Nem precisaria desta remessa ser realizada em nosso solo, mas se aproveitando de um dinheiro já existente naquelas plagas…, em autêntico processo de integração (termo utilizado na linguagem da Lei nº 12.683/12) no branqueamento de recursos…
Mais adiante, esse “pseudo vencedor“, já diante da posse legal do mencionado patrimônio, se revelaria estar “desinteressado” do bem e repassaria à própria offshore, através de venda (podendo até sobrevalorar a operação, trazendo mais recursos pelas vias legais, de uma operação, com o Brasil), camuflando toda a operação aos olhos dos associados do Clube de Regatas do Flamengo, que entenderiam que tudo não passou de um simples processo de compra e venda, no “mercado imobiliário” com um desconhecido, mas determinado associado RN…
É, aguardemos os próximos capítulos ou à prorrogação desse processo, até o seu final; intramuros ou junto à RFB, quando tudo será desvendado à bem do CRF e de seus associados…
Flamengo põe antiga concentração à venda para associados e diz que usará dinheiro no CT
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Por trás dos muros da Gávea – Sonar da Gávea – A Voz do Associado do Clube de Regatas do Flamengo.

Manchete do Globo Esporte: “Após decepção em casa, Cristóvão volta a descer na gangorra do Fla”

“Treinador segue prestigiado pelo presidente do clube, mas não é unanimidade no conselho gestor que administra o futebol. Time não consegue mostrar consistência”

Este pessoal que chegou para administrar o FLAMENGO, tendo menos de dois anos de associação e, que diziam que iriam fazer tudo diferente das administrações passadas, desde que assumiram estão se escondendo atrás dos slogans que criaram. A verdade nua e crua é que estão fazendo bem pior que as administrações que criticaram. Primeiro, talvez pelo pouco tempo de Clube, se esqueceram que o regime do FLAMENGO é PRESIDENCIALISTA. Mas, por desconhecimento, talvez por falta de experiência e, pior, quem sabe por incompetência ou conveniência, criam um tal de “Conselho Gestor”, inventam um tal de CEO, tudo sem o mínimo amparo nas normas vigentes do Clube. Ao que parece, esta balburdia administrativa, desconectada das normas da instituição, parece ser proposital, assim, ninguém “liga o nome à pessoa” ou, mais precisamente, não se consegue conectar o mal feito ao sujeito que o praticou. A verdade é que, no FLAMENGO desses “executivos”, quem mostra a cara é para afirmar que tudo vai bem nas finanças, embora ninguém tenha conseguido comprovar isso. A verdade é que, no FLAMENGO desses executivos, tudo que vai mal ou quando o resultado das ações é aquele costuma cheirar mal, aparece o sujeito oculto: o tal Conselho Gestor. Quando se trata de apurar responsabilidades no FLAMENGO, ou, quem gerencia o caos e a desordem na atividade fim da instituição, não adianta puxar a corda porque não vem nem a coleira: não se consegue encontrar qualquer responsável. Enquanto, nas administrações passadas e tão criticadas, se podia responsabilizar alguém, nesta só existe sujeito oculto. O grupo de executivos, se elegeu com o discurso de que veio para mudar “tudo o que estava errado” e “fazer diferente das administrações passadas”.

Não fosse esse mesmo Globo Esporte, continuaríamos sem saber que o tal “Conselho Gestor” é composto dos seguintes “administradores”:http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2015/07/reunioes-whatsapp-e-poder-no-futebol-o-conselho-gestor-do-fla.html

Mas, aonde estão as ações que conectam o discurso à pratica? Pergunto: como anda a gestão do patrimônio do FLAMENGO? Como os executivos estão tratando os bens do FLAMENGO? Afinal, executivos que recebem R$170 mil mensais, devem estar zelando de forma proba pelos ativos que pertencem ao FLAMENGO. O fato é que, se continuarem a gerir os bens do FLAMENGO como estão fazendo, vai ficar difícil continuar se escondendo atrás do mantra que apregoa “boa gestão e boas praticas”. A verdade é que estão usufruindo dos bens do FLAMENGO sem pudor, estão vendendo seu patrimônio para fazer caixa, dilapidando tudo o que o Clube levou 117 anos para construir.

Como falam e apregoam que existe “transparência” nesta gestão, manda a boa norma, informar se esses executivos tem clausula de “golden parachute” em seus contratos. Ou, quem sabe de golden handshake? Seria bom informar também qual é a situação desses executivos, todos recebendo por RPA mas que, pelo tempo decorrido de serviço dentro do FLAMENGO, já podem ser considerados “empregados” e, portanto, fazem jus aos direitos previstos na CLT e, ao FLAMENGO, cabe começar a recolher os tributos trabalhistas. Não esquecendo que, caso existam as clausulas de Golden Parachute e Golden Handshake em seus contratos, os benefícios previstos deverão ser incorporados ao que valor dos RPA´s.

O discurso da boa gestão financeira e de boas praticas, esconde a troca da dívida pública por dívida privada e, desta forma, colocam o FLAMENGO no caminho que leva à venda da marca. Antecipando as receitas de 2016 até 2018, com manobras que burlam a Lei de Responsabilidade Fiscal, esses executivos estão levando o Clube à insolvência. Como é possível sanear as finanças do Clube quando seguem tomando cada vez mais empréstimos, agora junto à factorings e bancos de segunda linha, que emprestam com juros altíssimos e, ainda levam em garantias reais, o patrimônio do Clube? O balanço de 2012 apresentava saldo de obrigações da ordem de R$90 Milhões e, em 2015 vamos chegar perto do R$280 Milhões, quase 4 vezes mais. A excelência em gestão está condenando o FLAMENGO à falência. As boas praticas vão dilapidar o patrimônio do Clube.

O que dizer então do que estão fazendo com o maior patrimônio do Clube: a torcida do FLAMENGO. A Chapa Azul, formada pela elite da Zona Sul, por executivos de salários milionários, que desprezam o pessoal do R$1,99 e, por isso, seleciona o público dos jogos do FLAMENGO, este que já foi, em outros tempos, um clube popular. Enquanto sobem os preços para a turma do R$1,99, o grupo Chapa Azul distribui crachás e ingressos para os camarotes para a elite que o administra. É assim que tratam as coisas do FLAMENGO? Os executivos, esses profissionais de altos salários, em 3 anos de gestão não aprenderam a montar um time de futebol, nem a contratar um técnico, que se escondem atrás da austeridade e da falta de recursos mas, que de fato, tinham muitos recursos mas que foram muito mal aplicados. Gastaram muito e aplicaram ainda  pior. Com uma arrogância ímpar, são detentores de todos os recordes de performance pífia e, o resultado desta gestão no futebol, é traduzido no decréscimo de torcedores, o que deve colocar o FLAMENGO, em breve, como segunda torcida nacional. Querem mais? É só observar o fiasco do programa ST. O FLAMENGO é o Brasil mas, isso também deixará de ser verdade. Este será mais um legado desse grupo.

Com a maioria de conveniência, toda instalada nas comissões e nos conselhos importantes do Clube, a Chapa Azul instalou a “ditadura da maioria” e, manobra o FLAMENGO, expulsando associados, suspendendo outros, mudando estatuto e, sem respeitar qualquer norma, segue sua rota de destruição. Até quando os incautos, continuaram acreditando que não existe conexão entre a caótica performance no futebol e a administração pelas mãos deste pessoal, esta que se diz diferente das outras e profissional mas, se caracteriza por: falta de planejamento, destruição dos jogadores da base, perda de direitos federativos de atletas, privilégios a certos empresários, contratações desastrosas, indisciplina generalizada no elenco e, principalmente, por gastos exorbitantes e mal feitos, tudo isso “escorado na desculpa da política de austeridade. Pior, é que toda esta farra é bancada com recursos do Programa ST . E, por isso, o FLAMENGO não consegue contratar um único jogador. A política de austeridade não é compatível com contratação de executivos para usufruírem dos bens do FLAMENGO e, ainda serem remunerados com salários estratosféricos. Principalmente, diante dos resultados.   Diante da iminente aparição das verdades, já vão debandar do “Titanic”, em que transformaram o FLAMENGO e, abandonar o “capitão”, como se esse fosse, agora, o único culpado. Em 2,5 anos de gestão anônima, de decisões de um tal conselho gestor que ninguém sabe quem é, agora que as verdades estão deixando de ser secretas, o regime voltou ao Presidencialismo. Depois de flertar por 3 anos com o rebaixamento, a Chapa Flamengo Campeão do Mundo, vai prometer fazer em 2016 o que não fez desde 2013.

Afinal, quem foi o “executivo de R$170 mil mensais” responsável pela contratação de um atleta de R$40 Milhões que faz um acordo de cavalheiros para ele não entrar em campo pelo Clube que desembolsou vultuosa quantia por ele? Como tudo que cheira mal nesta gestão, não se tem um sujeito para responsabilizar, iriam dizer que tais lambanças foram fruto de acordo feito pelo “Conselho Gestor” mas, agora que resolveram abandonar o “Titanic” a culpa do fiasco de 3 anos no futebol do FLAMENGO tem nome: o Sr. Bandeira de Melo, conforme já atesta o ex-VP em sua entrevista a ESPN, num espanto digno de criador diante de sua criatura, após esta ter rompido, justamente, um acordo de cavalheiros entre eles:

http://espn.uol.com.br/video/527879_se-o-bandeira-entender-que-deve-ser-candidato-contrariando-o-combinado-vamos-nos-enfrentar-avisa-bap

SRN / FCGularte

Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.

Envie o seu texto para sonar@sonardagavea.com , aqui a sua opinião importa.

A MENTIRA E O AUTORITARISMO TEM COR DEFINIDA

Episódio 16

A MENTIRA E O AUTORITARISMO TEM COR DEFINIDA

Assim como o Brasil, que fechou 2014 com a REELEIÇÃO de um Presidente que muito prometia, como: energia mais barata; mais salários; mais empregos; crescimento de 5% ao ano; teto da inflação de 4,5%; atender ao social, mesmo que a vaca tossisse; etc.; tudo sustentado pela cor VERMELHA, e que, agora, após o passar o período eleitoral, com o fato já consumado, estamos confrontando aquele discurso eleitoreiro fácil, com a realidade dos fatos e números expostos, que “bota na real”, o que fora ilusoriamente prometido na campanha de cor VERMELHA, que só fez trazer revoltar e desconforto ao eleitor mais otimista; Diante disto, os eleitores do CRF, também deveriam adotar um olhar atento e cuidadoso sobre os fatos, as promessas não cumpridas, bem como sobre as bravatas e coligações “sui generis” feitas durante a última campanha, sustentadas pela cor AZUL bem como sobre a verdadeira realidade dos números desta atual gestão AZUL do CRF, e as novas bravatas que irão pautar o próximo pleito deste ano de 2015.

Ao final do ano de 2012, quando o CRF elegeu este novo Presidente AZUL, com um discurso de: renovação; abandono das velhas práticas de gestão; que iriam resolver a dívida do Clube; colocar o CRF no patamar das melhores equipes de futebol do mundo; fazer da Gávea um modelo de clube social; etc.; tudo isto simbolizado por um slogan, “Flamengo Campeão do Mundo”, do qual eles, AZUL, se apropriaram, como se os méritos fossem deles, que nem na Gávea estavam naquela época. Este grupo, que se dizia “apolítico”, e que foi apoiado por um grupo de novatos, agora tentam se infiltrar em todos os poderes do Clube, mesmo que para isto tenham que rasgar as normas maiores e alterar datas de admissão de associados, para poder ocupar as cadeiras mais importantes nas “Comissões” dos Conselhos, embora muitos deles, nunca dantes tivessem pisado na Gávea nem como associado e nem mesmo como Conselheiros, até o dia em que se elegeram, quando, nesta atual gestão lá ingressaram sem tempo estatutário hábil; inclusive muitos dos atuais vice-presidentes nomeados, nem tempo estatutário hábil tinham para poderem exercer os cargos que ainda ocupam até hoje.

Isto é infração disciplinar grave, já denunciada, e prevista estatutariamente.

Tudo isto feito através de uma campanha eleitoreira abusivamente dispendiosa, onde: utilizaram maciçamente das Redes Sociais, provocaram segregação e confronto entre associados; usaram o discurso perverso, numa campanha agressiva, em que apregoava ser uma disputa dos “bons contra os maus”; na vigésima quinta hora, não tiveram nenhum escrúpulo de aceitarem a adesão e de se alinharem com “antigos dirigentes”, aqueles que fizeram esta imensa dívida que hoje temos, e a quem os AZUIS tanto combateram, e por isto propunham a renovação dos gestores, usando, inclusive, este tema nos seus “discursos apelativos”, como sendo seu mote de campanha, etc..

Como pode uma administração, que se diz profissional, e que teve como um dos seus pilares de campanha o tema de se ter a colocação das “pessoas certas no lugar certo para atuar com profissionalismo”, mas que só estão fazendo “sugar” os recursos do Programa ST, que seria para suportar a vinda de bons atletas profissionais para o CRF, mas que está sendo usado para pagar aos seus tais “executivos”, valores muito acima do mercado; “executivos” estes que, nestes últimos dois anos e meio, têm levando o futebol do CRF a lutar para não ser rebaixando para a segunda divisão?

Basta olhar um pouco para alguns sintomas manifestados pelo CRF para saber que, na verdade, “fomos enganados”, à semelhança do que aconteceu no Brasil VERMELHO, por estes dirigentes AZUIS; só que, no Brasil, a verdade está sendo desnudada, e os Brasileiros passaram a conhecer sobre a origem dos recursos que sustentaram a última campanhaVERMELHA; quanto ao CRF, tudo ainda está muito nebuloso, pois todas as informações sobre números e fatos estão bloqueadas aos conselheiros e são guardadas a sete chaves por “alguns” dirigentes; o que se percebe é esta política de entrega do patrimônio do CRF segue firme; vide o último, e requentado, “edital de venda, por qualquer preço”, da sede de São Conrado, no que já fora rejeitado pelo Plenário deste mesmo CODE, nesta mesma gestão AZUL.

Como explicar, que estes mesmos tais “executivos”, os “profissionais” com salários de R$ 150 mil/mês:

– permitiram a escalação irregular do atleta André Santos que quase resultou no rebaixamento do CRF para a “Segundona” no final de 2013?

– tomam decisão, apoiados numa interpretação amadora do RGC (Regulamento Geral das Competições), do qual o CRF é signatário? Até aonde se sabe, não aconteceram demissões, nem mesmo punições, para um fato gravíssimo como este, ações que seriam tomadas contra os irresponsáveis que estivessem envolvidos no caso?

– demitir um atleta profissional, por conta de um episódio com a torcida em Porto Alegre, sem antes verificar as condições rescisórias de seu contrato, e logo depois, o “recontrataram” porque deram conta de que o contrato do atleta possuía uma multa rescisória milionária?

– de uma administração que veio para mudar as coisas; uma administração, que coloca “as pessoas certas no lugar certo” gastar, com estes mesmos “executivos”, mais do que se gasta com a atividade fim do negócio que administra?

Esta situação é o mais clássico exemplo das aventuras do passado, que fora tão combatidas durante as campanhas, o famoso “mais do mesmo”, mas agora requentado por esta atual gestão AZUL, com caras novas de bons moços de um partido de apoio afinado com os “antigos dirigentes”, a quem tanto combateram, e que agora, na busca a sua própria sobrevivência, adota práticas administrativas fétidas e contumazes de diretorias passadas, pela da sucção de recursos das tetas Rubro Negras, que tanto combateram, e que, depois de mais de 02 anos, pregando a austeridade financeira, ocasião que ficaram flertando com o rebaixamento, causado pelos incompetentes “executivos” de R$ 150 mil/mês, continuam a praticar o requentado e manjado, apelativo, de trazer um único jogador, para ver se salvam o CRF da degola, e para tal gastaram mais de R$ 40 MILHÕES com ele, o qual, para entrar em campo na última quarta feira, ainda exigiu um pagamento antecipado de R$ 5 MILHÕES, que foi obtido através de empréstimo, feito por associados anônimos, sem informar aos conselheiros, nem as garantias que foram dadas; nem o custo deste dinheiro; nem a fonte de origem dos recursos.

Quanta Austeridade!!! Quanta falta de Transparência!!!

No início de 2014, esta mesma gestão AZUL, que tanto combateu, criticou e levantou suspeição sobre a gestão anterior, inclusive “inventando” existir uma pseudo dívida, de R$ 750 Milhões, o que nunca foi comprovado pelos balanços financeiros oficiais do CRF, mas que foi usada como um dos pilares centrais do discurso de redução de endividamento por esta mesma gestão AZUL. Esta mesma gestão AZUL, ainda ajudou a aprovar, sem ressalvas, as contas dos exercícios fiscais de 2013, 2012 e 2011, que tanto combateram, mesmo com comprovação documental de ter havido irregularidades em dois destes exercícios fiscais.

As perguntas básicas que não querem calar são, até onde:

– esta gestão AZUL de fato renovou e abandonou as velhas praticas?

– a atual Diretoria se comporta de forma isenta no saneamento das velhas artimanhas e dos malabarismos políticos, que tanto afirmaram que repudiariam?

– esta gestão AZUL, adota um modelo de gestão diferente de seus antecessores, e em que ponto é diferente daquelas táticas anteriores que combatiam?

De diferente nada fizeram, visto que, que como faziam anteriormente:

– atropelaram o estatuto do Clube seguidas vezes, inclusive inovando quando nomearam como vice-presidentes, associados que não preenchiam pré-requisitos necessários à posição que iriam ocupar;

– contribuíram para mudar o quórum do CODE e criarem uma maioria da tirania, com um descaramento nunca dantes verificado na história do Clube;

– o Presidente Eduardo Bandeira de Melo, conforme reconhecido em matéria do Jornal O Lance, afastou vários vice-presidentes nomeados do Conselho Diretor, dentre alguns, Rodolpho Landin e Cláudio Pracownik, apenas para torna-los aptos a votar naquela assembleia do CODE, que puniu, por crime de opinião, o associado Paulo Cezar Ferreira, por denunciar a alienação de patrimônio do Clube sem obedecer aos trâmites estatutários, como estão voltando a fazer agora, em relação a este “último edital de venda, por qualquer preço”, da sede de São Conrado;

A própria Diretoria reconheceu a manobra na entrevista supracitada.

Para explicar melhor o porquê desta manobra indecente, isto aconteceu porque, quando a Assembleia do Conselho de Administração, por ocasião do julgamento do recurso do Associado Paulo Cezar Ferreira, que fora punido com suspensão pelo Conselho Diretor, não alcançou o número suficiente de votos para vencer o recurso do referido associado Paulo Cezar Ferreira; o Conselho Diretor, como forma de rebeldia e revanchismo, levou a questão ao CODE e lá forçou a barra para haver a punição; no que fora acatado pelo presidente da época.

Este é o CRF AZUL, onde, para se reeleger e se perpetuar no poder, providencia a devida exclusão do seu quadro de associados daquele “fulano” que deles discordar e/ou não concordar com todos os seus atos e deslizes.

Agora, se algum dos parceiros AZUIS, os tais “executivos de R$150 mil/mês”, fizer lambança, como a de se esquecer de colocar uma cláusula no contrato do atleta Hernane que impediria sua transferência enquanto não fosse recebido o efetivo pagamento do valor por conta da sua venda; nada acontecerá a eles; além do que, este lançamento do atleta Hernane, também não constar no balanço do CRF; será que seria apenas para ajudar a mascarar o tal “superávit emblemático” e apresentar a mágica da “redução de dívidas”, enganando e iludindo os mais incautos; posto que, apresenta números referentes ao que é pago mas, não apresenta os valores que já foram tomados como empréstimos, como as antecipações de receitas de exercícios futuros das gestões que virão? Inclusive o que já se antecipou junto a Odebrecht e, com isto se engessando o CRF com o Maracanã para as próximas gestões que hão de vir.

Nada disto é dado ao conhecimento dos conselheiros!

Este é o CRF AZUL, que custa mensalmente R$ 9 MILHÕES aos cofres da Gávea, mas que atua com padrão R$ 1,99. Bem que esta gestão azul poderia nos explicar como é que se identifica este quadro bucólico prometido, e para se julgar diferente das outras anteriores, as quais combatiam???

AONDE SE ENCONTRA ESSA TAL DE AUSTERIDADE AZUL,

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