Aprés Moi, Le Déluge

Episódio 25
Aprés Moi, Le Déluge
 
Esta expressão, que significa “Depois de mim o Dilúvio”, foi usada pelo rei Luiz XV quando percebeu que a monarquia estava preste a ruir.
 Atualmente esta frase é comumente usada para descrever aquelas pessoas que pouco se importam com a instituição; visto que, para elas, que eles não conhecem bem, nem dominam, o passado da instituição, o futuro, que há de vir, só existe a partir deles, e que os malefícios para a instituição só acontecerá após sua partida.
O que configura, não só uma traição à instituição, como também uma traição a memória daqueles que estiveram ligados a historia do CRF.
Não muito distante dessa realidade, neste mundo moderno e competitivo como o atual, onde histórias de traição fazem parte da vida cotidiana; principalmente no momento que vivemos no nosso país.
Neste momento o CRF também vive este mesmo drama de traição; onde a “Criatura”, que exerce o cargo de mandatário maior da “Nação Rubro-Negra”, e que para lá foi “pinçada”, na vigésima quinta hora, pelas mãos do seu “Criador”, resolveu agora trair sua origem, e ainda está tentando, em plena luz solar, nas barbas de todos, manter o mesmo discurso falacioso original do seu “Criador”, para tentar continuar a iludir a “Nação Rubro-Negra”; inclusive agora adicionando “pedaladas fiscais”; ainda está se dando ao desplante de esfregar em nossas faces suas ideias e arroubos de prepotência, em busca do necessário apoio a ele, e aos seus “súditos dissidentes”, para poder continuar a manter-se como mandatário maior, e assim tentar conseguir aniquilar o que se construiu, ao longo de mais de um centenário de existência do CRF, por onde se concebeu criar esta invejável “Nação Rubro-Negra”.
Estamos presenciando a distorção de uma disputa pela hegemonia na gestão do CRF, entre a “Criatura” e seu “Criador”, ambos com o mesmo discurso de haver um “Apocalipse Institucional”, que ambos conseguiram introduzir no CRF, através de atos ilegítimos, que é o que rouba a credibilidade de uma gestão, como, dentre outras, de:
– aparelhar os “Poderes” do CRF, com os “amigos” destes mesmos “Poderes”, de forma a permitir banir quem se lhe afronta;
– aderir as “Pedaladas Fiscais” nos balancetes e balanços financeiros do CRF, escondendo descaradamente a verdade dos números;
– empregar, inchando a folha de pessoal e as despesas, apaniguados nos altos escalões com salários nunca dantes praticados no CRF, e fora da realidade do mercado;
– gerenciar mal o patrimônio, a ponto de perder divisas e valores nos ativo;
– unir-se àqueles que já viviam a depauperar o patrimônio da Nação; aqueles mesmos a quem acusavam de inépcia;
– iludir associados e torcedores, através de uma mídia incauta, blogs, vlogs e afins, como se na gestão estivesse tudo bem;
– gerar uma dívida externa que só faz aumentar, inclusive trocando dívida pública por dívida privada, e ocultando informações básicas vitais, para depois transformar a Nação em terra arrasada,
Há que se considerar ainda, que isto não foi apenas uma “Traição” entre a “Criatura” e o seu “Criador”; foi uma “Traição” a toda uma nação – a “Nação Rubro-Negra” – onde, inclusive, houve o uso de “pedaladas fiscais”. Tudo feito com uma extrema precisão cirúrgica.
Não cabe mais tarde que se diga que houve inépcia; não houver; pois tudo tem sido revelado e avisado a todos os associados, pelos que, de alguma maneira, tiveram acesso a realidade dos parcos números contábeis, que deixaram “vazar”, deste sistema fechado, sem transparência, ilegítimo, em que ambos, a “Criatura” e o seu “Criador”, houveram por bem criar, com seus apaniguados…
Inclusive as várias revelações que já foram feitas por este periódico; o ALERTA.
Há tempos estamos alertando sobre isto ao Clube de Regatas Flamengo e a sua imbatível “Nação Rubro-Negra”, através da nossa pagina eletrônica:
Como na vida, que imita a arte; onde a história se repete; o mundo gira… e a lusitana roda!
A Bala de Prata da Oposição
Pois bem, hoje sabemos que se o nosso país chegou aonde chegou – e sabemos bem como chegou -, com quebradeiras e um futuro não distante e incerto; tudo causado por ter havido, tanto “Falta de Transparência”, como “Falta de Legitimidade”, em atos administrativos praticados (rasgam até a letra estatutária, para alcançarem os seus objetivos); e também de ter permitido se adotar as tais “Pedaladas Fiscais”, nos números divulgados, para iludir incautos.
Não se pode admitir que isso continue a acontecer no CRF! O dilúvio já se anuncia!
A “Nação Rubro-Negra” está sem pai, sem mãe, sem alguém para posicionar acima de seus “anseios particulares e pontuais”; alguém que possa permitir que o CRF retome o prumo da sua história glórias, feita pela “impessoalidade” de seus dedicados gestores; alguém que consiga devolver a alegria e a pungência a todos associados, admiradores, atletas, enfim, a toda a “Nação Rubro-Negra”, pela retomada ao caminho de sua história vitoriosa de glórias e conquistas desportivas.
Uma verdadeira história de democracia, de participação coletiva, de amor; historia esta que o tempo jamais apagará!
Como em todo casamento que tem seus dias festas de bodas, mas também tem seus dias amargos; Mas, para que um casamento possa evoluir e dar certo, não se pode permitir que nele se crie um clã dominador!
Então unir-se é a resposta para suplantar os dias difíceis para poder se evoluir como parceiros!
No caso do Brasil atual, só poderemos fazer algo para mudar este status quo melancólico daqui a três anos, quando pudermos voltar às urnas daqui a três anos; mas no CRF de hoje, não precisaríamos ter que esperar estes tais três anos, para tomar alguma atitude de mudança, através do voto, deste status quo de “Apocalipse Institucional”; as coisas ainda podem ser resolvidas até dezembro, quando teremos novas eleições; onde poderemos evitar o pior.
Esta chance, no Flamengo, ainda existe; e existe AGORA; ela está nas mãos da Verdadeira Oposição Unida, que é quem poderá nos livrar de um futuro tão devastador que se anuncia.
Jorge Rodrigues e Cacau Cotta, duas figuras que frequentam a Gávea, que conhecem bem o ambiente que os espera, busquem o entendimento; juntem-se e procurem encontrar o bom rumo para oCRF; sigam juntos através de um caminho comum a ser traçado por vocês.
Pois, como a vida imita a arte, ou vice-versa, estes dois associados, sozinhos, jamais farão frente ao “status quo” já estabelecido tanto pelo autoritarismo como por atos administrativos ilegítimos.
Só os grupos da Verdadeira Oposição Unida, sob a liderança de cada um deles, que estão andando desunidos, sem saber o que fazer, é que podem evitar haver o “Dilúvio”; se a Verdadeira Oposição Unida for capitaneada por estes líderes que, com visão, já estão a antever o “Dilúvio” que se anuncia; a terra arrasada que nos devolverão.
Ainda temos um alento derradeiro: o de haver o entendimento, a união, entre os postulantes Jorge Rodrigues e Cacau Cotta; esta será, realmente, a derradeira “Bala de Prata” da Verdadeira Oposição Unida.
Hoje, como bem disse nosso desembargador, o Emérito Siro Darlan, estes dois associados são qualificados para tomarem estas rédeas dos que representam a Verdadeira Oposição Unida contra tudo de artificial que há no CRF; conforme ele fez publicar, numa segunda feira, numa manifestação muito feliz, no Jornal do Brasil, numa crônica crítica sobre o momento eleitoral que passamos no CRF, onde faz uma alusão ao boneco de madeira da estória infantil – Pinóquio – e ao seu “Criador” – chamado Gepeto. Só que, no caso da Gávea, ao contrário do famoso conto, a “Criatura” acaba por trair o seu próprio “Criador”.
No caso do nosso clube amado – o CRF -, a continuarem optando por adotarem a “Falta de Transparência” e a “Falta de Legitimidade”, em atos administrativos praticados; insistirem em continuar a adotar as tais “Pedaladas Fiscais”, para iludir o associado incauto, em breve estarmos diante de uma situação de terra arrasada; pré “Diluviana”.
Esperamos que isto não venha a acontecer. Temos que evitar a continuidade deste quadro de terra for arrasada; que é uma situação pré “Diluviana”.
Posto que, as dívidas estão continuando a aumentar – mais ainda, agora com estes juros extorsivos de mercado -, fazendo com que o clube fique extremamente endividado e fragilizado. Como saldaremos este montante fabuloso que continua a crescer e quando o superávit não dá nem para pagar o custo da dívida?
Como o maior potencial do CRF está diretamente ligado ao amor e paixão da maior torcida do Brasil: OFUTEBOL é Claro!
Caso o CRF chegasse a ter suas dívidas no Mercado “zeradas” por alguém que queira “comprá-las”, o patrimônio potencial do CRF passaria, imediatamente, a valer algo perto de UM BILHÃO, junto ao mercado, por causa da sua grife.
Vejam bem, senhores associados, se estamos ou não enganados; há dois anos, um brasileiro de visão, Flavio Augusto da Silva comprou um clube médio de futebol, em Orlando, por 100 milhões de dólares! Vejam o que aconteceu com o clube após uma boa gestão administrativa.
Lembrem-se: as visões do futuro são, por vezes, perversas demais para crermos que possam virar realidade. Mas não estamos falando de nenhuma realidade que não possa acontecer.
Essa visão não é turva e pode ser muito lógica! São as leis do mercado, e o mercado não é uma mãe. É feroz e não perde tempo!
Este mesmo tempo que estamos perdendo, ao não conseguirmos entender que estamos à beira de uma nova era; e que por isto precisamos nos unir; pois depois, querer voltar atrás será tarde. Esperamos, neste mesmo tempo que urge, que nossos dois líderes – Jorge Rodrigues e Cacau Cotta -, ora eleitos pela história para buscar a retomada do prumo da “Nação Rubro-Negra”, se unam, e se pronunciem, em conjunto, para evitar que um dia, ou a “Criatura”, ou o “Criador”, possa ter que anunciar aquela famosa frase de Luís XV, quando viu seu reino sendo destruído e em vias de ir à bancarrota.
Cacau Cotta! Jorge Rodrigues! O chamado está sendo feito em grandes trombetas!
Urge que os senhores se unam pelo bem do CRF! Que este passo inicial seja dado já.
Seria interessante, ver o futebol de nosso clube em boas mãos, retornando aos seus tempos de glórias e criando riquezas; pois é duro, para todos nós associados, ficarmos assistindo contarem os caraminguás para um dia podermos encher a linda piscina olímpica de água, ou colocar um telhado num ginásio destruído pelo uso e que já foi até indenizado pelo segurador. Essa não é uma visão agradável de nosso clube…
O tempo urge! É necessário a tão propalada UNIÃO!
Até porque, como disse um poeta da música, num rasgo de sabedoria inusitado:
Depois do primeiro passo, você já não está no mesmo lugar!
Aproveitando então o refrão de outro músico consagrado,
Vejam se entendem nosso GRITO DE ALERTANÃO DÁ MAIS PRA SEGURAR!
Vamos pois caminharmos juntos, conforme propõe o texto do Emérito Siro Darlan, que se mostrou como sendo a verdadeira “Bala de Pratada Verdadeira Oposição Unida.
É pela Verdadeira Oposição Unida, que Somos Todos Flamengo!
O Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!
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A Eminência Parda da Gávea – Alerta Flamengo

Episódio 22
Este quadro de desconforto, gerado sob o olhar apático e silencioso daqueles associados incautos e “indiferentes”, é que, de repente, se permitiu fazer surgir nesta atual Gestão da Gávea, a figura obscura e refratária da Eminência Parda a qual, desde a formação original do atual grupo – e que domina esta atual gestão do CRF – lançou-se, a si mesmo, como sendo ele o atual epicentro das decisões do CRF e que – neste regime que se intitula ser democrático -, buscou transformar o atual Presidente do CRF numa verdadeira Rainha da Inglaterra onde ele reina, mas não governa.
Hoje, a existência na Gávea desta tal “Eminência Parda” é inconteste.

Isto pode ser constatado com esta recente e repentina divergência, surgida com este Bate Bocaocorrido entre os “iluminados”, que protagonizaram esta radicalização nociva, que foi provocada com aFFERJ, em relação à conduta adotada pelo atual Presidente do CRF, e a posição contrária daEminência Parda, o que, inclusive, foi o gerou seu afastamento do Corpo Diretor. 
E isto também é inconteste.
Muitos dos desmandos que aqui serão citados, e outros mais que não o serão, mas que merecem ser conhecidos, estão bem detalhados pelo Benemérito Wiliam Santos, no seu Livro “Por trás dos Muros da Gávea”.
Livro este que, todo Rubro Negro autêntico deveria lê-lo, diante das minucias, ali contidas, do passado e da atual “gestão” CRF.
A íntegra da entrevista com o autor do livro, que contem alguns tópicos interessantes, pode ser vista e ouvida no endereço:
Há tempos que várias gestões do CRF se divorciaram da transparência e da obediência à letra estatutária, para buscarem se amasiar com o arcaico e cartorial “modus faciendi”, adotado na república velha, o qual ainda hoje se preserva na Gávea, pelo clientelismo de “coroados”, para permitir favorecimentos grupal, próprio do nepotismo brasileiro, para alguns de seus “consortes” que, como se cartel fosse, seguem agindo e marginalizando a letra estatutária, e com isto fizeram criar este caldo de incertezas, propício a permitir fazer surgir na Gávea, esta execrável figura da Eminência Parda.
Tudo isto só aconteceu por ter o CRF, sob o olhar apático e silencioso, de associados “indiferentes”, que durante várias gestões, ignoraram existir este nefasto modelo cartorial da república velha, onde, dentre outros deslizes, se destacam:
– a criação dos tais sócios OFF RIO, sem a devida e exigida cobertura estatutária mandatória, a qual foi imposta de forma monocrática e unilateralmente, na gestão do Mico Preto”;
– a criação nos valores financeiros do CRF, a partir dos anos de 1970, deste famigerado, fictício, escandaloso e desvirtuado “Caixa 2” do CRF;
– o súbito surgimento do nada, desta dívida astronômica e apelativa, com o Consórcio Plaza, que, como filha de chocadeira, não teve pai e tampouco mãe e, como sempre afirmou o ex-presidente que a gerou que ela era inexistente, e hoje é uma dívida real, impositiva e causada por leniência de todas as gestões, pós a gestão do “Mico Preto”;
– esta quase impagável dívida fiscal, gerada por várias gestões, e que agora é motivação de especulação política eleitoreira, abusando da boa fé dos associados;
– as diversas (quase) convocações do CODE/CRF, onde os conselheiros são chamados para apenashomologar o que já foi decidido pelos “coroados” em seus escaninhos gestores, com a subserviência de muitos dublês;
– os não julgamentos conclusivos das várias prestações de contas, de diversos exercícios fiscais, que ainda pendentes (pois ainda estão camuflados, como esqueletos, pelas tais das “Ressalvas” nos seus balanços) e que nunca foram apurados, mas já tiveram suas “prestações de contas” aprovadas pelo plenário, mas com ressalvas, por força de interesses prejudiciais ao CRF. Destaque para o crime de ”Apropriação Indébita”, apontado em relatório próprio, e aprovada pelo pleno do CODE/CRF, e até hoje sem punição aos bravateiros gestores do CRF;
– a Mansão de São Conrado, que foi doada por um dirigente dedicado, mas que agora, por motivos de especulação imobiliária está sendo usada para se vender e fazer liquidez de caixa para tapar os buracos da incompetência de gestões fanfarronas;
– a troca da dívida pública pela dívida privada, feita com instituição financeira que praticam altos custos financeiros;
– a tática de inchar o CODE, com novos conselheiros eleitos, alguns até alheios ao Corpo Transitório, no meio e durante um período de uma gestão – que no CRF, ele é sempre de 03 anos -, que além de agredir e ferir mortalmente qualquer conceito e princípio básico de período de gestão, ele foi violentando ao estender estes direitos a outros associados proprietários não pertencentes ao seu Corpo Transitório;
– enfim, aconteceram e ainda continua a acontecer nesta atual gestão azul, um festival de lambanças, feitas com este nefasto modelo cartorial da república velha.
Entretanto, aqueles associados que quiserem observar com mais atenção e tomar como aprendizado este sui generis, relevante e importantíssimo Bate Boca, protagonizado entre o atual Presidente do CRF, e a “Eminência Parda” da Gávea, este Alerta, que ora está sendo oferecido aos associados, para poderem aperfeiçoar as gestões futuras em relação a DIREÇÃO MAIOR DAS COISAS DA GÁVEA, e para acabar com este modelo cartorial de república velha, que já deveria ter sido extinguido há tempos, caso tivéssemos feito nosso trabalho de casa em relação a uma nova letra estatutária e que, como via de consequência, nunca teria se permitido surgir no CRF esta figura nociva e execrável da Eminência Parda. Se, esta nova letra estatutária tivesse sido efetivada hoje todos poderíamos estar a se ufanar de que no clube de maior torcida do mundo, existiria um Estatuto Social proativo, novo, dinâmico e moderno, com:
-Transparência nos atos administrativos;
– Transparência e responsabilidades nas convocações do CODE/CRF;
–  Transparência na equação das dívidas;
–  Transparência nos compromissos futuros;
–  Respeito aos ditames da letra estatutária;
–  Ampla Harmonia e Confiança dentre a maioria dos seus associados.
Dentre outras tantas, dignas de um CRF como o que já existiu em um passado que o encheu de glórias e títulos.
Mas as vaidades pessoais e os interesses grupais de “coroados”, sempre boicotaram a aprovação de haver um Estatuto Social proativo, novo, dinâmico e moderno.
Este é bom exercício de observação, que deixamos para o associado eleitor do CRF fazer o seu próprio juízo de valor, na hora de decidir, sobre a sua escolha dos novos mandatários do CRF, que já está a se desenhar para o final deste ano de 2015.
Esta eminente e execrável figura “parda” da gávea consegue, por mais absurdo que seja, utilizar seus poderes de persuasão para, mesmo a distância, fazer com que muitos venham a venerá-lo, e cumprir as suas infundadas instruções, que lançadas são, pelos seus tentáculos, desde lá da “terra da garoa” até os salões da Gávea…
Esperamos que surja na Gávea UM RUBRO NEGRO AUTÊNTICO, lúcido, desprovido de vaidades, e de outras intenções inadequadas, e, principalmente, com propostas de reformas adequadas e autênticas, em que se permitirá construir uma nova letra estatutaria em consenso com a maioria ordeira e obediente as normas maiores, para que se permita administrar este nosso CRF harmonicamente, o qual é o Maior Clube do Mundo, e com a grandiosidade de ter mais de 40 milhões de torcedores.
Tudo o que se deseja é que não mais haja na Gávea uma Eminência Parda!!!
 
Apenas como ilustrativo informamos que, em política, Eminência Parda é o nome que se dá quando determinado sujeito, que não é o governante supremo, mas é o verdadeiro e mais poderoso governante, que agindo muitas vezes por detrás do soberano legítimo, o transforma em uma marionete.
Porque se chama Eminência Parda?
Na era medieval dizia-se que ela (a Eminência Parda) ficava por detrás do trono do rei, de onde emanava todo o seu despotismo dominante do poder. (par ici, poder por trás do trono).
Desde priscas eras, existem personagens obscuras que, oficialmente, não aparecem de frente (se resguardando de suas mazelas) nas esferas das decisões políticas; porém exercem uma fortíssima influência nas decisões do governante maior. Essa figura dominante é denominada de a Eminência Parda do poder.
O seu domínio político, e influência sobre os demais, em determinadas circunstâncias, é tamanho que, aquele que responde pelo poder, não dá nenhum passo sem consultá-lo, pedindo a sua benção (muitas vezes a extrema-unção); e, quando o governante maior não segue rigorosamente as suas orientações, pode ser substituído, e até deposto.
Esta expressão Eminência Parda (do francês “éminence grise”) teve sua origem na França, do século 17.
O Cardeal Richelieu (1585-1642), que era o primeiro-ministro, todo poderoso do rei da França Luís XIII (1601-1643), usava vestimentas vermelhas (hábito), e tinha uma espécie de “braço direito” seu, um frei capuchinho, conhecido por padre Joseph, (seu nome verdadeiro era, François Lecrerc du Tremblay (1577-1638), e que usava vestimentas, na cor parda (hábito).
A Dupla (Richelieu e Joseph), embora muito unida, era temida e odiada por seus críticos, de quem ganharam os apelidos de “eminência vermelha” e “eminência cinza”, respectivamente, em referência às cores de seus hábitos.
Mas por que alguém, que exerce um grande poder a partir dos bastidores, é conhecido comoEminência Parda e não cinza – que seria a tradução mais óbvia do francês grise?
Embora Leclerc nunca tivesse alcançado o posto de cardeal, aqueles ao seu redor se dirigiam a ele como tal, em deferência à influência considerável deste frade “pardo“, sobre a “Sua Eminência”, oCardeal Richelieu.
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Eleições no Clube de Regatas do Flamengo 2015 : DUAS ARTIMANHAS ADOTADAS NESTE AGOSTO DE 2015

Episódio 21

DUAS ARTIMANHAS ADOTADAS NESTE AGOSTO DE 2015

Dentre as Artimanhas, adotadas por esta atual gestão azul neste agosto de 2015, duas se destacam por serem de suma importância para a sobrevivência daquele CRF que herdamos dos antepassados que ajudaram a construir esta Nação Rubro-Negra; agora cobiçada pelos “noviços” que adentraram no CRF, rasgam a letra estatutária, e se auto intitulam como sendo os “Donos das Verdades do CRF”, as quais não conheciam, e ainda não conhecem, por não saberem que: “Verdade é um valor relativo e de ponta”.

A Primeira das Artimanhas diz respeito aos “Associados Eleitores”

Considerando que esta última semana de agosto é, estatutariamente, a Derradeira Semana para todo e qualquer “Associado Eleitor do CRF”, que pretenda poder Votar na próxima Eleição Geral de 2015, possa regularizar sua situação pecuniária (leia-se, estar em dia com o pagamento das suas mensalidades) junto a Secretaria Geral do CRF; isto porque, aquele “Associado Eleitor” que até o final de agosto de 2015, não tiver regularizado esta pendência, estará, irremediavelmente, excluído da “Relação de Eleitores da Assembleia Geral” para 2015, que, estatutariamente, é o documento oficial que habilita todo e qualquer “Associado Eleitor do CRF”, a poder Votar nesta Assembleia Geral do CRF, que ocorrerá em dezembro de 2015.

Em qualquer gestão, que queira preservar o “Equilíbrio Social” e/ou a “Transparência nos Atos Administrativos” e/ou para evitar futuros “Descontentamentos”, os “Poderes” do CRF poderiam adotar a “Boa Conduta” de, preliminarmente, alertar e, até quem sabe, proclamar aos quatro ventos, como costumam fazer com seus eventos promocionais, de que aqueles “Associados Eleitores do CRF” que, até o final do mês de agosto de 2015, não estiverem em dia com suas obrigações pecuniárias para com o CRF (estar com o pagamento das suas mensalidades regularizadas), ficarão, automaticamente, excluídos da “Relação de Eleitores da Assembleia Geral” e, como via de consequência, todos os associados inadimplentes serão

impedidos de votarem na próxima Eleição Geral de Dezembro de 2015.

Senhores associados do CRF:

Consideremos que os atuais gestores de “Boa Fé” já deveriam ter dado este Alerta a todos os associados, até por “fé de ofício”; mas como eles ainda não o fizeram, e para evitar haver surpresas e decepção, na vigésima quinta hora, quando nada mais poderá ser feito para sanear este deslize que possa vir a ocorrer, é que estamos fazendo este Alerta sobre a necessidade de cada associado honrar, em tempo hábil, a sua exigida obrigação pecuniária com o CRF, para poder Votar em 2015, pois:

O CRF espera que, em 2015, cada um cumpra com o seu dever cívico.

Importante também, que o Quadro de Associado, como um todo, pelo bem das boas práticas do clube, possa fazer saber a todos e a qualquer conhecido próximo, também associado, sobre esta obrigação, que se encerra impreterivelmente no dia 30 de agosto!

A Segunda das Artimanhas diz Respeito às Renúncias de Vice-Presidentes

Rodrigo Tostes, vice-presidente Financeiro do CRF, foi mais um vice-presidente “nomeado” a renunciar abruptamente, por politicagem oportunista e interesseira, e sem nenhum escrúpulo ao cargo para o qual fora “nomeado” pelo EBM; este ato só fez tumultuar, mais ainda, este momento crítico e nevrálgico, porque passa o nosso CRF, nesta gestão azul.

Esta foi mais uma renúncia abrupta de uma série, já previamente anunciada, e em andamento, que teve seu inicio com a renúncia do Bap, e cuja origem foi à ruptura entre ele – Bap – e o EBM, por consequência do EBMnão aceitar haver a submissão do Presidente do CRF”, em manter o poder total sob a égide de uma Eminência Parda.

http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2015/08/vice-de-financas-do-fla-tostes-deixa-cargo-e-vai-compor-chapa-de-wallim.html

O pessoal do grupo do Bap, por instrução e orientação pessoalmente dele (Bap), já começou a entrega dos seus cargos, um a um, feitos sempre em momentos oportunos, para asfixiar a candidatura para a reeleição do EBM. Ás favas os interesses do CRF!

Outras renúncias mais, de outros vice-presidentes “nomeados”, que são intensamente ligados, dependentes e de total fidelidade para com a Eminência Parda, ainda virão.

Esta tática de esvaziamento gradual, por asfixia, e com “fogo amigo”, contra a reeleição do EBM – presidente eleito do CRF, já era previsível; posto que, esta tática é acadêmica, milenar, rastaquera, consta de qualquer “Almanaque de Capivarol” e sempre é muito danosa para qualquer instituição que a adota.

É o tal princípio maquiavélico de: “Dividir para Conquistar”.

Considerando que a Eminência Parda da Gávea (o Bap), é uma exímia conhecedora da arte maquiavélica de saber fazer iludir com “Mentiras Verdadeiras”; e que detêm uma técnica, que é de fazer inveja as melhores escolas sofistas; e como ela também é sabedora de como jogar o jogo sujo, quando lhe interessa; tal qual faz o PT; pode-se observar, por esta ótica, que não haverá nenhuma chance de o EBM vir a vencer este pleito de 2015, pois os fiéis seguidores do Bap – outrora seus aliados – irão sempre procurar desidratá-lo em permanentes doses homeopáticas graduais.

Isto porque, esta Eminência Parda sabe tudo sobre os azuis (tanto os originais, como os desbotados), que ela mesma o criou e geriu. Tenham certeza de que, mais outras renúncias ainda virão; pois para esta Eminência Parda da Gávea (Bap), vale tudo para continuar na mantença do poder no CRF; até pela própria natureza da gênesis, de se ter, na Gávea, a existência de uma Eminência Parda.

Pelo Amor àquele tradicional CRF, que herdamos de antepassados, espera-se de cada Rubro-Negro Autêntico, que se dê uma trégua às vaidades pessoais e ajudem a salvar o que resta do CRF que herdamos antes de surgir, na Gávea, a existência desta Eminência Parda, que gere as coisas do CRF de seus escritórios em São Paulo.

Para tal, urge aos associados que dizem ser de “Oposição” a esta gestão azul, que façam todos os esforços para ajudar a agregar, no entorno de um nome de consenso, que tenha recursos técnicos e financeiros para poder sustentar as necessárias mudanças nesta campanha de 2015.

Que ninguém duvide que, a permanecer neste atual quadro politico, o vencedor desta eleição de 2015, já está identificado, pelo grau de informação que hoje ele tem de CRF. Não há o que se argumentar no sentido contrário; insistir neste atual diapasão politico, será travar uma luta inglória; será querer jogar dinheiro fora, para apenas assistir este atual CRF se transmutar num enorme e crescente “balcão de negócios”, que serão direcionados a terceirizações feitas “entre amigos” e com salários astronômicos para os “escolhidos” por alguns poucos.

Este é o Alerta que deixamos para aqueles que ainda se preocupam, e sonham, em ter na Gávea, aquele outro CRF, que herdamos dos antepassados; pois ALIA JACTA EST.

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Por trás dos muros da Gávea – Sonar da Gávea – A Voz do Associado do Clube de Regatas do Flamengo.

Manchete do Globo Esporte: “Após decepção em casa, Cristóvão volta a descer na gangorra do Fla”

“Treinador segue prestigiado pelo presidente do clube, mas não é unanimidade no conselho gestor que administra o futebol. Time não consegue mostrar consistência”

Este pessoal que chegou para administrar o FLAMENGO, tendo menos de dois anos de associação e, que diziam que iriam fazer tudo diferente das administrações passadas, desde que assumiram estão se escondendo atrás dos slogans que criaram. A verdade nua e crua é que estão fazendo bem pior que as administrações que criticaram. Primeiro, talvez pelo pouco tempo de Clube, se esqueceram que o regime do FLAMENGO é PRESIDENCIALISTA. Mas, por desconhecimento, talvez por falta de experiência e, pior, quem sabe por incompetência ou conveniência, criam um tal de “Conselho Gestor”, inventam um tal de CEO, tudo sem o mínimo amparo nas normas vigentes do Clube. Ao que parece, esta balburdia administrativa, desconectada das normas da instituição, parece ser proposital, assim, ninguém “liga o nome à pessoa” ou, mais precisamente, não se consegue conectar o mal feito ao sujeito que o praticou. A verdade é que, no FLAMENGO desses “executivos”, quem mostra a cara é para afirmar que tudo vai bem nas finanças, embora ninguém tenha conseguido comprovar isso. A verdade é que, no FLAMENGO desses executivos, tudo que vai mal ou quando o resultado das ações é aquele costuma cheirar mal, aparece o sujeito oculto: o tal Conselho Gestor. Quando se trata de apurar responsabilidades no FLAMENGO, ou, quem gerencia o caos e a desordem na atividade fim da instituição, não adianta puxar a corda porque não vem nem a coleira: não se consegue encontrar qualquer responsável. Enquanto, nas administrações passadas e tão criticadas, se podia responsabilizar alguém, nesta só existe sujeito oculto. O grupo de executivos, se elegeu com o discurso de que veio para mudar “tudo o que estava errado” e “fazer diferente das administrações passadas”.

Não fosse esse mesmo Globo Esporte, continuaríamos sem saber que o tal “Conselho Gestor” é composto dos seguintes “administradores”:http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2015/07/reunioes-whatsapp-e-poder-no-futebol-o-conselho-gestor-do-fla.html

Mas, aonde estão as ações que conectam o discurso à pratica? Pergunto: como anda a gestão do patrimônio do FLAMENGO? Como os executivos estão tratando os bens do FLAMENGO? Afinal, executivos que recebem R$170 mil mensais, devem estar zelando de forma proba pelos ativos que pertencem ao FLAMENGO. O fato é que, se continuarem a gerir os bens do FLAMENGO como estão fazendo, vai ficar difícil continuar se escondendo atrás do mantra que apregoa “boa gestão e boas praticas”. A verdade é que estão usufruindo dos bens do FLAMENGO sem pudor, estão vendendo seu patrimônio para fazer caixa, dilapidando tudo o que o Clube levou 117 anos para construir.

Como falam e apregoam que existe “transparência” nesta gestão, manda a boa norma, informar se esses executivos tem clausula de “golden parachute” em seus contratos. Ou, quem sabe de golden handshake? Seria bom informar também qual é a situação desses executivos, todos recebendo por RPA mas que, pelo tempo decorrido de serviço dentro do FLAMENGO, já podem ser considerados “empregados” e, portanto, fazem jus aos direitos previstos na CLT e, ao FLAMENGO, cabe começar a recolher os tributos trabalhistas. Não esquecendo que, caso existam as clausulas de Golden Parachute e Golden Handshake em seus contratos, os benefícios previstos deverão ser incorporados ao que valor dos RPA´s.

O discurso da boa gestão financeira e de boas praticas, esconde a troca da dívida pública por dívida privada e, desta forma, colocam o FLAMENGO no caminho que leva à venda da marca. Antecipando as receitas de 2016 até 2018, com manobras que burlam a Lei de Responsabilidade Fiscal, esses executivos estão levando o Clube à insolvência. Como é possível sanear as finanças do Clube quando seguem tomando cada vez mais empréstimos, agora junto à factorings e bancos de segunda linha, que emprestam com juros altíssimos e, ainda levam em garantias reais, o patrimônio do Clube? O balanço de 2012 apresentava saldo de obrigações da ordem de R$90 Milhões e, em 2015 vamos chegar perto do R$280 Milhões, quase 4 vezes mais. A excelência em gestão está condenando o FLAMENGO à falência. As boas praticas vão dilapidar o patrimônio do Clube.

O que dizer então do que estão fazendo com o maior patrimônio do Clube: a torcida do FLAMENGO. A Chapa Azul, formada pela elite da Zona Sul, por executivos de salários milionários, que desprezam o pessoal do R$1,99 e, por isso, seleciona o público dos jogos do FLAMENGO, este que já foi, em outros tempos, um clube popular. Enquanto sobem os preços para a turma do R$1,99, o grupo Chapa Azul distribui crachás e ingressos para os camarotes para a elite que o administra. É assim que tratam as coisas do FLAMENGO? Os executivos, esses profissionais de altos salários, em 3 anos de gestão não aprenderam a montar um time de futebol, nem a contratar um técnico, que se escondem atrás da austeridade e da falta de recursos mas, que de fato, tinham muitos recursos mas que foram muito mal aplicados. Gastaram muito e aplicaram ainda  pior. Com uma arrogância ímpar, são detentores de todos os recordes de performance pífia e, o resultado desta gestão no futebol, é traduzido no decréscimo de torcedores, o que deve colocar o FLAMENGO, em breve, como segunda torcida nacional. Querem mais? É só observar o fiasco do programa ST. O FLAMENGO é o Brasil mas, isso também deixará de ser verdade. Este será mais um legado desse grupo.

Com a maioria de conveniência, toda instalada nas comissões e nos conselhos importantes do Clube, a Chapa Azul instalou a “ditadura da maioria” e, manobra o FLAMENGO, expulsando associados, suspendendo outros, mudando estatuto e, sem respeitar qualquer norma, segue sua rota de destruição. Até quando os incautos, continuaram acreditando que não existe conexão entre a caótica performance no futebol e a administração pelas mãos deste pessoal, esta que se diz diferente das outras e profissional mas, se caracteriza por: falta de planejamento, destruição dos jogadores da base, perda de direitos federativos de atletas, privilégios a certos empresários, contratações desastrosas, indisciplina generalizada no elenco e, principalmente, por gastos exorbitantes e mal feitos, tudo isso “escorado na desculpa da política de austeridade. Pior, é que toda esta farra é bancada com recursos do Programa ST . E, por isso, o FLAMENGO não consegue contratar um único jogador. A política de austeridade não é compatível com contratação de executivos para usufruírem dos bens do FLAMENGO e, ainda serem remunerados com salários estratosféricos. Principalmente, diante dos resultados.   Diante da iminente aparição das verdades, já vão debandar do “Titanic”, em que transformaram o FLAMENGO e, abandonar o “capitão”, como se esse fosse, agora, o único culpado. Em 2,5 anos de gestão anônima, de decisões de um tal conselho gestor que ninguém sabe quem é, agora que as verdades estão deixando de ser secretas, o regime voltou ao Presidencialismo. Depois de flertar por 3 anos com o rebaixamento, a Chapa Flamengo Campeão do Mundo, vai prometer fazer em 2016 o que não fez desde 2013.

Afinal, quem foi o “executivo de R$170 mil mensais” responsável pela contratação de um atleta de R$40 Milhões que faz um acordo de cavalheiros para ele não entrar em campo pelo Clube que desembolsou vultuosa quantia por ele? Como tudo que cheira mal nesta gestão, não se tem um sujeito para responsabilizar, iriam dizer que tais lambanças foram fruto de acordo feito pelo “Conselho Gestor” mas, agora que resolveram abandonar o “Titanic” a culpa do fiasco de 3 anos no futebol do FLAMENGO tem nome: o Sr. Bandeira de Melo, conforme já atesta o ex-VP em sua entrevista a ESPN, num espanto digno de criador diante de sua criatura, após esta ter rompido, justamente, um acordo de cavalheiros entre eles:

http://espn.uol.com.br/video/527879_se-o-bandeira-entender-que-deve-ser-candidato-contrariando-o-combinado-vamos-nos-enfrentar-avisa-bap

SRN / FCGularte

Sonar da Gávea a Voz do Associado do CRF.

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A MENTIRA E O AUTORITARISMO TEM COR DEFINIDA

Episódio 16

A MENTIRA E O AUTORITARISMO TEM COR DEFINIDA

Assim como o Brasil, que fechou 2014 com a REELEIÇÃO de um Presidente que muito prometia, como: energia mais barata; mais salários; mais empregos; crescimento de 5% ao ano; teto da inflação de 4,5%; atender ao social, mesmo que a vaca tossisse; etc.; tudo sustentado pela cor VERMELHA, e que, agora, após o passar o período eleitoral, com o fato já consumado, estamos confrontando aquele discurso eleitoreiro fácil, com a realidade dos fatos e números expostos, que “bota na real”, o que fora ilusoriamente prometido na campanha de cor VERMELHA, que só fez trazer revoltar e desconforto ao eleitor mais otimista; Diante disto, os eleitores do CRF, também deveriam adotar um olhar atento e cuidadoso sobre os fatos, as promessas não cumpridas, bem como sobre as bravatas e coligações “sui generis” feitas durante a última campanha, sustentadas pela cor AZUL bem como sobre a verdadeira realidade dos números desta atual gestão AZUL do CRF, e as novas bravatas que irão pautar o próximo pleito deste ano de 2015.

Ao final do ano de 2012, quando o CRF elegeu este novo Presidente AZUL, com um discurso de: renovação; abandono das velhas práticas de gestão; que iriam resolver a dívida do Clube; colocar o CRF no patamar das melhores equipes de futebol do mundo; fazer da Gávea um modelo de clube social; etc.; tudo isto simbolizado por um slogan, “Flamengo Campeão do Mundo”, do qual eles, AZUL, se apropriaram, como se os méritos fossem deles, que nem na Gávea estavam naquela época. Este grupo, que se dizia “apolítico”, e que foi apoiado por um grupo de novatos, agora tentam se infiltrar em todos os poderes do Clube, mesmo que para isto tenham que rasgar as normas maiores e alterar datas de admissão de associados, para poder ocupar as cadeiras mais importantes nas “Comissões” dos Conselhos, embora muitos deles, nunca dantes tivessem pisado na Gávea nem como associado e nem mesmo como Conselheiros, até o dia em que se elegeram, quando, nesta atual gestão lá ingressaram sem tempo estatutário hábil; inclusive muitos dos atuais vice-presidentes nomeados, nem tempo estatutário hábil tinham para poderem exercer os cargos que ainda ocupam até hoje.

Isto é infração disciplinar grave, já denunciada, e prevista estatutariamente.

Tudo isto feito através de uma campanha eleitoreira abusivamente dispendiosa, onde: utilizaram maciçamente das Redes Sociais, provocaram segregação e confronto entre associados; usaram o discurso perverso, numa campanha agressiva, em que apregoava ser uma disputa dos “bons contra os maus”; na vigésima quinta hora, não tiveram nenhum escrúpulo de aceitarem a adesão e de se alinharem com “antigos dirigentes”, aqueles que fizeram esta imensa dívida que hoje temos, e a quem os AZUIS tanto combateram, e por isto propunham a renovação dos gestores, usando, inclusive, este tema nos seus “discursos apelativos”, como sendo seu mote de campanha, etc..

Como pode uma administração, que se diz profissional, e que teve como um dos seus pilares de campanha o tema de se ter a colocação das “pessoas certas no lugar certo para atuar com profissionalismo”, mas que só estão fazendo “sugar” os recursos do Programa ST, que seria para suportar a vinda de bons atletas profissionais para o CRF, mas que está sendo usado para pagar aos seus tais “executivos”, valores muito acima do mercado; “executivos” estes que, nestes últimos dois anos e meio, têm levando o futebol do CRF a lutar para não ser rebaixando para a segunda divisão?

Basta olhar um pouco para alguns sintomas manifestados pelo CRF para saber que, na verdade, “fomos enganados”, à semelhança do que aconteceu no Brasil VERMELHO, por estes dirigentes AZUIS; só que, no Brasil, a verdade está sendo desnudada, e os Brasileiros passaram a conhecer sobre a origem dos recursos que sustentaram a última campanhaVERMELHA; quanto ao CRF, tudo ainda está muito nebuloso, pois todas as informações sobre números e fatos estão bloqueadas aos conselheiros e são guardadas a sete chaves por “alguns” dirigentes; o que se percebe é esta política de entrega do patrimônio do CRF segue firme; vide o último, e requentado, “edital de venda, por qualquer preço”, da sede de São Conrado, no que já fora rejeitado pelo Plenário deste mesmo CODE, nesta mesma gestão AZUL.

Como explicar, que estes mesmos tais “executivos”, os “profissionais” com salários de R$ 150 mil/mês:

– permitiram a escalação irregular do atleta André Santos que quase resultou no rebaixamento do CRF para a “Segundona” no final de 2013?

– tomam decisão, apoiados numa interpretação amadora do RGC (Regulamento Geral das Competições), do qual o CRF é signatário? Até aonde se sabe, não aconteceram demissões, nem mesmo punições, para um fato gravíssimo como este, ações que seriam tomadas contra os irresponsáveis que estivessem envolvidos no caso?

– demitir um atleta profissional, por conta de um episódio com a torcida em Porto Alegre, sem antes verificar as condições rescisórias de seu contrato, e logo depois, o “recontrataram” porque deram conta de que o contrato do atleta possuía uma multa rescisória milionária?

– de uma administração que veio para mudar as coisas; uma administração, que coloca “as pessoas certas no lugar certo” gastar, com estes mesmos “executivos”, mais do que se gasta com a atividade fim do negócio que administra?

Esta situação é o mais clássico exemplo das aventuras do passado, que fora tão combatidas durante as campanhas, o famoso “mais do mesmo”, mas agora requentado por esta atual gestão AZUL, com caras novas de bons moços de um partido de apoio afinado com os “antigos dirigentes”, a quem tanto combateram, e que agora, na busca a sua própria sobrevivência, adota práticas administrativas fétidas e contumazes de diretorias passadas, pela da sucção de recursos das tetas Rubro Negras, que tanto combateram, e que, depois de mais de 02 anos, pregando a austeridade financeira, ocasião que ficaram flertando com o rebaixamento, causado pelos incompetentes “executivos” de R$ 150 mil/mês, continuam a praticar o requentado e manjado, apelativo, de trazer um único jogador, para ver se salvam o CRF da degola, e para tal gastaram mais de R$ 40 MILHÕES com ele, o qual, para entrar em campo na última quarta feira, ainda exigiu um pagamento antecipado de R$ 5 MILHÕES, que foi obtido através de empréstimo, feito por associados anônimos, sem informar aos conselheiros, nem as garantias que foram dadas; nem o custo deste dinheiro; nem a fonte de origem dos recursos.

Quanta Austeridade!!! Quanta falta de Transparência!!!

No início de 2014, esta mesma gestão AZUL, que tanto combateu, criticou e levantou suspeição sobre a gestão anterior, inclusive “inventando” existir uma pseudo dívida, de R$ 750 Milhões, o que nunca foi comprovado pelos balanços financeiros oficiais do CRF, mas que foi usada como um dos pilares centrais do discurso de redução de endividamento por esta mesma gestão AZUL. Esta mesma gestão AZUL, ainda ajudou a aprovar, sem ressalvas, as contas dos exercícios fiscais de 2013, 2012 e 2011, que tanto combateram, mesmo com comprovação documental de ter havido irregularidades em dois destes exercícios fiscais.

As perguntas básicas que não querem calar são, até onde:

– esta gestão AZUL de fato renovou e abandonou as velhas praticas?

– a atual Diretoria se comporta de forma isenta no saneamento das velhas artimanhas e dos malabarismos políticos, que tanto afirmaram que repudiariam?

– esta gestão AZUL, adota um modelo de gestão diferente de seus antecessores, e em que ponto é diferente daquelas táticas anteriores que combatiam?

De diferente nada fizeram, visto que, que como faziam anteriormente:

– atropelaram o estatuto do Clube seguidas vezes, inclusive inovando quando nomearam como vice-presidentes, associados que não preenchiam pré-requisitos necessários à posição que iriam ocupar;

– contribuíram para mudar o quórum do CODE e criarem uma maioria da tirania, com um descaramento nunca dantes verificado na história do Clube;

– o Presidente Eduardo Bandeira de Melo, conforme reconhecido em matéria do Jornal O Lance, afastou vários vice-presidentes nomeados do Conselho Diretor, dentre alguns, Rodolpho Landin e Cláudio Pracownik, apenas para torna-los aptos a votar naquela assembleia do CODE, que puniu, por crime de opinião, o associado Paulo Cezar Ferreira, por denunciar a alienação de patrimônio do Clube sem obedecer aos trâmites estatutários, como estão voltando a fazer agora, em relação a este “último edital de venda, por qualquer preço”, da sede de São Conrado;

A própria Diretoria reconheceu a manobra na entrevista supracitada.

Para explicar melhor o porquê desta manobra indecente, isto aconteceu porque, quando a Assembleia do Conselho de Administração, por ocasião do julgamento do recurso do Associado Paulo Cezar Ferreira, que fora punido com suspensão pelo Conselho Diretor, não alcançou o número suficiente de votos para vencer o recurso do referido associado Paulo Cezar Ferreira; o Conselho Diretor, como forma de rebeldia e revanchismo, levou a questão ao CODE e lá forçou a barra para haver a punição; no que fora acatado pelo presidente da época.

Este é o CRF AZUL, onde, para se reeleger e se perpetuar no poder, providencia a devida exclusão do seu quadro de associados daquele “fulano” que deles discordar e/ou não concordar com todos os seus atos e deslizes.

Agora, se algum dos parceiros AZUIS, os tais “executivos de R$150 mil/mês”, fizer lambança, como a de se esquecer de colocar uma cláusula no contrato do atleta Hernane que impediria sua transferência enquanto não fosse recebido o efetivo pagamento do valor por conta da sua venda; nada acontecerá a eles; além do que, este lançamento do atleta Hernane, também não constar no balanço do CRF; será que seria apenas para ajudar a mascarar o tal “superávit emblemático” e apresentar a mágica da “redução de dívidas”, enganando e iludindo os mais incautos; posto que, apresenta números referentes ao que é pago mas, não apresenta os valores que já foram tomados como empréstimos, como as antecipações de receitas de exercícios futuros das gestões que virão? Inclusive o que já se antecipou junto a Odebrecht e, com isto se engessando o CRF com o Maracanã para as próximas gestões que hão de vir.

Nada disto é dado ao conhecimento dos conselheiros!

Este é o CRF AZUL, que custa mensalmente R$ 9 MILHÕES aos cofres da Gávea, mas que atua com padrão R$ 1,99. Bem que esta gestão azul poderia nos explicar como é que se identifica este quadro bucólico prometido, e para se julgar diferente das outras anteriores, as quais combatiam???

AONDE SE ENCONTRA ESSA TAL DE AUSTERIDADE AZUL,

O Alerta apenas apresenta os fatos; e contra fatos não há argumentos!

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Nosso Clube Social – Sonar da Gávea – A Voz do Associado do CRF

Nosso clube parece que esta numa redoma negra… Onde antes eu via centenas de meninos, crianças e jovens correndo, praticado esportes, aprendendo nas escolinhas, onde antes eu via varias pessoas se confraternizando nas piscinas, praticando esportes, nas academias… Lutas. Hoje apenas uma imagem triste do que poderíamos ser. Muitos espaços vazios, uma área social pouco utilizada, sem vida. Ainda existem os heróis que teimam em estar ali, por amor, por zelo, por fidelidade ao clube que tantas alegrias nos deu. Mas alegria, hoje, não é mais o que se vê no clube como antigamente! Parece que estamos ali por obrigação. Obrigação de não deixar, não abandonar o clube nas mãos de quem não sabemos o interesse real com as coisas do clube. Existe uma névoa. E ela só será dissipada com o sopro de vida que os associados possuem! Frequentando e participando, procurando saber as verdades, a história do clube. E colaborar para que, enquanto existir um Rubro Negro, não importa onde estiver, o Flamengo tenha sua história e grandeza jamais apagada dos livros dos esportes e luta diária do nosso povo! Eu creio que mudanças estarão vindo. Dessa vez, mudanças de verdade. Sem falácias!

SRN!!!

Chico Mauro
Conselheiro CRF


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DE OLHO NAS FALÁCIAS AZUIS

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Episódio 15

DE OLHO NAS FALÁCIAS AZUIS

O PASSADO REDIVIVO

Olho

Gostamos sempre de traçar paralelos com a política, seja ela local ou internacional e, principalmente, com determinadas “gestões”, que muito se assemelham como a que, hoje, está na “direção” do nosso Flamengo.

Ao longo da semana passada e, nesta em curso, com os fatos divulgados pelos desacertos econômicos e financeiros entre a Grécia e a União Europeia, verificamos que, no discurso, somos uma coisa, mas na prática somos outros. É assim o que ocorre por lá, ao falar e não cumprir, com a propalada austeridade. Igualmente, quando se fala de Flamengo!

Ademais às questões europeias, verificamos que em nosso solo Tupiniquim, a dissonância financeira é a mesma, ou seja: pregamos a AUSTERIDADE, na fala e na mídia, mas, como figura de retórica, praticamos la même chose!

Durante a campanha eleitoral, da chapa Azul, se apropriando do jargão “Flamengo Campeão do Mundo” – e tomaram para si essa expressão, sem nenhum pudor, advento do qual nunca fizeram parte ou, ao menos, estiveram presentes como Associados do Clube; muito embora, na inicial campanha, o candidato Wallin Vasconcellos tenha sido titular da citada chapa, no que fora rejeitado pelo o Comitê Eleitoral do CRF, devido à sua inadimplência com o CRF, por 15 ANOS. No que fora impugnado!, além de adotarem um discurso de “austeros”.

Como o Alerta busca demonstrar as verdades dos fatos, esse passado eleitoral poderá ser verificado através do link: https://www.youtube.com/watch?v=RdbA3LppeDs , quando foram prometidas várias falácias/fanfarras arrogantes, todas esquecidas e/ou não tornadas verdadeiras, ao longo desses quase três anos do que eles chamam de “gestão”, sobretudo “austera”.

É conveniente o efeito comparativo. Durante a campanha eletiva última, criticaram duramente as gestões anteriores (entretanto, todos se tornaram seus aliados…), quando, além das falácias expostas no link acima, prometeram gastar adequadamente, sem grandes contratações e enxugamento da folha do futebol. Todavia, ao longo desse período “gestivo”, contrataram 07 (sete) técnicos (somaram-se dívidas contratuais, por rescisões de contratos, com todos…); contrataram 40 (quarenta) jogadores – grande parte deles inexpressivos, mas servindo aos interesses de seus Agentes -, com elevados salários e de pouca utilidade: p.ex., citamos, apenas, o de Carlos Eduardo, com salário de R$ 500 mil.

A “competência gestiva”, desses azuis, ficou bem clara no início da mesma. Em 17 de junho de 2013, o Flamengo, via site oficial, comunicou que o contrato com o jogador Renato Abreu havia sido rescindido, sem comunicação de sua dispensa, no que virou uma briga judicial. O primeiro “CARTÃO DE VISITAS”, de cor blue!

Nesta semana, tomamos conhecimento que um acordo foi feito, e o jogador, que cobrava atraso de salários, verba de rescisão e fundo de garantia, receberá cerca de R$ 2,5 milhões à vista, na próxima quarta-feira (08/07/15). O pagamento será feito via Ato Trabalhista, conta judicial que centraliza todos os credores trabalhistas.

No curso do histórico dessa “gestão”, iniciada em janeiro de 2013, o Flamengo teve sete treinadores diferentes: Dorival Júnior vinha da gestão anterior, de Patrícia Amorim, e foi o treinador por 37 partidas. Jorginho ficou no comando por 14 jogos, Mano Menezes dirigiu 22 jogos e pediu demissão, Jayme de Almeida permaneceu por 54 partidas, Ney Franco por sete, Vanderlei Luxemburgo ficou por 63 jogos e Cristóvão Borges, que, ainda, está no comando há oito rodadas do Brasileirão. Ademais, contrataram 40 jogadores (igual número de funcionários de serviços gerais demitidos), inúmeros botinudos de elevados salários. Sem falarmos na admissão de vários dirigentes de área ou CEO/Aspones, que, igualmente, em função de amizades ou proximidade de intere$$e$, percebem polpudos salários…

Fica a pergunta: AONDE ESTÁ A AUSTERIDADE?

Sabemos que a função da mente é controlar o corpo. Mas, no nosso caso, estamos acéfalos, pois inventaram um tal de “comitê gestor”, que, até agora, nada demonstrou ao que se propõe de real “governança ou gestão”, nada controlando ou assumindo os seus erros. Estamos indo, em largas passadas, para o abismo do rebaixamento, onde fica mais fácil não imputar ao verdadeiro nome do titular do CRF, por essas mazelas, mas sim ao sujeito oculto. Puro eufemismo de “gestão”!

A propósito, em se falando de ACEFALIA, todos os comunicados do Clube aos associados também assim se configuram; são apócrifos, não se sabe quem está o divulgando; de qual a referida “pasta” é o informativo! No máximo, como o do último dia 03/07/15 –que informa a necessidade de estar de posse da carteirinha, para ingresso no CRF- termina com uma saudação “SRN”, sem sabermos quem “assina” pela pasta.

Praticamente e felizmente, estamos ao final dessa atual “gestão”: graças! E o que vimos? O que foi obtido em título de expressão, ao longo desse tempo? NADA!

O que vem acontecendo hoje no Flamengo (sobretudo em seu futebol) demonstra a dimensão da gravidade de que não possuímos gestão, tamanha a irresponsabilidade e incompetência efetivadas em suas ações.

Marcados pela a arrogância pessoal e “gestiva”, onde se fecharam e tomaram de assalto todos os Conselhos do Clube (inclusive o Fiscal, onde deveria ser formado por pessoas não vinculadas nas amizades e interesses pouco ortodoxo$), nada é transparente e divulgado aos Associados CRF.

O desafio que se impõe se encontrará estabelecido em dezembro próximo, quando teremos eleições para o Conselho Diretor. Urge retomar o crescimento nosso histórico de grandezas, em todas as atividades esportivas, sobretudo no Futebol, o nosso Carro-Chefe de glórias. Garantir aos associados a vontade de frequentar o Clube, que, hoje, se encontra abandonado (onde sua piscina olímpica se encontra fechada, há 3 anos), entregue às empresas de seus amiguinhos, no que terceirizaram as atividades de limpeza (demitiram 40 funcionários, que já procuram os seus direitos na Justiça do Trabalho), além da cessão do nosso solo à empresa de parqueamento (outra dos amigos, atual Diretor CRF e ex-sócio do BTG/PACTUAL (https://www.youtube.com/watch?v=i8NE5QxswVY), garantindo 80% desta receita à ESTAPAR/PACTUAL, obrigando aos associados o pagamento de uma taxa para estacionar seus veículos.

Cederam a nossa Sede para uma boate (outro amiguinho), sem autorização do Corpo de Bombeiros, em local sem “habite-se!”, no que se encontra velada essa transação, bem como não possuímos conhecimento dos ajuste$ financeiro$ de uma possível receita ao Clube.

Estamos mergulhados (sem trocadilhos, pois a piscina está seca) na pior equação econômica de todos os tempos em sucessivos e vultosos empréstimos bancários, em bancos de segunda linha e financeiras de igual “potencial”, que cobram juros extorsivos, cuja a soma, nesses últimos 07 (sete) meses, chegaram ao valor de R$ 42 MM, que só fará aumentar o endividamento do Clube, apenas para enfrentar despesas correntes operacionais do exercício de 2015 (ou seja, não será para investimento).

Dessa forma, só nesta metade do exercício financeiro de 2015, a dívida nominal do CRF perfaz um total de mais de R$ 182.617.018, que será paga pelas próximas gestões, contrariando todas as regras de governança e a atual MP dos Esportes – ProFut-, não se levando em conta o elevado custo deste dinheiro.

Finalizando, deixamos a pergunta que não fora identificada, nesses quase três anos de “GESTÃO!”:

AONDE SE ENCONTRA A TAL DA AUSTERIDADE???

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