Por trás dos muros da Gávea – Sonar da Gávea – A Voz do Associado do Clube de Regatas do Flamengo.

Manchete do Globo Esporte: “Após decepção em casa, Cristóvão volta a descer na gangorra do Fla”

“Treinador segue prestigiado pelo presidente do clube, mas não é unanimidade no conselho gestor que administra o futebol. Time não consegue mostrar consistência”

Este pessoal que chegou para administrar o FLAMENGO, tendo menos de dois anos de associação e, que diziam que iriam fazer tudo diferente das administrações passadas, desde que assumiram estão se escondendo atrás dos slogans que criaram. A verdade nua e crua é que estão fazendo bem pior que as administrações que criticaram. Primeiro, talvez pelo pouco tempo de Clube, se esqueceram que o regime do FLAMENGO é PRESIDENCIALISTA. Mas, por desconhecimento, talvez por falta de experiência e, pior, quem sabe por incompetência ou conveniência, criam um tal de “Conselho Gestor”, inventam um tal de CEO, tudo sem o mínimo amparo nas normas vigentes do Clube. Ao que parece, esta balburdia administrativa, desconectada das normas da instituição, parece ser proposital, assim, ninguém “liga o nome à pessoa” ou, mais precisamente, não se consegue conectar o mal feito ao sujeito que o praticou. A verdade é que, no FLAMENGO desses “executivos”, quem mostra a cara é para afirmar que tudo vai bem nas finanças, embora ninguém tenha conseguido comprovar isso. A verdade é que, no FLAMENGO desses executivos, tudo que vai mal ou quando o resultado das ações é aquele costuma cheirar mal, aparece o sujeito oculto: o tal Conselho Gestor. Quando se trata de apurar responsabilidades no FLAMENGO, ou, quem gerencia o caos e a desordem na atividade fim da instituição, não adianta puxar a corda porque não vem nem a coleira: não se consegue encontrar qualquer responsável. Enquanto, nas administrações passadas e tão criticadas, se podia responsabilizar alguém, nesta só existe sujeito oculto. O grupo de executivos, se elegeu com o discurso de que veio para mudar “tudo o que estava errado” e “fazer diferente das administrações passadas”.

Não fosse esse mesmo Globo Esporte, continuaríamos sem saber que o tal “Conselho Gestor” é composto dos seguintes “administradores”:http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2015/07/reunioes-whatsapp-e-poder-no-futebol-o-conselho-gestor-do-fla.html

Mas, aonde estão as ações que conectam o discurso à pratica? Pergunto: como anda a gestão do patrimônio do FLAMENGO? Como os executivos estão tratando os bens do FLAMENGO? Afinal, executivos que recebem R$170 mil mensais, devem estar zelando de forma proba pelos ativos que pertencem ao FLAMENGO. O fato é que, se continuarem a gerir os bens do FLAMENGO como estão fazendo, vai ficar difícil continuar se escondendo atrás do mantra que apregoa “boa gestão e boas praticas”. A verdade é que estão usufruindo dos bens do FLAMENGO sem pudor, estão vendendo seu patrimônio para fazer caixa, dilapidando tudo o que o Clube levou 117 anos para construir.

Como falam e apregoam que existe “transparência” nesta gestão, manda a boa norma, informar se esses executivos tem clausula de “golden parachute” em seus contratos. Ou, quem sabe de golden handshake? Seria bom informar também qual é a situação desses executivos, todos recebendo por RPA mas que, pelo tempo decorrido de serviço dentro do FLAMENGO, já podem ser considerados “empregados” e, portanto, fazem jus aos direitos previstos na CLT e, ao FLAMENGO, cabe começar a recolher os tributos trabalhistas. Não esquecendo que, caso existam as clausulas de Golden Parachute e Golden Handshake em seus contratos, os benefícios previstos deverão ser incorporados ao que valor dos RPA´s.

O discurso da boa gestão financeira e de boas praticas, esconde a troca da dívida pública por dívida privada e, desta forma, colocam o FLAMENGO no caminho que leva à venda da marca. Antecipando as receitas de 2016 até 2018, com manobras que burlam a Lei de Responsabilidade Fiscal, esses executivos estão levando o Clube à insolvência. Como é possível sanear as finanças do Clube quando seguem tomando cada vez mais empréstimos, agora junto à factorings e bancos de segunda linha, que emprestam com juros altíssimos e, ainda levam em garantias reais, o patrimônio do Clube? O balanço de 2012 apresentava saldo de obrigações da ordem de R$90 Milhões e, em 2015 vamos chegar perto do R$280 Milhões, quase 4 vezes mais. A excelência em gestão está condenando o FLAMENGO à falência. As boas praticas vão dilapidar o patrimônio do Clube.

O que dizer então do que estão fazendo com o maior patrimônio do Clube: a torcida do FLAMENGO. A Chapa Azul, formada pela elite da Zona Sul, por executivos de salários milionários, que desprezam o pessoal do R$1,99 e, por isso, seleciona o público dos jogos do FLAMENGO, este que já foi, em outros tempos, um clube popular. Enquanto sobem os preços para a turma do R$1,99, o grupo Chapa Azul distribui crachás e ingressos para os camarotes para a elite que o administra. É assim que tratam as coisas do FLAMENGO? Os executivos, esses profissionais de altos salários, em 3 anos de gestão não aprenderam a montar um time de futebol, nem a contratar um técnico, que se escondem atrás da austeridade e da falta de recursos mas, que de fato, tinham muitos recursos mas que foram muito mal aplicados. Gastaram muito e aplicaram ainda  pior. Com uma arrogância ímpar, são detentores de todos os recordes de performance pífia e, o resultado desta gestão no futebol, é traduzido no decréscimo de torcedores, o que deve colocar o FLAMENGO, em breve, como segunda torcida nacional. Querem mais? É só observar o fiasco do programa ST. O FLAMENGO é o Brasil mas, isso também deixará de ser verdade. Este será mais um legado desse grupo.

Com a maioria de conveniência, toda instalada nas comissões e nos conselhos importantes do Clube, a Chapa Azul instalou a “ditadura da maioria” e, manobra o FLAMENGO, expulsando associados, suspendendo outros, mudando estatuto e, sem respeitar qualquer norma, segue sua rota de destruição. Até quando os incautos, continuaram acreditando que não existe conexão entre a caótica performance no futebol e a administração pelas mãos deste pessoal, esta que se diz diferente das outras e profissional mas, se caracteriza por: falta de planejamento, destruição dos jogadores da base, perda de direitos federativos de atletas, privilégios a certos empresários, contratações desastrosas, indisciplina generalizada no elenco e, principalmente, por gastos exorbitantes e mal feitos, tudo isso “escorado na desculpa da política de austeridade. Pior, é que toda esta farra é bancada com recursos do Programa ST . E, por isso, o FLAMENGO não consegue contratar um único jogador. A política de austeridade não é compatível com contratação de executivos para usufruírem dos bens do FLAMENGO e, ainda serem remunerados com salários estratosféricos. Principalmente, diante dos resultados.   Diante da iminente aparição das verdades, já vão debandar do “Titanic”, em que transformaram o FLAMENGO e, abandonar o “capitão”, como se esse fosse, agora, o único culpado. Em 2,5 anos de gestão anônima, de decisões de um tal conselho gestor que ninguém sabe quem é, agora que as verdades estão deixando de ser secretas, o regime voltou ao Presidencialismo. Depois de flertar por 3 anos com o rebaixamento, a Chapa Flamengo Campeão do Mundo, vai prometer fazer em 2016 o que não fez desde 2013.

Afinal, quem foi o “executivo de R$170 mil mensais” responsável pela contratação de um atleta de R$40 Milhões que faz um acordo de cavalheiros para ele não entrar em campo pelo Clube que desembolsou vultuosa quantia por ele? Como tudo que cheira mal nesta gestão, não se tem um sujeito para responsabilizar, iriam dizer que tais lambanças foram fruto de acordo feito pelo “Conselho Gestor” mas, agora que resolveram abandonar o “Titanic” a culpa do fiasco de 3 anos no futebol do FLAMENGO tem nome: o Sr. Bandeira de Melo, conforme já atesta o ex-VP em sua entrevista a ESPN, num espanto digno de criador diante de sua criatura, após esta ter rompido, justamente, um acordo de cavalheiros entre eles:

http://espn.uol.com.br/video/527879_se-o-bandeira-entender-que-deve-ser-candidato-contrariando-o-combinado-vamos-nos-enfrentar-avisa-bap

SRN / FCGularte

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A MENTIRA E O AUTORITARISMO TEM COR DEFINIDA

Episódio 16

A MENTIRA E O AUTORITARISMO TEM COR DEFINIDA

Assim como o Brasil, que fechou 2014 com a REELEIÇÃO de um Presidente que muito prometia, como: energia mais barata; mais salários; mais empregos; crescimento de 5% ao ano; teto da inflação de 4,5%; atender ao social, mesmo que a vaca tossisse; etc.; tudo sustentado pela cor VERMELHA, e que, agora, após o passar o período eleitoral, com o fato já consumado, estamos confrontando aquele discurso eleitoreiro fácil, com a realidade dos fatos e números expostos, que “bota na real”, o que fora ilusoriamente prometido na campanha de cor VERMELHA, que só fez trazer revoltar e desconforto ao eleitor mais otimista; Diante disto, os eleitores do CRF, também deveriam adotar um olhar atento e cuidadoso sobre os fatos, as promessas não cumpridas, bem como sobre as bravatas e coligações “sui generis” feitas durante a última campanha, sustentadas pela cor AZUL bem como sobre a verdadeira realidade dos números desta atual gestão AZUL do CRF, e as novas bravatas que irão pautar o próximo pleito deste ano de 2015.

Ao final do ano de 2012, quando o CRF elegeu este novo Presidente AZUL, com um discurso de: renovação; abandono das velhas práticas de gestão; que iriam resolver a dívida do Clube; colocar o CRF no patamar das melhores equipes de futebol do mundo; fazer da Gávea um modelo de clube social; etc.; tudo isto simbolizado por um slogan, “Flamengo Campeão do Mundo”, do qual eles, AZUL, se apropriaram, como se os méritos fossem deles, que nem na Gávea estavam naquela época. Este grupo, que se dizia “apolítico”, e que foi apoiado por um grupo de novatos, agora tentam se infiltrar em todos os poderes do Clube, mesmo que para isto tenham que rasgar as normas maiores e alterar datas de admissão de associados, para poder ocupar as cadeiras mais importantes nas “Comissões” dos Conselhos, embora muitos deles, nunca dantes tivessem pisado na Gávea nem como associado e nem mesmo como Conselheiros, até o dia em que se elegeram, quando, nesta atual gestão lá ingressaram sem tempo estatutário hábil; inclusive muitos dos atuais vice-presidentes nomeados, nem tempo estatutário hábil tinham para poderem exercer os cargos que ainda ocupam até hoje.

Isto é infração disciplinar grave, já denunciada, e prevista estatutariamente.

Tudo isto feito através de uma campanha eleitoreira abusivamente dispendiosa, onde: utilizaram maciçamente das Redes Sociais, provocaram segregação e confronto entre associados; usaram o discurso perverso, numa campanha agressiva, em que apregoava ser uma disputa dos “bons contra os maus”; na vigésima quinta hora, não tiveram nenhum escrúpulo de aceitarem a adesão e de se alinharem com “antigos dirigentes”, aqueles que fizeram esta imensa dívida que hoje temos, e a quem os AZUIS tanto combateram, e por isto propunham a renovação dos gestores, usando, inclusive, este tema nos seus “discursos apelativos”, como sendo seu mote de campanha, etc..

Como pode uma administração, que se diz profissional, e que teve como um dos seus pilares de campanha o tema de se ter a colocação das “pessoas certas no lugar certo para atuar com profissionalismo”, mas que só estão fazendo “sugar” os recursos do Programa ST, que seria para suportar a vinda de bons atletas profissionais para o CRF, mas que está sendo usado para pagar aos seus tais “executivos”, valores muito acima do mercado; “executivos” estes que, nestes últimos dois anos e meio, têm levando o futebol do CRF a lutar para não ser rebaixando para a segunda divisão?

Basta olhar um pouco para alguns sintomas manifestados pelo CRF para saber que, na verdade, “fomos enganados”, à semelhança do que aconteceu no Brasil VERMELHO, por estes dirigentes AZUIS; só que, no Brasil, a verdade está sendo desnudada, e os Brasileiros passaram a conhecer sobre a origem dos recursos que sustentaram a última campanhaVERMELHA; quanto ao CRF, tudo ainda está muito nebuloso, pois todas as informações sobre números e fatos estão bloqueadas aos conselheiros e são guardadas a sete chaves por “alguns” dirigentes; o que se percebe é esta política de entrega do patrimônio do CRF segue firme; vide o último, e requentado, “edital de venda, por qualquer preço”, da sede de São Conrado, no que já fora rejeitado pelo Plenário deste mesmo CODE, nesta mesma gestão AZUL.

Como explicar, que estes mesmos tais “executivos”, os “profissionais” com salários de R$ 150 mil/mês:

– permitiram a escalação irregular do atleta André Santos que quase resultou no rebaixamento do CRF para a “Segundona” no final de 2013?

– tomam decisão, apoiados numa interpretação amadora do RGC (Regulamento Geral das Competições), do qual o CRF é signatário? Até aonde se sabe, não aconteceram demissões, nem mesmo punições, para um fato gravíssimo como este, ações que seriam tomadas contra os irresponsáveis que estivessem envolvidos no caso?

– demitir um atleta profissional, por conta de um episódio com a torcida em Porto Alegre, sem antes verificar as condições rescisórias de seu contrato, e logo depois, o “recontrataram” porque deram conta de que o contrato do atleta possuía uma multa rescisória milionária?

– de uma administração que veio para mudar as coisas; uma administração, que coloca “as pessoas certas no lugar certo” gastar, com estes mesmos “executivos”, mais do que se gasta com a atividade fim do negócio que administra?

Esta situação é o mais clássico exemplo das aventuras do passado, que fora tão combatidas durante as campanhas, o famoso “mais do mesmo”, mas agora requentado por esta atual gestão AZUL, com caras novas de bons moços de um partido de apoio afinado com os “antigos dirigentes”, a quem tanto combateram, e que agora, na busca a sua própria sobrevivência, adota práticas administrativas fétidas e contumazes de diretorias passadas, pela da sucção de recursos das tetas Rubro Negras, que tanto combateram, e que, depois de mais de 02 anos, pregando a austeridade financeira, ocasião que ficaram flertando com o rebaixamento, causado pelos incompetentes “executivos” de R$ 150 mil/mês, continuam a praticar o requentado e manjado, apelativo, de trazer um único jogador, para ver se salvam o CRF da degola, e para tal gastaram mais de R$ 40 MILHÕES com ele, o qual, para entrar em campo na última quarta feira, ainda exigiu um pagamento antecipado de R$ 5 MILHÕES, que foi obtido através de empréstimo, feito por associados anônimos, sem informar aos conselheiros, nem as garantias que foram dadas; nem o custo deste dinheiro; nem a fonte de origem dos recursos.

Quanta Austeridade!!! Quanta falta de Transparência!!!

No início de 2014, esta mesma gestão AZUL, que tanto combateu, criticou e levantou suspeição sobre a gestão anterior, inclusive “inventando” existir uma pseudo dívida, de R$ 750 Milhões, o que nunca foi comprovado pelos balanços financeiros oficiais do CRF, mas que foi usada como um dos pilares centrais do discurso de redução de endividamento por esta mesma gestão AZUL. Esta mesma gestão AZUL, ainda ajudou a aprovar, sem ressalvas, as contas dos exercícios fiscais de 2013, 2012 e 2011, que tanto combateram, mesmo com comprovação documental de ter havido irregularidades em dois destes exercícios fiscais.

As perguntas básicas que não querem calar são, até onde:

– esta gestão AZUL de fato renovou e abandonou as velhas praticas?

– a atual Diretoria se comporta de forma isenta no saneamento das velhas artimanhas e dos malabarismos políticos, que tanto afirmaram que repudiariam?

– esta gestão AZUL, adota um modelo de gestão diferente de seus antecessores, e em que ponto é diferente daquelas táticas anteriores que combatiam?

De diferente nada fizeram, visto que, que como faziam anteriormente:

– atropelaram o estatuto do Clube seguidas vezes, inclusive inovando quando nomearam como vice-presidentes, associados que não preenchiam pré-requisitos necessários à posição que iriam ocupar;

– contribuíram para mudar o quórum do CODE e criarem uma maioria da tirania, com um descaramento nunca dantes verificado na história do Clube;

– o Presidente Eduardo Bandeira de Melo, conforme reconhecido em matéria do Jornal O Lance, afastou vários vice-presidentes nomeados do Conselho Diretor, dentre alguns, Rodolpho Landin e Cláudio Pracownik, apenas para torna-los aptos a votar naquela assembleia do CODE, que puniu, por crime de opinião, o associado Paulo Cezar Ferreira, por denunciar a alienação de patrimônio do Clube sem obedecer aos trâmites estatutários, como estão voltando a fazer agora, em relação a este “último edital de venda, por qualquer preço”, da sede de São Conrado;

A própria Diretoria reconheceu a manobra na entrevista supracitada.

Para explicar melhor o porquê desta manobra indecente, isto aconteceu porque, quando a Assembleia do Conselho de Administração, por ocasião do julgamento do recurso do Associado Paulo Cezar Ferreira, que fora punido com suspensão pelo Conselho Diretor, não alcançou o número suficiente de votos para vencer o recurso do referido associado Paulo Cezar Ferreira; o Conselho Diretor, como forma de rebeldia e revanchismo, levou a questão ao CODE e lá forçou a barra para haver a punição; no que fora acatado pelo presidente da época.

Este é o CRF AZUL, onde, para se reeleger e se perpetuar no poder, providencia a devida exclusão do seu quadro de associados daquele “fulano” que deles discordar e/ou não concordar com todos os seus atos e deslizes.

Agora, se algum dos parceiros AZUIS, os tais “executivos de R$150 mil/mês”, fizer lambança, como a de se esquecer de colocar uma cláusula no contrato do atleta Hernane que impediria sua transferência enquanto não fosse recebido o efetivo pagamento do valor por conta da sua venda; nada acontecerá a eles; além do que, este lançamento do atleta Hernane, também não constar no balanço do CRF; será que seria apenas para ajudar a mascarar o tal “superávit emblemático” e apresentar a mágica da “redução de dívidas”, enganando e iludindo os mais incautos; posto que, apresenta números referentes ao que é pago mas, não apresenta os valores que já foram tomados como empréstimos, como as antecipações de receitas de exercícios futuros das gestões que virão? Inclusive o que já se antecipou junto a Odebrecht e, com isto se engessando o CRF com o Maracanã para as próximas gestões que hão de vir.

Nada disto é dado ao conhecimento dos conselheiros!

Este é o CRF AZUL, que custa mensalmente R$ 9 MILHÕES aos cofres da Gávea, mas que atua com padrão R$ 1,99. Bem que esta gestão azul poderia nos explicar como é que se identifica este quadro bucólico prometido, e para se julgar diferente das outras anteriores, as quais combatiam???

AONDE SE ENCONTRA ESSA TAL DE AUSTERIDADE AZUL,

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Nosso Clube Social – Sonar da Gávea – A Voz do Associado do CRF

Nosso clube parece que esta numa redoma negra… Onde antes eu via centenas de meninos, crianças e jovens correndo, praticado esportes, aprendendo nas escolinhas, onde antes eu via varias pessoas se confraternizando nas piscinas, praticando esportes, nas academias… Lutas. Hoje apenas uma imagem triste do que poderíamos ser. Muitos espaços vazios, uma área social pouco utilizada, sem vida. Ainda existem os heróis que teimam em estar ali, por amor, por zelo, por fidelidade ao clube que tantas alegrias nos deu. Mas alegria, hoje, não é mais o que se vê no clube como antigamente! Parece que estamos ali por obrigação. Obrigação de não deixar, não abandonar o clube nas mãos de quem não sabemos o interesse real com as coisas do clube. Existe uma névoa. E ela só será dissipada com o sopro de vida que os associados possuem! Frequentando e participando, procurando saber as verdades, a história do clube. E colaborar para que, enquanto existir um Rubro Negro, não importa onde estiver, o Flamengo tenha sua história e grandeza jamais apagada dos livros dos esportes e luta diária do nosso povo! Eu creio que mudanças estarão vindo. Dessa vez, mudanças de verdade. Sem falácias!

SRN!!!

Chico Mauro
Conselheiro CRF


Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.

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DE OLHO NAS FALÁCIAS AZUIS

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Episódio 15

DE OLHO NAS FALÁCIAS AZUIS

O PASSADO REDIVIVO

Olho

Gostamos sempre de traçar paralelos com a política, seja ela local ou internacional e, principalmente, com determinadas “gestões”, que muito se assemelham como a que, hoje, está na “direção” do nosso Flamengo.

Ao longo da semana passada e, nesta em curso, com os fatos divulgados pelos desacertos econômicos e financeiros entre a Grécia e a União Europeia, verificamos que, no discurso, somos uma coisa, mas na prática somos outros. É assim o que ocorre por lá, ao falar e não cumprir, com a propalada austeridade. Igualmente, quando se fala de Flamengo!

Ademais às questões europeias, verificamos que em nosso solo Tupiniquim, a dissonância financeira é a mesma, ou seja: pregamos a AUSTERIDADE, na fala e na mídia, mas, como figura de retórica, praticamos la même chose!

Durante a campanha eleitoral, da chapa Azul, se apropriando do jargão “Flamengo Campeão do Mundo” – e tomaram para si essa expressão, sem nenhum pudor, advento do qual nunca fizeram parte ou, ao menos, estiveram presentes como Associados do Clube; muito embora, na inicial campanha, o candidato Wallin Vasconcellos tenha sido titular da citada chapa, no que fora rejeitado pelo o Comitê Eleitoral do CRF, devido à sua inadimplência com o CRF, por 15 ANOS. No que fora impugnado!, além de adotarem um discurso de “austeros”.

Como o Alerta busca demonstrar as verdades dos fatos, esse passado eleitoral poderá ser verificado através do link: https://www.youtube.com/watch?v=RdbA3LppeDs , quando foram prometidas várias falácias/fanfarras arrogantes, todas esquecidas e/ou não tornadas verdadeiras, ao longo desses quase três anos do que eles chamam de “gestão”, sobretudo “austera”.

É conveniente o efeito comparativo. Durante a campanha eletiva última, criticaram duramente as gestões anteriores (entretanto, todos se tornaram seus aliados…), quando, além das falácias expostas no link acima, prometeram gastar adequadamente, sem grandes contratações e enxugamento da folha do futebol. Todavia, ao longo desse período “gestivo”, contrataram 07 (sete) técnicos (somaram-se dívidas contratuais, por rescisões de contratos, com todos…); contrataram 40 (quarenta) jogadores – grande parte deles inexpressivos, mas servindo aos interesses de seus Agentes -, com elevados salários e de pouca utilidade: p.ex., citamos, apenas, o de Carlos Eduardo, com salário de R$ 500 mil.

A “competência gestiva”, desses azuis, ficou bem clara no início da mesma. Em 17 de junho de 2013, o Flamengo, via site oficial, comunicou que o contrato com o jogador Renato Abreu havia sido rescindido, sem comunicação de sua dispensa, no que virou uma briga judicial. O primeiro “CARTÃO DE VISITAS”, de cor blue!

Nesta semana, tomamos conhecimento que um acordo foi feito, e o jogador, que cobrava atraso de salários, verba de rescisão e fundo de garantia, receberá cerca de R$ 2,5 milhões à vista, na próxima quarta-feira (08/07/15). O pagamento será feito via Ato Trabalhista, conta judicial que centraliza todos os credores trabalhistas.

No curso do histórico dessa “gestão”, iniciada em janeiro de 2013, o Flamengo teve sete treinadores diferentes: Dorival Júnior vinha da gestão anterior, de Patrícia Amorim, e foi o treinador por 37 partidas. Jorginho ficou no comando por 14 jogos, Mano Menezes dirigiu 22 jogos e pediu demissão, Jayme de Almeida permaneceu por 54 partidas, Ney Franco por sete, Vanderlei Luxemburgo ficou por 63 jogos e Cristóvão Borges, que, ainda, está no comando há oito rodadas do Brasileirão. Ademais, contrataram 40 jogadores (igual número de funcionários de serviços gerais demitidos), inúmeros botinudos de elevados salários. Sem falarmos na admissão de vários dirigentes de área ou CEO/Aspones, que, igualmente, em função de amizades ou proximidade de intere$$e$, percebem polpudos salários…

Fica a pergunta: AONDE ESTÁ A AUSTERIDADE?

Sabemos que a função da mente é controlar o corpo. Mas, no nosso caso, estamos acéfalos, pois inventaram um tal de “comitê gestor”, que, até agora, nada demonstrou ao que se propõe de real “governança ou gestão”, nada controlando ou assumindo os seus erros. Estamos indo, em largas passadas, para o abismo do rebaixamento, onde fica mais fácil não imputar ao verdadeiro nome do titular do CRF, por essas mazelas, mas sim ao sujeito oculto. Puro eufemismo de “gestão”!

A propósito, em se falando de ACEFALIA, todos os comunicados do Clube aos associados também assim se configuram; são apócrifos, não se sabe quem está o divulgando; de qual a referida “pasta” é o informativo! No máximo, como o do último dia 03/07/15 –que informa a necessidade de estar de posse da carteirinha, para ingresso no CRF- termina com uma saudação “SRN”, sem sabermos quem “assina” pela pasta.

Praticamente e felizmente, estamos ao final dessa atual “gestão”: graças! E o que vimos? O que foi obtido em título de expressão, ao longo desse tempo? NADA!

O que vem acontecendo hoje no Flamengo (sobretudo em seu futebol) demonstra a dimensão da gravidade de que não possuímos gestão, tamanha a irresponsabilidade e incompetência efetivadas em suas ações.

Marcados pela a arrogância pessoal e “gestiva”, onde se fecharam e tomaram de assalto todos os Conselhos do Clube (inclusive o Fiscal, onde deveria ser formado por pessoas não vinculadas nas amizades e interesses pouco ortodoxo$), nada é transparente e divulgado aos Associados CRF.

O desafio que se impõe se encontrará estabelecido em dezembro próximo, quando teremos eleições para o Conselho Diretor. Urge retomar o crescimento nosso histórico de grandezas, em todas as atividades esportivas, sobretudo no Futebol, o nosso Carro-Chefe de glórias. Garantir aos associados a vontade de frequentar o Clube, que, hoje, se encontra abandonado (onde sua piscina olímpica se encontra fechada, há 3 anos), entregue às empresas de seus amiguinhos, no que terceirizaram as atividades de limpeza (demitiram 40 funcionários, que já procuram os seus direitos na Justiça do Trabalho), além da cessão do nosso solo à empresa de parqueamento (outra dos amigos, atual Diretor CRF e ex-sócio do BTG/PACTUAL (https://www.youtube.com/watch?v=i8NE5QxswVY), garantindo 80% desta receita à ESTAPAR/PACTUAL, obrigando aos associados o pagamento de uma taxa para estacionar seus veículos.

Cederam a nossa Sede para uma boate (outro amiguinho), sem autorização do Corpo de Bombeiros, em local sem “habite-se!”, no que se encontra velada essa transação, bem como não possuímos conhecimento dos ajuste$ financeiro$ de uma possível receita ao Clube.

Estamos mergulhados (sem trocadilhos, pois a piscina está seca) na pior equação econômica de todos os tempos em sucessivos e vultosos empréstimos bancários, em bancos de segunda linha e financeiras de igual “potencial”, que cobram juros extorsivos, cuja a soma, nesses últimos 07 (sete) meses, chegaram ao valor de R$ 42 MM, que só fará aumentar o endividamento do Clube, apenas para enfrentar despesas correntes operacionais do exercício de 2015 (ou seja, não será para investimento).

Dessa forma, só nesta metade do exercício financeiro de 2015, a dívida nominal do CRF perfaz um total de mais de R$ 182.617.018, que será paga pelas próximas gestões, contrariando todas as regras de governança e a atual MP dos Esportes – ProFut-, não se levando em conta o elevado custo deste dinheiro.

Finalizando, deixamos a pergunta que não fora identificada, nesses quase três anos de “GESTÃO!”:

AONDE SE ENCONTRA A TAL DA AUSTERIDADE???

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MEUS PITACOS – FLAMENGO 1 X 2 FIGUEIRENSE – Sonar da Gávea – A Voz do Associado do CRF.

MEUS PITACOS 009/2015

     FLAMENGO 1 X 2 FIGUEIRENSE

Atualmente fico em dúvida se devo ou não ir ao Maracanã, para ver os jogos do Flamengo. Vou na esperança de ver o melhor, de ver o time crescendo de produção, de ver garra, determinação, de ver um esquema de jogo, de ver bons jogadores, de ver a torcida gritar, vibrar, cantar. Mas, infelizmente, nos dias de hoje, vejo um time sem opções de mudança de jogo, jogadores correndo sem objetivos, dando chutões, marcando mal, correndo errado e desnecessariamente, vejamos o jogo de hoje:

O nosso goleiro, é alto, tem estilo, até sabe agarrar, mas apesar de ser muito jovem tem defeitos básicos de formação, sai mal do jogo, coloca a bola em reposição muitas vezes errado, no gol de falta ele estava adiantado,  mal posicionado. Defeitos que não foram corrigidos na base. A zaga é perdida, no segundo gol o atacante entrou sozinho, no meio da área, sem marcação, quem estava mais próximo era o meio campo Vitor e não um zagueiro. O nosso meio campo é disperso erra muitos passes de apenas 3 metros, não lance, não tem criatividade.  Os jogadores de frente, exceto o Emerson, é vergonhoso falar deles. Não sei como chegaram a um clube grandioso como o Flamengo. Só a diretoria sabe. Ver Paulinho que mais parece um peladeiro jogando, um Everton que corre errado, sem direção. Ver um corner onde todos se colocam dentro da área para tentar uma jogada e o Canteros não tem força para cobrar, só lança no primeiro “pau”. Ver um time insistindo em “entrar” pelo meio, que estava congestionado. Será que todos vêem isso, menos nosso treinador?

Ver e ouvir a torcida do Figueirense cantar: “ O Maraca é nosso, Hu! Hu! É muito triste. Só nossa diretoria que não se incomoda. Acha que está tudo normal. Que o time está melhorando. Que isso é fase.

Ao voltar, ouvindo comentários, no rádio, ouço um comentarista dizer que o Figueirense está um time muito bom, muito bem armado pelo seu treinador. Ora, bem armado e quase na Zona de rebaixamento?

Se o Flamengo não consegue ganhar dos últimos colocados, vai ganhar de quem?

O Flamengo hoje é alegria e festa para todas as outras torcidas, menos para a dele próprio. Os jogadores do vasco fizeram churrasco após a vitoria, dia de festa, que o Flamengo proporcionou à eles.

Os jogadores do Figueirense se ajoelharam ao chão após a vitória.

E nossa torcida? Só chorando.

É isso que eles querem?

As vezes tenho vontade de  desistir, mas meu coração rubro negro não permite.

Mas penso, para que ir ao maracanã?

Para que ser sócio Proprietário?

Se essa diretoria nos desrespeita em tudo. Só que eles estão cavando a própria sepultura, pois amanhã, fora do poder, serão somente sócios proprietários, de repente, também desrespeitados.

Aí vão querer gritar, exigir, criticar.

Para ter algum direito, o sócio proprietário, tem que se tornar sócio torcedor, isso é o cumulo dos absurdos, pois o sócio proprietário não é torcedor?

Ou será que eles são proprietários e não torcem, será que julgam todos por si próprios? Porque para ver o time como está e não tomar providências, dá a entender que não torcem.

Querem é ver o circo pegar fogo.

Não acredito que o Flamengo caia, pois time grande não cai. Quando estiver mal mesmo, a mística rubro negra entra em campo, a torcida empurra(alias isso nunca faltou), como diria Nelson

Rodrigues, surge o SOBRENATURAL DE ALMEIDA, e tiram o time da zona.

Mas que a coisa está feira, isso realmente está.

Presidente, muda o nosso Clube, muda tudo, providencie, urgentemente, uma barca, aproveita a janela e monta um time a altura do Flamengo.

Eu, como todos os bons rubro-negros, ou Flamenguistas, digo que o Flamengo não cai, mas se isso ocorrer presidente, você vai entrar para a história, e vai ser o responsável por vários enfartes.

Ainda há tempo.

Depois não diga que não foi avisado e alertado.

Ouça a todos e não somente a situação que só fala o que você quer ouvir, e o prédio está desabando e você talvez não saiba.

Cuidado para não ser vítima de um infarto, de algo, que você mesmo criou.

Esse é um desabafo de rubro negro que não quer enfartar.

Ward Gusmão

Sócio Proprietário

Conselheiro


Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.

Envie o seu texto para sonar@sonardagavea.com , aqui a sua opinião importa.

Quem ficará com o “Mico Preto” na próxima Eleição do Flamengo?

Episódio 13
Quem ficará com o “Mico Preto” na próxima Eleição do CRF?
Mico Preto” é um jogo de cartas infantil, de origem desconhecida, onde as cartas não têm valor. Perde o jogo aquele que ficar com o “Mico Preto”.
Foi dada a largada para a próxima eleição à presidência no CRF.
O atual presidente, Eduardo Bandeira de Melo, e seu criador, Luiz Eduardo Baptista, (o Bap), parceiros nos áureos tempos, declararam recentemente que estarão agora em posições opostas na próxima eleição para a presidência no CRF.
 
Embora ambos os lados possuam seus Vice-presidentes nomeados, que são da inteira confiança de cada um deles, que continuam atuando neste Conselho Diretor vigente.
Entretanto, foi o ex-presidente Marcio Braga, quem veio jogar combustível para acirrar esta disputa presidencial e precipitar esta corrida para o próximo período eleitoral, a qual já está batendo as portas dos associados, quando, recentemente, em uma reunião no restaurante Garden, em Ipanema, no mês de junho, surpreendeu a todos os lá presentes, ao lançar à candidatura do seu ex-vice-presidente jurídico, o associado Benemérito Adalberto Ribeiro, que atualmente ocupa uma cadeira num tal Conselho Gestor do presidente Eduardo Bandeira de Melo, em cujo regime ainda é o regime presidencialista.
Por tanto, para esta disputa a presidência do CRF, para o período de 2016/2018 (embora, estatutariamente, o período eleitoral, só venha a começar a partir do próximo dia 31 de agosto), já estão lançadas três candidaturas sob a mesma chancela azul, a saber: Bandeira de Mello (atual gestor); Wallim Vasconcelos (candidato do Bap) e Adalberto Ribeiro (candidato do Marcio Braga).
Ou seja, está plenamente caracterizada a intenção de haver a predominância da tal “Hegemonia Azul” nas próximas gestões do atual CRF.
Como esta atual gestão azul, para vencer as últimas eleições, aceitou fazer alianças sui generis, com aqueles antigos gestores (os que fizeram esta imensa dívida que o CRF tem hoje) a quem eles tanto criticaram no último pleito; inclusive adotando como jargão de campanha, de que iriam apurar todas as suas (deles) mazelas, e dar transparência nos seus atos e ações gerenciais; o que ocorreu é que, até agora, as vésperas eleitorais, não o fizeram; não honraram o compromisso de campanha; ao contrário, ainda estão negando aos conselheiros interessados, os acessos a estas informações, quer seja junto ao atual Conselho Fiscal, como junto ao cadastro da Secretaria Geral. O resultado prático disto, é que, até hoje, nada de concreto ainda foi apurado com consistência sólida; há apenas denúncias evasivas sobre falhas dos antigos gestores, a quem, eles, durante a campanha eleitoral criticaram tanto; e que ainda continuam criticando e os acusando de terem deixado uma dívida surrealista de R$ 700.000.000,00 (setecentos milhões); montante este que nunca foi comprovado oficialmente. Não há um documento oficial comprobatório.
Como já era previsto, desde o seu nascedouro, esta aliança azul sui generis, feita por conveniência eleitoreira, entre os azuis originais e os antigos gestores, aqueles que fizeram esta dívida imensa, e com os quais se tornaram aliados na vigésima quinta hora; aliança esta que agora está dando mostras de haver uma profunda cisão entre os tais “parceiros azuis”, por conta da busca do poder.
O registro desta foto abaixo não deixa dúvidas.
 
Entretanto, o que está causando espécie, e até surpreendeu, foi uma declaração, que o ex-presidente Kleber Leite fez em seu blog (http://kleberleite.com/author/kleber/), de que: “vão aparecer alguns oportunistas de plantão, tentando com candidaturas nanicas, visando composições para futuros cargos. Se depender da minha torcida, Eduardo já está eleito, nem tanto por morrer de amores por ele como presidente e, sim, pelo fato de independentemente de qualquer coisa, em se tratando de Flamengo, eu só saiba torcer a favor. Muito mais importante do que qualquer nome está a glória do Flamengo e, tão importante quanto, a alegria da galera. Mais uma vez, e tomara que nunca mude, o futebol vai decidir uma eleição no clube mais querido do Brasil”.
Segundo ele (KL), somente os seus “parceiros azuis”, tanto os iniciais, com aqueles que azularam na vigésima quinta hora, e que ele a todos está elogiado, por motivos óbvios, além de estar, inclusive, afirmando que “apenas os seus parceiros azuis seriam os únicos “competentes” para gerir o CRF”.
Eles se consideram os “Donos do CRF”; sempre pensaram e agiram assim; foi assim, com falácias, que iludiram os conselheiros, e criaram esta imensa dívida que o CRF tem hoje; e que, dentre elas, uma das maiores é a que permitiu que se empenhasse o Edifício do Morro da Viúva; cujo seu responsável direto tem nome e sobrenome.
Esta atual gestão azul, que já foi contaminada por este DNA autoritário de antigos gestores, agora seus parceiros, também já se consideram como “Donos do CRF”; tanto que está agora adotando o método de fazer limpeza étnica, através de prática de enaltecer a “Hegemonia Azul”.
Assim sendo, quando aparecer “alguns oportunistas de plantão, tentando com candidaturas nanicas” a presidência do CRF, pela ótica destes “Donos do CRF”, este candidato nunca será meritório de gerir o CRF!
Caramba!!! Será que, pela ótica destes “Donos do CRF”, a Moderna Democracia presidencialista no CRF, seria do tipo, “L’Etat, C’Est Moi”.
Ou será que, segundo o ponto de vista exposto, por estes “Dono do CRF”, se “algum oportunista de plantão tentando com candidatura nanica”, vier a se lançar para gerir o CRF, ele não poderá ser alguém que:
 não tenha se envolvido com esta imensa dívida que hoje o CRF tem? ou;
não seja abençoado pelos tradicionais “coroados”, que fizeram esta imensa dívida do CRF e/ou os neófitos azuis, que herdaram a prática de iludir, e já avançaram e comprometeram os recebíveis de 2016 e 2017 e, quiçá em outros recebíveis, quer seja ele azul original, ou daqueles que aderiram na vigésima quinta hora? ou;
não reze na cartilha dos azuis e/ou dos seus seguidores? ou:
não esteja envolvido em negócios com outrem, como os que tenham sido comtemplados pelo caso FIFA/FBI? ou; ou, ou, ou…
etc., etc., etc.
O que precisa ficar bem esclarecido para todos os associados, por estes três candidatos azuis, que já estão manifestados e declarados, é:
Quem ficará com o “Mico Preto” na próxima Eleição do CRF?
 
Posto que, certamente, o tal “Mico Pretonão ficará com alguém que vier a se lançar para gerir o CRF, através de “umacandidatura nanica
Ps: na conjuntura eleitoral do CRF, o Mico Preto” é um cabo eleitoral, sempre muito ativo no futebol profissional do CRF, e que poderá, através de algum ex-parceiro seu, também estar sob a suspeita de envolvimento, nas questões com a FIFA/FBI.
Como o tempo é o senhor da razão, quem viver verá!
O Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!
 
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Alerta Flamengo !

O “ALERTAFLAMENGO!” ficou perplexo, diante da mídia que tomou os noticiários esportivos, em geral, e que foi matéria oficial publicada no site CRF, sobre a votação do Conselho Deliberativo do Clube – CODE/CRF (07/04/15), que deliberou sobre a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal, Rubro-Negra, vinculada à uma Medida Provisória, Nº 671, que trata do mesmo tema, para ser inserida em seu Estatuto Social, mas que ainda falta passar pela Câmara dos Deputados, onde outras emendas serão colocadas e o texto final ainda deve sofrer diversas alterações; tudo feito com um falso alarde das trombetas, enaltecendo um resultado, ainda inócuo, posto que está pendente da competente e exigida aprovação legal necessária (como é imposta pelo atual Código Civil Brasileiro CCB), para que esta deliberação venha revestida dos necessários procedimentos legais, em sua legitimidade.

O “ALERTAFLAMENGO!” esclarece:

Embora o atual e desrespeitado ultrapassado Estatuto Social do CRF, datado de 1992, tenha definido, naquela época (1992), através da alínea XI, do seu Art. 88, que seja competência do Conselho Deliberativoreformar em todo ou em parte o Estatuto…”, há que se observar que o atual Código Civil Brasileiro (CCB), promulgado em Janeiro do ano de 2002, através de nova redação, definiu e passou a exigir, mandatoriamente, no escopo do seu Art. 59 que, in verbis: “compete privativamente à Assembleia Geral: II alterar  o estatuto”.

Portanto, qualquer alteração estatutária, de qualquer Associação, prevista no “Livro I”, do atual CCB, para ser ungida pelo competente diploma legal, tem que ser validada, obrigatoriamente, por uma decisão da Assembleia Geral da Associação. É imposição mandatória exigida pelo atual CCB. É a lei. Portanto, cumpra-se!

Que não se diga, como recurso apelatório, que por força do Art. 217 da nossa Carta Maior (a Constituição da Republica Federativa do Brasil – CRFB), as associações têm autonomia para cuidar da instituição de suas normas maiores. Pois embora as associações tenham autonomia quanto a sua organização e funcionamento (alínea I do Art. 217) na sua formação e na dos parâmetros das suas normas estatutárias, elas, por força hierárquica, têm que observar a disciplina que reza no Art. 53 e seguintes, do Código CivilBrasileiroCCB– que é onde legitima se “constituir as associações pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos”; desde que estas associações se balizem dentro dos ordenamentos exigidos pelas Leis Ordinárias (o CCB é uma delas) e pelas demais normas, maiores que as das “associações”. Isto é principio da hermenêutica jurídica.

Portanto, para evitar que o CRF seja surpreendido, mais uma vez, com uma compulsória visita ao Judiciário e/ou ao Ministério Público, para ser obrigado, por força maior, a retomar ao caminho da legalidade, causado por sua desobediência cívica ao CCB, urge que o CRF cumpra o que é determinado e mandatório pelo Art. 59 do CCB, onde reza que:

compete privativamente a Assembleia Geral: … II alterar o estatuto”.

O “ALERTAFLAMENGO!” esclarece, mais ainda:

Não obstante a existência em nosso desrespeitado e arcaico Estatuto CRF, datado de 1992, seus dispositivos legais já cuidavam de punições aos dirigentes, que desrespeitarem a boa ordem associativa e de seus gravames legais, todos abaixo conceituados:

– art. 24, inciso V – “zelar pelo o patrimônio do Flamengo”;

– art. 25, inciso III – DAS PENALIDADES – “Indenização”;

– art. 25, parágrafo 2º – “a indenização corresponderá ao valor do prejuízo”;

– art. 37 – “atentar, o membro do poder do Flamengo, contra a existência do Clube, …, as Leis, …, improbidade administrativa, …, ao orçamento, …; “;

– art. 51 – “praticar ato delituoso”;

– art. 51, parágrafo 1º – “praticar ato de improbidade em prejuízo do Flamengo”;

– art. 99 – Do Conselho de Administração – em seu inciso X – “decidir sobre responsabilidade financeira, que gravem ou onerem o patrimônio do Flamengo”.

Ou seja, a mencionada proposta, deliberada e aprovada em 07/04/15, mas que ainda depende de autorização da Assembleia Geral para ter validade legal, nada mais fez do que apenas dar novos tons a aquilo que já havia sido postulado, em 1992, agora com uma nova roupagem do eufemismo da “responsabilidade fiscal”, por ser mais em moda essa justa e atual denominação técnica.

A propósito, voltando um pouco ao tempo, em episódio ocorrido em 2010, o Presidente do Conselho Deliberativo do Clube de Regatas do Flamengo, por meio dos Atos nos 09 e 10, do citado ano, criou uma Comissão de Inquérito para apurar possíveis irregularidades/infrações disciplinares referentes à conta contábil 2112.02 – IRRF e Contribuições Previdenciárias a Recolher (impugnadas no Balanço de 2008-4), em face do Grande-Benemérito Márcio Baroukel de Souza Braga e do Benemérito José Carlos Dias e, respectivamente, à conta contábil 2111.01 – IRRF (saldo R$ 8.821.630,47) e Contribuições Previdenciárias a Recolher (saldo R$ 19.626.111,66), e também as referentes ao Balancete do mês de dezembro de 2009, em face do Grande-Benemérito Márcio Baroukel de Souza Braga e do Benemérito Sebastião Pedrazzi, denunciadas pelo então Presidente do Conselho Fiscal da época, contra àqueles associados anteriormente elencados, em suas respectivas gestões. Todos dos Anos-Bases 2008 e 2009, que indicavam o descumprimento ao Estatuto CRF, por inadimplência ao Tesouro Nacional.

Destacamos que, hoje, estes associados são aliados da atual gestão!

Cabe ressaltar que a respectiva Comissão de Inquérito apurava o “Crime de Apropriação Indébita”, que, no popular, trata-se de se apropriar de Impostos e de Contribuições, devidas ao Estado/Governo/SRF, descontados dos pagamentos/funcionários e não repassadas ao Estado.

Cabe informar, que a referida Comissão de Inquérito – formada por 5 associados, onde 4 dos membros não admitiam haver a referida capitulação legal punitiva, no citado arcaico Estatuto; entretanto, um de seus membros (que foi o Relator do Inquérito) levou o seu voto em separado ao plenário do CODE-CRF, que, por maioria (mais de 260 votos), concordou com o Relator, que apontava o delito tributário e convenceu o Pleno da devida imputação legal. Resultado: mais de 260 favoráveis contra 4 votos contrários!

Não obstante os dispositivos legais apontados (internamente) do Estatuto CRF, acima citados, extramuros o delito possui previsão legal no artigo 95, alínea “D”, da Lei 8.212/1991, revogado com o advento da Lei 9.983/2000, que tipificou a mesma conduta no artigo 168-A, do Código Penal, que consuma-se com o simples não recolhimento das contribuições previdenciárias descontadas dos empregados, bem como do IRRF não repassados ao Tesouro Nacional.

Esse retorno à história do Clube é mencionado, exclusivamente, para demonstrar o quanto de Leis, Normas, Resoluções…, são existentes e não devidamente acatadas/apreciadas ou exercidas, em função, unicamente, da vontade política dos fatos em levá-las adiante, cumprindo-as ao pé da letra –tecnicamente-, não deixando os matizes políticos influenciarem em sua imposição legal.

A propósito, cabe aqui questionar que, não se tem notícia –até hoje- das sanções impostas aos infratores, bem como das decisões administrativas tomadas pelo Clube aos infratores…

Fica claro que não é pela falta de arcabouços jurídicos legais: tais como o eufemismo da “Responsabilidade Fiscal”, que irá mudar a imputação de pena pela prática do delito, mas sim a vontade política de uma administração transparente em exercer a conduta legal e se impor, diante do rigor da Lei.

Por fim, como foi anteriormente exposto, destacamos que não se trata da falta de Leis, mas sim a vontade de cumpri-las, já que, segundo entende o “ALERTAFLAMENGO!”, uma gestão financeira, para ser eficaz precisa ser transparente e estar sustentada e orientada por um planejamento de suas disponibilidades de caixa e ao fiel cumprimento da letra do seu Estatuto Social.

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